Irmãzinhas do interior da Bahia – Mãe Bêbada, filhas abusadas – Parte 1

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Olá a todos !!
Pela primeira vez venho escrever neste site.
Já li dezenas de relatos parecidos com o que vou escrever para vocês.
Meu nome é Roberto, tenho 38 anos, sou paulista e moro atualmente em uma cidadezinha no interior da Bahia.
Vim para cá a convite do meu tio que é vereador, e conseguiu um emprego na prefeitura. Já estou aqui a 5 anos.
Ao chegar na cidade, meu tio me emprestou uma casa para morar. É uma boa casa, com 3 dormitórios, sendo uma suíte, um grande quintal e toda murada. É até grande demais para mim.
Bem vou pular alguns detalhes e ir direto ao que me faz escrever aqui.
Na rua onde moro, tem vários bares, mas um em especial é o mais movimentado.
As vezes eu passo lá e tomo uma cerveja, fico um pouco e logo venho para casa.
No começo sempre conseguia uma garota para dar uma trepadinha, sempre sem compromisso.
Não sei se com vocês é assim, mas sempre que via uma menininha novinha, tipo 9, 10 ou 11 anos, eu ficava pensando como seriam as bocetinhas, se já tinham cabelinhos, se já menstruavam, se já tocavam siririca… estas fantasias eu acho que são comuns a todos.
Logo que cheguei na cidade, e neste bar, eu conheci a Raimunda uma mulher que fazia a alegria dos cachaceiros. Era só pagar bebida e ir para a casa dela meter.
Mulher de 24 anos, mas muito judiada. Faltam alguns dentes na boca e ela está sempre suja.
Um dia eu estava saindo do bar, e ela chegando… A mulher estava acompanhada de 2 meninas (Fran 9 anos e Maria de 8). Ao passar por elas eu puxei assunto. Elogiei as crianças e falei que as 3 pareciam irmãs. Conversamos rapidamente e logo elas entraram no bar.
Cheguei em casa e peguei uma cerveja e me sentei no portão para beber na sobra de uma árvore. Coisa que faço até hoje.
Passado algum tempo, vejo a Fran (9 anos) descendo a rua.
Comecei a pensar como seria o corpinho dela. Será que com 9 anos já fez alguma coisa com os meninos da rua ? Ou será que já viu a mãe transando com os bêbados que ela leva para casa ?
Meus pensamentos vagavam, enquanto ela caminhava em minha direção. Ao chegar perto, eu vi que não tinha muitas pessoas na rua e resolvi arriscar:
– Ei menina, venha aqui por favor — Chamei a Fran.
Ela veio tímida.
– Oi Fran, você é muito bonita… sabia ?
– Sei sim tio, obrigada.
– Sua mãe está no bar né ?
– É
– E sua irmã ?
– Minha irmã ficou com mainha…
Pensei em como fazer para ganhar aquela menina. Eu vi ali uma oportunidade de abusar dela. Algo me dizia para prosseguir que daria certo. Sem saber o que falar ou fazer eu perguntava coisas bobas, sobre escola etc. Até que ela falou:
– Tio, me disculpe mas eu tenho que ir pra casa agora, estou apertada…
– Porque não falou antes… pode entrar e usar meu banheiro.
– Reparei que de fato a menina mesmo de pé cruzava as perninhas e se mexia muito.
Ela um pouco desconfiada olhou para um lado da rua, depois para o outro… estava indecisa se entrava ou não.
Rapidamente me levantei e peguei na mão dela… Venha, senão você vai fazer na bermuda !!
Entrei com a menina e mostrei onde é o banheiro.
Fiquei na porta tentando ver algo, mas não vi nada. Apena ouvi o xixi da menina cair na água do vaso.
Ao sair eu ofereci alguns doces e biscoitos recheados que tinha.
Segurei em sua mão e pedi para ela sentar no sofá para conversar um pouco. E Perguntei:
– Mas Fran, se você estava apertada porque não fez xixi no banheiro do bar ?
– Eu não gosto, lá só tem tarado… sempre que vou mijar eles ficam brechando na porta para ver meu ximbiu.
Quem é do sudeste, mesmo morando na Bahia vê graça no modo que os baianos falam.
– Mas não tem problema ver… ver não arranca pedaço.
– Eu sei tio, mas aqueles machos são tarados, ficam passando a mão e querendo coisas sabe…
– Sei sim Fran… é que você é linda
– Mas eles fazem com qualquer uma.. mainha é doida fica saindo com eles… eu num gosto não
Sem falar nada eu coloquei minha mão na sua perninha e fiquei com o coração acelerado.
Aos poucos ela foi comendo os doces e ficando mais calma. Logo estava rindo com minhas piadas.
Até que falei algo como se eu fosse namorada dela, ela seria a menina mais feliz do mundo, porque eu daria tudo que ela pedisse.
A conversa estava animada.
Meu com o pau muito duro eu levantei e fui até a cozinha pegar refri para ela. Vi que ela olhou meu pau duro dentro da bermuda.
Chamei ela para a cozinha e dei o refri. Fiquei atrás dela e a abracei. Ela sentiu meu pau nas suas costas, e não fez nenhum gesto para sair dali. Enquanto ela bebia refri eu passei minha mão nos inexistentes peitinhos. Nem biquinho no peito ela tinha, lisinha.
Abaixei a mão e passei na sua bocetinha. Ahhh que tesão, quase gozei neste momento.
Beijei seu pescoço e apertei ela. Falei no seu ouvido: Fran, estou apaixonado por você.
Ela estava calada. E eu aproveitei para passar a mão no corpinho frágil e pequeno.
Meu pau já estava todo melado.
Virei ela e fiquei de frente com ela. Beijei seu rosto, sua testa, orelhas, nariz… até que sem falar nada dei um selinho.
– Te amo – falei.
Vi que ela estava solta e gostando dos meus carinhos.
Dei mais alguns selinhos e pedi um beijo de amor.
– Eu não sei beijar – ela falou
– Eu te ensino meu amor, abre a boquinha
Lentamente ela abriu os lábios e beijei colocando minha língua na boquinha dela.
– Faz igual com sua língua…
Aos poucos fomos nos beijando.
Peguei na sua mão e voltamos para o sofá.
Me sentei e pedi para ela ficar de pé.
– Fran, eu quero namorar com você
Ela ficou pensativa.
Segurei na sua cintura e falei que iria dar muitas coisas para ela.
Até que ela me abraço e começou a falar:
– Tio, muitos homens já quiseram pegar eu. Mas eu nunca fiz estas coisas. Mainha já mandou eu fazer, mas eu tenho medo sabe.
– Puxa meu amor, não tenha medo de mim… eu jamais farei algo para te machucar. Só quero ser feliz com você.
Coloquei ela no meu colo e nos beijamos.
Lentamente fui fazendo ela deitar no sofá. Com muita calma tirei a camiseta dela. Lisinha. Só um sinalzinho que um dia ali terá um peitinho.
Chupei com muito carinho.
Coloquei minha mão na sua bermuda e fui abaixando:
– Aiii tio… eu to com medo.
– Calma meu amor, sou seu namorado… deixa só mais um pouco
Abaixei a bermuda dela até os joelhos e tive uma visão maravilhosa. A menina estava só de bermuda jeans e sem calcinha.
Bocetinha mágica. Pequena, com cheiro de xixi e macia.
Passei a língua e chupei um pouco.
– Para tio… para… para… eu preciso ir embora… deixa eu ir… eu vou embora.
– Calma Fran. Só estou brincando um pouco com você… calma
– Eu sei tio, mas quero ir embora pra casa.
Resolvi arriscar tudo e ofereci:
– Fran, como te disse eu quero você. Faz comigo que te dou o que você pedir. Pode pedir que eu dou.
Ela pensou um pouco e não pediu nada.
Voltei a oferecer:
– Fran te dou R$ 100 se você fizer comigo
Novamente ela pensou e não respondeu nada.
Aqui na cidade, como em todas as outras cidades do interior, todas as crianças gostam de bicicleta. Usei isto para ganhar ela.
– Fran… te dou R$ 100 e uma bicicleta !!
Aí eu ouvi:
– Mas a bicicleta é nova ?
– Oxiii claro que é novinha. Tu acha que eu daria uma velha para minha namorada… é nova, eu compro na loja amanhã assim que a loja abrir. Agora deixa eu chupar você
Ela só abriu as perninhas.
Cai de boca. Chupei com força. Suguei cada pedacinho. Lambi, meti a língua mesmo.
Deixei a menina com a bocetinha toda vermelha de tanto que chupei.
Tirei minha bermuda.
Ela viu meu pau e se assustou:
– Tio o senhor vai me estuprar ?
– Vou não meu amor, fique tranqüila.
Pincelei meu pau na bocetinha dela
– Está gostando Fran.
– eu to
Logo gozei por fora mesmo.
Achei melhor não penetrar a menina no primeiro dia.
Tinha que saber se ela iria contar para mãe e o que iria acontecer.
Limpei ela e dei outros beijos e apertos.
Ficamos na porta de casa mais algum tempo até que dei o dinheiro e prometi comprar a bicicleta no dia seguinte. Até que ela foi para casa.
Eu mal podia acreditar no que tinha feito com aquela menininha tão novinha.
Confesso que me deu um puta medo dela falar e dar merda pro meu lado.
Fui até o bar e a mãe dela estava lá já bêbada.
Tomei umas cervejas com ela, que ainda estava com a outra filha (Maria 8 anos).
Paguei a conta e saímos juntos.
Parei na porta da minha casa e ofereci cerveja para a Raimunda, que logo aceitou.
Entramos e peguei uma cerveja e dois copos. Minha casa estava com cheiro de sexo. Mal sabia a Raimunda que minutos antes eu tinha feito com a filha dela.
A menina Maria estava calada sentada no sofá. Olhei para ela e vi uma criança carente e muito bonita. Branca igual a Fran. Cabelos mais curtos e perninhas finas. Pensei logo: Será que a bocetinha dela é gostosa para chupar igual a da Fran ?
Quem é do esquema, logo percebe as coisas. A Raimunda pode ser bêbada e relaxada, mas ela não é tão boba quanto pensam. Ela percebeu meus olhares para a filha. E com certa dificuldade falou:
– Gostou dela né ?
– Sua filha é uma criança linda né ?
– É… esta aí é mais sapeca que a outra. A Fran é muito certinha… mas esta aí… se deixar por ela os homens fazem o que querem
– Mas ela é criança ainda né ?
– Ela é criança, mas eu nesta idade já dava dinheiro para minha mãe.
– Eita porra Raimunda… você trabalhava com 8 anos.
Meio que com soluços de tanto beber ela falou: Eu dava duro… o senhor sabe né.
Aquilo ficou na minha cabeça martelando.
Será que a Maria já tinha feito sexo com alguém ?
Eu mal dormi. Toquei 3 punhetas pensando na Fran e sua bocetinha pequeninha e carequinha.
No dia seguinte acordei cedo e fui até a bicicletaria.
Comprei uma nas cores rosa e branca. Mandei colocar buzina e suporte para garafinha de água. Ficou linda.
Deixei em casa e fui trabalhar.
Saí as 16:00 hs e passei no bar. Só tinha cachaceiro e cornos. Saí logo.
Me sentei no portão de casa e fiquei tomando umas geladas.
As 17:30 hs vi a Raimunda com as duas filhas.
Tremi de medo porque elas vieram falar comigo:
– E aí Sr. Roberto
– Não precisa me chamar de senhor Raimunda, assim pareço que sou velho.
– Não senhor, é que eu não consigo chamar só pelo nome
Mesmo não sabendo o que iria fazer, convidei para ela entrarem. Notei que a Fran estava muito calada e com uma marca roxa no braço.
– O que foi isto no braço Fran ?
– Ahhh eu bati tio. – Notei que era mentira dela. Mas fiquei calado.
Tomamos algumas cervejas até que a Raimunda quebrou o gelo de vez.
– Sr. Roberto… eu preciso falar com o senhor uma coisa.
– Pode falar Raimunda, mas não me chama de senhor rsrsrs
– Ontem quando cheguei em casa, a Fran me deu os R$ 100
Meu coração parecia que ia sair pela boca… pensei FUDEU… AGORA VOU PRESO
Eu não consegui falar nenhuma palavra. Travei de medo.
Mas logo a Raimunda falou:
– Sr. Roberto, esta minha filha é muito bobinha… ela disse que veio aqui e não fez nada. Eu até bati nela.
– Nós não fizemos nada mesmo, dona Raimunda…
– Pois é…. mas se ela fizesse com o senhor eu ia achar era bom. O senhor é um homem respeitoso, vai tratar ela bem. Sem fazer nada já deu um dinheirão… ela é boba se não quiser o senhor, por isto bati nela.
Continua

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