O maravilhoso beijo de duas bocetas

Autor

Sinope:
O conto aqui narrado aconteceu em 1996 e publicado em 1998.
””’Já tinha se envolvido com mulher e chupando algumas bocetas. A minha boceta, segundo ela, seria especial. Foi uma noite na qual duas mulheres se entregaram ao tesão, ao desejo, ao sexo ao amor, ai, que saudade!… ””
Adoro pessoas simples e humildes.
E depois de enviar um anúncio à Família Brazil, entrou em contato comigo uma empregada doméstica. Conversamos bastante, e decidimos nos ver no mesmo dia.
Fomos a uma lanchonete. Tomamos alguma coisa para quebrar o gelo.
Lá pelas onze da noite ela me convidou para irmos à sua casa.
Ao chegarmos, dei um tempinho. Já excitada, me convidou para tomarmos um banho. Na verdade, foi um banho de espuma e muita sacanagem.
Decidiu me confidenciar Segredos difíceis e normalmente constrangedores: ela havia sido prostituta. Há algum tempo abandonará a chamada "vida fácil". Ela estava sem sexo alguns meses. Teve um grande amor em sua vida mas o cara não correspondeu.
Já tinha se envolvido com mulher e chupando algumas bocetas. A minha boceta, segundo ela seria especial.
Foi uma noite na qual duas mulheres se entregaram ao tesão, ao desejo, ao sexo, ao amor, ai que saudade!
Foram lambidas e dedos entrando e saindo de todos os buracos das duas. Mas o nosso segundo encontro me motivou a escrever. Estava morrendo de saudades dela.
Fui atrás. Comprei frutas e champanhe.
Despejei o líquido delicioso em seu corpo e mamei cada milímetro. Bebi a bebida dos deuses nela inteirinha.
Uma maravilha, caramba! Delícia demais todos os prazeres compartilhados com a gata.
Descarada e criativa, aproveitava para realizar as maiores fantasias comigo.
Por exemplo: colocar frutas lá dentro da bocetinha raspadinha era um dos meus grandes prazeres. Com ponta da língua retirava a frutinha e íamos ao mais completo delírio!
E quantos beijos na boca! Quantos!
As línguas absolutamente molhadas, as duas lambendo olhos, nariz, boca, orelhas, pescoço e nuca…
Sua boceta ficava linda regada com champanhe. O cuzinho também. Diante dos meus lábios sedentos estavam as melhores frutas da estação. Chupei com voracidade o cuzinho daquela mulher que me enchia de amor e tesão. Ela às vezes passava vários minutos apenas contemplando a minha xana. Eu ficava meio constrangida, ela me ordenava ordenada a ficar quietinha, sem me mexer. Juro que só com olhar de fêmea louca eu gozava. E ela me lambia…
Ela era viciada em uma banana bem verde enfiada em seu cuzinho. Eu fazia com gosto. Passava Mel na banana e enfiava bem devagar…
Ela ia ao paraíso e voltava! A cada momento uma nova loucura. Um dia disse que queria fodê-la em cima da mesa de vidro da sala de jantar.
Ficou receosa, mas acabou cedendo aos meus apelos carnais. Iniciamos um 69 na cozinha e a conduzia à mesa de vidro.
Aos poucos fui deitando-a e mamando em sua xinha.
Fazia ao mesmo tempo com volúpia e receio do vidro se quebrar. Mas o tesão era maior: Trepamos na mesa com grande vontade. Todas as loucuras do mundo eram pequenas perto do que aprontá vamos.
Ela pegou uma rosa e me entregou: cherei-a, e devolvi e ela enfiou a flor no reguinho, gemendo de dor e tesão… Porra!
Nossas transas eram sempre cheias de surpresas. Teve até um strip-tease para mim.
A cada peça de roupa que tirava, eu ficava ainda mais louca. Ela não me deixava tocá-la nem me aproximar, até retirar a sua última peça.
Sua deliciosa boceta estava depilada e tinha uma mensagem escrita em batom vermelho:
– Eu te amo!
Também declarei a ela o meu amor.
Fomos aproximando os rostos, duas fêmeas apaixonadas, delirando de tesão, e repetindo:
– Eu te amo!
– Eu te amo!
– Eu te amo!
E nos beijamos um beijo de um casal apaixonado, desses que não querem se separar pelo resto da vida. Abraçamos-nos e a beijei como nunca havia feito, nem com homem nem com mulher!
E em um gesto rápido ela me empurrou. E me ordenou para fuder com violência a sua boceta toda molhada. Tínhamos violentos orgasmos… Eu me contorcia de Prazer. E com aqueles dedos maravilhosos, ela gozava como uma louca.
Ela sabia do meu ponto fraco e me torturava o quanto podia. Depois de gozar mais algumas vezes achou que deveria comer o meu cuzinho. Relutei, pois estava exausta, mas cedi.
Sabia que meu prazer iria me redobrar com os dedos e a linguinha voraz.
Ela tinha uma língua tão ágil que entrava quase toda em meu cuzinho.
Aquela mulher sabia foder um cu com toda a sua experiência. Tínhamos consolos, eu o colocava, ajustava as tiras e ela vinha por cima, cavalgando como uma devassa.
Era um verdadeiro delírio a mulher em cima da minha boceta, cavalgando no pintão enorme. Tudo era permitido.
Ela gostava de consolos.
Eu e ela nos enfiá vamos um consolo duplo! Nossas bocetas se encontravam e se beijavam num intenso prazer. Tinha vontade de fazer algo especial e ela aceitou: nosso sexo foi ficando violento e chegamos a nos esbofetear, que puta delícia.
Quanto mais nos batíamos, mais tesão sentíamos. A cada porrada de mão aberta, aumentava o nosso êxtase. Depois de uma transa eu pedi para fazer xixi em minha boca.
Ela relutou, mas acabou cedendo: o xixi quente e muito delicioso. Eu bebi tudo e não queria perder nada da chuva dourada.
Havia muito tempo tinha tesão em ficar molhada na cara e na boca. Ela foi uma verdadeira puta na cama.
Mas como as coisas boas sempre terminam, nos separamos após alguns meses.
Gostaria de encontrar uma mulher que se identifique um pouco com tudo isso que aconteceu.
Sou super liberal e sem preconceito. Que tal tentar um caso comigo?
No sexo não existem barreiras. Aceito e faço de tudo. Procuro uma mulher que pode ser bi ativa e passiva. Você, homem, que quer ter essa experiência comigo, me escreva. Adoro um troca-troca.
Sou morena-clara, 38 anos 70 kg 1,70 divorciada estéril, humilde pobre, educada e sigilosa.
Posso receber em minha casa sou bi ativa e passiva. Adoro chuva dourada leve, adoro dominar as pessoas. Darei preferência a São Paulo capital, mas todos terão respostas.

(Mulher, favor ler o meu pefil atual aqui na minha pagina.)

Sem medo de ser feliz.

Escrito por: Sueli Santos
Escritora – Independente – Voluntária
suelyysuelisantos@gmail.com