Espiando o garoto da pracinha -6-historia paralela

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Ola! como sempre, começo dizendo para lerem os outros contos do autor jc3d e entenderem este relato desde o inicio.
No ultimo conto terminei dizendo que fui levar o ferrugem embora e o deixei na pracinha, estávamos eu e meu filho, o LG. Quando estávamos saindo encontramos o seu Valdemar. Vou explicar quem é o seu Valdemar. Dono do bar que era vizinho da minha antiga barbearia, homem de uns 50 anos, moreno, aproximadamente 1,80, corpo peludo e forte, mas com alguma gordura, corpo tipo estivador. Barbudo e calvo. Quando eu ainda estava com aquela barbearia e recebia o garoto de 9 anos, o gordinho negro e o ferrugem pra nossas safadezas, sem que eu percebesse, o seu Valdemar observava tudo do seu bar. E este foi o meu grande problema naquela época. Um homem casado, pai de família, religioso e antigo no comércio do local. Um dia foi fazer a barba comigo e na conversa que parecia normal ele me surpreendeu dizendo: "toma cuidado! você fica trazendo aqueles meninos aqui pra comer o cu deles e isso pode te dar problemas! se a vizinhança percebe você ta enrolado!". Na hora eu não sabia o que dizer, nem onde enfiar a cara. Tentei negar, mas ele foi muito direto: "não precisa negar pra mim não, eu vejo tudo que acontece aqui!". Mas eu me surpreendi de novo quando ele comentou: "os outros dois eu não sei, mas aquele gordinho chupa que nem um cabritinho desmamado!". Isso me tranquilizou e deu abertura pra uma boa amizade. E foi assim que eu descobri que meu pretinho gordinho chupava também a rola do seu Valdemar, mas o homem me garantiu que não comia o cuzinho do garoto, e olhando pro porte do seu Valdemar, eu até imaginava o porque.
Só que a história mais surpreendente do seu Valdemar não foi essa com o garoto da pracinha. Conforme nossa amizade foi aumentando o homem me contou suas taras, e vou conta-la a vocês.
Seu Valdemar é um homem de família, trabalhador, religioso e muito repeitado no comercio do bairro. Pai de um filho e duas filhas, e tinha uma tara enorme pelo seu filho, o Valtinho. Jovem sério de 20 anos que as vezes o ajudava no bar. Era um pouco mais baixo que o seu pai, magro, porem troncudo, de pele mais clara e com pelos no peito e barriga. Mas o jovem costumava raspar boa parte dos pelos, e foi aí que eu sugeri um plano ao seu Valdemar, ja que o homem me disse que não via seu filho pelado desde que ele era criança. O plano era convencer o Valtinho a ir se depilar la na barbearia, e o seu Valdemar iria junto. Combinado isso, demorou um pouco até o pai convencer o jovem, mas numa certa tarde, todo eufórico, o seu Valdemar foi me avisar que o Valtinho iria se depilar comigo. Marcamos para um domingo, pra termos privacidade e no domingo a tarde os dois apareceram na barbearia, meio sem jeito, pareciam constrangidos. Mas eu fui persuasivo e simpático, ressaltei que estávamos só nós ali e eramos todos homens, então tava tudo bem. Mas, como combinado, convenci o seu Valdemar de fazer uma depilação intima, como se aquilo fosse muito normal, e também pra deixar o Valtinho mais a vontade. Preparei a cadeira totalmente reclinada e pedi para que os dois ficassem pelados, para não encherem as roupas de pelos. O seu Valdemar foi logo tirando a roupa, sério, mas ficou pelado, peludo, pinto mole, mas quase do tamanho do meu pinto duro, grosso, e um saco com dois ovos enormes, muito peludo. Brinquei com ele dizendo que era realmente necessário eliminar um pouco de pelos dali. Mesmo sorrindo da piada, o Valtinho não olhava pro lado. Falei pra ele tirar a roupa também e ele tirou, meio cismado. Revelou um corpo bonito, não era exatamente magro, mas também não era gordo, sua barriga, púbis e peito eram peludos, mas pelos baixos que ele mesmo raspava. Quando ele ficou nu o seu pai relutou em olha-lo, mas deu uma espiada no filho, viu seu pinto que também era grande e estava mole, parecia menos grosso que o do pai e seu saco era igualmente farto.
Preparei um creme e a navalha e pedi pro Valtinho deitar de bruços na cadeira que estava totalmente reclinada. Comecei raspando os pelos acima da sua bunda e depois raspei os pelos nas nadegas e do rego, tive que abrir as nádegas e avistei um cu fechado, bem escuro, do tipo que nunca teve nada penetrando ali.
O seu pai estava sentado num banco ao lado e ja conseguia olhar melhor o filho e apreciar aquele corpo, embora era visível o desconforto dos dois com aquela situação. Logo que terminei as costas, pedi pro Valtinho virar de barriga pra cima, fui raspando seu peito, barriga e pra raspar seu pubis e sua virilha tive que segurar seu pinto e seu saco, senti um inicio de ereção, e percebi seu desespero e vergonha, mas comentei: "fica tranquilo, isso é normal!". Mas sua rola foi endurecendo e tinha seus 18 cm ou mais. Seu pai estava ofegante, não falava nada, mal respirava. e o jovem ficou de pinto duro, na tentativa de tranquilizar a situação eu comentei que ficava mais facil daquele jeito porque esticava a pele. mas os dois estavam muito tensos.Depois de raspar todos os pelos eu avisei o Valtinho que iria passar um creme para aliviar a pele, peguei um hidratante e espalhei em volta do seu mastro que ainda estava duro, fui massageando o hidratante na direção do seu pinto ate que comecei a esfregar o creme na sua rola. O Valtinho estava com um braço sobre o rosto olhando fixo pro teto e eu comecei a punheta-lo na frente do seu pai: " é Valtinho, vamos ter que aliviar isso aqui, mas eu te ajudo!". Continuei punhetando sua rola e vi que o seu Valdemar estava de pinto duro. Entendi naquela hora porque ele não comia o gordinho da pracinha. Sua rola estava ainda mais grossa e enorme, e ele não aguentou ver eu masturbando o Valtinho, começou uma punheta gostosa admirando o mastro do filho. Depois de um tempo eu segurei também a rola do pai e passei a punhetar os dois, dava pra sentir a pulsação das duas rolas enormes. O Valtinho mantinha o braço cobrindo os olhos, mas viu que eu estava punhetando o seu pai também. Ele quase gozou na hora que comecei a chupar sua rola, e seu pai assistindo tudo. Eu sentia a rola do folho vibrar na minha boca, ele estava em êxtase, mas constrangido e envergonhado de fazer aquilo na frente do pai, até então tão sério. Nessa altura o seu Valdemar estava se masturbando, eu estava chupando o Valtinho eque mantinha os olhos fechados pra não olhar pro pai. Até que voltei a punhetar o jovem, mas logo o seu Valdemar segurou a rola do filho e continuou a punheta, e como o Valtinho estava com os olhos fechados, nem percebeu que era seu pai que estava lhe masturbando. Até que o jovem gemeu mais forte e começou a gozar fartamente, melando o peito, barriga, e a mão do seu pai, mas quando ele abriu os olhos e viu que era seu pai quem estava lhe fazendo gozar, o constrangimento foi ainda maior, mas o seu Valdemar continuou segurando a rola do filho com um mão, e com a outra ele se masturbou e gozou em cima do próprio filho, ma altura da sua rola, misturando as porras de pai e filho. duas gerações de sêmen numa situação tão excitante e perturbadora.
Eu usei uma toalha para limpar o Valtinho e o seu Valdemar também se limpou, mas os dois estava em silencio, eu até tentei quebrar o gelo comentando que aquilo tinha sido normal. mas percebi que não. por mais excitante e prazeroso, foi constrangedor para pai e filho que tinham uma relação de respeito extremo e muito conservadorismo. Nos despedimos, e os dois foram embora. Eu notei nos que depois disso a relação dos dois ficou estranha, sempre meio vergonhosa, parecia que havia um fantasma entre os dois. Mesmo assim o Valtinho voltou a me procurar e transamos algumas veze, assim como eu e o seu Valdemar também acabamos transando. mas eu nunca ousei tocar no assunto com nenhum dos dois e, até hoje eu naõ sei se os dois fizeram alguma coisa a mais depois daquele dia.

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