FAZIA TUDO QUE O MEU TIO MANDAVA

Meu nome é Odete, moro em Curitiba, tenho 28 anos, sou solteira e resolvida profissional, afetiva e sexualmente. Até porque não saberia viver sem sexo. Sou leitora de contos e historias de sexo e resolvi me abrir e contar como comecei sexualmente, pois a HUNTER é uma revista sem preconceitos. Minha iniciação não foi muito normal para os costumes de nossa sociedade, mas como nasci e cresci com outros costumes em casa, sexo era uma coisa normal e mais gostosa do mundo.

Nasci e passei a infância numa área rural junto com minha avó, minha mãe e meu tio. Não cheguei conhecer meu pai e nem meu avô. Desde que comecei a me entender por gente, sempre via todos em casa vivendo com toda liberdade do mundo. Morávamos meio isolados e minha mãe e minha avó nunca se preocuparam em dizer o que era errado ou certo em relação a sexo, mesmo porque minha mãe não dispensava um homem que pintasse na vida dela. Ela dava mesmo e a minha avó parecia que era a mesma coisa. Já meu tio era o mais safado que eu conheci. Ninguém se preocupava em usar calcinha, a não ser quando iam para a cidade ou quando saiam de casa – como elas, segui o mesmo caminho: usava somente vestidos ou saias, sem mais nada.

Morávamos em um pequeno sítio, numa casa pequena, e tudo começou quando eu era ainda pequenina, com os meus sete anos. Certo dia, flagrei o meu tio, que tinha na época uns 16 anos, batendo punheta olhando a xana da minha mãe. Ela estava sentada no chão da varanda com as pernas abertas, a xana arreganhada, escovando os cabelos, e o meu tio, dentro de casa olhando por uma greta, com o pau pra fora se matando de bater punheta. Ele nem ligou pra mim e continuou, daí percebi que ele estava batendo porque estava olhando a xana da minha mãe. Achei interessante, apesar de estar cansada de ver o pau do meu tio, pois ele mijava na minha frente e tudo. Mas nunca tinha visto o pau duríssimo. Fiquei com vontade de pegar no pau dele e fazer o que ele estava fazendo, só que não deu tempo porque, de repente, ele começou soltar jatos de leite pastoso do pau e ofegava. Quando terminou, ele falou: “Nossa, como é gostoso”. Aí ele balançou e colocou pra dentro das calças.

Passaram-se alguns dias e eu estava com o meu tio no meio da roça de milho e ele começou a mijar na minha frente. Fiquei olhando para o pau dele e foi quando ele perguntou: “Por que está olhando para o meu pau?”. Respondi que queria ver sair leite dele. Aí ele respondeu que tinha que bater punheta pra sair e pedi para ele bater para eu ver. Mas ele disse: “Só se você bater pra mim”. Topei na hora! Ele desceu a calça, sentamos no chão e, pela primeira vez, segurei o pau dele e comecei a fazer como ele me pediu.

Como a natureza é sábia: no mesmo momento que segurei no pau do meu tio, senti uma coisa que nunca tinha sentido antes, a minha xaninha ficou aguadinha e o meu corpinho sentiu um calafrio. De repente ele levou a mão à minha xaninha e começou a alisar, fiquei toda arrepiada, cada segundo que passava ficava mais gostoso. Logo ele ofegou e começou a soltar golfadas de porra – e eu me deliciando. Quando terminou, ele falou: “Gostou?”. Logicamente que eu falei que tinha gostado. Daquele dia em diante, ele me deixou bater uma pra ele.

No dia seguinte, estávamos na roça de milho, e nada dele pedir – e eu louquinha pra bater. Quando ele foi mijar, aproveitei e falei: “Ah tio, deixa eu bater novamente?”. Ele falou: “Tá bom, eu deixo!”. Meu tio tirou as calças e sentou em cima. Eu sentei ao lado e logo peguei no pau dele – comecei a punheta enquanto ele alisava minha xaninha! Foi quando ele falou: “Vem cá! Senta no meu colo que eu quero esfregar o meu pau na sua xaninha. Você vai gostar”. Não perdi tempo, sentei no colo dele, que começou a esfregar a cabeça do pau na minha xaninha. Na hora achei delicioso e o meu corpinho começou ficar todo arrepiado! Sentei em sua coxas, de frente pra ele, enquanto ele levava o pau até a minha xaninha e ficava esfregando no meu grelinho – estava muito gostoso. Ele perguntou se eu queria que esporrasse e eu disse que sim. Ele abriu bem a minha xaninha e colocou a cabeça do pau dentro. Eu comecei a esfregar quando ele ofegou e começou a soltar toda a porra na minha xaninha. Na hora em que senti o líquido quente, meu corpinho tremeu. Ele me lambuzou toda. A partir daí, comecei a fazer tudo que ele me pedia.

Na primeira vez que chupei o pau dele, estávamos sozinhos em casa e eu comecei a brincar com o membro. Ele perguntou se eu queria mamar. Eu já tinha ouvido falar, mas não tinha pensado em fazer! Mesmo assim, eu topei e comecei mordendo, ele reclamou e comecei a mamar sem morder. Fui fazendo como ele ensinava e não demorou muito para aprender. Foi nesse dia que senti pela primeira vez o gosto da porra! Estava mamando quando ele perguntou se podia esporrar, respondi que sim e senti os jatos inundando minha boca, escorrendo para fora. Senti um gosto horrível e uma coisa pastosa e quente, confesso que quase, vomitei. Mas no final achei uma delicia e, desse dia em diante, não só batia punheta como também chupava gostoso!

Quando ele me comeu pela primeira vez eu já tinha uns 10 anos. Até então ele só se esfregava gozava na minha xaninha, pois sempre que tentava penetrar, eu morria de dor e não deixava. Certo dia, estávamos na roça com os cachorros e o cão começou a cheirar a xana da cadela, querendo subir nela. O cachorro começou a meter e logo ficaram engatados! Aquilo me deixou com a xana pegando fogo. Meu tio tirou o pau e me pediu para bater uma punheta! Comecei a bater e a chupar! Minha xana estava toda aguadinha de tesão quando ele falou: “Vem cá, deixa eu meter em você também”. Levantei a saia e sentei em cima do pau dele que começou a forçar. Logo a cabeça do pau estava bem dentro da minha xaninha, fui forçando e o pau foi entrando, minha xana foi se dilatando e, quando percebi, já estava metade dentro. Ele gozou e eu forcei tudo, minha boceta se abriu e o pau entrou. Esse dia foi inesquecível. Agora eu não só batia punheta, como chupava o pau dele e ainda dava minha xaninha.

Quando dei a bunda tinha uns 12 anos! Meu tio sempre pedia e eu nunca negava, mas sentia muita dor quando ele tentava. Era um dia de chuvarada, um domingo. Minha mãe e minha avó tinham ido a uma festa de aniversário e eu e o meu tio ficamos. Como não tínhamos nada pra fazer, começamos a foder. Como já tinha comido a minha xana e eu já tinha chupado seu pau, ele começou a querer comer a minha bundinha! Resolvi tentar mais uma vez. Ele começou a colocar a cabecinha e a forçar, só que o pau não entrava. Ele começou a colocar saliva e a cabeça do pau entrou, mas o meu cu ardeu e eu tirei fora. Tentamos mais saliva, no pau e na minha bunda. A cabeça entrou novamente e ele ficou dando bombadinhas. Meu cu ardia como pimenta, mas fui deixando. Ele começou a esporrar e meteu com toda força, o pau entrou todo. Depois desse dia, quando ele queria comer a minha bunda, nós já sabíamos como fazer e eu dava gostoso. Meu tio morria de tanto tesão quando comia a minha bunda e inundava o meu cu de porra. Era uma delícia.

Acabei descobrindo mais tarde que meu tio não só me comia, como comia também a minha mãe. Certa vez cheguei mais cedo da escola e quando entrei em casa, minha mãe estava de quatro e o meu tio mandando vara na boceta dela. Eles até que tentaram disfarçar, mas não deu tempo. Como em casa era liberado, para mim não teve muita importância. Muitas vezes, acordei à noite e vi minha mãe chupando o pau do meu tio. Depois de algum tempo, a minha avó faleceu e vim com minha mãe para Curitiba. Aqui minha mãe acabou casando novamente e fomos vivendo a vida. Hoje, sou feliz no meu trabalho e na minha vida sexual. Só que quando falo para alguém o que fazia, ninguém acredita. Realmente não é qualquer pessoa que faria o que eu fiz! O que fazíamos!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,67 de 3 votos)
Loading...