Chupei Piru e Dei o Cu Na Rua

Olá, a todos. Meu nome é Lauro, e eu sou um homem de 48 anos, branco, casado, tenho 1,90m, 88kg, corpo normal sem ser sarado, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, bunda 116 cm, com pelos nas pernas, bunda e tórax. O fato que vou narrar aconteceu há alguns anos atrás durante o carnaval de 2009, na madrugada de terça pra quarta-feira. Minha família tinha ido viajar para SP e eu fiquei aqui no RJ, sozinho. Durante todos os dias anteriores do carnaval eu tentei encontrar um parceiro em salas de bate-papo da internet, mas não tive sucesso. Ou a pessoa era legal, mas não tinha local, ou não era legal e tinha local. Como sou casado não posso me arriscar a sair com pessoas que possam colocar em risco a minha condição. Já estava quase desistindo, por volta das 03 horas da madruga, quando entrou no MSN uma pessoa com quem eu já tinha conversado no passado e que tinha me agradado. O único problema que eu tinha visto nessa pessoa é o fato dela morar no mesmo bairro que eu. Sim, isso era um problema para mim já que sou tímido e não conseguia me imaginar passando de vez em quando na rua pelo cara que me comeu. Mas nesse dia eu estava cheio de tesão e estava disposto a deixar de lado a minha timidez em troca de um bom momento de prazer. Então, assim que ele me chamou pra conversa eu fui logo aceitando, todo animado. Sérgio (esse era o nome dele) não perdeu tempo e, com apenas 1 minuto de conversa, lançou a isca:
– Aí, aqui na rua está totalmente deserto. Ideal pra um lance. Tá a fim? – Perguntou ele.
– O que? Na rua? – Respondi, nervoso de tesão.
– Sim, tá limpeza. Não passa ninguém faz um tempão.
A rua que ele se referia era uma rua que eu conhecia. Ficava a uns 10 minutos da minha casa e tinha muitas árvores, galpões de fábricas e poucas residências. De fato a rua já era escura por natureza, por conta das árvores, e naquela hora, a noite, deveria estar ideal pra um lance.
Ainda sim demorei um pouco pra aceitar, devido ao medo de um imprevisto.
– E aí, vamos? – Perguntou ele depois que eu fiquei um tempo sem responder.
– Mas é perigoso. Alguém pode ver! – Respondi.
– Que nada. Tá limpeza. Tem umas árvores aqui legais. A gente vai pra atrás delas e ninguém vê a gente!
– Não sei, Sérgio, eu fico com receio de ir num lance assim! – Falei, mas, no íntimo, estava torcendo para ele insistir mais.
E não deu outra:
– Ah, vamos. Se você vier e não gostar a gente cancela. Mas te garanto que é seguro! – Disse ele, pra minha alegria.
– Não sei! – Respondi, fazendo cu-doce.
– Se você quiser pode ser só um boquete. Vem, que eu estou com o pau aqui em ponto-de-bala. Tô doido pra gozar! – Insistiu ele.

A conversa ainda durou alguns instantes até que eu resolvi ceder ao tesão.
– Tá, vou tomar um banho, me vestir e já estou indo! – Falei.
– Joia. Vou te esperar na esquina! – Disse Sérgio, cheio de tesão na voz.
Alguns minutos depois e eu estava saindo de casa, em plena madrugada, pra me encontrar com um homem que eu só conhecia através de conversas na internet. O que o tesão em dar o cu não faz? Quando me aproximei da rua onde Sérgio morava pude vê-lo em pé na esquina me esperando. Fui até ele e nos cumprimentamos. Era a primeira vez que nos víamos, apesar de morarmos no mesmo bairro. Depois dos cumprimentos Sérgio me disse que tínhamos que ir até quase o outro lado da rua, onde ele morava. Fomos andando e logo chegamos ao local, que ficava cerca de 50 metros da Av. Brasil, uma via muito importante aqui do RJ, onde geralmente há um grande fluxo de veículos, mas que agora estava quase deserta também.
Fomos logo pra detrás da árvore que ele havia mencionado na nossa conversa. Era uma amendoeira cheia de galhos e folhas e ficava na calçada, em frente ao pequeno prédio de 3 andares onde Sérgio morava.
– Fica agachado aqui, encostado na árvore! – Pediu ele.
Fiz o que ele pediu: agachei-me com as costas grudadas na árvore, enquanto ele se posicionava na em pé minha frente. Eu estava num misto de medo e tesão, olhando para os lados pra ver se vinha alguém. Então Sérgio, já na minha frente, deu uma olhadinha também para os lados e, vendo que tudo estava calmo, abaixou a bermuda até os joelhos, liberando seu objeto de prazer. Na posição que estávamos o pau dele, já duro e bem babado, ficou a poucos centímetros de minha cara. Sérgio então levou-o até a minha boca, com sua mão direita, enquanto me puxava pela cabeça com a mão esquerda e me dizia:
– Aqui, viado, chupa meu pau!
Foi a primeira vez que alguém me chamou de viado, mas, ao contrário de eu me sentir ofendido, fiquei com mais tesão ainda, tanto que abocanhei a cabeça da sua rola babada de uma vez só. Sérgio então segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter na minha boca. Eu me limitei apenas a ficar parado, envolvendo e pressionando seu pau com os meus lábios, enquanto ele enfiava e tirava o pau da minha boca.
– Ah, Lauro viado, que boca gostosa você tem, caralho, boquinha de chupar pau. Isso, chupa a minha piroca, chupa! – Ficava falando ele, baixinho, em meio ao vai-e-vem de sua pica na minha boca e seus gemidos de prazer.
– Mmmmm! – Era o único som que eu conseguia fazer.
Como o piru dele era normal eu não tive dificuldade pra pagar o boquete sem engasgar.
Sérgio sabia muito bem controlar o momento do gozo e eu já estava com o queixo doendo quando ele tirou o pau da minha boca e me pediu:
– Aí, deixa eu comer o seu cuzinho, deixa?
Ele nem esperou a minha resposta e foi logo me puxando, me colocado em pé, me virando de frente pra árvore e abaixando minha bermuda e minha cueca até os joelhos. Como ele era mais baixo que eu tive que dobrar bem os joelhos pra ficar na altura do seu pau. Fiquei, então, com as mãos segurando na árvore, o corpo quase na horizontal, a bunda arrebitada e os joelhos dobrados, esperando Sérgio colocar a camisinha. Ele fez isso rapidamente e logo eu senti a cabeça salivada do seu pau na entrada do meu cu, forçando a passagem. Com duas forçadas e a cabeça entrou, com mais uma forçada e a pica deslizou toda pra dentro de mim. Sérgio então me segurou forte pela cintura e mandou vara pra dentro de mim. As estocadas eram rápidas, fortes e profundas. Mais uma vez eu fiquei passivo, me limitando apenas a vigiar a rua enquanto ele socava dentro de mim.
– Tá gostando de levar no cu, bichona? – Perguntou ele, novamente usando termos que tinham tudo pra fazer sentir ofendido, mas que só fizeram aumentar o meu tesão. Tanto que eu respondi:
– Ai, Sérgio, fode, fode meu cu, fode. Assim, fode gostoso. Fode o meu burrão, fode. Fode mais!
Nem preciso dizer que ele não perdeu tempo e passou a socar ainda com mais força e mais profundidade a sua rola pra dentro do meu cu. Apesar de estarmos distantes do clube mais próximo, ainda assim dava para ouvir de onde estávamos o som da música alta do baile de carnaval, que ainda estava rolando naquela hora. Foi então que ele me pediu, bem sacana:
– Aí, viado, rebola no meu pau ao som da música.
Ele então ficou parado, com a pica toda enfiada no meu cu, e eu passei a dar cuzadas para trás, rebolando e esfregando meu burrão na sua virilha e barriga, sem deixar o seu pau escapulir de dentro do meu cu. Ficamos assim um bom tempo até que ele se inclinou para frente, até perto do meu ouvido direito, e falou:
– Aí, quero gozar na sua boca? Estou cheio de vontade.
Esse pedido não estava nos planos, mas, como eu estava cheio de tesão, resolvi deixar. Sérgio então tirou o pau da minha bunda, tirou a camisinha, me fez agachar novamente encostado na árvore, segurou minha cabeça de forma a mantê-la presa contra a árvore, se posicionou bem próximo da minha cara e enfiou o piru na minha boca. Daí pra frente ele passou a meter na minha boca até o momento do gozo. Os primeiros jatos foram com o pau dentro da minha boca, mas, depois de algumas jorradas, ele tirou o pau da minha boca e terminou o serviço punhetando a rola e esporrando o resto do leite na minha cara, deixando todo o meu rosto melecado. Enquanto gozava Sérgio gemia de prazer e dizia:
– Aaaah, viado, filho-da-puta, que bocão gostoso você tem. Aaaaah. Isso, toma porra do seu macho, toma, sua bichona!
Até ele terminar de gozar tudo na minha cara eu fiquei ali agachado, passivo, sorridente, olhando para o seu rosto. Depois que terminou ele ainda ficou batendo e esfregando o pau na minha cara, espalhando a sua porra, de modo a deixar a minha cara mais lambuzada possível.
Logo após eu fiz menção de que ia cuspir a sua porra num canto da árvore, mas ele me impediu dizendo:
– Ah, vai desperdiçar? Não acredito. Viado que se preza tem que beber o leite do macho, sabia? Então?
O que eu fiz? Eu bebi tudo, pois, como diz o velho ditado: Quem está na chuva tem que se molhar. E depois que eu acabei de engoli a sua porra eu ainda fiz serviço completo limpando o seu pau com a minha boca. Terminado tudo, nós nos vestimos e, satisfeitos, nos despedimos, indo cada um para sua casa. E, como a rua continuava deserta, me dei ao luxo de ir pra casa sem limpar a minha cara.
Se você é do RJ, somente ativo, e quer se corresponder comigo, é só me escrever ou contatar no Skype/e-mail: lauro_cpdc@outlook.com