Comendo a Ninfeta na Viagem do Trabalho

Olá. A história que contarei aqui aconteceu há alguns anos, quando eu trabalhava com pesquisas e viajava muito. Num dos projetos estávamos em umas 25 pessoas, viajando com 6 carros, e eu era um dos motoristas, pois apesar de novo (20 anos na época) sempre tive meu próprio carro e era dos motoristas oficiais da turma. Nos reunimos e viajamos para o primeiro destino, seriam 3 cidades em três dias, mas voltávamos para casa todas as noites. Lá fiz amizade com o povo e conheci ela, Taty, carinha de menina, corpinho de quem acaba de sair da adolescencia. Taty era branquinha, cabelos castanhos, 1,65 mais ou menos, magrinha mas com o que interessa na medida certa. Pernas torneadas, coxas não muito grossas mas que deixavam a calça jeans justa o suficiente, bunda média e redondinha, barriguinha retinha, peitos médios que eram emoldurados pela blusinha justa de alcinha, boquinha de lábios carnudos e como já disse, rosto de menininha. Não preciso dizer que os detalhes eu fui descobrindo depois. Nosso ápice aconteceu na noite do último dia, portanto serei breve no contexto que antecedeu. Tudo começou com a troca de olhares e uns papos nos intervalos da nossa atividades. Descobrimos uma afinidade imediata, descansávamos no carro juntos, nos olhando e falando sobre relacionamentos, juventude, coisas da vida. No segundo dia já estávamos tão íntimos que ela passava protetor solar em meu rosto como se fossemos namorados. Lembro de nós no restaurante e todos achando que já estava aconteceno algo, nos isolávamos, queriamos ficar a sós. No terceiro dia, um policial que ajudava na operação (as pesquisas eram nas estradas) começou a dar em cima dela, fazendo piadinhas e olhando maliciosamente para ela. Ela, toda meiga, veio até mim e contou o que estava acontecendo, eu disse a ela que daria um beijo nela e ele se ligaria e ficaria quieto. Ela sorriu e disse “como eu queria que fosse verdade”. O que não contei até agora é que eu tinha uma namorada e o pessoal da equipe conhecia ela. Por isso não havia rolado nada, ainda. Após o almoço eu estava passando protetor solar em seu pescoço e resolvi fazer-lhe uma massagem nas costas, em pé mesmo. Meu sentimento foi à loucura quando desci a mão pelas suas costas a pegando por trás e ela soltou um gemido baixinho e disse “pára com isso, não estou aguentando”. Aquelas palavras não sairam mais da minha cabeça. No fim do dia, numa armação bem sucedida, consegui sair antes para a estrada, só com a Taty e mais duas meninas no carro. Chegando a nossa cidade eu deixei as duas antes e sabia que teria que ficar com o meu anjinho até sua prima chegar em outro carro que estava bem atrasado. Fomos para nosso ponto de encontro, a essa altura Taty me acariciava e eu dirijia com parte do corpo deitado sobre suas pernas. Chegando ao nosso destinho (desculpem a demora mas é aqui que começa o bom da história) eu sabia que não poderia deixar essa menina sair sem ao menos um beijo, um beijo, foi o que pensei que somente rolaria. Nos olhamos, nos aproximamos e naturalmente rolou aquele beijo que estava travado a 3 dias. No entanto, seu corpo era delicioso demais e a respiração começou a ficar ofegante, eu pegava sua barriguinha com uma mão enquanto descia a outra pelas suas costas, por dentro da blusa. Para minha surpresa, ai que ela começou a se revelar a ninfetinha, subiu a mão pela minha perna e agarrou meu pau por cima da calça sem a mínima vergonha. E assim começou a melhor transa que já tive na vida! Desci a mão pelas costas dela para dentro da calça, e como ela era pequenina, levantei o corpo dela com o braço e fui com a mão direto para a entrada de sua bucetinha, que já estava molhadinha, meu pau endurece só de lembrar. Ela já havia aberto meu ziper e me punhetava com força, como é bom uma mulher que tem atitude, que surpreende. Ficamos um pouco nos amassos e ela disse para irmos para o banco de trás. Tirei minha calça e camiseta, fui tirando sua blusinha devagar e ao tirar seu sutiã comecei a mamar naqueles peitinhos maravilhosos. Tirei sua calça e antes que eu pudesse pensar ela veio e abocanhou meu pau, começando uma chupada que a anos eu não ganhava (minha namorada era bem inexperiente e ainda tinha nojo dessas coisas). Depois ela se deitou e foi a minha vez de cair de boca naquela buceta, que gostinho, que sabor imcomparável, a mulher quando está com tesão de verdade tem um gosto que supera qualquer sensação na vida! Bom, estávamos loucos e só havia um modo de resolver, pus meu corpo sobre o dela e num encaixe perfeito começei a meter com força, mas com a delicadeza que aquele corpinho perfeito merecia. Foram vários minutos naquele movimento que fez o tempo parar lá fora, e ela só disse eu meu ouvido “só não goza dentra tá?”. Que menina mais perfeita! E ai descobri que o que era ótimo podia melhorar ainda mais, coloquei-a de costas e comeceu a meter por trás, posição que enlouquece qualquer homem e eu não seu diferente. Depois de algumas entocadas, pegando firme e abrindo a sua bunda, comecei a vislumbrar aquele cuzinho, fechadinho, rosado, quase que tentando se esconder no meio das nádegas que eu batia forte em minha barriga a cada metida. Comecei com um dedinho e senti que ela apenas se ajeitou. Não me contive, tirei o pau de sua bucetinha, me debrucei sobre ela posicionando o pau exatamente na entrada de seu cuzinho e falei em seu ouvido, “posso?”. Ela só respondeu “ahammm” e manteve os olhos fechados. Eu não acreditei, era o ecxtasê total que eu estava vivendo. Comecei a forçar a entrada daquele cuzinho, mas estava dificil de entrar, forcei um pouco mais e ainda assim não estava dando certo. Foi quando eu tirei o pau do meio de sua bunda, pedi para ela se empinar um pouco, fiquei uns dez segundos adimirando aquele corpo que eu desejava a dias, ali, todo entregue e pedindo mais. Não tive dúvidas, abri sua bunda e passei a lingua desde a buceta até o cú, fazendo ela suspirar e se contorcer de um jeito que só me deixou mais louco. Comecei a lamber seu cuzinho com tanta vontade que até minha lingua entrou alguns centimetros naquele buraquinho que já começava a piscar. Algumas boas linguadas depois, era hora de comer um cú pela primeira vez! Ela ainda de quatro, me coloquei por trás e dessa vez o meu pau foi deslizando, devagar mas cada vez mais para dentro, até que senti sua bunda encostar meu corpo. Fiquei parado, curtindo aquele momento, e comecei com os movimentos bem devagar. Uma coisa que eu aprendi ali e passei a usar com outras meninas que me deram o prazer do anal, foi a meter algumas vezes, parar, tirar o pau até a entrada, abrir bem a bunca e colocar tudo de uma vez. Isso faz com que a garota se sinta arregaçada, domada, completamente entregue. E acredite, se a menina quis dar o cú é porque ela de se sentir assim! Alguns minutos de cú e eu achando que não tinha como ficar melhor que isso, eu falei “acho que vou gozar, não to aguentando mais”. Quase não me surpreendi quando ela tirou o corpo do meu pau, se virou, me afastou um pouco e… lógico… caiu de boca, me mamando como se fosse o último pau que teria na vida, me fez gozar em sua boca de um jeito que me amoleceu inteiro, chupava, punhetava, lambia, colocava inteiro na boca e depois voltava sugando. Essa história poderia ir bem mais longe, mas para finalizar, fugimos do local de encontro (um acidente na estrada atrasou o povo dos outros carros, por isso tivemos todo esse tempo), transamos mais duas vezes em outras ruas escuras, a deixei na casa de sua prima às 3h da manhã. Ninguém entendeu onde estávamos e nós não explicamos nada. E no outro dia pela manhã, descobri que ela deixou os óculos no meu carro… ou seja, não só não foi um sonho, como ainda tinha direito a replay. sancardozzo@gmail.com