Clube dos Segredos
Homem que rejeitado poela esposa com enjoos entra para uma rede social de sexo sem compromisso e transa com Executiva.
Em uma noite de sexta-feira, Tony saiu do banho usando apenas cueca e deitou-se na cama ao lado de sua esposa, Agatha, que estava deitada de lado, de costas para ele. Tony beijou o ombro dela e perguntou:
— Vamos fazer um amorzinho bem gostoso?
— Hoje não, meu amor — respondeu Agatha. — Não estou muito bem. Acho que foi algo que comi no jantar, me deixou enjoada.
Diante da negativa da esposa, Tony levantou-se da cama.
— Vou sair para beber algo sozinho então — disse ele.
— Pode ir, meu bem, mas passa em uma farmácia e compra algo para enjoo — pediu Agatha.
— Tá bem, mas vou ligar para uma farmácia que faz entrega em domicílio, pois não tenho hora para voltar — avisou ele.
— Obrigada. Pode ir que eu recebo o entregador — respondeu ela.
Tony pegou o celular para comprar o medicamento. Ele enviou o pedido e o endereço de casa por mensagem de texto para a farmácia. Em seguida, entrou no closet, vestiu-se rapidamente e desceu para a sala.
Lá embaixo, Tony ficou olhando para a porta do quarto, que era visível da sala, questionando-se se a esposa estava mesmo indisposta. Ele ligou a TV em um canal adulto, que exibia o comercial de um site para pessoas em busca de sexo sem compromisso e com total sigilo. Tony ficou assistindo à propaganda, que mostrava imagens de casais em momentos íntimos enquanto o locutor anunciava:
"Venha em busca de sexo casual e sem compromisso. Conheça homens e mulheres de todo o país para realizar suas fantasias e desejos. Cadastre-se já no 'Clube dos Desejos' e seja membro da rede social que mais cresce no mundo. Nunca comente com ninguém sobre os seus encontros. Você também pode usar um nome de usuário diferente do seu para não ser descoberto por conhecidos que já estão no clube."
— É... Por que não? — pensou alto.
Ele pegou o notebook que estava na mesinha de centro e começou a procurar o site para se cadastrar.
— Vamos ver no que vai dar — disse para si mesmo.
No site, havia um espaço para que os membros deixassem uma breve descrição ou história sobre si mesmos. Ele preencheu o perfil com as seguintes informações:
(Eu sou o 'Arquiteto Casado', tenho 37 anos, 1,73 m de altura, olhos castanhos, cabelos pretos, tipo físico atlético, moreno. As mulheres do prédio onde trabalho dizem que sou muito bonito, mas, para a tristeza delas, sou casado com uma mulher linda — ela tem 1,75 m, é loira de olhos verdes. No início do nosso namoro, fazíamos sexo até duas vezes por dia, mas fui rejeitado por ela hoje à noite e estou querendo uma transa casual e sem compromisso. Estou disposto a transar com qualquer tipo de mulher. Caso alguém queira uma trepadinha sem compromisso, estou aqui em casa vendo canal adulto e esperando contatos).
— Espero que alguém se sensibilize com isso — ironizou.
Com o cadastro concluído, Tony notou que havia muitas mulheres online na sua região, a maioria delas casadas, mas ninguém usava o nome verdadeiro.
— Caramba, como tem mulher casada traindo o marido — impressionou-se.
Ele encontrou o perfil de uma usuária chamada 'Gata Executiva Milionária', online a uma distância de apenas 9 km. Após analisar as fotos disponíveis, enviou um "beijo" em várias delas (o equivalente a uma curtida na plataforma). Ele também comentou em uma foto específica, na qual a mulher usava calcinha e sutiã pretos e um chapéu que cobria seu rosto: "Uma executiva milionária é muita areia para um simples arquiteto que nem é dono da empresa onde trabalha".
Nesse momento, uma moto buzinou em frente à casa. Era o entregador da farmácia. Enquanto Tony saía para receber a compra, uma notificação da 'Gata Executiva Milionária' piscou na tela do notebook.
Tony entrou com os remédios e caminhou em direção às escadas para entregá-los à esposa, mas o sinal sonoro de mensagem do site o fez parar no meio do caminho. Ele olhou para trás, em direção ao aparelho.
— Mas o que é isso? — perguntou-se, aproximando-se para verificar. Ao ver o remetente, surpreendeu-se:
— Não acredito! Já tenho uma resposta?
Ele abriu a mensagem, que dizia: "Você ainda não tem fotos no perfil. Mande uma foto de rosto e outra de corpo inteiro. Se eu gostar e não o conhecer, podemos transar ainda esta noite, pois meu marido saiu para passar a noite com a amante universitária dele."
— Meu Deus! — exclamou Tony.
Ele procurou arquivos no notebook e enviou várias fotos, incluindo uma em que aparecia apenas de sunga na praia.
Logo em seguida, chegou outra mensagem da Gata Executiva: "Vem para a minha casa. Vai ser na garagem, quero transar no capô de um dos carros dele. Manda seu número de celular que eu envio a localização."
Tony enviou o número e recebeu o endereço imediatamente.
— É sério? Posso ir mesmo? — perguntou ele por mensagem de texto.
— Sim! — respondeu a Gata Executiva, que mantinha o mesmo apelido no aplicativo de mensagens.
— Estou indo agora — finalizou ele, fechando o notebook e correndo para a garagem.
Tony entrou no carro, acionou o portão automático e começou a dar a ré para sair. No entanto, levou um grande susto ao ver sua esposa de pé, do lado de fora. Agatha caminhou até a porta do passageiro, e Tony abaixou o vidro.
— Onde você vai? E onde está o remédio que pedi? — perguntou ela, séria.
— Eu disse que ia sair. Os remédios estão na sala, na mesinha de centro — respondeu Tony, tenso. — Comprei vários tipos de medicamentos para enjoo. Agora, dê-me licença que vou beber com um amigo.
Ele acelerou e seguiu em direção ao encontro. Depois de dirigir por alguns minutos pelas ruas da cidade de Catarina, localizou o endereço.
— É aqui — constatou. Ele enviou uma mensagem de voz: — Cheguei, estou no portão da sua casa.
— Vou abrir o portão. Entre com o carro e vá direto para a garagem, já estou descendo — instruiu a Gata Executiva.
O portão principal se abriu eletronicamente. Tony entrou na propriedade e seguiu até a garagem principal, que ficava bem à frente. Ele estacionou o veículo, impressionado com a imponência do lugar.
— Que casa magnífica — murmurou.
O portão da garagem começou a subir verticalmente. Tony observou a abertura com atenção. À medida que a estrutura subia, revelavam-se as pernas de uma mulher usando saltos altos pretos, seguidas por uma cintura marcada e um decote generoso que destacava seios de tamanho médio. Ela vestia um vestido preto justo que definia perfeitamente seu belo corpo. Quando o portão abriu por completo, ele viu que se tratava de uma linda mulher de pele clara, olhos azuis e cabelos pretos amarrados em um rabo de cavalo curto.
— Que mulher! — pensou, deslumbrado.
— Entre — convidou ela.
Ele desembarcou do carro segurando uma garrafa e entrou na garagem, onde havia vários carros esportivos de luxo alinhados.
— Que garagem o seu marido tem! — disse ele.
— A metade dos carros aqui dentro me pertence — disse ela. — E o que tem na garrafa? — perguntou.
— Eu comprei um vinho — disse ele.
— Eu odeio vinho, mas o idiota do meu marido adora — disse ela. — Se quiser, pode dar para ele.
— Não... Eu não vou dar para ele, pois é um vinho barato — disse Tony. — Mas tem certeza de que não quer uma bebida antes, para relaxar? — perguntou ele, parecendo um pouco nervoso.
— Não, eu não quero. E não convidei você aqui para beber — disse ela. — Agora, deixa que eu seguro o vinho e abre o zíper atrás do meu vestido. Depois, tira a sua roupa também.
— Tá, já vou tirar. Mas eu posso saber o seu nome? — perguntou Tony, enquanto desabotoava a camisa. — Ou isso é segredo?
— Virgínia Moretti — respondeu ela, enquanto colocava a garrafa de vinho no capô de uma Mercedes esportiva prateada e começava a tirar os sapatos.
— Abre o meu zíper, por favor — pediu ela a Tony.
Tony abriu o zíper do vestido e notou que ela tinha marcas nas costas que pareciam chicotadas, mas ele apenas observou e não comentou nada.
— Desabotoa o meu sutiã também — pediu ela.
Tony obedece. Ela começou a tirar o vestido, ficando só de calcinha e sutiã. Tony começou a tirar os sapatos, as meias e, depois, a calça.
— Está um pouco frio, né? — perguntou Tony, olhando fixamente nos olhos de Virgínia.
— Está sim — respondeu Virgínia. — Mas logo vai ficar bem quente — disse ela, com um sorriso no rosto.
Os dois, já quase sem roupas — com Tony só de cueca e Virgínia de calcinha, com o sutiã já desabotoado —, olharam-se nos olhos e sorriram um para o outro.
— Você gosta de vinho? — perguntou Virgínia.
— Não muito, mas tomo um pouco às vezes — respondeu Tony.
— Qual é o seu nome? — perguntou Virgínia.
— Tony. Anthony Tomázio Braga, mas para os amigos é só Tony — respondeu ele.
Virgínia pegou a garrafa de vinho no capô da Mercedes e um saca-rolhas que estava dentro do carro.
— Abre o vinho, por favor — pediu ela a Tony.
— Tinha um saca-rolhas dentro do carro? — perguntou Tony.— Sim, já disse que o meu marido gosta de vinhos — disse Virgínia.
Tony pegou o saca-rolhas e abriu a garrafa.
— Me dá aqui esse vinho — disse Virgínia, pegando a garrafa já aberta.
— Meu caro Anthony Tomázio Braga, esta noite você vai degustar esse vinho barato em mim — disse Virgínia.
— O quê? Não entendi — disse Tony.
— Olha isso, meu amor, que você já vai entender tudinho — disse ela.
Virgínia pegou a garrafa e, em um gesto inesperado, despejou o entre seus seios deixando o vinho escorrer, criando uma atmosfera de ousadia enquanto Tony a observava, hipnotizado pela cena.
— Venha — disse ela, encostando-se na lateral da Mercedes.
Tony se aproximou e os dois se beijaram — um beijo profundo, com língua e mordidas leves nos lábios. Virgínia despejou mais um pouco de vinho entre os seus seios e o tórax dele. Os dois se esfregavam, tomados pelo desejo e pelos prazeres da carne. Tony livrou-a do sutiã, que já estava desabotoado, apertou a seus seios e começou a chupá-los.
— Hum, delícia... — sussurrou ele.
— Ah, que delícia de chupada! Isso, me chupa toda! — exclamou Virgínia, enquanto acariciava a cabeça de Tony, que continuava devorando os seus seios.
Ela puxou a cabeça dele e os dois voltaram a se beijar com vontade. Logo em seguida, Virgínia passou a morder e beijar o pescoço do Tony. Foi descendo pelo tórax, trilhando o peito com lábios quentes, até alcançar a cintura.— Hum... — gemia ela, que começou a beijar e morder de leve o membro dele, ainda por cima do tecido.
A cueca apertada deixava a ereção bem marcada, e Virgínia massageava e beijava a sua intimidade com desejo.
— Oh! Isso! Assim, meu bem... — gemeu Tony, enquanto ela apalpava os seus testículos e o membro ereto.
Ele ainda de cueca começou a esfregar o seu pênis contra o rosto dela, já completamente excitado.
— Pode tirar a minha cueca quando quiser — sugere ele.
O RESTANTE É BEM CHULO E NÃO VOU POSTAR AQUI.
ESCRITO POR: AMARAILSON TOMAZ DE AQUINO-NEKO
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