A amiga lésbica da minha namorada tomou ela de mim
Mais um feriado prolongado chegando, buzinas tocando, gente impaciente e eu preso no trânsito.
Cheguei a avenida do Estado, logo o fiquei irritado, o trânsito estava insuportável naquele final de semana.
Foi um dia cansativo, depois de umas horas extras,só queria chegar logo em casa.
Passei o dia todo animado, não via a hora de encontra minha mulatinha rabuda.
Entrei na casa da minha namorada, de supetão e escutei vários gemidos abafados, barulhos de tapas e gritinhos.
Fiquei atônito, achando que minha namorada estava me traindo com a Mariana ou outra pessoa.
Segui pelo corredor, com o coração acelerado, encostei a mão na porta e abri com cuidado, esperando o pior.
Olhei, para dentro hipnotizado, lá estavam...
Voltando a um tempo atrás, eu estava em um hipermercado quando a vi pela primeira vez, ela estava deslumbrante , com vestido azul.
Fiquei intrigado com sua beleza e seu sorriso contido, pedi licença e fui ao caixa.
Nos dias seguintes não tirava ela dos meus pensamentos, um dia ao acordar, escutei barulhos em frente a minha casa, estavam mudando novos inquilinos.
A vi pela segunda vez, em uma festa de aniversário, ela estava no canto, com uma loirinha, que tempos depois descobri ser sua melhor amiga.
Nossos olhares se cruzaram e reconheci ela na hora, sabia que era aquela garota do hipermercado.
Cheguei perto com cautela e cumprimentei as duas, pedi licença para amiga e sai para fora, conversar com a mulatinha.
Até então não sabia seu nome, nos apresentamos.
Oi, sou Samuel. Ela oi, sou Camila.
Começamos um papo descontraído, ela falou que estava ali com sua amiga Mariana.
Bom, o tempo foi passando e aos poucos fui ganhando sua confiança.
No nosso primeiro encontro, a amiga foi junto, a pedido dela, (temor eu acho), fomos a uma praça pública, próximo de nossas casas.
Apesar da amiga segurar vela, ela nos deixou a vontade para nos conhecermos melhor.
Tentei dar um selinho nela, ela ficou vermelhinha e apavorada, ali percebi que ela era extremamente tímida.
Com jeitinho acalmei ela, conversando e elogiando, depois de mais ou menos duas horas, aconteceu nosso primeiro beijo.
A amiga ficou olhando surpresa, pois conhecia o jeitinho dela.
Camila e Mariana se conheciam praticamente a vida toda.
Bom, fomos a casa dela, ela queria que eu conhecesse seus pais, fiquei surpreso ao descobrir que eles eram meus novos vizinhos.
Sua mãe era uma mulata, tão linda quanto a filha e seu era um loiro com aparência um pouco mais velha que a mãe.
Nós conversamos um pouco e logo expressei minhas intenções com sua filha.
A mãe foi de boa, mas o pai foi um pouco relutante, mas no fim tudo deu certo.
Descobri que eram evangélicos, por isso a relutância do pai em liberar sua princesinha para o relacionamento.
Camila, era uma negra linda, com os olhos verdes, tinha mais ou menos 1,52 de altura, com uma bunda redonda e empinada.
era extremamente tímida, para uma garota de dezoito anos, foi difícil conquistar essa jovem acanhada.
Mariana era totalmente oposta a Camila em personalidade.
Enquanto Camila era tímida e retraída, Mariana era desinibida e bem relacionada.
Fazia amizades com extrema facilidade, ela era muito alto astral, muito alegre e divertida.
Mariana era lindíssima, corpão violão, uma boca carnuda e chamativa, cabelo loiros e compridos, abaixo da cintura, que cobria seu bundão e os seios grandes.
Ela era um pouco mais alta que a Camila, por volta de 1,55 de altura, com olhos verdes penetrantes.
Em uma conversa com minha nova namorada, ela me revelou que a Mariana, ela era lésbica.
Eu até desconfiei, pois nunca vi ela com um homem, só saía com uma garota diferente a cada final de semana.
Camila e Mariana, eram muito apegadas, sempre estavam uma na casa da outra, pois se conheciam desde a infância.
Eu achava que não rolava nada entre elas, só amizade e carinho,(bom se rolasse algo antes do namoro, o não era da minha conta).
Talvez eu estivesse subestimando, minha inteligência, sei lá... Mas várias vezes peguei elas se abraçando e dando selinhos, mas eu acreditava que isso era normal entre elas, pois se conhecem a muito tempo.
Minha casa tem um quintal grande, com muros altos e uma piscina nos fundos.
Por isso, quando Camila vinha cá namorar, as vezes Mariana vinha junto, com alguma ficante.
Elas gostavam de se bronzear a beira da piscina, tomando caipirinha, as vezes traziam mais amigas.
Elas preferiam ficar lá em casa, por que com muros altos, (tinham mais privacidade), curtiam sem vizinhos bisbilhoteiros.
Eu nunca tive preconceitos, mas nossos vizinhos em sua grande maioria eram evangélicos ou fofoqueiros preconceituosos.
As vezes, se agrupavam em minha sala enorme e ficavam dançando funk carioca, ficavam de 4 a 8 mulheres, quase todos finais de semana, era um bagunça geral.
Ou então, Mariana vinha com uma colega nova(ficante), as duas ficavam se pegando, na minha sala, enquanto eu ficava em outro ambiente se pegando com minha mulatinha linda.
Mariana, tinha um bom gosto, pegava cada mulher mais linda do que a outra.
E com certeza, pegava mais mulheres, que muitos caras bons de lábia.
Já presenciei, algumas ficantes dela saírem no tapa, no meio da rua por ela.
Ela ficava constrangida por causa dos vizinhos curiosos, mas quando entrava lá em casa, ficava em risos, junto com minha namorada.
E eu só ficava observando e admirando ela.
Eu gostava de ver ela se pegando com suas ficantes, ela tinha uma lábia e toda garota que ela mirava conseguia pegar.
Até que ela começou a demonstrar interesse pela minha namorada, aí a coisa ficou feia, comecei a ficar chateado com ela, (porra mulher filha da puta), pegava um monte de mulheres ainda queria a minha.
De tanto insistir, ela conseguiu nos convencer a ficar com minha namorada uma vez, prometendo me fazer um boquete caprichado, como recompensa.
Minha namorada me convenceu,(vamos amor, só uma vez, eu experimento uma mulher e você mata a vontade de ficar com uma lésbica) e o besta aqui caiu no papo delas.
Ela cumpriu a sua parte comigo e caprichou, depois chegou a hora das duas ficarem juntas... foi um show a parte, uma pegação de filme pornô, um 69 logo de cara, minha namorada gozou rapidamente, era lindo olhar as duas transando.
(Bem, aqui eu corto a parte que está no outro conto...)
Logo em seguida, elas se pegaram novamente e o show continuou.
Minha namorada, sentou no sofá com as pernas abertas e a Mariana se ajoelhou entre suas pernas, lambendo e enfiando os dedinhos.
Mariana chupava com muita vontade e desejo, fazendo minha neguinha delirar, gozou com um gritinho estridente.
Depois trocaram de posição, minha namorada não era tão experiente quanto a amiga, mas se empenhou a seu modo.
Fui para minha casa e as duas ficaram conversando, (assim acreditei).
Os dias foram passando e as coisas esfriaram, um pouco entre nós...
Um tempo depois...
Eu e Camila, tínhamos a liberdade de entrar um na casa do outro sem prévio aviso.
Uma vez, ao chegar do trabalho, fui direto a casa dela, de supetão entrei e escutei vários gemidos abafados, barulhos de tapas e gritinhos.
Fiquei atônito, achando que minha namorada estava me traindo com a Mariana ou outra pessoa.
Segui pelo corredor, com o coração acelerado, encostei a mão na porta e abri com cuidado, esperando o pior.
Olhei, para dentro hipnotizado, lá estavam... Só que não era a minha namorada, fiquei aliviado e surpreso.
Mariana estava pegando uma loirinha tão linda quanto ela.
Essa garota tinha uma bunda empinadinha, só que, um pouco menor que a de Mariana.
Uma com os olhos azuis bem claros, outra com os olhos verdes profundos.
A ficante loirinha estava de 4, com o rabinho para cima e o com rosto enfiado no travesseiro, dando gritinhos abafados.
Enquanto Mariana castigava a xaninha peludinha da ficante e ficava exibindo seu bundão lindo, apontado para o lado da porta.
Fiquei vários minutos assistindo, depois começaram a se beijar intensamente, trocar carícias e se masturbarem mutuamente,(que coisa linda).
Eu estava maravilhado com a cena das duas, quando de repente foi surpreendido.
Um espanto e desespero tomou conta de mim!
Vi minha mulatinha, saindo do banheiro do quarto nuazinha em pelo, com uma toalha enrolada na cabeça.
Ela se juntou as amigas e começou a gravar com celular, sem me notar.
Risos e palavrões começaram a ser proferidos, da bocas das três.
Mariana e sua ficante, se empolgaram e começaram um 69 alucinante na frente de Camila.
Mariana, desfere vários tapas na bunda sua parceira, enquanto essa rebola em sua boca.
Essa por sua vez, começa a ficar desesperada aos berros.
Aiii, porra! sua putinhaa! tá doendooo!
Tá doendo, mas você gosta né cadela!
Camila começa gargalhar e se aproxima das duas com a mão entre as pernas.
As duas continuam se pegando empolgadas.
Camila começou a se masturbar, vendo e gravando, as duas.
Uma sinfonia de gemidos, acontece, naquele instante.
A lourinha ficante, enfia o dedo no cu da Mariana, Mariana solta um berro e começa a se tremer toda, revirando os olhos.
Camila, continua se masturbando sem parar.
De repente, ela para de gravar e começaram a se pegar as três.
Beijos, abraços, tapas, gritos e gemidos ecoaram pelo quarto.
Várias emoções se passou pela minha cabeça.
Raiva, incerteza, insegurança, medo, tristeza e pasmem...(TESÃO, MUITO TESÃO).
Eu não acreditava na cena que estava se desenrolado diante dos meus olhos.
Minha mulatinha! Minha neguinha rabuda! Estava entre elas, totalmente desinibida!
Gemendo, gritando, sorrindo e GOZANDO!
Parecia outra pessoa, que estava diante dos meus olhos.
Camila, sempre foi recatada, tímida e inibida comigo.
Seus pais nunca, deixaram ela tem relacionamento com ninguém, segundo ela, eu fui seu primeiro namorado.
Seu primeiro beijo, seu primeiro sexo oral.
Mas lá estava ela, se entregando como uma cadelinha safada.
A loirinha ficante estava beijando ela, enquanto Mariana chupava seus seios, com dois dedos encravados na própria buceta.
Gritos e gemidos continuavam ressoando pelo quarto.
De repente apareceu um consolo tão grande quanto o meu pau, nas mãos de Mariana.
Fiquei apavorado, olhando o que ela iria fazer.
Meu coração acelerou tanto, que eu pensei que fosse morrer ali mesmo: MINHA MULATINHA RABUDA ERA VIRGEM!
Ela só deixava eu esfregar meu pau na sua xaninha pequenininha, falava que tinha medo dos seus pais crentes descobrirem e expulsá-la de casa.
Implorei várias vezes, para me deixar desvirgina-la, mas ela sempre choramingava com várias desculpas.
Então Mariana, começou a esfregar o consolo na própria xana, me tranquilizei um pouco, com essa ação dela.
Pensei ah! tudo bem !
Mas de repente, Mariana direcionou o consolo na xaninha da minha neguinha, começou a esfregar nela.
Camila começou a se apavorar e dizer: MEU CABACINHO, MINHA XANINHA, NÃO, NÃO,NÃO!
Uma tristeza muito grande, se abateu sobre mim.
Sentei no chão e comecei a chorar compulsivamente, um choro alto sofrido.
Mariana, gritou: CALMA, CAMILA! EU SÓ IA ESFREGAR!
Ao notarem minha presença, as três olharam na minha direção apavoradas! Correndo tentando se cobrirem!
Minha namorada correu me abraçar, chorando e dizendo, tá tudo bem! Não aconteceu nada! Ainda sou sua!
Ficamos os dois chorando no chão! Olhei para ela e disse, você quebrou minha confiança.
Ela ficou triste e não conseguiu olhar em meus olhos.
Mariana veio até mim se desculpar, dizendo que se deixou levar pelo momento e não pensou, nas consequências.
Me jurou, que aquilo só tinha acontecido nessa vez e que respeitaria nosso relacionamento.
Fiquei com tanta raiva da minha namorada, que não conseguia ficar perto dela sem discutir.
Bem, depois desse dia minha namorada ficou diferente e com tempo aconteceu oque eu mais temia, (perdi minha namorada para essa amiga lésbica)
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Por fazedor de cornos
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