#Corno #Grupal #Lésbica

Amizade (segunda parte)

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Cláudia

Na primeira parte contei como fui estuprada por minha vizinha, tendo com ela os prazeres mais fortes que tinha tido até então e como meu marido arrombou meu cuzinho virgem após anos de casamento. Lucy me socorreu, colocando pomada antibiótica no meu canal anal duas vezes naquela manhã e depois do almoço, depois de muito esforço, consegui fazer meu intestino funcionar e voltei para o chuveiro para fazer a higiene, voltando para cama, onde deitei com o rabinho para cima, não demorou muito e senti um arrepio percorrer meu corpo inteiro e entendi, minha mante tinha entrado no meu quarto e estava ajoelhada na minha cama e acabara de passar a língua no meu rego, nossa aquela sensação era maravilhosa, nada a ver com a dor que eu tinha sentido com a penetração de Arthur e rebolei pedindo para ela fazer novamente e ela então aproveitando que eu estava sem calcinha só com uma camisola curtinha, passou a mão por baixo do meu corpo e enquanto lambia minha argolinha arrombada esfregava meu grelo com o dedo. Gozei muito novamente com os carinhos da sacana e me virei e nos abraçamos. Já perdida na luxuria, fiz o inimaginável, escorreguei sobre o corpão cheio de curvas, vendo a poucos centímetros de meu rosto aquela racha molhada cujo aroma encheu minha boca de saliva e usando apenas meus instintos abocanhei o grelo duro de Lucy, chupei, enfiei minha língua e chupei com mais força, mordisquei, babei, bebi liquido vaginal, até que minha mante explodiu inundando minha boca com mais liquido de mulher fazendo-me experimentar outro tipo de prazer. Sem me importar com aquela dor que ainda não tinha sumido do cu, virei meu corpo e voltei a chupar a buceta de Lucy, oferecendo a minha em nosso primeiro sessenta e nove. Não sei por quanto tempo nos chupamos, mas gozamos muito uma na boca da outra e depois do orgasmo, adormecemos naquela posição maravilhosa. Ao acordarmos, percebemos que era quase hora de nossos corninhos chegarem. Ela voltou para o apartamento dela e eu comecei a fazer o jantar. Assim que Arthur entrou em casa, já tirou a roupa e me puxou para cama como nunca tinha feito antes e lhe fiz uma chupeta com novo animo sexual que o fez gozar rapinho na minha boca e provar a mim mesmo que eu era uma nova mulher na cama, engoli a porra toda em vez de correr para cuspir na pia como era habito. Minha relação com meu marido se descortinou passei a meter com ele a noite e com Lucy várias vezes durante o dia. Uma semana após ter sofrido naquele empalamento terrível, Arthur me pediu o cu novamente e eu o fiz deitar com a barriga para cima e de cócoras fiz meu rabinho engolir toda a caceta e fazendo movimentos com a cintura para os lados, para cima e para baixo recebi uma generosa carga de porra. Naquela noite Arthur não conseguiu se segurar e perguntou: "O que aconteceu que você está tão diferente na cama?". Sem ter outra explicação respondi: "São as conversas que tenho tido com nossa vizinha que já me contou cada coisa...". Meu inocente marido caiu na armadilha perguntando: "O que? Conta para mim". Sentindo segurança falei: "Acho que posso convence-la a fazermos os quatro sexo no mesmo ambiente". Apesar da euforia, Arthur não conseguiu esconder sua dúvida. No dia seguinte, uma sexta feira, durante o dia contei tudo para Lucy que confessou que eles já tinham feito duas trocas, mas ela por ciúmes tinha cortado o barato de Claudio que era louco para repetir a experiencia. Naquela noite de sexta feira, nós duas preparamos um jantar caprichado e assim que os machos chegaram os mandamos tomarem banho e vestirem roupas leves para o jantar na sala do apartamento de Lucy e preparamos a minha sala para o segundo ato. Durante o jantar regado a muito vinho, puxamos o assunto de dança e tão logo acabamos a sobre mesa, eu e Lucy fomos para a sala do meu apartamento e passamos a dançar juntinhas enquanto os machos se esparramavam nas poltronas para o deleite dos corninhos, eu e ela passamos a nos desnudar vendo os dois massagearem os próprios cacetes e quando estávamos só de calcinhas, puxamos os maridos trocados para a dança. Claudio muito tarado quando me abraçou para dançar já inclinou o corpo para mamar em meus seios e Arthur não escondendo sua tara já agasalhou as nádegas de Lucy com as duas mãos, logo estávamos as duas com as costas no tapete e o prazer que vi no rosto de meu marido ao perceber que nosso vizinho estava com a rola todinha enfiada em mim, percebi que a situação era irreversível, tínhamos nos tornado um casal liberal.

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