#Incesto #Traições #Voyeur

Irmã Casada parte 1 a 5 Final

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Maquik

Me chamo Andreia, tenho 29 anos e sou casada com o Lucas, de 34. Estamos juntos há três anos. Tudo o que vou contar aconteceu quando meu irmão mais novo, o Tiago, de 25, veio passar alguns dias conosco.
No primeiro final de semana que ele estava em casa, resolvemos sair com alguns amigos para beber. Entre eles estava a Letícia, uma amiga nossa. Logo que ela conheceu o Tiago, ficou claramente afim dele. Eu sei disso porque ela mesma veio me contar. Como boa irmã, ajudei. Eles ficaram juntos naquela noite, mas não rolou nada demais.
Já na segunda noite, chamamos a Letícia para casa. Vinho e pizza. Estava tudo ótimo… até o Lucas começar a passar mal por causa da bebida. O Tiago ajudou a carregá-lo até o quarto. Eu, de propósito, deixei os dois sozinhos na sala e fui atrás do meu marido.
No quarto, troquei de roupa e me deitei ao lado dele. Tentei provocar, passei a mão, beijei o pescoço… nada. Ele estava completamente fora de combate. Eu sempre gostei de sexo. Dentro de quatro paredes, para mim vale tudo. Mas naquele momento meu marido estava morto de bêbado.
Com o tesão subindo (vinho sempre me deixa assim), peguei o celular dele e fui vasculhar os grupos de putaria. Tinha coisa interessante e coisa medíocre. Enquanto assistia, minha mão já estava entre as pernas. Minha buceta estava molhada, os dedos deslizavam gostoso. Baixei o short do Lucas e fiquei olhando o pau dele mole. Segurei, mexi… continuava mole. Não importava. O tesão só aumentava.
Foi então que escutei um gemido baixinho vindo da sala.
Lembrei imediatamente: Tiago e Letícia estavam lá. Nunca tinha visto ninguém transando de verdade. Levantei em silêncio, descalça, e caminhei pelo corredor.
Cheguei na porta da sala e vi a cena: Tiago sentado no sofá, Letícia de quatro mamando ele. Só conseguia ver o rabo dela empinado. Fiquei parada, sem respirar direito. Ela se ajeitou no sofá e ele se levantou na frente dela.
Foi aí que eu vi.
Aquela piroca. Grossa, longa, veias saltadas. Nunca na vida imaginei que meu irmão tivesse um pau daqueles. Letícia chupava com vontade, fazendo barulho. Minha boca encheu d’água. E, de repente, me dei conta: eu estava desejando meu próprio irmão.
Pensei em voltar para o quarto. Não voltei.
Ele colocou ela de quatro no sofá e começou a meter. Estocadas firmes, profundas. O som da pele batendo. Eu, escondida na penumbra do corredor, já estava me tocando de novo. Letícia gemia baixo, gostoso. Ele deu um tapa no rabo dela e o gemido ficou mais alto. No terceiro tapa ela pediu para ele parar um segundo e apontou com o dedo na direção do nosso quarto, lembrando que eu e o Lucas estávamos em casa. Tiago só fez um sinal de positivo com a cabeça e voltou a foder.
Lucas nunca me comeu daquele jeito. Nem poderia. Nenhum dos três homens que passaram pela minha vida tinha uma piroca como a do meu irmão.
Ele puxou o cabelo dela, beijou a boca, apertou os peitos, deu uns tapas leves nos seios. Ela mordia o lábio. Depois a deitou no sofá, com a cabeça virada exatamente na minha direção, e montou em cima.
Aquela posição não me favorecia… até o momento em que nossos olhos se cruzaram.
Ele me viu.
E não parou.
Continuou metendo nela, mas agora os olhos estavam fixos em mim. Eu não conseguia parar de me tocar. Ele começou a follar no mesmo ritmo dos meus dedos. O calafrio subiu pelas minhas pernas, o peito apertou, e eu gozei ali mesmo, de pé, no corredor, mordendo o lábio para não fazer barulho.
Ele tirou o pau da buceta dela e gozou na boca da Letícia. Porra grossa, em quantidade. Eu vi tudo.
Voltei para o quarto em silêncio, deitei ao lado do Lucas ainda inconsciente e fechei os olhos.
Mas não dormi logo.
Fiquei pensando no que tinha acabado de acontecer… e no quanto eu tinha gostado.

Parte 2

Acordei e o Lucas já tinha levantado. Fui até o banheiro, lavei o rosto e saí de babydoll. Na cozinha, eles estavam tomando café. Olhei para o Tiago discretamente e nossos olhares se cruzaram de novo. Preparei meu café em silêncio. Pouco depois o Lucas se levantou e foi para a sala, sentando exatamente no sofá onde, na noite anterior, o Tiago tinha comido a Letícia. Assim que ele sentou, Tiago me olhou. Dei um sorrisinho discreto e ele respondeu do mesmo jeito.
Levei a xícara até a pia. Enquanto lavava, senti alguém se aproximar por trás. A voz do Tiago chegou quente no meu ouvido:
— A noite foi boa, Deia?
Me arrepiei inteira. Respondi baixo:
— Sim…
Ele riu baixinho e se afastou. Daí em diante só trocávamos olhares. Sempre que ficava sozinha com o Lucas, minha mente voltava para o Tiago. Sentia a buceta ficar úmida e não conseguia acreditar que estava sentindo tesão no meu próprio irmão.
Mais tarde o Tiago chamou o Lucas para beber. No começo ele recusou, mas logo os dois estavam tomando cerveja. Os olhares continuavam. Decidi tomar banho na esperança de baixar o fogo e parar de pensar besteira.
Saí do banho e, enquanto secava o cabelo, o celular vibrou. Era o Lucas:
Lucas: amor, cadê vc q sumiu?
Eu: vim tomar banho
Lucas: hummmm, coloca aquele vestidinho
Eu: qual, o preto ou o estampado?
Lucas: o estampado, safada
Eu: rsrsrs
Lucas: não coloca calcinha
Eu: rsrsrsr, cachorro… lembre que seu cunhado tá aí
Lucas: e daí, vem logo
Fiz o que ele pediu. Na verdade, fiz mais porque estava com fogo do que por obediência. Voltei e comecei a beber com eles. O máximo que o Lucas fez foi colocar a mão na minha cintura. Eu esperava mais… alguma provocação, qualquer coisa. Mas nada.
Quando ele foi ao banheiro, fui até o freezer pegar mais cerveja. De repente senti uma mão firme agarrar minha bunda. No primeiro segundo pensei que era o Lucas. Até ouvir a voz do Tiago bem perto do meu ouvido:
— Hummm… tá sem calcinha mesmo.
Tomei um susto e virei. Ele ria.
— Oxe, por que você falou isso?
— Porque fui eu que mandei a mensagem do celular dele.
— Você é doido… sou sua irmã!
— Ontem você não lembrou disso.
Ele me pressionou contra o freezer e colocou a mão por cima do vestido, bem em cima da minha buceta. Tocou tão gostoso que minhas pernas fraquejaram. Ao mesmo tempo senti o volume duro dele encostar na minha coxa.
— Mais tarde precisamos conversar… sem o Lucas.
Olhei nos olhos dele e perguntei:
— O que você quer?
— Você sabe.
Um dos dedos dele deslizou devagar entre meus lábios, já molhados. Gemi baixinho.
— Tá bom… mas para com isso agora.
Ele sorriu, tirou a mão e saiu. Logo o Lucas voltou e continuamos bebendo como se nada tivesse acontecido.
Por volta das quatro da tarde eu estava sozinha na cozinha. Tiago apareceu sem cerimônia, me empurrou contra a parede, levantou o vestido e passou a mão diretamente na minha buceta. Já estava melada. Pedi para ele parar, mas a verdade é que eu queria que continuasse. Ele não parou. Primeiro colocou um dedo. Depois dois. Depois três. Mexia com força, me abrindo, me molhando ainda mais. Sempre quis que o Lucas fizesse isso comigo… mas ele nunca teve essa atitude.
Quando o Tiago tirou os dedos, eu estava ofegante, com o rosto quente. Ele simplesmente se afastou e voltou a beber com o Lucas, me deixando ali mais excitada do que nunca.
Mais tarde o Lucas anunciou que não ia beber mais e ia deitar. Fiquei sozinha com o Tiago. Ele olhou para mim e disse apenas:
— Vou pro quarto.
Fiquei parada, indecisa. O celular vibrou de novo.
Tiago: vc vai vir ou vou ter que ir aí?
Pensei em tudo. Se eu fosse, não teria volta. Mas o tesão falou mais alto. Passei pelo nosso quarto: o Lucas já dormia profundamente. Fui até o quarto do Tiago, abri a porta e entrei.
Ele estava sentado na beira da cama, completamente nu. O pau dele estava duro, grosso, apontando para cima. Fechei a porta atrás de mim e caminhei até ficar bem na frente dele.
Ele não disse nada. Apenas segurou meu quadril com as duas mãos, puxou o vestido para cima e me fez ajoelhar entre as pernas dele. Sem pedir, sem avisar, apenas me guiou. Eu obedeeci.
Aproximei o rosto e lambei a cabeça do pau dele, sentindo o gosto salgado. Depois abri a boca e engoli o máximo que consegui. Era grosso demais. Os olhos dele estavam fixos em mim enquanto eu chupava. Ele segurava meu cabelo, controlando o ritmo, empurrando um pouco mais fundo a cada vez.
Quando eu já estava babando e com a garganta arreganhada, ele me puxou para cima, tirou o vestido de uma vez e me jogou na cama de costas. Abriu minhas pernas, passou a língua inteira na minha buceta e chupou o clitóris com força. Eu quase gritei. Tive que morder o travesseiro para não fazer barulho.
Ele subiu no meu corpo, encaixou o pau e penetrou de uma vez. A estocada foi tão fundo que eu arquejei. Ele começou a meter forte, sem dó, exatamente do jeito que eu tinha visto ele comer a Letícia na noite anterior. Cada investida fazia a cama ranger. Eu segurava as costas dele, as unhas cravadas, gemendo no ouvido dele:
— Mais forte… porra, Tiago…
Ele me virou de quatro, agarrou meu cabelo e começou a me foder ainda mais fundo. O barulho da pele batendo era alto demais. Eu gozei primeiro, tremendo, apertando o pau dele por dentro. Ele não parou. Continuou metendo até eu gozar de novo, quase chorando de prazer.
Só então ele puxou o pau, me virou de novo e gozou na minha boca, a mesma quantidade absurda de porra da noite anterior. Engoli o que consegui. O resto escorreu pelo queixo.
Ficamos quietos por alguns segundos, só respirando. Ele passou a mão no meu cabelo e disse baixinho:
— Amanhã a gente conversa de verdade.
Eu só balancei a cabeça. Levantei, peguei o vestido, abri a porta com cuidado e voltei para o quarto onde o Lucas ainda dormia.
Me deitei ao lado dele, com a buceta latejando e a boca ainda com o gosto do meu irmão.
E pela primeira vez em muito tempo… dormi saciada.

Parte 3

Na manhã seguinte acordei leve, o corpo ainda
marcado pelo que tinha acontecido. Lucas já estava se arrumando para ir ao trabalho. Dei bom dia e ele respondeu normalmente, como se nada tivesse mudado. Perguntei se ele viria almoçar em casa.
— Não, amor. Tem muita coisa pra resolver hoje. Só chego no final da tarde.
Ele me beijou a testa e saiu. Fiquei sozinha na cama por alguns minutos, revendo tudo. Tomei um banho demorado e relaxante. Aproveitei para depilar a buceta completamente. Ela ainda estava sensível, um pouco assada do tanto que o Tiago tinha me comido na noite anterior. Enquanto a lâmina deslizava, as perguntas não saíam da minha cabeça:
Como seria quando eu encontrasse ele?
Ficaríamos estranhos um com o outro?
Como eu pude foder com meu próprio irmão?
Saí do quarto esperando que o Tiago ainda estivesse dormindo. Mas não. Ele estava na cozinha, fazendo café… completamente nu. Aquele pau grosso balançava a cada movimento. Fiquei paralisada, olhando.
Ele se virou, me viu e sorriu com a maior cara de pau:
— Bom dia.
Nem respondi. Só perguntei, a voz saindo mais rouca do que eu queria:
— Por que você está nu?
Ele deu aquele sorrisinho safado e se aproximou um pouco:
— Achei que depois de ontem à noite não ia ter problema ficar nu na sua frente.
— Você é sem noção. E se chegar alguém?
— Quem? O Lucas só chega no final da tarde.
— Então você não me respeita mais?
Ele veio andando na minha direção, sem pressa. Segurou minha nuca com firmeza e falou bem baixo, quase colado na minha boca:
— Eu não respeito puta… só como.
E me beijou.
Não tive reação. O beijo foi profundo, dominante, a língua dele invadindo a minha como se eu já pertencesse a ele. Meu corpo inteiro se entregou. Quando ele finalmente se afastou, eu estava ofegante e com as pernas moles.
Ele perguntou, como se nada tivesse acontecido:
— Não está com fome?
E simplesmente se afastou, voltando para a cafeteira. Eu me recompus o melhor que pude e, ainda desnorteada, fui pegar meu café. Ele tomou café nu ao meu lado, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Eu não conseguia ficar sem olhar. O pau dele estava semi-duro, descansando pesado entre as coxas.
No final, ele se levantou e perguntou:
— Quer cair na piscina comigo?
— Tenho algumas coisas pra fazer…
Ele só deu de ombros, pegou a toalha e saiu andando nu pela casa até a área externa. Eu fiquei parada na cozinha, segurando a xícara com as duas mãos, sentindo a buceta latejar de novo.
Tentei me ocupar. Lavei a louça, arrumei a sala, dobrei roupa… mas a cada cinco minutos minha cabeça voltava para ele. Para o gosto da boca dele. Para o jeito que ele me chamou de puta. Para o fato de que, mesmo sabendo que estava errado, eu queria mais.
Cerca de meia hora depois, não aguentei. Fui até a porta da área da piscina e olhei.
Tiago estava deitado na espreguiçadeira, ainda nu, tomando sol.
…ele levantou e foi para a piscina.
Fiquei parada na cozinha, ainda com o gosto do beijo dele na boca e o corpo inteiro em alerta. Tentei me ocupar. Lavei a louça, arrumei a sala, dobrei umas roupas… mas a cada poucos minutos minha cabeça voltava para ele. Para o jeito que me chamou de puta. Para o beijo. Para o fato de que, mesmo sabendo que estava errado, eu queria mais.
Olhei o relógio. Ainda faltavam horas para o Lucas chegar.
Fui até a porta de vidro e observei o Tiago de longe. Ele estava deitado na espreguiçadeira, tomando sol, completamente nu, sem a menor vergonha. Não me aproximei. Voltei para dentro e tentei fingir que estava tudo normal.
Passei a manhã inteira assim: ocupando as mãos, enquanto a cabeça não parava. A buceta ainda sensível da noite anterior latejava de vez em quando, lembrando o que a gente tinha feito. Eu me xingava mentalmente, me chamava de louca, de errada… e mesmo assim continuava pensando nele.
Por volta do meio-dia eu preparei um almoço simples. Chamei o Tiago pela porta:
— Tem comida pronta, se quiser.
Ele entrou alguns minutos depois, ainda só de toalha na cintura. Sentou à mesa como se nada tivesse acontecido. Comemos em silêncio por um tempo. Eu evitava olhar para baixo. Ele não evitava me olhar.
No meio do almoço ele falou, baixo:
— Você está fugindo de mim.
— Não estou.
— Está sim. Depois de ontem e de hoje de manhã, você fica me evitando.
Eu não respondi. Continuei comendo.
Ele terminou o prato, se levantou, veio até trás da minha cadeira e se inclinou perto do meu ouvido:
— À tarde a gente conversa. De verdade.
Não esperei resposta. Só passou a mão leve na minha nuca e saiu de novo em direção à piscina.
Fiquei sozinha na mesa, com o coração acelerado e a certeza de que, mais cedo ou mais tarde, eu não ia conseguir continuar fingindo.

Parte 4

Depois do almoço fui para o quarto e fiquei deitada, pensando na doideira que eu estava fazendo. Como tinha chegado naquilo. Como eu, casada, estava me entregando daquele jeito para o próprio irmão.
Foi quando o celular tocou. Era a nossa mãe, ligando para saber como estavam as coisas.
Atendi deitada de bruços, a voz ainda um pouco rouca.
— Oi, mãe…
Enquanto conversávamos, ouvi a porta se abrir. Olhei levemente por cima do ombro. Era o Tiago, ainda completamente nu. A cabeça do pau dele estava descoberta, rosada, semi-dura. Ele veio se aproximando sem pressa, colocou a mão na minha perna e começou a subir devagar.
Minha voz tremeu no meio da frase.
— Tá tudo bem aqui, mãe… sim…
A mão dele chegou na minha bunda, deslizou por baixo do short e puxou a calcinha de lado. Os dedos dele tocaram minha buceta, já úmida, e entraram sem cerimônia. Deslizaram para dentro e para fora enquanto eu tentava manter a conversa.
Minha mãe perguntou pelo Tiago.
— Tá na piscinaaaa… — respondi, a voz falhando no final da palavra.
Ele tirou minha calcinha de uma vez e enterrou o rosto entre minhas pernas. A língua quente passou pela buceta e subiu até o cuzinho, lambendo tudo. Eu pressionei a mão contra a boca para abafar o gemido. Sentia o pau dele batendo na minha coxa, cada vez mais duro.
Com calma, ele me virou de costas, abriu minhas pernas e voltou a me chupar, agora de frente. Eu estava ofegante, a respiração presa, enquanto minha mãe falava do outro lado da linha.
— O que ele tá fazendo que não me responde as ligações? — ela perguntou.
— Não sei, mãe… ele tá lá fora…
Nesse momento o Tiago se ajoelhou entre minhas pernas e começou a esfregar o pau grosso na minha buceta molhada. Eu o olhava aflita, a boca aberta. Ele tinha aquele sorrisinho safado no rosto. Sem avisar, encaixou e enterrou tudo de uma vez.
Soltei um gemido abafado.
— Mãe, tenho que sair agora, tá? Te ligo depois.
Ela se despediu e desligou.
O Tiago parou por um segundo, ainda fundo dentro de mim, e perguntou baixo:
— Quer que eu pare?
Eu o olhei nos olhos, puxei ele pela nuca e falei no ouvido:
— Me fode, FDP…
Ele obedeceu.
Começou a socar fundo, forte, sem piedade. Cada estocada me fazia arquear as costas. Ele chupava e mordia meus peitos enquanto metia. Eu delirava. Aquela dor gostosa de ser preenchida demais me fazia sentir viva. Quanto mais eu pedia, mais ele dava.
Ele me virou de quatro, deu dois tapas firmes na minha bunda e, sem falar nada, apoiou a cabeça do pau no meu cuzinho. Empurrou devagar. Doeu. Eu tentei ir para frente, mas ele segurou meu quadril e não deixou. Continuou entrando, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro.
A dor foi se misturando com o prazer. Logo só restou o prazer. Eu gemia alto, sem me importar mais. Ele metia com força, segurando minha cintura, e eu sentia cada veia, cada movimento. O orgasmo veio forte, me fazendo tremer e apertar o pau dele. No mesmo instante ele gozou fundo no meu cu, o pau latejando, parecendo ainda maior.
Ficamos deitados por alguns minutos, ele ainda dentro de mim, os dois ofegantes. Passados uns cinco minutos, ele saiu sem falar nada. Eu também não falei.
Fiquei deitada um tempo, sentindo o corpo latejar. Depois tomei coragem, levantei e fui tomar banho. A água quente escorria pelo meu corpo ainda marcado. Quando voltei, deitei na cama e fechei os olhos.
O quarto estava em silêncio.
Mas eu sabia que aquilo ainda não tinha acabado.

Parte 5 Final

Acordei por volta das 17 horas. O Lucas já estava em casa. Fui até a sala e vi os dois sentados nas poltronas, bebendo uísque. Ele perguntou se eu queria um pouco. Disse que não e sentei com eles.
Conversamos normalmente por alguns minutos. O Tiago se levantou para pegar gelo e, na volta, sentou bem do meu lado. Eu já sabia que ele ia tentar alguma coisa. Ele sabia muito bem que o Lucas não aguentava beber.
Olhei discretamente para o lado. O pau dele estava pra fora, saindo pelo lado da sunga. Ele me deu aquele sorrisinho safado e continuou conversando como se nada estivesse acontecendo.
Pouco depois, ele segurou minha mão que descansava sobre a coxa e a colocou em cima do pau quente e pesado. O safado. Continuei falando normalmente com o Lucas, que já começava a trocar as palavras por causa da bebida. Não resisti. Devagar, comecei a movimentar a mão para cima e para baixo, masturbando o irmão bem ali, na frente do meu marido. Em poucos segundos ele já estava completamente duro.
Foi quando o Lucas decidiu ir ao banheiro.
Assim que ele sumiu no corredor, o Tiago sussurrou no meu ouvido:
— Pode chupar.
Olhei para ele, depois para o pau grosso apontando para cima… e acabei abaixando a cabeça. Enchi a boca dele, chupando rápido e molhado. Ele empurrou minha cabeça um pouco mais fundo. Dei mais duas mamadas fortes e levantei exatamente na hora em que o Lucas saía do banheiro.
Ficamos ali até por volta das 19 horas. O Lucas, já bem alterado, anunciou que ia tomar banho. Assim que ele subiu, o Tiago veio atrás de mim na cozinha.
Me segurou pela cintura, me levantou e me sentou na mesa. Tentei protestar:
— Para com isso… é loucura… o Lucas tá em casa…
Ele não escutou. Puxou minha calcinha de lado e penetrou de uma vez. Cravei as unhas nas costas dele. Ele metia rápido e forte, sem nenhum cuidado. Eu me inclinei para trás, apoiando as mãos na mesa, abrindo as pernas para ele. Quanto mais eu pedia para parar, mais ele acelerava.
Levantei a blusa, deixando os seios à mostra. Ele os segurou com força. Estavam doloridos, mas eu não quis que ele parasse. A língua dele brincava com o bico enquanto o pau entrava e saía fundo. Eu não entendia como ainda tinha tanto fogo depois de tudo que tinha acontecido naquela tarde.
Sem avisar, ele enterrou até o fundo e gozou dentro de mim. Fiquei sem reação, sentindo o pau dele pulsar, despejando tudo. Ele foi saindo devagar e a porra escorreu pela minha buceta, pingando sobre a mesa.
Me puxou para um beijo profundo. Eu segurei o pau dele, ainda meio duro e molhado, e apertei.
Ele se afastou um pouco e perguntou:
— O quê?
Olhei nos olhos dele e falei baixo:
— Eu não gozei.
Ele riu.
Eu apertei o pau dele com mais força e completei:
— Mais tarde a gente conversa.
Ele só sorriu de lado, ajeitou a sunga e saiu da cozinha como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei sentada na mesa, com as pernas ainda abertas, a porra escorrendo pela coxa e o coração batendo forte.
O barulho do chuveiro ainda vinha do andar de cima.

Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Igor: Encontrar pessoalmente com as meninas safadinha novinha no sigilo

    Responder↴ • uid:1dzsv0wwyu9d