#Incesto #Teen #Traições

Possuída pelo meu filho, eu já não era sua mãe

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Mae das Astúrias

Depois de um pequeno acidente, e me vi no meio de uma felação com meu filho, dali para me entregar a ele foi fácil.

Foram estranhos os dias seguintes, depois do que houve entre meu filho e eu. Notava entre nós algo novo; uma cumplicidade, uma chama que me queimava, e que há anos eu não sentia. Era difícil tentar me concentrar nos afazeres diários, sobretudo não deixar que os outros descobrissem o que fizemos. E eu não conseguia esquecer daquilo... muito menos ele.

Depois de provar do fruto proibido, meu filho queria mais... e eu não tinha como negar-lhe. Passamos então a nos encontrar às escondidas, fosse na cachoeira ou em algum alguma parte remota da ilha, onde podíamos ficar à vontade.

Até então, continuávamos com aquela mesma prática, que eu julgava inofensiva. Não mostrava muito do meu corpo, e ele parecia satisfeito, depois de gozar, me banhando, como sempre, com seu gozo. Adorava sentir seu sexo ficar duro em minhas mãos. É extasiante ver o prazer em seus olhos, e saber que é sua mãe que está lhe proporcionando.

Mas o que mais me delicia é ver a cabeça avermelhada do seu membro surgir entre os meus dedos, com o movimento da fricção intensa, aos poucos o levando a gozar. Estamos a cada dia encontrando o mesmo ritmo, um do outro. Enquanto seguro firme os meus seios, ele continua as suas estocadas, cada vez mais fortes, como se me penetrasse além dos limites, onde ele tanto desejava.

Até que um dia aconteceu aquilo. E na hora eu não soube o que fazer. Com a empolgação que ele tinha em me penetrar, movendo os quadris e me segurando pelos ombros, seu membro de repente subiu mais do que ele pretendia. E, no mesmo instante, eu baixei os olhos, com a boca entreaberta num suspiro. Então, pra minha surpresa, a cabeça do seu membro deslizou por entre os meu seios e estava na minha boca.

Não sei se tomado pelo ímpeto, ou se era esta a sua intenção de fato, mas ele continuou o seu movimento, me penetrando avidamente, fazendo aquilo entrar mais e mais na minha boca.

Eu mal podia acreditar que estava praticando uma felação no meu próprio filho, o que nem mesmo no pai dele eu jamais fiz. Mas o garoto estava em êxtase, penetrando até o fundo da minha garganta e me tirando o fôlego.

Aos poucos fui pegando o jeito, e, pra quem nunca tinha feito tal coisa, eu acho que me saí muito bem. E, pra dizer a verdade, não desgostei do sabor do seu sexo; era doce e intenso, com algumas gotas que lhe escapavam, e que se misturavam na minha boca à saliva e ao meu próprio desejo de continuar chupando, feito um doce de criança.

Mas então, quando menos esperava, aquilo começou a pulsar na minha boca, meu filho estremeceu por um segundo. E no instante seguinte senti a boca ser invadida por algo quente e viscoso, que num primeiro jato me desceu direto pela garganta. Meio que tomado de um êxtase selvagem, meu filho continuou a meter mais e mais, continuando a me encher do seu gozo.

Depois daquela primeira vez, lambendo os dedos e provando em segredo daquele gozo que banhava os meus seios, eu tinha agora uma quantidade enorme daquilo para saciar-me a curiosidade. E o quanto mais ele gozava, mais eu queria beber, com a boca entreaberta e a língua estendida, esperando por mais.

Eu tinha as unhas cravadas na sua carne, segurando-o pela cintura, enquanto ele continuava a me encher do que partilham uma mulher e um homem. Reconhecer isto me assustava, tanto quanto me excitava. Era pervertido e obsceno, mas eu não parava de querê-lo, não apenas que ele fizesse o que desejava, como lhe ensinava a me saciar. Primeiro em estocadas fortes e seguidas.e depois um pouco mais longas e profundas, me deixando sorver tudo o que ele tinha.

Lentamente sua respiração foi se aquietando, seus músculos, de tesos e retraídos, foram relaxando. E devagar ele se recuperava da experiência mais intensa de sua jovem vida. Quanto a mim, eu ainda suspirava, meio ofegante. Acho que aquilo teve o mesmo efeito para nós dois; se pra ele foi o êxtase uma primeira felação com uma mulher, para mim foi a linha que me faltava cruzar para deixar de ser tão recatada. E ainda sentia um enorme desejo de saciar aquele furor que me ardia entre as pernas.

— Nossa, foi a melhor coisa que eu já senti na vida! — ele sucumbiu ao meu lado, meio sem forças.

— Fico feliz que tenha gostado, querido — sussurrei em seu ouvido. — Mas ainda preciso me recuperar. Talvez o efeito seja diferente numa mulher — e recostei a cabeça na grama.

— Talvez seja porque não provou do mesmo... — ele supôs, em sua ingenuidade. — Se quiser, eu posso tentar o mesmo...

Eu mal podia acreditar nas suas palavras. Será mesmo que meu filho, que eu julgava tão inocente, estava me propondo fazer o mesmo entre as minhas pernas? Uma felação em sua própria mãe?!

Mas, para a minha total surpresa, ele estava falando muito sério. E como um cavalheiro, decidido a retribuir uma cortesia, ele se pôs entre os panos do meu vestido em farrapos. Levantando o que mal cobria minhas pernas, ele buscou por baixo da minha anágua o que de mais íntimo eu guardava de seus olhos: minha singela peça de renda que cobria o meu sexo encharcado.

Ele então a puxou até a altura dos joelhos, me deixando exposta e molhada a céu aberto. E quando a sua cabeça sumiu entre os panos, bem no meio das minhas pernas, eu quase perdi a respiração, tentando a princípio contê-lo. Até que da minha resistência inicial, logo o prazer me atingiu em cheio, me fazendo segurar a sua cabeça e mantê-la onde estava.

Meu Deus! Era o meu próprio filho, com a língua estendida e enfiada até onde podia no meu sexo. E era divino sentir aquilo. Meu clitóris em sua boca me fazia tremer, enquanto ele chupava excitado. Aquele prazer pervertido e proibido era algo que eu jamais imaginei sentir um dia na vida. Mas naquele momento pouco me importava o recato e a decência; tudo o que eu queria era que ele continuasse me chupando.

Tenho que, porém, fazer aqui uma confissão: aquela não era a minha primeira vez. Não que meu marido se entregasse a tais práticas, fazendo comigo o que talvez fizesse com alguma mulher do porto. Uma esposa sabe que seu marido nem sempre se mantém fiel, seja numa longa viagem ou com a ajuda de uma taça de vinho.

Mas uma mulher, igualmente, pode às vezes ser tentada do mesmo jeito. E confesso que eu não fui forte o bastante. Era uma das empregadas da casa, que de dia fazia o seu serviço na cozinha, como ajudante de Mercedes, minha antiga cozinheira. E à noite, por uma entrada secreta em meu aposento, ela vinha me fazer companhia.

Seu nome era Manu... eu apenas a chamava assim na minha cama, entre as suas pernas, quando estávamos uma sobre a outra, provando daquilo que nos escorria, no êxtase que apenas uma mulher pode proporcionar a outra.

Não há nada mais divino que sentir o gosto do sexo de uma mulher, e, igualmente, recebê-la entre as suas pernas. Sem um homem na minha casa, era uma criada que me saciava nas noites frias. E com ela eu dividia os meus segredos e desejos, como o meu pequeno “diletto”, que lhe entregava para que ela usasse em mim. Depois eu fazia o mesmo por ela.

E, pra minha surpresa, ela não só conhecia os prazeres entre as mulheres solitárias, como sabia do seu uso para duas ao mesmo tempo. Ainda que sem o membro fálico de um homem, ela subia em cima de mim, com aquilo cravado em nós duas, e era como se de repente se transformasse no meu amante, me penetrando e me fazendo gemer como nenhum outro me fez.

Mas, se algum dia eu ousei sonhar ter um amante, jamais poderia imaginar ser este o meu próprio filho. Se uma criada poderia me levar ao paraíso no meio da noite, metida entre as minhas pernas, o que posso dizer do meu filho é que ele tirou de mim prazer que seu pai nunca me deu.

Só que um garoto, depois de provar do proibido, queria em seguida uma coisa ainda mais proibida. E tendo provado o meu sabor, o que ele queria agora era algo impensado. Mas, por alguma razão, eu não o impedi; apenas deixei que ele me possuísse.

Ele então levantou-se, agora ajoelhado entre as minhas pernas. Sua calça estava abaixada e seu membro se erguia em plena ereção, pronto para o que ele estava morrendo de vontade de fazer.

— Espere... — eu o detive por um instante. — Se vamos fazer isso, eu o quero todo! — e comecei a desabotoar a sua camisa.

Não precisamos de muito tempo, ele para livrar-se da sua calça e eu para me despir de todos os panos em farrapos que cobriam a minha nudez. Até que, sob a relva macia, estávamos eu e meu filho completamente nus. Olhando em seus olhos, eu o conduzia de volta pra mim, der onde ele um dia saiu. E o seu retorno, agora como homem feito, era na forma de um membro ereto e pulsante que me penetrava.

— Deixe comigo, querido — eu agi, percebendo a sua hesitação.

Ele engoliu em seco enquanto me via guiá-lo para o seu lugar. O lugar de onde ele veio. De onde ele nasceu.

A cabeça do seu membro rompeu a entrada e deslizou para dentro com facilidade. Deus, como ele era grande! Minha boca não havia me preparado para a sensação de tamanho dele lá dentro.

Soltei um gemido de satisfação quando ele entrou por completo. A ponta dele roçando no meu útero, o mesmo que um dia o acolheu. Nós nos encaixávamos perfeitamente. Como se fosse o destino. E jamais saberíamos disso se não tivéssemos acabado aqui.

— Me avise antes de gozar — eu disse a ele.

Podia sentir o seu peso jovem sobre mim, assim como cada centímetro deslizar para dentro e para fora de mim. Era o seu sexo que me penetrava. Mesmo com todas as mudança na nossa relação nos últimos dias, ainda parecia algo tão proibido. Mãe e filho presos em um abraço íntimo. Ia contra a natureza. E, no entanto, a natureza nos trouxe até aqui. Nossos desejos eram fortes demais para serem ignorados.

Sem dizer nada, fui abrindo as penas sentindo seu membro chegar bem fundo, onde devia estar. Então, com as mãos em volta da sua cintura, eu o conduzi, deixando que ele encontrasse o seu ritmo, o que não demorou muito.

De repente, com o movimentos dos seus quadris mais intensos, não agüentei e passei a perna em torno dele, ficando meio entrelaçada com meu filho enquanto copulávamos na selva.

Ele estendeu as mãos e agarrou meus seios que balançavam enquanto ele me possuía, apertando-os e massageando-os. Eu não tinha dúvidas de que ele queria aquilo tanto quanto eu. Ele estava duro como pedra dentro de mim, e suas mãos agarravam meu peito com avidez.

Meus gemidos tornaram-se mais altos e desesperados à medida que eu me aproximava do clímax, nossos corpos produzindo sons de carne contra carne, num desejo incestuoso e desenfreado. Poucas semanas antes, eu teria ficado morta de vergonha só de pensar que ele poderia ter me ouvido gemer enquanto eu me masturbava escondida; agora, eu não me importava com o quanto daquele meu lado ele via.

Estremeci quando o orgasmo me arrebatou, soltando um grito que certamente espantaria os pássaros. Meu sexo se contraía ao redor do seu, puxando-o para o fundo das minhas entranhas.

— Vou...! Acho que vou gozar, mãe! — ele ofegou.

Com as pernas bambas, afastei-me dele bem no momento em que ele gozou, espirrando jatos grossos e esbranquiçados na relva ao redor e em sua própria barriga.

Desabei no chão ao lado dele. Minhas pernas ainda estavam fracas. Mas meu sexo ansiava por mais. Parecia que eu tinha sido roubada do meu orgasmo; eu queria que o ele continuasse fundo dentro de mim enquanto eu me agarrava a ele. Mas era melhor prevenir; não sei o que seria de nós se eu acabasse grávida do meu próprio filho.

Ele se sentou e olhou para mim. Algo parecia diferente. Não era o olhar de um filho para sua mãe. Nem eram os olhares furtivos de desejo de quando me viu nua pela primeira vez. Era mais como se olha para um amante logo após uma noite de amor.

— Foi incrível! — ele me sorriu.

Arrastei-me até que nossos corpos se tocassem e senti o seu gozo se espelhar pelo meu corpo nu.

— Para mim também! — eu disse, envolvendo seu corpo jovem com meus braços.

O sorriso dele se alargou à luz do sol que se elevava. Então, sem muito ter o que pensar, eu puxei o se rosto pra mim e toquei os seus lábios com os meus. Não era mais um beijo de mãe e filho; era a prova do nosso crime, do que tínhamos acabado de fazer. E aquilo não só permanecia no meu corpo, como na sua ereção que eu ainda tinha na mão, sentindo todo o seu desejo por mim na forma de um membro pulsante que lhe custava conter.

— Acho melhor voltarmos agora; os outros vão desconfiar — e com a barrada saia molhada, lavei meu corpo e arrumei os cabelos.

Nosso relacionamento certamente mudou depois daquilo. Já não éramos mais mãe e filho; éramos amantes. Para minha alegria, uma barreira pareceu cair entre nós. Tornamo-nos muito mais abertos sobre a natureza do nosso desejo, sem medo de falar sobre nossos próprios corpos e o que sentíamos.

Claro que depois daquela primeira vez, imagino que ele quisesse mais... tanto quanto eu. Mas aquilo que começou por acidente logo acabaria tornando a situação ainda mais complicada... e que acabaria envolvendo todos nós.

Continua...

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