#Corno #Gay

"Minha primeira experiência como homossexual"

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Miguel

Minha esposa tinha o fetiche de ver-me a ser destruído por um macho e convidou a vir até nossa casa um homossexual!

A loucura da minha esposa nunca teve limites e não sabe ou não quer saber mesmo onde parar!

Para hoje a seguir ao jantar, temos um encontro marcado com um homossexual aqui na zona, mais precisamente em sua casa, na praia de Sta. Cruz e a ouvir o bater do mar.
Minha esposa não conhece o Joaquim pessoalmente, apenas sabe daquilo que me ouve falar.
Pelo contrário eu já o conheço há aguns anos e ainda antes de com ela casar. Ele tinha ido viver para o Algarve já há um bom tempo e tinha-me dito que nunca mais para aqui iria voltar mas, por forças do destino no passado fim de semana com o Joaquim me voltei a cruzar. Ele é mesmo um gay bem assumido e até com muitos tiques de mulher.
No entanto ele já foi casado com uma fêmea mas, há muitos anos ficou viúvo e confiou-me que tem alguma saudade de buraquinho de mulher.

Foi o conteúdo deste incluso e curto prefácio, (se assim se pode chamar,) que me fez recordar a primeira vez que provei sexo gay e daí no envolvimento da minha mulher nesta aventura, que em tudo a ela se deve.

Certo dia em que estávamos muito assexuados fazendo sexo muito louco e entre gemidos penetrantes, a Ana vem com a conversa de que há muito tempo vem alimentando o tetiche de ver-me a ser comido por um macho, na sua presença e participação no acto...
Eu fiquei sem palavras, porque seriamente nunca tal tinha surgido em minha mente e muito pelo contrário, pois mulher é minha única obsessão.
Ela teima e diz que provavelmente até que eu iria adorar porque não experimentar!?
Para pôr termo à conversa, eu digo que esse não é o meu mundo e nem sequer conheço alguém para poder levar tal intento avante, mas a Ana logo retorquiu, não te preocupes que eu tratarei disso.
A conversa por ali ficou e eu nunca mais pensei no assunto, até que alguns dias ou semanas depois, ela transmite-me que já tinha falado com um gay que era camionista de longo curso e que por vezes na zona pernoitava devido a regras exigidas por lei.
És uma grande maluca, mas bem sabes que não há vontade que não te faça.

Ainda convencido que não seria fácil uma coincidência dessas, não levou muito tempo, até a Ana marcar um encontro na estação de serviço da A1 da nossa área, para apenas o conhecermos.
Assim foi, tomámos alguma coisa e o homem até tinha bom aspecto. Magro, bem mais alto que eu, jovem... enfim bem constituído, dedos compridos e grossos, o que em principio significa um pénis similar.

Ficámos então aguardando pela oportunidade de um encontro, para levar avante o fetiche da Ana e com o qual eu já ia fantasiando por vezes também!

Não foi necessário esperar muito tempo, até a Ana me anunciar o dia e hora para a aventura que me aguardava!

Do parque onde tinha estacionado a camioneta, nos contactou logo de carro o fomos buscar e trazê-lo até o nosso lugar

Ofereço um copo, ele bebeu pouco pois mais tarde teria que voltar à estrada, mas eu estiquei-me mais na tentativa de acalmar o nervosismo e ficar mais desinibido.

Sem eu saber por onde começar, a Ana tomou a dianteira e de pé na sala o começou a beijar, dando-me o braço para no beijo eu entrar.
Assim para mim foi mais fácil eu alguma coisa iniciar.
Ela vai tirando a sua camisa, pucha-me a mão para no seu peito eu ir acariciar e por cima das calças seu membro tocar. Coisa grande me pareceu, pressiona nossas cabeças para nos continuarmos beijando, enquanto a seus pés se ajoelha e as suas calças libertar.
Agora em sua cueca ela o acaricia, com a sua mão o aperta e meus olhos mira com um certo espanto pela enormidade com que se está deparando.
Mais não resiste, sua cueca pucha para baixo e de lá salta como uma mola, algo de enorme espanto.
A Ana faz com que eu lhe pegue e pela minha primeira vez eu tenho na minha mão outro sem ser o meu.
Adorei o contacto com tal rigidez, a sensação foi agradável dizendo ela para eu me ali manter, para ela nos lábios passar. Fiquei mais um pouco com aquele enorme pénis a segurar, para ver em seus lábios, aquele montro deslizar.
No início só mesmo a cabeça, para depois todo na sua boca desaparecer.
Não resisti e perguntei ao António
qual o comprimento do seu engenho, dizendo ele sorrindo, 22 cm.
Só em filmes eu assim tinha visto, mas não era só grande, era também bem grossinho.
Eu não soube bem como o imaginar dentro de mim a entrar, pois nunca nenhum tinha experimentado.
A Ana me tenta tranquilizar, pedindo a ele para nela o enterrar. Na coninha dela pareceu ser fácil e me manda concertar com uma perna ajoelhada no sofá e a outra no chão.

O António, saliva meu ânus e vai metendo dedos para eu começar a alargar enquanto a Ana em sua boca o vai lubrificando!
Com firmeza em sua mão, a Ana o guia até meu buraquinho e diz à nossa visita para começar a empurrar.
Ui meu deus por favor não, isso doi mais do que eu estava a imaginar. Ele pára um pouco e dá mais um pequeno empurrão, mas as dores eram tantas que eu não o podia permitir.
Eu já tranpirava por tudo quanto era poro, mas continuámos a tentar, até ao ponto de eu desistir!

Sentei-me no sofá e disse que não era desta que iria conseguir.
Para a minha primeira vez, deveria ser algo mais subtil, disse eu com frustração.
O António disse-me que era normal, que realmente ele era um pouco exagerado, mas que nem tudo estava perdido, pois poderíamos noutra altura assim tentar.

No entanto a Ana gostou e com ela poderia gozar, nem tudo estava perdido.

No sofá deitada de barriga para cima, uma perna esticou e a outra no chão ficou, toda aberta para com ele levar.
Ela adorou, inclusive do tamanho, teve muito prazer e na hora dele se vir, ela salta fora, mete-o na boca e quando ele começa a ejacular, pucha-me para ela para eu esperma também provar e sim, gostei do cremoso salgadinho!

Mesmo assim o António adorou e chamou-nos de doidos varridos.
Dessa vez ele também só ia de passagem, parou um pouco apenas para estar connosco e perguntou se queríamos repetir.
Claro que sim disse a Ana e o mesmo disse eu também, e já que começámos o serviço é para terminar e assim ficou meio combinado uma nova tentativa!

Um tempinho após, o amigo António voltou a ligar e disse que em determinado dia é que teria de por lá pernoitar.
Continuam interessados na minha pessoa pergunta ele e logo digo sim, psicologicamente tenho-me andado a preparar.
Só que desta vez ele trazia um ajudante, se não nos importavamos de ele vir também, ou que poderia ficar no camião.

A Ana disse que para todos preparia o jantar e no dia combinado, ao parqueamento os fomos buscar.

Desta vez o António seria só para mim e a Ana ficaria com o ajudante.

Comemos qualquer coisa, sempre acompanhados de um bom vinho e a farra ia começar, mas desta vez, fomos para o nosso grande quarto.
Comecei eu a despir o António, enquanto o ia beijando e acariciando, nunca tinha tido assim um homem em toda a minha vida
Ele também me despe e me deita na cama, beija-me acaricia meu peito e todo o meu corpo, e mama meu pénis, cheio de tesão e também o mamo com muita paixão.

A Ana e o ajudante também se vão divertindo, mas eu hoje era a pessoa importante.
Por sua sugestão ergue as minhas pernas, lubrifica com saliva tudo muito bem, mais me empurra as pernas para trás e começa a meter.
Eu gemo e grito que nem uma doida, mas encho-me de coragem e hoje é que vai ser o bombom!
Tento- me abrir e não me fechar, faço força come se fosse pra c@g&. e um ressalto sinto passar.
Peço-lhe por favor para aí para por um pouco e depois da dor aliviar, digo-lhe para mais um pouco forçar.
Choro sem querer e todo estou molhado por tanto transpirar!

Continua muito doendo, mas ele vai com calma até novo obstáculo ser ultrapassado.
As dores são muitas, mas sinto-me feliz, pois o pior já tinha passado!
Novamente ele pára um pouco ao meu pedido, espero mais um tempinho até que a carne se adapte e melhor poder continuar.

Limpo a transpiração como posso, sorrio para o António e digo-lhe que comece.
Lentamente ele se vai movimentado mas continuo gemendo de dor e ele sempre devagarinho um pouco mais vai tentando.
De dor passei a ter muito prazer, mas gemia por igual e ele pensou que me continuava a magoar.
Agora eu só queria que aquilo mais fim não tivesse e deixei de sentir movimentos para apenas como que uma bola de fogo eu sentir crescendo dentro de mim.
Sensação maravilhosa de novos prazeres que desconhecia, mas duas ou três estocadas fortes e tudo teve fim.

Meu corpo ergo, nas nádegas lhe peguei, para que me desse mais, e o questionei porque logo terminou assim.
Pensou-disse ele- que eu continuava a sofrer, e sendo assim não evitou o orgasmo.

Logo o seu ajudante peço à minha esposa, para que ele terminasse o que o António tinha começado.
Ele não era tão grande, era bem mais normal, mas deu-me com força até eu sentir um êxtase colossal e leite espesso escorreu por mim em abundância, pernas abaixo, até ao chão!

Assim a levar no cu, fiquei viciado e muito mais vezes o António me deu, dando eu a ele também, até eu mudar de residência e nunca mais o ver.

Alguns homens tenho tido, mas muito bom foi com esse homem, com um preto também de medidas colossais e com este com quem vamos ter hoje que também é bem dotado.

Este conto é completamente real, nunca me arrependi de ter provado e menos homem não fiquei.

Os extases de próstata que tive, só os consegui na posição de pernas bem abertas e empurradas bem até praticamente ao lado da minha cabeça! Fica a dica, mas se algum dos meus leitores tenha boas dicas também, peço que as partilhe comigo.
Abraços!!!

Comentários (4)

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  • Viado11934619479: Quero da o cu nunca dei só enfio consolo me chama você de campo mourão quero rola quanto mais dotado melhor

    Responder↴ • uid:3ynzdrl2oid
    • Miguel: Sou de Portugal mas aconselho-te a que o faças, é muito bom levar...

      • uid:sgxcbim2
    • Casado: Tenho muita vontade de sentar numa piroca bem grossa meu cu fica piscando

      • uid:81rse30fii
    • Casado: Comecei enfiando o dedo depois cenoura e depois um consolo da minha esposa escondido dela agora tenho muita vontade de sentir uma piroca bem dura

      • uid:81rse30fii