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Minha filha Joyce

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O mundo parece cada vez mais invertido. Digo isso por experiência própria: fui criado à moda antiga, pautado pelo respeito a tudo e a todos e guiado pelas doutrinas cristãs — ambiente no qual, inclusive, conheci minha esposa, na igreja católica.

Nossa filha, Joyce, é uma jovem exemplar: dedicada aos estudos, respeitosa e profundamente admirada por todos, dentro e fora do círculo familiar. Confesso, no entanto, que acompanhar a transição de sua infância para a adolescência foi um processo complexo. Ao mesmo tempo que contemplava o desabrochar de sua beleza de maneira puramente platônica, por vezes me via tomado por impulsos e desejos que tentava compreender. Imagino que, no íntimo, muitos pais enfrentem esse conflito, onde o instinto mais primitivo do homem acaba falando mais alto.

Para agravar a situação, a transformação física de Joyce ocorreu de forma abrupta e surpreendente. Em pouco tempo, suas formas se acentuaram, suas feições mudaram e ela ganhou o corpo de uma mulher feita. Quem a observava percebia claramente o contraste: a maturidade de sua silhueta parecia completamente distante da realidade de sua real idade.

Tudo mudou em uma sexta-feira qualquer. Saí mais cedo do trabalho para resolver uma burocracia do carro no Detran. Contra todas as expectativas, fui atendido de primeira e resolvi tudo num piscar de olhos. Sem mais nada para fazer, peguei o caminho de casa. Joyce já estaria em casa.

Cruzei o corredor dos quartos em silêncio até ser interrompido por um gemido sufocado vindo do quarto dela. Caminhei devagar, sem fazer ruído, até a porta entreaberta. Para minha total surpresa, a cena que se revelou ali era explícita: minha filha estava nua na cama, de pernas abertas. Enquanto uma das mãos massageava sua vagina em movimentos lentos, a outra apertava os bicos dos seios, deixando escapar gemidos.

Minha reação imediata foi de raiva. Como ela tinha coragem de fazer aquilo? Minha vontade era invadir o quarto e dar um esporro daqueles. Porém, à medida que meus olhos continuavam fixos na cena, a indignação deu lugar ao fascínio. O desejo pelo proibido falou mais alto e a excitação tomou conta. Com medo de ser pego no flagra, recuei alguns passos, fazendo barulho denunciando minha presença.

No mesmo instante, o som no quarto cessou. Joyce perguntou, com a voz sobressaltada, quem estava ali, enquanto se cobria às pressas. Tentando controlar a respiração e disfarçar o nervosismo, bati na porta de leve e anunciei que tinha acabado de chegar da rua.

Avisei que iria tomar banho e Joyce apenas concordou. Tranquei-me no quarto, mas a água quente não foi suficiente para apagar aquela cena da minha cabeça; a imagem insistia em se repetir. Precisava agir com naturalidade. Quando saí, respirei fundo e a encontrei sentada no sofá da sala, com os olhos fixos na TV.
- Chegou cedo, pai! — disse ela, desviando o olhar da tela por um instante.
- Sim. Lembra que eu tinha comentado que passaria no Detran?
Tinha me esquecido completamente! — ela riu.

Caminhei até a cozinha para improvisar algo para comer. Minha filha me acompanhou e se acomodou no banquinho de madeira do deck, observando meus movimentos.

Começamos com conversas banais, mas o clima era tenso. Nem ela nem eu conseguíamos sustentar o olhar por mais do que alguns segundos. Até que, sem aguentar mais a pressão, ela disparou a pergunta: se eu tinha visto algo quando bati à porta do seu quarto. Tentei me esquivar, ganhei tempo.
- O que eu poderia ter visto?
- Ah, o de sempre... Sei lá pai

O silêncio pesou. Na minha mente, a cena dela se tocando no quarto se repetiu. Não sei o que me deu, mas a verdade escapou: confessei que vi tudo. Na mesma hora, ela implorou
Por favor, pai! Não conta nada para a mãe!
- Não vou contar! Nem sei como iria falar isso para ela!
- Ai pai! Que vergonha! Desculpas!

Ficamos em silêncio novamente. Voltei minhas atenções à comida que estava fazendo e, para tentar quebrar o gelo, pedi que ela pegasse algo na geladeira. Joyce pegou e deixou em cima da pia. Dei um leve sorriso para aliviar ainda mais a tensão, mas ela fechou a cara imediatamente.
- Tá rindo de quê, pai?
- Nada! Apenas achei engraçado.
- Não tem nada engraçado o senhor ficar me espiando!

Para tentar limpar minha barra. Elogiei sua beleza. Ela abaixou um pouco a guarda. Vendo que ela ficou mais calma. Continue.
- O pai pode falar uma coisa?
- Pode né!

Acabei me abrindo com ela. Falei que a beleza dela já me chamava atenção há muito tempo. Vê-la daquele jeito, no quarto, mexeu demais comigo... e confessei que foi uma pena não ter visto mais.

O silêncio da Joyce me assustou; ela parecia não saber o que dizer. Perguntei se estava tudo bem. Ela disse que sim, mas insistiu para que eu explicasse o que tinha acabado de confessar. Já que eu já tinha quebrado o gelo, decidi chutar o balde e falar a real:
- Minha filha, desculpa a sinceridade, mas você é muito gostosa!

Joyce não soube como agir depois do que ouviu; apenas ficou pensativa. De alguma forma, o jogo estava na minha mão. Bastava usar as palavras certas ou simplesmente deixar que tudo caísse no esquecimento. Eu já estava decidido a deixar as coisas de lado, mas tudo mudou quando ela confessou que minhas palavras a haviam deixado sem graça.
- Sem graça? Sem graça fiquei eu, quando vi você nua na cama, se masturbando.
- Não fala assim pai!

Perguntei há quanto tempo ela tinha esse hábito. Joyce respondeu que não fazia muito tempo; começou a se masturbar depois que uma amiga da escola, em uma roda de conversa, confidenciou que fazia o mesmo. Há quanto tempo você faz isso? — perguntei.

Joyce respondeu que não fazia muito tempo. Começou a se explorar depois que uma colega de escola, em uma roda de conversas íntimas, confidenciou que fazia o mesmo. Quis saber se ela chegava ao ápice, se gozava.
-;Sim! — ela respondeu, com os olhos baixos.
- E gozou hoje?
- Não... Eu estava quase lá, quando o senhor chegou.

A conversa foi me deixando de pau duro. Decidi dar a cartada final; era tudo ou nada.
-:Quer gozar então? — perguntei, direto.
- Hum… Hum?
- Acho que não, mas…
- Mas?
- Seria estranho fazer isso com o senhor em casa!
Não tem nada de estranho — respondi, com a voz mais baixa.

Caminhei em sua direção, encurtando a distância entre nós. Quando parei bem na sua frente, o olhar de Joyce desceu imediatamente, fixando-se no volume marcado no meu short.

Coloquei minha mão na perna dela, bem próxima da sua vagina. Joyce usava um short jeans curto e uma blusa larga que deixava o sutiã à mostra. Deslizei a mão até a sua bucetinha. Imediatamente, ela segurou meu pulso, tentando me repreender.
- Não pai!

Não me importei com a primeira negativa dela e mantive a mão parada. À medida que conversávamos sobre o que estava acontecendo, Joyce parou de reclamar. Passei a acariciar sua vagina por cima do short mesmo, devagar.
- Fica nua - pedi
- Aqui pai?
- Sim!

Ela hesitou por um segundo, mas acabou cedendo. Começou a tirar a blusa e, em seguida, ficou em pé para deslizar o short pelas pernas, revelando-se apenas de calcinha e sutiã.

O sutiã já surrado, do tipo que só se usa em casa, parecia um número menor e projetava ainda mais peitos. A calcinha branca de algodão desenhava o contorno exato da sua bucetinha volumosa e de lábios salientes. Deslizei a mão até ela novamente e, só de encostar, percebi o quanto estava profundamente molhada, a ponto de empapar o tecido.

O toque fez Joyce suspirar profundamente. Ela agarrou meu pulso, tentando me afastar.
- Isso é errado, PAI!...

Nem dei ouvidos. Mantive o carinho na sua bucetinha enquanto abaixava seu sutiã sem aviso, levando a boca direto aos seus peitos. O pedido para que eu parasse durou pouco, engolido pelo desejo que a fez ceder:
- Ai, pai… Que gostoso!...

Ao ver sua rendição, puxei sua calcinha para o lado. Antes de tocar sua bucetinha, olhei para baixo e perdi o fôlego com a visão. Sua bucetinha jovem, lisinha, com poucos pelos, com o clitóris desenhado e proeminente.
- Que bucetinha linda, minha filha…
- Não fala isso, pai… — sussurrou ela, num misto de vergonha e prazer.

Meus dedos deslizaram pela sua bucetinha completamente encharcada. Abaixei o short, libertando meu pênis. Joyce arregalou os olhos. Antes que ela pudesse reagir, puxei sua mão e a fiz me masturbar. O receio inicial logo deu lugar ao desejo, e ela passou a segurar meu pênis com firmeza.

Pousei minha mão sobre a dela, guiando-a até fazer meu pênis roçar sua bucetinha. Joyce murmurou um protesto, mas permaneceu imóvel, acompanhando com o olhar o movimento lento do meu membro entre seus lábios. Foi então que ela quebrou o silêncio, encarando-me:
- Pai quer meter ele dentro de mim?

Dessa vez, fui eu quem perdeu a fala. Eu imaginava que para ela fosse apenas uma exploração inocente. Aquilo tudo já era expressamente proibido, mas eu jamais esperei que fôssemos tão longe.

Meio aos acontecimentos perguntei se ela já tinha feito sexo. Ela respondeu que não, porém às vezes colocava o cabo da escova de cabelo dentro da sua bucetinha.

Ao ouvir aquilo, envolvi sua cintura e a posicionei no bordo da mesa. Suas pernas se abriram suavemente. Sem pressa, deslizei meu pau para dentro dela. A cada centímetro que meu pau avançava, Joyce deixava escapar um gemido baixo. Seus olhos estavam fixos na sua bucetinha. Ela gemia observando meu pau penetra-lá, enquanto sua bucetinha pressionava com força.

Minha rola entrou toda nela. Aproximei-me e sussurrei no seu ouvido: "Que buceta gostosa minha filha tem!” Em seguida, com calma, comecei a ditar o ritmo. Seus lindos peitos balançavam a cada estocada, e não demorou para Joyce começar a gemer, dizendo o quanto estava gostoso: "Que gostoso pai!”.

Continuei metendo fundo por um bom tempo. Em seguida, virei-a de costas, apoiando suas mãos sobre a mesa. Minha filha empinou o bumbum, oferecendo-se, entendo o que eu queria. Encaixei minhas mãos no quadril dela e a comi de novo, até sentir o ápice e gozar bem no fundo do seu corpo.

Deixei meu pau amolecer dentro dela antes de tirá-lo devagar. Conforme eu saía, o porra escorria pelas pernas dela até pingar no chão, sujando o piso. Joyce se virou de frente para mim e encarou a sujeira por um instante. Em seguida, deslizou a mão pela própria vagina, sentindo o calor do que havia ficado.

Comentários (4)

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  • Maluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Brunarskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Professor FTZ: Que delícia de relato novinhas de Fortaleza a r r o b a 2 0 1 4

    Responder↴ • uid:beml65tfi9
  • Safado: Que delícia!

    Responder↴ • uid:1v7e0gqk
  • Joe: Continua

    Responder↴ • uid:7xbz1xspv3