Escravo Familiar: Capítulo 51 (A Pica de mel do meu primo)
Durante o trajeto não conversamos sobre os acontecimentos, mas o Leonardo pediu para ser deixado na casa dele. Já eram 13:30, estava com fome e precisava tomar um novo banho e trocar de roupa.
Sentado no banco do meio dos bancos de trás do carro, olhava para papai no retrovisor; ele estava sereno, calado e parecia pensar.
Não dava para saber o que ele tinha em mente, se planejava algo, mas dava para ver que ele estava em paz.
Uma hora depois, paramos na frente da casa do Léo e nos despedimos dele com um cumprimento sutil. Logo partimos; eu passei para o banco do passageiro do carro, ao lado do papai, e repousei minha mão esquerda em sua perna, dando dois apertos em sua coxa.
Papai deu um sorriso com o canto dos lábios e voltou a se concentrar na estrada. Meia hora depois chegamos em casa, papai colocou o carro dentro da garagem e subimos juntos para seu quarto.
A casa estava silenciosa, parecia que meu irmão Thiago não estava em casa. Ao entrarmos em seu quarto, papai levou-me direto para o chuveiro, tiramos nossas roupas e tomamos um banho juntos, trocando carícias, um beijo aqui, outro ali, uma mão boba aqui, outra ali, até terminarmos de vez o banho.
Logo papai desligou o chuveiro, nós nos secamos e saímos do banheiro para nos trocarmos. Depois peguei meu celular e verifiquei as mensagens com papai, fazendo o mesmo, ainda semi-nu, no seu closet.
Tinha uma mensagem de mamãe via WhatsApp; abri a mensagem e li.
"Boa tarde, filho. Não sei se você já está em casa, mas, caso você esteja na rua, quando você voltar, venha almoçar com a mamãe e peça para seu pai vir junto, ok? Te amo, até mais tarde!"
— Papai, mamãe pediu para irmos almoçar com ela, vamos? Estou com fome.
Papai terminou de colocar a camiseta e calçou seus chinelos, veio até mim e beijou o topo da minha cabeça, dizendo:
— Vamos! Apagou a luz de seu closet, enquanto eu digitava no celular.
"Estamos indo, mãe!"
Enviei a mensagem e segui papai para o andar de baixo da casa. Descemos os dois lances de escadas e fomos para a garagem. Logo, subimos os lances de escadas que davam acesso à casa de mamãe, batemos na porta e entramos.
TOC TOC!!
— Mãe, chegamos! Anunciei
— Entra, filho!
Entrei junto ao papai e fui direto para a cozinha, onde mamãe terminava de esquentar a comida.
— Oi, filhote, tudo bem? Perguntou mamãe.
— Sim, mãe! Respondi — e a senhora!?
— Está tudo bem! João, como você está? Ela perguntou a papai.
— Estou bem, Maria, e você? Papai respondeu.
— Bem! Está cuidando bem do nosso filho e não está deixando-o muito cansado levando-o para satisfazer os membros da família, não, né?
— Está tudo tranquilo, ele só serve aos machos da família, quando eu acho que devo, e quando sei que ele está em condições disso. Não se preocupe à toa. Papai disse para minha mãe.
— Claro que eu me preocupo, ele também é meu filho. Como anda a saúde dele? Vocês andam tomando os cuidados necessários? Já fez exame de rotina, filho?
— Se acalme, mamãe, eu me cuido bem, e os membros de nossa família também, não tem nada com que a senhora se preocupar.
— Acho bom!
Papai e eu fizemos uma cara de "começou a chatice" e pegamos nosso prato no armário para comermos.
No fundo, entendia minha mãe, mas já faz meses que estou nessa pegada, e papai e nossos familiares tomam cuidados, porque sabem que, se eu tiver qualquer problema de saúde grave, vai acabar com minha escravidão sexual, e isso não é interessante para a família.
Quando sentamos à mesa, a conversa mudou de percurso e começamos a falar sobre um possível almoço em família no domingo.
— Estou querendo convidar minha irmã Elza para vir almoçar aqui no domingo, o que vocês acham? Comentou mamãe, levando uma garfada da comida à boca.
— Eu topo! Eu disse animado: — Vai ser bom ter uma distração.
— Por mim, tudo bem. Faz tempo que não nos reunimos, talvez esteja na hora de uma nova festa em família. Papai disse nos olhando.
— Ótimo, então. Vou combinar com ela e ver se tem mais alguns familiares que queiram vir.
— Ok! Papai disse, e eu já comecei a imaginar uma possível foda no dia ou até mais de uma, mas isso teria que ter aprovação do meu senhor pai, e também teria que os membros solicitar o meu uso.
Almoçamos conversando sobre o dia a dia e, logo após o almoço, papai e eu nos recolhemos de volta para casa. Despedi-me de mamãe e disse que voltaria no outro dia para nosso almoço.
Papai e eu voltamos para casa e fomos para a sala ficar um pouco de chamego até termos notícias do almoço de domingo. Deitamos juntos, com papai me cobrindo de carinho e beijos, e alternamos entre assistir à televisão, nos acariciarmos e mexer no celular.
A tarde chegou, e eu e papai curtimos nossa preguiça no sofá. Abri novamente o WhatsApp e mamãe estava digitando...
"Tá combinado, amanhã faremos o almoço. Sua tia Elza confirmou e disse que é para seu pai entrar em contato com seu primo Írio; ele quer solicitar você para o satisfazer amanhã enquanto estiver aqui!" "
"Ok, mamãe", respondi e apaguei a tela do celular e virei-me para papai.
Ele estava meio sonolento e quase dormindo.
— Papai?
— Oi, filhote! Estava quase dormindo, querido, me acordou!
— Desculpa! Mamãe confirmou que amanhã teremos o almoço em família, e ela disse que é para você entrar em contato com meu primo Írio; ele está me solicitando. E quer saber se o senhor me libera para ele amanhã?
Papai abriu seus olhos escuros e se espreguiçou, depois enlaçou seus braços em volta da minha cintura, beijou meu pescoço e disse:
Pega meu celular, que está quase debaixo da sua bunda, e me dá aqui!
Levantei um pouco a bunda e retirei o celular, que estava quase desaparecendo embaixo do estofado do sofá, e o entreguei.
Papai soltou-me dos seus braços e passei o celular para ele. Ele o pegou, abriu o WhatsApp e leu a mensagem que meu primo havia mandado:
"Oi, tio, tudo bem com o senhor? Tio, amanhã eu estarei aí com meus pais e gostaria de solicitar o escravo familiar. Se o senhor me liberar, quero passar o dia com ele e usar para descarregar meu estresse. Não vou passar dos limites, ok? Espero seu retorno."
Papai logo começou a digitar:
"Oi, sobrinho! Estou bem, e você? Tudo bem, o escravo amanhã é seu, usufrua dele. Você conhece as regras e já transou com ele, então só tome cuidado."
"Certo, tio! Até amanhã, então. Abraço!"
"Até amanhã, sobrinho! Abraço!"
Papai apagou a tela e voltou-se para mim.
— Está combinado, filhote. Amanhã seu primo Írio tem permissão de te usar como quiser. Satisfaça-o sem resistência, ok? Continue bonzinho, querido, não quero você apanhando, tá bom, meu amor?
— Claro, papai, sem problemas!
Papai beijou-me novamente e voltamos à nossa preguiça.
Já era tarde, muito tarde, quando saímos do sofá. Durante a tarde, as vezes em que levantamos foram só para usar o banheiro; fora isso, ficamos o tempo todo deitados e curtindo nossa preguiça juntos.
Fui para o andar de baixo de casa para pegar uma roupa limpa para poder tomar um novo banho. Ao chegar no andar de baixo, encontrei meu irmão Thiago semi-nu na cozinha tomando café.
— Chegou? Falei para ele do corredor, indo para meu quarto.
— Sim, irmãozinho, o que estava aprontando?
— Nada! Estava curtindo uma preguiça com papai lá em cima.
— Que bom! Papai tá acordado?
— Está! Falei.
— Então vou conversar com ele lá em cima. Ele passou por mim e deu um beijo no topo da minha cabeça e subiu.
Fui para meu quarto e peguei uma roupa limpa e fui tomar um novo banho para poder ir para a cama. Precisava repor minhas energias para amanhã.
Era 22:50 quando apaguei tudo, deitei na minha cama pelado e me cobri. Virei para o lado e deixei que meu corpo cansado aquecesse e relaxasse, e logo a escuridão do sono me abraçou.
No outro dia, acordei elétrico e comecei a me preparar para uma nova foda com meu primo Írio. Fui para o banheiro, fiz minhas necessidades e aproveitei para tomar um novo banho. Arrumei-me todo com uma roupa leve, já que o dia estava quente, e ajustei minha coleira no pescoço, e fui atrás de papai no andar de cima de casa.
Papai estava em seu quarto arrumando suas coisas. Eu entrei, dando bom dia e dando-lhe um beijo de língua.
— Bom dia, meu senhor! E o agarrei pelo pescoço, socando minha língua em sua boca.
— Huuuuuuuuuum! Nossa, filho, muá, acordou, muá, elétrico, muá, hoje, muá, muá, muá.
— Sim, papai! Estou ansioso! Louquinho para transar novamente.
— É, eu bem sei que você tem um fogo que nunca se apaga.
Saí do quarto de papai antes que acabasse fazendo sexo com ele, e fui para casa de mamãe.
Quando entrei, ela estava fazendo o almoço.
— Bom dia, mãe! Já está preparando a comida?
— Já, olha a hora, é 11:00. Daqui a pouco seus tios chegam e preciso estar com a comida pronta.
Preparei meu café da manhã, sentei-me à mesa e comi ansioso. Quando terminei, voltei para casa e fui terminar de me arrumar.
Era por volta das 13:00 quando recebo uma mensagem de mamãe via WhatsApp. "Seus primos e tios chegaram, venha!"
Terminei de colocar a minha roupa no lugar. Estava usando uma bermuda preta solta com uma camiseta regata branca e chinelo. Saí do meu quarto, fechando a porta, e voltei para a casa de mamãe com papai a tiracolo; entramos e fomos cumprimentar nossos familiares.
Ao ver meu primo Írio, fui ao seu encontro. Quando ele notou minha presença, largou todos que estavam à sua volta e veio até mim.
Meu primo Írio é loiro, tem cabelos lisos cortados em estilo social, maior em cima e mais baixo nas laterais, usa uma barba aparada. Ele é pedreiro, assim como seu pai, tem por volta de 1,85 m de altura, magro, com uma bela pica branca de cabeça rosada de 18 centímetros, grossa, bundinha arrebitada, pernas magras e um pezão magro, de dedos cabeçudos e compridos, tamanho 40.
— Pedro, finalmente! Estou louco para transarmos. Vim no carro me segurando para não pôr o pau para fora e bater uma. Ele disse, sorrindo, me dando um abraço e um beijo na bochecha.
— Oi, primo, mas que fogo! Mas não posso dizer nada, estou do mesmo jeito. Tá querendo começar agora ou depois que comermos? Eu disse, imitando seus movimentos.
— Logo após o almoço, quero você de sobremesa.
— Ok, então!
Nos afastamos e fui cumprimentar e conversar com os outros membros da família. Dei risada de algumas besteiras que meus primos e tios fizeram, e logo o almoço foi servido.
Comemos todos reunidos no quintal de casa, conversando sobre nossas rotinas, trabalho e interesses em comum. Teve algumas perguntas sobre parentes distantes, e logo foi servida a sobremesa.
Uma hora depois, meu primo veio até mim.
— Acho que já estou pronto para você! Vamos!
— Claro! Onde você quer transar? Perguntei para ele.
— Venha, vamos para o quarto da sua mãe.
Eu e meu primo começamos a nos afastar discretamente enquanto todos estavam distraídos, subimos as escadas para o segundo andar da casa de mamãe e fomos para o quarto dela.
Entramos sem que fôssemos vistos e trancamos a porta, acendemos a luz e ele atacou minha boca em um beijo de língua farto, passando as mãos pelo meu corpo.
Nós nos amassamos desesperados como se um de nós dois fosse engolir o outro. Minhas mãos afoitas foram para a barra de sua camiseta e eu a ergui, passando pela sua cabeça. Voltei a beijá-lo, já colocando minhas mãos no cinto da sua calça jeans, desafivelei e puxei o cinto da calça, jogando-o no chão do quarto. Em seguida, abri o botão e desci o zíper da braguilha da sua calça, parei de beijá-lo ofegando e agachei, puxando sua calça jeans junto com sua cueca até seus tornozelos. Ele já estava com o pau duro e a cabeça rosada, não circuncidada, começando a sair do prepúcio.
Segurei-o com minha mão direita macia e quente e iniciei uma punheta para ele; ele ofegava, gemendo baixo, olhando-me de cima para baixo nos olhos, com a boca semiaberta, alisando seu peito. Eu segurei na base do seu cacete duro e aproximei meu nariz, cheirando de sua virilha com pelos aparados até a cabeça rosa e macia.
— Haain, Pedro, assim você me mata de ansiedade, coloca logo essa porra na boca! Ele disse, e eu abri meus lábios e lambi a fenda da cabeça da sua pica.
Ele se tremeu todo e passou a sua mão direita para trás da minha cabeça careca e começou a acariciá-la, e aos poucos eu comecei a deslizar minha boca pelo corpo do seu pênis grosso.
Glub... Glub... Glub...
Eu o chupava com lentidão, sentindo a musculatura do seu cacete duro com meus lábios. Já ele se tremia todo, contorcendo os dedos dos pés. Eu alisava suas bolas com a mão direita e, às vezes, tateava com o dedo o meio das suas pernas, procurando a entrada do seu cuzinho.
Ele afastou suas pernas e pude tocar suas nádegas por baixo, abri-as com os dedos e toquei seu cuzinho rosado, fiz carinho com a ponta do dedo, e depois trouxe o dedo até o lado do seu pau babado e peguei um pouco da minha saliva e direcionei para seu cuzinho.
Ao tocar seu cuzinho, ele gemeu mais alto e empinou sutilmente a bunda para trás, permitindo que eu entrasse com o dedo no seu cuzinho. Afundei o dedo na sua próstata e a rodeei, tocando-a para provocar o maior tesão possível nele.
Ele, perdido no tesão, fechava seus olhos e segurava com delicadeza minha cabeça careca, até que tomou o controle de minha mamada e, em vez de eu me movimentar, ele que se movimentava, fodendo forte e gostoso minha garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Seu pau batia fundo, alargando toda vez que chegava à minha garganta; seu saco bruto batia forte no meu queixo, se melando na minha saliva grossa que escorria do canto de minha boca.
Tum tum tum tum tum..., enquanto isso, meu pau estava em seus pés deliciosos no chão, acariciando o dorso.
Sentindo-me ali, ele começou a movimentar seus dedos para cima e para baixo, tentando pegar meu pau com eles. Não conseguindo, levantou o pé direito alguns centímetros do chão e pisou no meu pau duro, esfregando forte sua sola grossa, semi-áspera, no meu cacete duro, causando uma sensação bruta e gostosa ao mesmo tempo no meu pau.
Ele gemia grosso e baixo: — ÔÔÔÔH! — até seu pau pulsar forte e avisá-lo de que estava próximo de gozar, enquanto minha cabeça era balançada para frente e para trás no boquete, e seu pezão friccionava forte meu cacete duro no chão, até que então ele parou de me movimentar e interrompeu a fricção no meu caralho, pegou nas minhas mãos que cutivavam sua próstata com os dedos e as removeu de sua bunda, saiu de dentro da minha boca dando-me um tapinha na bochecha.
— Plaft; boquinha gostosa!
Pegou no meu queixo com a ponta dos dedos polegar e indicador da mão direita, virou-se de costas e abriu suas nádegas pequenas e magras, oferecendo-me seu cuzinho peludo rosado, e eu caí de boca chupando e enfiando minha língua dentro do seu cuzinho de macho, sentindo o gosto e o cheiro divino do seu cuzão enquanto ele contorcia-se na minha boca gemendo.
— Ãããããh!
Segurando com as duas mãos na minha cabeça, bateu meu rosto na sua bunda várias vezes e, em seguida, levantou-me do chão, pegando-me pelas axilas, virando-me e jogando-me de bruços em cima da cama da minha mãe.
Cai de cara no colchão com meu cuzão rosado para cima. Ele subiu na cama atrás de mim, ficando de joelhos, bateu com as duas mãos nas minhas nádegas, fazendo eu gemer.
Plaft!
— Huuuuuuuuuum!
Depois abriu as bandas da minha bunda, expondo meu cuzinho que piscava, e meteu sua língua áspera e molhada nele, fazendo eu gemer alto.
— Hãããããã! Empinei-me mais, tentando fazer com que sua língua entrasse fundo no meu cuzinho.
Meu primo gostou da ideia e separou mais minhas nádegas, permitindo que ele tivesse um acesso mais profundo do meu cu com a língua, e enfiou a cara no meio do meu rabo, fazendo sua língua grossa entrar mais, e seu bigode ralo junto com a barba fizeram cócegas na minha pele macia.
Eu rebolei loucamente na sua boca; enquanto isso, ele pegou meu pau pelo meio das minhas pernas abertas e começou a me masturbar.
Eu só gemia, louco, com vários estímulos; era difícil se controlar, então gozei, sujando a cama de mamãe.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Huuuuuuuuuum! Gemi com o orgasmo. Ele continuou chupando meu cu por um tempo, até que seu maxilar cansou.
Tirou sua boca do meu cu e, catando minha porra com o dedo, levou uma porção à sua boca, chupou, engoliu, depois pegou o resto no lençol e colocou na minha boca.
Chupei seu dedo, deixando-o limpo. Logo ele voltou para trás de mim, segurou nas minhas pernas e esticou rapidamente, depois virou-me de barriga para cima e deitou-se por cima de mim.
Beijou-me com paixão, enfiando sua língua na minha boca; chupei e mordisquei-a. Ele chupou minha língua, pressionando-me no colchão e alisando minha cabeça, depois desceu me alisando até chegar às minhas pernas, abriu-as e se enfiou no meio delas, posicionando seu pau em cima do meu, ajeitou-os com a cabeça para cima e os acariciou até nossas picas ficarem duras ao ponto de doer. Em seguida, liberou o peso em cima do meu corpo e intensificou o beijo, contendo meus braços, deixando minhas mãos lá, uma do lado de cada lado da minha cabeça, e começou a se movimentar.
Nossa, que gostoso! Fazíamos um frottage delicioso, nossos paus duros deslizavam um no outro, causando um mix de sensações não antes sentidas por mim.
Seus pés procuraram os meus e se roçaram, assim como nossos paus, e ficamos ali nos esfregando em um ritmo lento que, aos poucos, acelerou até nossas peles se chocarem com ele, levantando e batendo com o quadril no meu com violência.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Aaaaaaaaaaaah! Gritei abafado na sua boca.
Ele bateu, bateu, bateu, bateu, até que, ofegando, gozou novamente, sujando-nos de porra.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Gozei junto a ele, e ele desabou em cima de mim.
— Arf Arf Arf Arf...
Voltando a me beijar o pescoço, ele foi saindo de cima de mim, deitou do meu lado para recobrar o fôlego.
— Agora, eu quero te foder em pé no banheiro, olhando no espelho da pia. Venha, viado! Ele me disse, levantando rápido do colchão e puxando-me pela mão.
Abrimos a porta e saímos do quarto da minha mãe, com ele puxando-me pela mão pelo curto corredor, e entramos correndo no banheiro social.
Ele trancou a porta atrás de nós e me empurrou para a pia, fazendo-me olhar no espelho. Eu e ele estávamos vermelhos e suados; o cabelo dele, uma confusão sexy que o deixava ainda mais gostoso.
Ele me olhou com um desejo bruto e deslizou a mão nas minhas costas e me fez segurar firme na pia. Depois, voltou para minha cintura e deslizou a mão das costas para a barriga, subiu em direção aos meus peitos e os apertou, enchendo suas mãos.
Eu gemia baixinho e me empinei na sua virilha, roçando-me em seu cacete duro. Ele beijou meus ombros e começou a esfregar seu cacete nas minhas nádegas, me olhando com desejo no espelho.
Logo, aproximou os lábios da minha orelha, mordiscou-a e disse baixinho:
— Agora, putinha, vou acabar de te estourar, e você vai se lembrar desse momento com tanto carinho que vai implorar para foder comigo de novo.
E puxou minha cabeça para o lado, depois tomou meus lábios nos seus e beijou-me com força. Com seu quadril, ele começou a fazer uma espanhola com minhas nádegas, colocou o pau entre uma nádega e outra e ficou fodendo-a com velocidade.
— Huuuuuuuuuum! Eu só sabia gemer; essa estava sendo uma das melhores fodas desde que tinha sido transformado em escravo.
Também não era para menos, o filho da puta do meu primo sabia muito bem como foder um viado, e eu, putinha como sou, sabia como satisfazer um macho quando era solicitado.
Sua espanhola evoluiu para provocações no meu cuzinho. Ele abriu minhas nádegas com as duas mãos, sem parar um minuto de me olhar no fundo dos olhos pelo espelho, e apontou a cabeça da pica no meu cuzinho. Aproximou lentamente a cabeça do seu pau e fez ele encostar na portinha, como se desse um beijinho, e afastou.
Fez esse movimento várias vezes, e na última deslizou a mão direita até minha coleira e levou o quadril para trás, deu uma pausa e logo cravou de uma vez a pica no meu cu, apertando no mesmo segundo o botão de hormônios da minha coleira.
— HÃÃÃÃÃÃ! Gemi alto, sentindo o mix de sensações.
O pau dele foi até o fundo, fazendo meu cu tremer. O hormônio da coleira correu violentamente pelas minhas veias e ele me apertou de encontro com seu corpo.
Eu virei a cabeça para o lado e procurei por sua boca; ele entendeu o que eu queria e me beijou de língua novamente, e, com meu cu piscando, ele começou a se movimentar.
Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...
— Huuuuuuuuuum Huuuuuuuuuum Huuuuuuuuuum Huuuuuuuuuum
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Sua virilha batia forte na minha bunda enquanto seu caralho era mastigado pelo meu cu. Ele gemia alto, entregando-se à maior loucura que ambos já tinham feito, socando forte o pau dentro de mim.
Nossos corpos se balançavam e o orgasmo se prolongava.
VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT...
Nossos corpos suavam a ponto de ficarmos vermelhos e extremamente molhados. Nossos sacos se batiam com a força do nosso sexo, fazendo um barulhinho pesado: tuum, tuum, tuum!!! Nossas pernas se grudaram uma na outra, se entrelaçando, e nossos pés se roçaram. Ele passou a mão pelo meu quadril e segurou meu pau em sua mão direita e bateu uma forte punheta para mim.
E foi nessa posição que o resto de nossas porras voou de nossos corpos que se chocavam um de encontro ao outro.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Hãããããã Hãããããã, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Pffffffffffffffffffffffff
Ele me segurou forte, tremendo com total violência, e desabamos no chão do banheiro, ofegando.
— Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf...
Depois do orgasmo violento, ficamos deitados no chão, um virado para os pés do outro. Nessa posição, não me aguentei e comecei a cheirar seus pezões suados. O chulé misturava-se ao suor, o que deixava tudo ainda melhor.
Cheirei-os, depois beijei e lambi. Ele deu uma risadinha, sentindo um pouco de cócegas, e continuamos ali, desabados no chão, até conseguirmos levantar novamente.
Alguns minutos depois, ainda tremendo, conseguimos levantar. Ele ficou em pé, mas eu só consegui ficar agarrado. Ao me ver agachado, ele voltou para perto de mim, segurou seu pau pela base e disse:
— Abra a boca!
Abri minha boca e ele colocou só a cabecinha e pediu:
— Agora, sugue somente a cabeça; tenho um presente para você.
Comecei a sugar e ele, gemendo, começou a mijar na minha boca.
— Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Glub, glub, glub, glub, glub, glub...
Tomei cada gota daquele mijão amarelado e levantei. Trocamos um selinho e entramos no box. Tomamos um banho juntos, nos beijamos mais e, depois de banho tomado, saímos do banheiro. Fomos para o quarto da minha mãe e recolocamos as nossas roupas, e voltamos para junto da nossa família.
Depois da nossa foda, passamos o dia todo nos paquerando com olhares cúmplices. Papai chegou até mesmo a nos vigiar por um tempo e se aproximou de mim pelas costas , deu - me um beijo no ombro e disse:
— Sejam mais discretos, vocês não param um minuto de se paquerar.
— Foi mal, meu pai, é que o sexo foi bom demais. Até agora foi um dos sexos mais intensos e gostosos que já fiz.
— Ah, é? Ele disse, surpreso, arqueando as sobrancelhas.
— Sim, meu senhor!
— Que bom, filhote, mas agora relaxe, hidrate-se e coma alguma coisa para repor as energias. Em breve você terá mais trabalho a fazer.
— Sim, senhor! Falei e fui atrás de algo para beliscar.
No início da noite, meus tios e primos se despediram de nós. Ajudei mamãe a limpar a sujeira que ficou, e logo papai e eu nos recolhemos em nossa casa.
Despedi-me de mamãe, dando boa noite, e, junto a papai, voltamos para casa.
Quando descemos, tomei mais um banho rápido para tirar o cheiro de sexo que parecia ter impregnado no meu corpo.
Depois fui para meu computador e me perdi em músicas e nas redes sociais, até a hora de dormir.
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