Vitória: O Tio Chegou e Já Quis Me Comer
Dois dias depois da minha volta, a casa grande ganhou vida novamente. Tio Carlos, irmão mais novo do papai, 48 anos, chegou de surpresa para passar o fim de semana. Alto, forte, barba bem aparada e um sorriso safado de quem nunca negava uma boa putaria. Ele era o tio “sem vergonha” da família.
— Robertooo! Cadê meu irmão? — gritou ele ao entrar carregando uma caixa de cervejas.
Papai o abraçou forte na porta. Eu estava na cozinha, ainda de shortinho curto e regata fina que marcava meus seios siliconados. Quando tio Carlos me viu, parou no meio do caminho.
— Porra… e essa gata quem é? — perguntou ele, olhos descendo direto para minhas pernas grossas e minha bunda empinada.
Eu sorri tímida, mas com um brilho safado nos olhos.
— Tio Carlos… sou eu. A Vitória. Antes era o Tiago.
Ele ficou parado, processando. Depois soltou uma risada alta.
— Caralho, moleque! Quer dizer… caralho, menina! Tá linda pra porra! Deixa eu te ver melhor.
Ele se aproximou, deu um abraço apertado em mim, mãos descendo sem cerimônia até apertar minha bunda por cima do short. Senti o pau dele já meio duro roçando na minha coxa.
— Tio… calma — disse eu rindo, mas sem afastar o corpo.
Papai observava a cena com um misto de ciúme e tesão. Ele já tinha provado minha rola dois dias antes e não conseguia parar de pensar nela.
Nós três fomos para a sala. Bebemos, conversamos, rimos. Tio Carlos não parava de olhar para mim, elogiando meu corpo, perguntando sobre a vida em BH. Depois de algumas cervejas, eu decidi provocar.
— Tio, quer ver meu perfil de acompanhante? — perguntei, já abrindo o celular.
Ele pegou o aparelho na hora. Quando viu as fotos — especialmente aquelas mostrando meu pauzão grosso, venoso, de 24cm inteiro — os olhos dele brilharam.
— Puta que pariu… isso aí é seu, Vitória? 24cm? Tá de brincadeira…
O volume na calça dele cresceu rápido, marcando o short de tactel. Eu olhei direto para o pau dele e mordi o lábio.
— Quer ver ao vivo, tio?
Tio Carlos não pensou duas vezes. Olhou para o papai e deu um sorriso safado.
— Roberto, você já viu isso?
Papai, já com o pau meio duro só de lembrar, respondeu rouco:
— Vi… e provei.
Tio Carlos riu alto.
— Então abre o jogo, família. Tô louco pra provar essa travesti gostosa.
Eu me levantei no meio da sala, tirei o shortinho e a regata devagar. Fiquei só de sutiã e meu pauzão de 24cm já semi-duro balançando pesado entre as coxas grossas. Tio Carlos se aproximou, ajoelhou na frente de mim e segurou meu pauzão com as duas mãos.
— Que rola linda, caralho… grossa pra porra.
Ele lambeu da base até a cabeça rosada, deu beijos molhados na glande e depois abriu a boca, engolindo o máximo que conseguia. Chupava barulhento, babando, fazendo meu pau endurecer totalmente. Papai assistia sentado no sofá, mão dentro da calça batendo a própria rola.
Eu segurei a cabeça do tio, gemendo:
— Isso, tio… chupa gostoso o pau da sua sobrinha travesti…
Tio Carlos chupava com fome, mão massageando minhas bolas enquanto subia e descia a boca. Depois se levantou, tirou a roupa e mostrou o pau dele: grosso, veioso, cabeça grande, um pouco menor que o meu, mas bem duro.
Ele me puxou para um beijo molhado. Línguas se enrolaram, saliva escorrendo, gemidos altos. Enquanto nos beijávamos, ele esfregava o pau dele contra o meu pauzão, os dois rolas duras se masturbando juntas.
Papai não aguentou só olhar. Levantou, tirou a roupa e se juntou. Agora eu estava no meio dos dois machos da família. Papai beijava meu pescoço por trás, mãos apertando meus seios siliconados, enquanto tio Carlos continuava o beijo na boca, dedo já procurando meu cuzinho.
Eu gemi alto quando o dedo do tio entrou no meu cu.
— Ai, tio… me abre…
Tio Carlos me virou de costas, me colocou de quatro no sofá. Papai sentou na frente, oferecendo o pau para eu chupar. Eu engoli o pau do papai com vontade, babando, enquanto tio Carlos lambia meu cuzinho, língua entrando fundo, preparando o buraco.
Depois tio Carlos cuspiu na rola dele e encostou a cabeça grossa no meu cu.
— Vou te comer, sobrinha… aguenta aí.
Ele empurrou devagar. Meu cu apertado abriu aos poucos, engolindo o pau do tio centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, ele começou a meter forte, batendo a virilha na minha bunda com som alto.
— Porra… que cu gostoso… aperta pra caralho!
Eu gemia com o pau do papai na boca, meu corpo balançando entre os dois. Papai segurava meus cabelos, fodendo minha boca devagar.
Nós trocamos de posição. Agora eu sentei no colo de tio Carlos, de frente, rebolando enquanto o pau dele entrava e saía do meu cu. Papai ficou de pé ao lado, e eu chupei o pau dele ao mesmo tempo.
— Mais forte, tio… me fode como uma puta — pedia eu entre gemidos.
Tio Carlos metia fundo, mãos apertando minha bunda. Eu subia e descia rápido, meu pauzão de 24cm balançando duro, babando pré-gozo no peito dele.
Papai não aguentou mais. Me puxou, me colocou de quatro no chão e enfiou o pau no meu cu por trás, metendo com força enquanto tio Carlos sentava na frente e enfiava o pau na minha boca.
Os dois irmãos me fodiam ao mesmo tempo: um no cu, outro na boca. Gemidos, tapas na bunda, sons molhados enchiam a sala.
Eu gozei primeiro. Meu pauzão explodiu, jatos grossos de porra batendo no chão e no peito de tio Carlos. Meu cu apertou forte no pau do papai, fazendo ele gozar logo depois, enchendo meu cuzinho com leite quente.
Tio Carlos puxou o pau para fora e gozou na minha cara: jatos grossos cobrindo meus lábios vermelhos, o queixo e meus seios siliconados.
Nós três caíram no sofá, suados, respirando pesado. Tio Carlos deu um tapa na minha bunda e riu:
— Bem-vinda de volta à família, sobrinha. Essa rola de 24cm agora é patrimônio da casa.
Eu sorri, lambendo o gozo que escorria do meu rosto, olhando para o papai e o tio.
— Ainda tem muito mais pra descobrir… o Marcos chega amanhã.
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