A solução estava em casa
Estava custando a acreditar, estava confuso, desconfortável. Meu irmão estava abusando de mim, e na minha cabeça aquilo era errado, não devia acontecer.
A cada encontro, eu e o Duda íamos nos descobrindo. Uma vez, ele estava deitado de costas, e o pau dele escapou na hora da gozada, e melecou toda a sua barriga. Passei a língua para lamber, e descobrimos que era gostoso passar a língua pelo corpo, principalmente nos mamilos.
Num outro dia, estávamos deitados na minha cama, e ele pediu para que fechasse os olhos. Fechei, e ele me deu um selinho.
_Porquê você fez isso? A gente não está namorando. Falei, demonstrando surpresa.
_Eu sei que a gente não está namorando, mas queria saber como era um beijinho...a gente não está aprendendo tudo?
_Tá...mas é que é estranho...
Estranho ou não, a gente se curtiu nisso também.
Bem....foram sete meses intensos, de descobertas, aprendizados e de segredinhos. Mas antes do término do ano letivo, logo no início de novembro, Duda precisou se mudar do bairro. Sentí bastante.
Tardes tristes. Me masturbava olhando as revistas, relembrando dos tempos com o Duda. Até pensei em "dar mole" para algum colega, mas o medo falava mais alto.
Numa dessas tardes, estava num fogo danado, após chegar da escola, bati uma punheta na hora do banho e fui almoçar. Quando fui guardar as coisas na geladeira, vi um saquinho com pepinos japoneses. Não tive dúvidas, peguei um.
Na sala, folheando uma revista pornográfica, enfiei o pepino no cú. Ô delícia...ahhh...me acabei na punheta. Passei a tarde me masturbando, e enfiando o pepino no rabo.
Essa passou a ser minha rotina, como minha mãe adorava salada de tomate e de pepino, não faltava minha fonte de recordação do Duda.
Numa sexta feira, terminei minha lição um pouco tarde, mas isso não impediu de realizar minha rotina. Adorava andar rebolando pela sala, com o pepino enfiado. Depois do desfile, peguei uma revista me deitei no tapete, e passei a me masturbar. Ahhh...estava muito bom.
Ainda não tinha tomado banho, e resolvi gozar no banheiro, assim não precisaria limpar a sala.
Encaixei o pepino entre a tampa e o assento da privada, e praticamente sentei nele. Muito bom. Iniciei um sobe desce, devagarinho, para o pepino não escapar, enquanto isso, batia punheta.
Gemendo, e me acabando na punheta, já estava quase gozando, quando fui surpreendido. A porta do banheiro foi aberta....meu irmão Júlio, me pegou em flagrante. Ele não teve aula na faculdade naquele dia, e voltou direto para casa.
Estático na porta do banheiro, ele me observa.
Meu coração disparou, devo ter ficado branco. Numa ação de desespero, empurrei ele para fora do banheiro, e tranquei a porta.
Não sabia o que fazer, nem como explicar, me deu vontade de sair dali e sumir, mas nem roupas eu tinha levado para o banheiro. Terminei o banho, mas não queria sair, foi desesperador.
_Como é Zinho? Preciso tomar meu banho! Falou meu irmão do lado de fora.
_Já vou sair...
Me enxuguei, fiquei mais alguns minutos, criando coragem, e enfim saí....pelado.
Entrei no quarto, e nem olhei na cara dele. Procurei minhas roupas, coloquei, e fui para a sala, só aí me dei conta da revista, que ele já tinha guardado.
Quando meu irmão saiu do banho, ele veio assistir TV, e eu fui para o quarto. Sem olhar para o rosto dele.
Só quando meu pais chegaram, que eu resolvi ficar no mesmo ambiente que ele. Agora, eu o olhava, e não dizia nada, mas era como se implorasse para que não contasse nada do que viu.
Já tarde da noite, meus pais falaram que iam dormir. Eu aproveitei e fui também. Júlio falou que iria ficar assistindo.
Deitado, não conseguia dormir, estava super preocupado, com medo. Hoje eu tinha escapado, e amanhã....e depois?
Não sei por quanto tempo fiquei ali pensando, mas vi o momento que Júlio veio para o quarto.
As luzes estavam todas apagadas, tinha deixado assim, não queria ver nada. Só que quando ele entrou, acendeu o abajur.
_Apaga...tá me atrapalhando dormir. Falei.
_Não....vai ficar assim. Falou.
Fiquei emburrado, me virei de costas para ele, e me cobri todo, até a cabeça.
Júlio faz barulhos no quarto, e depois, se deita na minha cama, puxa parte do cobertor, e se enfia embaixo dele.
_Sai daqui....não quero papo com você. Falei.
_Estamos quites...eu também não quero papo com você. Falou, já puxando meu calção com tudo.
_O quê você quer? O quê está fazendo? Sai daqui!
_Chiu...cala a boca...só vim cobrar o meu silêncio...
_Como assim?
Ele não falou mais nada, mas sua mão sim, ela desfilou pela minha coxa, até chegar na minha bundinha desnuda. Seu dedo abre caminho pelo meu reguinho, e vai direto no meu cuzinho.
Fiquei estático, incrédulo, meu irmão estava me bolinando.
Júlio se livra do meu calção e da minha cueca, que estavam no meio das minhas pernas, e em seguida, seu dedo volta a explorar a minha portinha de entrada. Só que dessa vez, ele passou algo geladinho, e em seguida, enfiou o dedo, me penetrou.
Estava custando a acreditar, estava confuso, desconfortável. Meu irmão estava abusando de mim, e na minha cabeça aquilo era errado, não devia acontecer.
Eu ainda não tinha entendido, mas aquele entra e sai do dedo, era para lubrificar meu cuzinho. Não demorei a entender.
Meu irmão, que estava até certo ponto distante de mim, se aproxima mais.
Eu nem imaginava que ele já estivesse completamente nú, ali, comigo, embaixo do cobertor. Só me dei conta, quando sua mão esquerda, abre meu reguinho, e a cabeça da sua rola passa a me roçar.
O pepino que usava era mais ou menos da grossura do pinto do Duda. Percebi que a cabeça da rola do meu irmão, era bem mais grossa.
Sentí um calafrio, meu corpinho se arrepiou todo, dos pés à cabeça.
Sua mão continua segurando minha bandinha aberta, e a cabeça da sua rola segue caminho, rumo à minha portinha de entrada.
Bastaram duas pinceladas no meu cuzinho, e meus conceitos de moralidade foram jogados por terra abaixo. Sentí um tesão enorme, meu pinto ficou duro.
Com a cabeça da rola bem encaixada, ele se aproxima mais um pouco, e força a entrada. Não consegue. Faz alguns movimentos de vai e vem, força novamente, e não obteve sucesso.
Júlio se mostra impaciente, e eu fico apreensivo. Mais um pouco de lubrificante, e nova tentativa. A pressão é maior, e sinto minhas preguinhas se rompendo. Ele também deve ter percebido que minhas resistências estavam diminuindo, e não aliviou a pressão. Não demora muito, e sou violado, a cabeça entra.
_Uhhhhhhh. Solto um gemidinho abafado.
Não estava doendo, mas a sensação era muito estranha, meu cú estava muito aberto, eu estava arrombado.
Depois de uma breve pausa, a cabeça da rola volta a abrir caminho. Ele penetra mais alguns centímetros, e volta a parar.
Meu pinto estava babando, e estourando, de tão duro.
Liberto de qualquer tipo de regra, e sem nenhum pudor, jogo meu corpo para trás, até colar meu corpo no dele. Agasalho toda a sua rola. É a vez do meu irmão soltar um gemido.
Agarradinho, com o talo todo enfiado, e acariciando a lateral do meu corpo, ele quebra o silêncio, e trocamos as primeiras palavras, mas foi breve.
_Não precisa ficar com raiva de mim, eu não vou contar nada do seu segredo...eu só quero te ajudar. Disse.
Meu irmão era um cara de pau, do jeito que o pau dele estava duro, ele também precisava de uma ajuda. Aquilo era uma reciprocidade, mas como estava morrendo de tesão, entrei no jogo dele.
_Se quer me ajudar...então mete!
Júlio pegou meu travesseiro, colocou na linha da cintura, e me virou de bruços, sem tirar o pau de dentro. Praticamente montado em cima de mim, ele mete.
Era muito bom, que rola gostosa.
_E aí...tá gostando? Tá gostando? Perguntava.
"Mete...mete", suplicava baixinho.
Pena que tínhamos que nos controlar, minha vontade era de gemer alto.
Sem dar trégua na sua montaria, ele segue socando, e o esfrega esfrega do meu pinto com o lençol, resulta numa gozada gostosa.
Quando sente meu cuzinho piscando, meu irmão soca fundo, e libera seus jatos dentro de mim.
_Uhhhhhh.....caralho.....ahhhhh...
Júlio deita seu corpo sobre o meu, e deixa seu pinto pulsando dentro de mim, até despejar a última gota. Só então ele desmonta.
Ele se ajeita e vai ao banheiro, enquanto eu troco o lençol da cama, e o escondo, para lavá-lo na segunda.
_Toma....trouxe papel para se limpar um pouco.
Limpei o que estava escorrendo pelas pernas, e fiz um tucho, e coloquei no cú, para segurar o restante.
_Caralho....seu cuzinho é muito gostoso...já estou com pau duro de novo....amanhã tem mais. Disse ele.
Não iria deixá-lo dormir de pau duro.
Sentado na cama, falei:
_Vem cá...
Ele se aproximou, e ficou em pé, bem na minha frente. Abaixei seu calção, e sua rola saltou na minha frente. Agora pude ver bem como era grande devia ter uns 20cm. Sem dizer mais nada, abocanhei.
Degustei seu pinto, suas bolonas, engolia até a metade, e apertava com o céu da boca. Ele gemia e tremia as pernas.
_Uhhh...já que o safadinho gosta de mamar... acho que vai querer tomar leitinho....uhhhhh....
Júlio segurou minha cabeça, e empurrou metade da rola na minha boca.
_Ahhhh...toma seu leitinho....ahhhh...vai toma, não deixa escapar nada...ahhhhh.
Tomei tudinho, e deixei o pau limpinho.
_Ahhhh...caralho...que boquinha....na boa Zinho...seus amigos estão passando bem hein?
_Nada a ver. Falei.
_Ah tá bom...você aprendeu a mamar assim com o pepino também?
Fechei a cara, mas não omiti a resposta.
_Aprendi com o Duda...só fiz com ele!
_Ah sei...aquele seu amigo que está sempre por aqui?
_Estava....ele se mudou, já faz alguns dias...
_Ah tá....acho que estou te entendendo....
Bem, conversamos mais um pouquinho, e não fui tomar banho, resolvi dormir com a porra dele guardada comigo...
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