#Corno #Incesto #Traições #Voyeur

Feriadão em Família parte 1 a 4

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Maquik

Meu nome é Marcos, tenho 28 anos e sou casado há dois anos com a Camila, uma morena clara de 25 anos, corpo lindo, seios médios com auréolas pequenas e rosadas, e uma bucetinha bem fechadinha. A gente sempre se deu muito bem na cama, sem medo de falar o que pensa ou deseja. Estávamos quase completando três anos de casados e decidimos viajar para passar o feriadão na praia. Convidamos meu irmão Antônio, de 35 anos, e a esposa dele, Luana, de 32, que estava grávida de sete meses. Eles optaram por só descobrir o sexo do bebê no dia do parto.
Nós sempre nos demos muito bem com eles. São um casal reservado quando tem gente que não conhecem, mas fora isso adoram beber tanto quanto a gente. Chegamos à praia numa quarta-feira. Assim que entramos na casa, as meninas foram escolher os quartos enquanto eu e Antônio colocávamos as bebidas e a comida na geladeira. Durante a arrumação, ele desabafou sobre a gravidez da Luana: ela andava com o humor mudando toda hora, e a viagem era para ajudar a melhorar isso. Ele ainda confessou que já estava há um mês na seca.
Eu ri, e ele continuou: “Cara, a situação tá difícil pra mim. De uns tempos pra cá os peitos dela ficaram bem maiores por causa da gravidez… tô doido pra cair de boca neles.” Ele contou que da última vez que transaram, ela reclamou que os seios estavam sensíveis, mas mal ele tocava e ela já ficava toda acesa. Naquela fase tinha sido ótimo, porque ela queria toda hora. Depois o fogo passou e agora fazia um mês que não rolava nada.
Fiquei pensando na minha situação com a Mila. A gente transava pelo menos duas ou três vezes por semana. Não sabia se aguentaria um mês sem. Foi quando as meninas apareceram na cozinha dizendo que já tinham escolhido os quartos. Eram três na casa: dois embaixo e um em cima. Luana escolheu o de baixo para não precisar subir escada, o que deixou eu e Camila bem à vontade no de cima.
Depois de arrumar tudo, fomos nos trocar para ir à praia. Eu estava no quarto colocando a sunga quando Camila saiu do banheiro de biquíni preto bem pequeno, a parte de baixo bem enfiada. Fiquei vidrado olhando. Ela riu e perguntou no que eu estava pensando. Respondi na lata: “Em te comer agora.” Ela riu, disse pra eu guardar aquele fogo pra mais tarde e descemos.
Antônio e Luana já estavam na sala. Não consegui deixar de notar os peitos dela — estavam enormes. Antes da gravidez já eram médios para grandes, pareciam macios, daqueles que enchem a mão. Camila fez cara de espanto ao ver e Luana riu: “Tão demais, né? E o pior é que estão super sensíveis.” Antônio olhou pra mim discretamente, balançou a cabeça e deu um sorrisinho cúmplice.
Fomos para a praia. Entre uma cerveja e outra (Mila adorava um Campari, Antônio bebia de tudo e Luana estava só na água de coco), o clima foi ficando leve. Quando Camila tirou a saída de praia, fiquei admirando ainda mais. Luana soltou um elogio sincero: “Quero ficar com um corpo assim depois que parir.” Olhei pra Antônio e ele brincou: “Não sejam palavras jogadas ao vento.” Eu ri, Luana quis saber o motivo e eu disfarcei.
Fui pra água com Mila e contei pra ela o desabafo do meu irmão. Ela riu e disse que Luana também tinha comentado com ela que estava com mais vontade esses dias, mas ainda meio sem ânimo. Conversamos sobre o fato de Luana poder beber um pouco dependendo do clima, e Antônio achava que não. Depois voltamos pro guarda-sol e continuamos bebendo e conversando.
Em determinado momento Luana chamou Antônio pra caminhar na praia. Eu e Mila aproveitamos. Entre beijos molhados e mãos bobas, matamos um pouco da vontade. Depois ela me pediu pra tirar fotos. No começo resmunguei porque estava gostoso o clima, mas acabei aceitando. As fotos ficaram bem safadinhas, aquele biquíni ajudou bastante. Nas últimas, ela estava deitada de bunda pra cima quando avisei que eles estavam voltando. Luana fez uma carinha safada pra Mila, que riu. Antônio com certeza deu uma olhada, mas disfarçou bem.
Voltamos a beber. Mais tarde fomos almoçar no quiosque. Nessa altura eu e Antônio já estávamos alegres, Camila rindo bastante e Luana ainda bem inteira. Foi quando Luana entrou em casa e voltou com uma garrafa de vinho. Antônio mudou a cara na hora, mas ela disse: “Relaxa, eu posso beber.” Ele abriu um sorriso enorme. Dali em diante a gente só parou por volta das 19 horas.

Parte 2

Entramos em casa e o clima entre Luana e Antônio já estava bem diferente. Eles estavam na cozinha, ele abraçando ela por trás, alisando a barriga com as mãos espalmadas, enquanto ela sorria de canto de boca com um ar safado e respirava fundo. Camila, ao ver a cena, aproximou-se de mim na escada e sussurrou no meu ouvido: “Parece que hoje a seca deles vai acabar.”
Subi atrás dela, hipnotizado pela visão daquela bunda com o biquíni enfiado. Ela virou no meio da escada, abriu um pouco a parte de cima e me mostrou os seios com as marquinhas de sol começando a aparecer. Olhei para trás e vi que Antônio e Luana já estavam se beijando na cozinha, ele apertando a bunda dela com vontade. Aquela noite o sexo ia rolar com certeza.
Fui para o quarto e Mila já estava no banho. Entrei junto com ela. A água quente ajudou a soltar ainda mais o tesão. Ela se ajoelhou e começou a me chupar com gosto, usando só uma mão — meu pau não é grande o suficiente pra ela precisar das duas. Depois eu a chupei debaixo do chuveiro. Ela estava salgadinha do mar, e quanto mais eu enfiava a língua, mais molhada e salgada ficava.
Saímos do banho e fomos pra cama. Ela vestiu uma das minhas camisas de botão, que quase sempre usa pra dormir, e se deitou. Eu me ajoelhei na frente dela e voltei a chupá-la. Mila gemia baixinho, segurou meu cabelo e me puxou pra cima pra me beijar. Senti a mão dela segurando meu pau e passando na entrada da bucetinha dela.
— Tá gostoso? — perguntou.
— Porra, tá demais… quero meter agora.
— Ainda não — ela respondeu, com a voz manhosa.
Perguntei o motivo. Ela me olhou nos olhos e disse:
— Quero ouvir eles fodendo primeiro.
Aquilo me pegou de surpresa, mas me deu um tesão absurdo. Apesar de a gente ser bem aberto com sexo, ouvir ela falando aquilo mexeu comigo.
— Quer ouvir eles, sua putinha? — perguntei, já excitado.
Ela gemeu que sim. Então disse:
— Vamos descer, amor.
Saí de cima dela, ainda sem acreditar no que estava prestes a acontecer. Peguei um short, mas ela puxou da minha mão e falou:
— Pra que short?
Desci as escadas atrás dela, completamente pelado, tentando não fazer barulho. Ficamos atrás da porta do quarto deles. No começo não ouvíamos nada. De repente, a voz de Luana:
— Devagarinho, BB…
O som vinha do quarto com a porta entreaberta. Mila foi na frente e eu logo atrás. Quando cheguei, os olhos dela estavam arregalados. Olhei por cima do ombro dela e vi a cena: Luana deitada de lado atravessada na cama, Antônio atrás dela empurrando devagar. Os peitos dela estavam ainda mais impressionantes daquele ângulo. A buceta, com um corte estilo moicano, se abria toda vez que o pau grande dele entrava. Luana gemia a cada estocada e pedia para ele ir mais devagar.
Olhei pra Mila e ela já estava se tocando, enfiando dois dedos na bucetinha enquanto observava. Afastei um pouco e vi o movimento sincronizado — era quase perfeito. Meu pau ficou duro pra caralho. Encostei atrás dela, que imediatamente segurou ele e se ajoelhou, começando a mamar enquanto olhava para dentro do quarto.
O tesão estava insano. Luana ficou de quatro e Antônio começou a pincelar o pau na entrada da buceta dela. Mila se levantou, ficou de costas pra mim e já foi posicionando meu pau. Ela estava melada demais. No momento em que Antônio enfiou nela, eu enfiei na Mila. Parecia que ela estava se imaginando no lugar da Luana. Comecei a meter no mesmo ritmo que meu irmão. Mila olhou pra trás mordendo o lábio e sussurrou:
— Isso… me fode.
Fodemos ali, no escuro do corredor, no mesmo ritmo que eles. Quando Antônio passou o dedo no cuzinho da Luana, eu fiz o mesmo com Mila. Ela tremeu inteira. Eu já estava quase gozando quando Antônio gozou dentro dela. Ele tirou o pau e a porra escorreu pelas pernas de Luana, mas ele continuou metendo e tirando devagar, o pau ainda duro.
Segurei firme na cintura da Mila pra gozar, mas ela saiu rápido, subiu a escada e eu fui logo atrás. Chegamos no quarto e ela já estava de quatro na cama, olhando pra trás com cara de safada:
— Vem… me come.
Parecia que ela ainda estava se imaginando no lugar da Luana. Meti com força, ela pedia mais forte e eu dei tudo que ela queria. Gozamos juntos, intenso pra caralho. Caí por cima dela e ficamos ali, ofegantes, colados um no outro até apagar.

Parte 3

Na manhã seguinte acordei primeiro. Mila ainda dormia profundamente ao meu lado. Fiquei olhando para o teto, repassando tudo o que tinha acontecido na noite anterior. Ver Mila tão excitada, se tocando enquanto observava meu irmão fodendo Luana… não sabia se ela tinha ficado daquele jeito só pela cena ou porque se imaginava no lugar da Luana. Será que ela toparia foder com o cunhado? Meu irmão?
Enquanto pensava nisso, meu pau foi ficando duro novamente. Mesmo grávida, Luana era gostosa pra caralho — aqueles peitos enormes subindo e descendo, a buceta carnuda com aquele grelo exposto…
Mila acordou, colocou a mão no meu peito e deu um “bom dia” com a voz manhosa. Seu rosto mostrava que tinha tido uma ótima noite. Ela abriu aquele sorriso safado e encostou os seios em mim. Respondi o bom dia, dei um selinho e perguntamos um ao outro se tinha dormido bem. A resposta foi a mesma: “Muito bem”.
Ficamos um tempo em silêncio, deitados. Eu queria tocar no assunto da noite passada, mas não sabia como falar sem demonstrar o quanto tinha ficado excitado vendo ela daquele jeito. Ela também parecia querer dizer algo. Foi ela quem quebrou o silêncio:
— Amor… sobre ontem…
— O que tem? — perguntei.
— Eu gostei. Pra dizer a verdade, gostei demais — respondeu, com um sorriso muito safado.
Eu admiti que também tinha gostado. Então, sem pensar muito, perguntei:
— Gostou mais de ver eles… ou de se imaginar no lugar dela?
Ela ficou em silêncio por alguns segundos, depois perguntou:
— Posso falar a verdade?
— Pode.
— Os dois.
Meu coração disparou. Chamei ela de safada e ela riu. Em seguida senti sua mão segurando meu pau já duro. Ela me olhou nos olhos e perguntou:
— E você? Gostou de ver a Luana… ou de imaginar ele fazendo comigo?
Respirei fundo. Não precisei responder — meu pau latejando na mão dela já entregava tudo. Ela riu baixinho, passou por cima de mim, roçando a bucetinha quente na cabeça do meu pau, e foi para o banheiro, me deixando com a cabeça a mil.
Depois descemos arrumados. Antônio e Luana já estavam tomando café. Os dois estavam leves, com cara de quem tinha dormido bem. Tomamos café juntos, resenhando, e eles comentaram que a noite tinha sido ótima. Eu e Mila trocávamos olhares discretos e cúmplices o tempo todo.
Fomos para a praia. Sol, bebida, biquíni… o clima foi esquentando e acabamos voltando mais cedo para casa. Estávamos bem alegrinhos. Cada casal foi pro seu quarto. Eu e Mila, como sempre, gostamos bastante das preliminares e de conversar. Foi aí que um assunto antigo voltou à tona.
Ela me perguntou se eu ainda tinha vontade de vê-la com outro. Senti um gelo na barriga. Ela completou:
— Caso você ainda queira, não se preocupe… não seria com quem você está pensando.
Mas ela já tinha entrado na minha cabeça. Eu ri e disse que sim, que ainda queria, mas que não estava pensando em ninguém em particular. Ela sorriu e falou:
— Sei… safado.
Ela disse que toparia. Eu brinquei:
— Aqui na praia? Tá doida? Antônio e Luana estão aqui, não tem como…
— Vamos procurar então. Hoje à noite a gente dá uma voltinha — respondeu com a cara mais safada possível.
Senti um frio forte na barriga. Não sabia se era brincadeira ou se ela estava falando sério, mas topei.
Ela mandou eu descansar um pouco. Fiquei meio frustrado, de pau duro e cheio de tesão, mas também eufórico com a possibilidade de uma fantasia antiga minha finalmente acontecer.
Dormimos um pouco. Acordamos por volta das 20h e saímos de fininho, sem Antônio e Luana verem. Eles estavam no quarto. Fomos até uma pracinha próxima, mas nada nos agradou. Voltamos por volta das 22h, comentando que ia ser difícil, quase impossível.
Chegando em casa, não tinha sinal do meu irmão nem da Luana. Subimos, deitamos e continuamos falando sobre o assunto. Em certo momento Mila disse que ia pegar água. Fiquei na cama, pensando em tocar no assunto do meu irmão quando ela o observava.
Como ela demorou, desci para procurá-la. Foi quando a vi novamente: parada na escada, olhando para o quarto deles. Luana gemia baixinho. Mila se tocava, apertando um dos peitos. Vê-la ali, excitada com o sexo do meu irmão, me deu um tesão imediato. Comecei a me masturbar enquanto observava ela se masturbando, imaginando ou desejando ser fodida por ele.
Acompanhei o ritmo dela, batendo no mesmo compasso que seus dedos entravam na buceta. Não demorou muito: ela se apoiou na parede, se contorceu e gozou em pé. Eu também gozei forte. Quando levantei o olhar, Mila me olhava com aquele sorriso safado novamente.
Ela veio até mim, segurou meu pau devagar e levou minha mão até sua bucetinha, que estava completamente melada e quente. Voltamos pro quarto, deitamos ainda ofegantes. Mila me abraçou, encostou a boca no meu ouvido e sussurrou:
— Amanhã você vai ser corno.
Aquela frase ecoou na minha cabeça por um bom tempo… até eu finalmente dormir.

Parte 4

De manhã acordei e ela já estava no banho. Fui até a porta do banheiro e fiquei observando. Mila estava linda, passando sabonete pelo corpo com calma. Fiquei admirando até que ela ficou na ponta dos pés para pegar algo no armário. Virou de frente pro chuveiro e começou a se depilar. Caralho, que cena… bucetinha lisa, perfeita.
Comecei a pensar no que ela tinha sussurrado antes de dormir: “Amanhã você vai ser corno”. Será que ela estava caprichando tanto por causa disso? Ela passou o barbeador até no cuzinho, que nem precisava. Voltei pra cama e esperei. Quando ela saiu do banheiro, só de toalha, me deu bom dia com um beijo gostoso. Perguntou se eu tinha dormido bem. Respondi que sim, sem tirar os olhos dela. A toalha curta mal cobria, dava pra ver um pedacinho da bucetinha lisinha. Ela percebeu, riu e mandou eu tomar banho.
Depois do banho descemos. Luana já estava na mesa tomando café. Antônio apareceu logo em seguida e perguntou se todo mundo estava pronto pra ir. Fomos pra praia. O dia estava de boa: bebidas, sol e brincadeiras. Em um momento em que cada casal conversava mais reservado, recebi uma mensagem da Mila, que estava sentada do meu lado:
“Quer saber o que você perdeu ontem?”
Olhei pra ela com um sorrisinho de canto de boca e respondi que sim. Ela escreveu:
“Antônio tava comendo a Luana em pé. Cada socada que ele dava, ela ia pra frente, ficando na ponta do pé.”
Meu pau começou a endurecer na hora. Ela continuou:
“Ele abriu a bunda dela e eu consegui ver o pau dele inteiro. Que pauzão, amor… o safado tava comendo o cuzinho dela.”
Apertei meu pau por cima da bermuda, excitado com o fato dela estar descrevendo o pau do meu irmão. Respondi:
“Sério amor? No cuzinho?”
“Sim. Eu não aguentaria aquilo no meu, amor!”
“Kkkkkk será que não?”
Ela me deu um beliscão na perna e riu. Depois mandou outra mensagem:
“Você quer me ver dando ainda?”
Eu respondi que sim, que ia gostar de vê-la sendo comida. Ela riu e escreveu:
“Kkkkk para com isso, não tava falando dele seu cachorro. Tô falando de outro, um aleatório.”
“Ahhhh tá kkkkk. Sim.”
Nesse momento um grupo de três pessoas se aproximou oferecendo panfletos de um luau que ia ter num barzinho ali perto. Antônio virou pra gente e perguntou se estávamos afim. Mila respondeu que sim na hora. Enquanto eles combinavam os detalhes, fiquei pensando na nossa conversa. Por que ela negava tão rápido quando eu falava do meu irmão, se tinha ficado tão excitada vendo eles… e ainda comentou do pau dele? Aquilo não saía da minha cabeça.
Mais tarde voltamos pra casa. Só se falava do luau. Luana estava meio mal-humorada, mas disse que iria. Por volta das 19h já estávamos arrumados. Mila estava linda num vestido estampado com um decote que mostrava as marquinhas de sol. Perguntou se eu tinha gostado. Respondi que sim. Ela riu, me abraçou e falou baixinho:
— Depois de hoje à noite você não vai mais esquecer dele.
Eu ri nervoso e respondi:
— Espero.
Meu coração estava acelerado, frio na barriga.
Chegamos no barzinho e o clima estava ótimo: música, bebidas, gente bonita. Só Luana continuava emburrada. Antônio tentava animar, mas não tinha jeito. As horas foram passando. Mila saiu pra ir ao banheiro. Quando olhei, ela estava conversando com um cara, rindo bastante. Meu coração disparou. Ela voltou, agiu normalmente por um tempo, depois me abraçou de frente e foi me afastando de Antônio e Luana. Falou no meu ouvido:
— Vai querer mesmo?
Fingi não entender:
— O quê?
Ela riu:
— Ser corno?
Fiquei em silêncio. Ela insistiu:
— E aí, amor?
— Sim — respondi, quase sem voz.
Ficamos ali mais um tempo em silêncio até ela falar:
— Acho que Luana e seu irmão estão indo pra praia conversar.
Olhei e vi Antônio me fazendo sinal para olhar o celular. Tinha uma mensagem dele: “Luana tá estressada, vou caminhar com ela na praia”. Respondi “certo”. Mila me deu um sorrisinho e disse:
— Vou dar uma voltinha. Se quiser ver, vai pra casa daqui uns 10 minutos.
Minha mão começou a suar. Ela me deu um selinho e saiu. Fiquei olhando pra onde ela ia e vi quando ela encontrou o cara novamente. Era um homem moreno, um pouco mais alto que eu. Ele segurou na mão dela e a levou pro lado do bar. Minha boca secou completamente. Passei uma menina vendendo cigarros, comprei um (eu que nunca fumo) e acendi.
Quando terminei o cigarro, fui pra casa. O portão estava sem cadeado. Entrei devagar. Dei a volta pela casa e não vi ninguém. Só podiam estar lá dentro. Foi quando ouvi a voz dela, gemendo baixinho:
— Isso… chupa.
Meu pau reagiu na hora. Os gemidos vinham do quarto de baixo, o mesmo onde tínhamos visto Antônio e Luana. Cheguei na porta, que estava entreaberta, e olhei.
Mila já estava deitada com as pernas abertas. Ele chupava ela com vontade, ela gemia. Ele subiu, beijando o corpo dela até a boca, enquanto apertava um dos peitos. Eles se beijavam com tesão. A mão dela desceu e começou a apertar o pau dele por cima do short. Ele chupou os peitos dela, ela gemia dizendo “isso, safado”, com a voz trêmula.
Ele se levantou, abriu o short. Mila sentou na cama e baixou a cueca dele. O pau dele pulou pra fora — maior que o meu. Ela segurou e já colocou na boca, mamando gostoso. Ele tirava o vestido dela. Nossos olhares se cruzaram. Ela me olhou enquanto lambia o pau dele, safada pra caralho.
Ele enfiou um dedo na bucetinha dela. Mila fechou os olhos e respirou fundo. Depois ele sentou na cama e puxou ela pra cima. A bunda dela ficou empinada naquela posição, perfeita pra mim. O pau dele encostava e balançava. Eu estava completamente focado no momento em que ela ia colocar pra dentro…
Foi quando vi, atrás deles, alguém parado na varanda, em pé, olhando pela brecha da cortina que não fechava completamente. Voltei o olhar pra eles quando ela gemeu alto — já estava sentada, cavalgando devagar. Putz, que cena… ela gemia enquanto ele apertava os peitos dela. Olhei de novo pra varanda e vi quem estava lá…

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