Depois do feriadão parte 3 a 6
“Hummm… meu amor tá nervoso!? Você que quis que eu fosse puta, lembra?”
Quando li a mensagem, minha boca secou. Ela tinha razão. Não sabia por que estava estressado, já que era exatamente isso que eu queria. Respondi que só estava preocupado caso Luana aparecesse de repente. Ela mandou:
“Eu sei amor, relaxa um pouquinho. Não vou fazer nada que estrague o momento.”
Bebi um gole e perguntei:
“Você vai me falar se tá de calcinha?”
Ela riu e respondeu:
“Eu falo, mas antes seja sincero: você gostaria que eu estivesse com ou sem?”
Respirei fundo e falei a verdade:
“Sem.”
“rsrsrsrs… humm safadinho. Eu tô de calcinha.”
Não sabia se ficava feliz ou decepcionado. Mandei um 😅. Ela logo mandou:
“Quer que eu tire?”
Fiquei pensando na resposta quando Luana disse que estava com sono e ia deitar. Dei boa noite e voltei para o celular. Tinha outra mensagem dela só com uma interrogação. Respondi:
“Sim.”
Ela mandou 😏🔥.
Antônio falou que ia levar Luana pro quarto. Quando eles estavam entrando, Mila cruzou com eles. Luana se despediu dizendo que ia dormir. Mila veio pra mesa e sentou ao meu lado. Perguntei baixinho “e aí?”. Ela colocou a mão sobre a minha e levou entre as pernas.
Nossa… ela estava sem calcinha, completamente melada. Meus dedos escorregaram fácil. Ela sorriu e tirou minha mão. Ficamos rindo discretamente. Antônio voltou logo em seguida e continuamos conversando. Eu não parava de pensar no que ela pretendia fazer — da última vez ela estava de calcinha. Como seria a reação dele vendo ela sem?
Ela estava de pernas cruzadas desde que ele voltou. Eu me perguntava quando ela ia aprontar. Foi quando me dei conta de que ela já estava aprontando. Fiquei tão focado na parte de baixo que esqueci da de cima. Enquanto conversava, ela puxava discretamente a blusa com uma das mãos. De onde eu estava dava pra ver pouco, mas Antônio, de frente pra ela, devia estar vendo bem mais.
Em certo momento ele levantou pra pegar uísque. Mila olhou pra mim com a cara mais safada, virou de frente pra mim e fez o mesmo movimento. Olhei pra baixo e consegui ver o bico do peito dela, ainda com a marquinha de sol. Ela riu e virou de volta. Ele voltou e continuamos conversando.
A conversa começou a tomar um rumo mais safado. Mila perguntou pro Antônio:
— E aí, você sabe que quando a Luana tiver o neném não vai poder namorar, né?
Ele riu:
— Sei… já tô imaginando.
— Tu aproveita enquanto pode, cunhado — provocou ela.
— Eu tento, mas ela corre. Diz que tá sensível e que eu machuco ela.
Rimos. Mila soltou:
— Machuca é? Isso é conversa, rapaz.
Antônio olhou pra ela com uma cara que parecia querer dar uma resposta à altura, mas só riu.
Logo depois entramos. O tesão já estava dominando. Cada um foi pro seu quarto.
No quarto, eu já fui pegando nela. Mila estava no maior fogo, falando sobre a conversa. Perguntei como ela teve coragem de falar aquilo. Ela riu:
— Queria provocar ele um pouquinho.
— É safada… mas você me deixou doido, sabia?
— Ficou com tesão, corninho? — perguntou.
— Fiquei pra caralho.
Deitei na cama. Ela ficou em pé ao lado, inclinou-se e começou a chupar meu pau. Pedi pra ela sentar. Ela parou, caminhou até a porta e deixou ela entreaberta. Fiquei sem acreditar no que estava fazendo.
Em seguida tirou a calcinha de costas pra porta, empinando aquele rabo, e veio pra cama. Começou a me beijar e foi sentando devagar. Perguntei se ela ia mesmo deixar a porta daquele jeito.
— O que é que tem? — sussurrou no meu ouvido.
— E se a Luana passar e ver?
— Não vai.
— E se for o Antônio?
Ela sorriu:
— Vou ficar com mais vontade.
— Vai é?
— Vou foder mais gostoso ainda, corno.
Meu pau latejava dentro dela. Ela começou a subir e descer devagar, perguntando se estava gostoso. Foi quando olhei pra porta e vi…
Parte 4
…Antônio estava em pé na porta. Dava pra ver bem o rosto dele. Olhava pra Mila como se quisesse devorá-la, apertando o pau por cima do short.
Mila cavalgava lentamente, com o rabo virado pra ele, sem fazer ideia de que estava sendo observada. Ela gemia baixinho. Quando ia levantar, eu segurei ela pela cintura, mantendo naquela posição. Ela perguntou:
— Tá gostoso assim, corno?
Foi aí que encostei meu rosto ao lado do dela e sussurrei:
— Ele tá na porta.
Parecia que minhas palavras deixaram ela ainda mais molhada e apertada. Mila mordeu meu ombro e aumentou o ritmo, gemendo:
— Isso… vai bem fundo, vai…
Virei o rosto pro outro lado e vi por baixo do braço dela: Antônio já tinha o pau pra fora, duro pra caralho, apontando pra cima enquanto ele punhetava.
Ouvi ela gemendo no meu ouvido:
— Abre meu rabo… abre.
Respirei fundo. Ela insistiu:
— Deixa ele ver meu cuzinho… deixa.
Abri as bandas dela e coloquei o dedo por cima. Mila gemeu:
— Aí… meu cuzinho, amor…
Antônio batia mais rápido. Mila sussurrou no meu ouvido, quase sem voz:
— Bota no meu cuzinho, cunhadinho…
Eu já estava a ponto de explodir. Fui enfiando o dedo devagar enquanto ela pedia mais. Ela me beijou com fome, a língua tomando conta da minha boca. Depois do beijo, falou:
— Quero ver.
O tesão estava insano. Respondi que sim. Ela desceu, tirou meu pau da buceta e começou a chupar, ainda com o rabo virado pra porta. Depois deitou de lado, de frente pra porta. Coloquei nela de novo e ela começou a gemer:
— Isso… mete… mete com força, amor!
Meti mais forte. Ela abriu as pernas, como se quisesse mostrar pra ele a bucetinha sendo fodida, apertando os próprios peitos com força. Sussurrei no ouvido dela:
— Tá vendo?
— Sim… mete fundo… mete…
Pedi pra ela gemer mais alto. Ela gemeu:
— Isso, amor… me machuca… mete mais!
Nas entrelinhas, parecia que ela estava falando pra ele. Gozei feito um animal, enchendo ela toda. Mila me puxava contra si, como se quisesse cada gota. Eu estava destruído.
Tirei o pau já amolecendo e fiquei de barriga pra cima. Ela respirava ofegante. Depois de um tempo, sentou na cama, foi até a porta e fechou. Voltou com aquele sorrisinho safado e deitou ao meu lado.
Ficamos em silêncio, recuperando o fôlego. Levantei e fui pro banheiro. Estava debaixo do chuveiro quando ela entrou, me abraçou por trás e perguntou:
— Você gostou?
— Sim. E você?
— Também — respondeu.
— Você gozou?
Ela riu:
— Duas vezes, rsrsrsrs.
Nos beijamos e rimos juntos. Voltamos pra cama, nos abraçamos e apagamos.
Parte 5
Na manhã seguinte acordamos com um clima carregado de tesão. Não precisávamos falar nada sobre a noite anterior — o ar já dizia tudo. Depois de um beijo de bom dia, Mila me descobriu e começou a chupar meu pau ainda meio duro, me olhando com aquela carinha de puta que só ela tem. Mas não demorou e ela parou, rindo, e foi pro banheiro.
Depois do banho, ainda deitada na cama, ela falou:
— Se arruma e desce, que podem te atacar.
Saiu do quarto rindo. Que safada me provocando… Tomei banho e desci.
Mila estava na cozinha com Luana tomando café. Perguntei por Antônio e Luana disse que ele tinha saído pra comprar algumas coisas. Ficamos conversando até Antônio chegar. Achei que ele ficaria sem jeito, mas nada. Falou normalmente com a gente.
Durante o dia não rolou nenhuma provocação clara de Mila pra ele. Ficamos no quiosque conversando, principalmente sobre o nascimento do bebê que estava próximo. Por volta das 11h30, Luana decidiu que ia beber (só voltaria depois da gravidez). Antônio já estava no uísque. Mila falou pra ele parar de ser chato e deixou ele liberar. Mila tomou seu Campari, eu fiquei na cerveja, e Luana abriu seu vinho.
A conversa rolou solta até umas 16h. Antônio completamente bêbado mas engraçado, Mila falando nada com nada, Luana alegrinha. Em certo momento levei Mila pro quarto com segundas intenções, mas na primeira investida ela tirou minha mão da buceta, virou pro outro lado e não rolou. Desci frustrado. Só Antônio estava no quiosque, dormindo na espreguiçadeira.
Subi novamente pensando em tirar o short dela e bater uma. Foi quando Luana abriu a porta do quarto dela e me perguntou por Mila. Disse que ela estava apagada. Perguntou se Antônio estava lá embaixo. Respondi que sim, dormindo.
Foi aí que gelei. Ela segurou meu pulso, puxou pra perto, encostou a barriga grande em mim e me beijou. Minha reação foi abraçá-la e retribuir. Que língua gostosa… Senti a mão dela soltar meu braço e apertar meu pau com força. Já estava duro. Apertei a bunda dela, encostei ela na parede e desci beijando o pescoço. Fui baixando o vestido e caí de boca naqueles peitos duros e enormes. Ela apertava minhas costas.
Desci a mão até a buceta — estava melada. Beijei ela com o dedo dentro, sentindo o calor. Luana gemeu:
— Isso… assim…
Então ela disse:
— Aqui não.
— Onde? — perguntei.
— Vai olhar se Antônio ainda tá dormindo e vem pro quarto.
Desci, confirmei que ele dormia, passei no nosso quarto (Mila ainda apagada) e fui pro quarto dela. Luana estava em pé ao lado da cama.
— Tranca a porta — pediu.
Tranquei e fui pra cima dela, beijando. Puxei o vestido pra baixo, expondo os seios. Chupei com vontade enquanto terminava de tirar o vestido. Quando vi a buceta dela — lisa, carnuda, inchada e melada — não pensei duas vezes: caí de boca.
— Isso… chupa gostoso, safado… — gemia ela.
Coloquei um dedo dentro enquanto chupava. Depois tentei o cuzinho. Era o ponto fraco dela. Luana deitou completamente, abrindo-se mais. Continuei chupando com o dedo entrando no cuzinho.
Ela pediu pra eu meter. Coloquei devagar. Ela gemia pedindo mais. Deixei ele todo dentro, ela apertava com força. Comecei a estocar firme e ela pedia:
— Isso… assim… continua…
Depois pediu pra colocar na boca. Subi na cama, ajoelhei ao lado do rosto dela. Luana segurou e chupou com uma vontade absurda — pau, ovos, tudo. Era incrível. Apertei os peitos dela e vi que saía um pouco de leite. Alisei a barriga grande e a reação foi imediata, ainda mais prazer.
— Me fode… vai — pediu.
Coloquei ela de ladinho, deitei atrás e meti. Deslizou fácil. Meti forte, abrindo a bunda e colocando o dedo no cuzinho. Ela gemia deliciada. Então veio o pedido que eu não esperava:
— Bota no meu cuzinho…
Tirei da buceta, pincelei e fui enfiando devagar. Ela pediu pra ir com calma. Quando a cabeça entrou, o resto foi deslizando. Segurei na cintura e comecei a meter mais forte. Luana gemia alto, apertando os próprios peitos. Abracei a barriga dela por trás e puxei com força — ela adorou.
Não demorou e ela avisou que ia gozar. Eu também estava no limite. Gozei forte dentro do cuzinho dela enquanto Luana se contorcia. Ficamos encaixados um tempo, eu alisando a barriga, ela passando a mão na minha perna.
Quando tirei, sentei na cama e olhei: ela largada, com porra escorrendo do cu. Coloquei o short e perguntei se queria algo. Ela disse que não. Saí, passei no nosso quarto (Mila ainda dormindo), tomei banho pensando no que tinha acontecido e cheguei à conclusão que Luana era tão puta quanto Mila, só que gostava de algo mais pesado. Mal sentia meu pau. Voltei pra cama e acabei pegando no sono.
Parte 6
Acordei na manhã seguinte. Mila não estava mais na cama. Olhei o celular: já eram 08h. Tinha uma mensagem dela: “Bom dia amor, quando acordar vem tomar café”.
Não respondi. Fiquei alguns minutos na cama até ir tomar banho. Quando desci as escadas, já vi Mila na cozinha, de baby-doll. Ao chegar na entrada, notei Antônio e Luana sentados à mesa. Dei bom dia, mas minha voz saiu um pouco embargada.
Antônio brincou:
— Eita…
Fui até Mila, que preparava um sanduíche pra mim, abracei ela por trás e beijei sua bochecha. Ela sorriu. Sentei à mesa. Luana me olhou discretamente e continuou comendo. Antônio provocou:
— Acordou agora então… a noite foi boa?
Balancei a cabeça. Luana deu um sorrisinho de canto de boca. Mila entrou na conversa:
— A cachaça que foi forte demais.
Antônio riu:
— Forte só pra gente. Pra Luana foi de boa.
Luana terminou de engolir e respondeu:
— Você que pensa que foi de boa. Pra mim também foi forte… eu apaguei.
Olhei pra ela enquanto tomava café. Sabia exatamente do que ela estava falando.
Depois do café, subi com Mila. Ela me contou que Luana ia pra casa da mãe. Fiquei surpreso e perguntei o motivo. Mila disse que não sabia direito, só que Luana acordou com vontade de ver a mãe e Antônio ia levar ela.
Pensei: será que ela se arrependeu e não quer ficar aqui comigo com medo de repetir? Eu queria. Se tivesse oportunidade, aproveitaria. Foi quando Mila falou:
— A gente podia aproveitar…
Olhei pra ela sem entender direito:
— Quer dar uma enquanto eles estão fora?
Ela riu:
— Não. Quero aproveitar que vai ficar só nós três aqui.
Entendi na hora. A safada queria dar pra ele. O jeitinho dela entregava. Eu também queria que acontecesse. Tinha comido Luana enquanto eles dormiam, seria justo eles terem a vez. Só não contaria por enquanto pra Mila o que rolou entre mim e Luana.
— Topo — respondi.
Ela me beijou na hora.
Não demorou e Antônio saiu pra levar Luana. Enquanto isso, eu e Mila combinamos o que faríamos. Sugeri ficarmos na piscina bebendo até ele chegar e depois ver o que rolava. Ela aceitou e foi trocar de roupa. Abri uma cerveja pra mim.
Mila voltou de biquíni. Estava gostosa pra caralho. Perguntou se estava bom. Respondi:
— Quando ele chegar, pergunta pra ele.
Ela riu:
— Olha que eu pergunto mesmo.
Uns 20 minutos depois ela comentou:
— Ele tá demorando pra voltar, né?
Ri, vendo que ela estava ansiosa:
— Manda mensagem perguntando onde ele tá.
Ela mandou. Ele respondeu que já estava voltando. Mostrei a mensagem e falei:
— Manda uma foto nossa.
Ela tirou uma selfie normal, mas disse que podia melhorar. Pedi pra deixar mais aparecendo a marquinha de sol. Ela ajeitou o biquíni, deixando quase a auréola aparecendo e perguntou:
— Tá bom assim?
— Bem melhor, safada. Agora tira como se eu não soubesse que você tá tirando a foto.
Ela riu, mexeu no celular e tirou. Disse que só me mostraria depois que ele respondesse.
Não deu outra. Ele respondeu rápido:
“Hummm… já tão tomando uma. Que DELÍCIA.”
Em seguida:
“A boca encheu d’água.”
E outra:
“Quando chegar vou cair de boca.”
Nós rimos. Mila gostou tanto que já passou a mão por cima da bucetinha. Perguntei se não ia responder. Ela mandou:
“DELÍCIA mesmo. Seu irmão já provou.”
Ele: “Sortudo! Manda ele se segurar aí que eu quero tb.”
Mila: “rsrsrs tá, mas acho que ele não dá conta só.”
Ele: “Sério? Eu tenho certeza que consigo dar conta.”
Mila: “rsrsrsrs será? Veremos 😏”
Enquanto via as trocas de mensagens, meu pau endurecia. Ela adorava provocar daquele jeito, dando indiretas. Aquilo já quebrava um pouco o gelo. Com bebida, a coisa ia desenrolar.
Ficamos esperando e conversando. Pedi pra ela, quando ele chegasse, continuar trocando mensagens com ele pra provocar mais. Ela perguntou:
— Você gosta, né?
— Gosto.
— Quer que eu faça umas safadezas “escondido” de você?
— Sim. Quero que ele ache que eu não sei de nada.
— Hummmm… entendi. Você quer saber como é ser corno manso, é?
Ri e respondi:
— Ser o último a saber.
Rimos juntos.
Então ele chegou. Mila entrou na piscina. Antônio apareceu…
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