#Bissexual #Gay #Virgem

O Cara Virou Mulher De Verdade

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Victor

Era uma noite normal de sexta feira. Estava atrás de uma carne mijada pra descarregar, mas só baranga no bar. Até que ela entrou com duas amigas.

Ela era bonita de rosto e de corpo. As amigas nem tanto. Nunca tinha visto ela por ali. Até que resolvi partir pra cima. E quando cheguei perto suficiente, quase tive um treco. Ela me reconheceu imediatamente. E eu não conseguia acreditar no que estava vendo. Ficamos um tempo meio paralisados se olhando. As amigas dela não entenderam nada. Eu não sabia se dava as costas ou se puxava assunto amigavelmente. E ela parecia congelada. Mas de repente a cara de surpresa desagradável dela se transformou em cara de provocação, como quem se sentia superior. Então eu me virei muito sem graça e sem saber o que pensar. Mas ela me segurou no ombro e perguntou pra que tanta pressa. Eu olhei pra ela e ela olhou para as amigas, dizendo que éramos velhos amigos. Eu voltei a me virar pra ela e suas amigas. Olhei ela de cima a baixo e ela perguntou, no meu ouvido, se aproximando com a mão em meu ombro, se eu estava surpreso. Eu engoli seco. Mas aquele busto perfeito, aquela cintura, aqueles quadris, aquele rosto... Era inacreditável que fosse aquele nerd da escola.

Ele se chamava Bruno. E eu era um escroto. Até a sétima série eu era um verdadeiro filho de uma puta. E numa semana de provas eu tinha acabado e fui no banheiro, ele estava mijando e eu pensei em me divertir. Assim que ele terminou e começou a guardar aquela coisinha de nada eu estava passando por ele e então o agarrei por trás e fiquei sarrando ele, dizendo que se fizesse barulho eu ia meter a cara dele na merda do vaso. Ele pediu baixinho pra eu parar, todo se tremendo. Mas eu puxei a bundinha dele pra mim e me deu tanta vontade de comer ele, que eu mandei ele esperar ali ou ia cobrir ele na porrada. Fui até a porta e percebi que o pátio estava tranquilo. Voltei e agarrei ele de novo, que me implorava pra postar com aquilo, tentando se livrar de mim. Mas eu arrastei ele para a cabine e mostrei o vaso sujo. Disse que se ele não se comportasse eu ia fazer ele comer aquela merda. Ele já estava chorando. Eu só tinha medo de chegar alguém. Mas não estava nem aí para os sentimentos dele. Arriei a calça dele e a cueca e comecei a pincelar meu pau no rego dele que já ameaçou chorar, com os olhos já encharcados. Mandei calar a boca e já cuspi na minha mão, indo com ela no cu dele e no meu pau, que já estava pedra. Aí eu fui ajeitando e botando a cabecinha. Disse que ia ser rápido, mas que já que a cabecinha tinha entrado, que agora ele não era mais homenzinho e que não fazia diferença eu botar tudo. Ele soluçava e eu dizia pra engolir o choro ou ia era engolir a minha porra. Eu fui um covarde de uma figa. E empurrei no cu dele até onde consegui. Não muito. Mas o suficiente pra tocar uma punheta e gozar dentro. Depois larguei ele pra lá. Só que alguns dias depois eu disse em um bilhete que coloquei dentro do caderno dele na sala de aula, que se ele não me esperasse no campinho onde estava tendo obra, eu ia contar que tinha comido ele. Quando eu fui no tal campinho, o primo dele estava com ele. Eu tomei uma surra que nunca mais esqueci. Se eu ousasse incomodar ele novamente, que ele ia me mandar para o hospital. No ano seguinte eu desisti parar de estudar. Comecei a trabalhar com obra, o que faço até hoje. Eu só fui ver o Bruno de novo no casamento de um colega comum, já por volta dos 19 anos. Ele ainda era ele. A cara de nojo que fazia pra mim. Mas teve um momento que eu fui pedir desculpas a ele. E ele só disse que não tinha que me pedir desculpas nenhuma. Achei ele com um jeitinho de viado ali. Ele estava indo embora com uns rapazes e duas garotas. Mas ele não me olhou com raiva. E eu fiquei um tempo pensando que talvez tenha virado gay por minha causa. Mas ali no bar, com ele sendo uma mulher feita, eu senti uma mistura de raiva de mim mesmo, pena dele e ao mesmo tempo um tesão desgraçado.

Ainda com a mão em meu ombro ele perguntou se eu estava satisfeito com o resultado. Eu estava muito sem graça. Olhei novamente para ele, quer dizer, ela e disse que sentia muito por tudo. Então eu ouvi um riso sarcástico e o sussurro: eu só tenho a te agradecer, seu covarde. Obrigado.

Eu ia dizer algo, quando ela perguntou se eu tava afim de fazer mais uma covardia comigo. Disse isso rindo. Mas era sério. Então falou que seria 300, mas que faria por cem pra mim. E eu topei.

No hotel, ver aquilo, uma buceta diferente, com a Bruna, como se chama agora, foi bem estranho. Então ela disse pra eu fingir que era só uma mulher que acabei de conhecer e mostrar o que eu sabia. E então veio me chupar. Me fez gozar em sua boca e um pouco no rosto. Depois fez meu pau voltar a endurecer e me deu aquela buceta estranha. Não entrava tudo, mas até que foi gostoso gozar naquilo. E foi maior o tesão, quando ela disse, enquanto eu estava metendo, que se não fosse por mim talvez ela não passasse de um cara chato e infeliz. E estava sendo sincera. Disse que se arrependeu de ter falado para o primo e pedido que ele o defendesse. Por várias vezes fantasiava eu pegando ele ali atrás da draga, com ele deitado na areia. E eu gozei pra caralho

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