#Traições

Trepada inesperada com uma mulher casada. Inesperada mesmo!

1.8k palavras | 1 | 5.00 | 👁️
Ramon

Transar com ELIANE foi um evento totalmente inesperado, não entendemos como chegamos a tanto, mas adoramos.

Viajar a trabalho, dependendo da frequência, cansa muito. Já trabalhei viajando muito, hoje, na empresa em que estou, as viagens são eventuais e são excelentes para as escapadas.

Sempre gosto de alugar quartos pelos aplicativos existentes e dessa vez não foi diferente, seguindo o padrão: um flat, bem localizado, com academia e piscina. Eu já tinha ficado nele antes, também em viagem de serviço, e sempre nessas ocasiões aproveito para tirar o estresse do dia malhando (não sou atlético, mas frequento academia também para mudar os ares e ver gente bonita).

Conheci ELIANE na academia desse flat; ela estava hospedada com o marido e dois filhos pré-adolescentes, tinham ido passar a semana em passeio, moravam em outro Estado também. Ela gostava de malhar à noite e, o marido, pela manhã. Daí que entendi o motivo daquela mulher bonita, em seus 36 anos de idade, corpo bem legal sem exageros, todo firme sem aparentar músculos de malhação, mais para estilo mignon do que cavalona, morena clara cor de canela e muito simpática, aparecer sozinha. À noite, a partir das 21h há pouca gente por lá; já não é muito frequentada por ser apenas dos ocupantes de flat e nesse horário então muito menos (soube que das 18h até perto das 21h é mais concorrido), até porque a academia fecha às 22h, limite às vezes não respeitado se houver pouca gente e não houver música ou barulho.

Foram apenas 3 noites que malhamos juntos, somente isso, mas, como disse, bastou no primeiro dia eu perguntar se ela ia usar determinada máquina para começarmos uma conversa que sempre se alongou por mais uns 15 minutos após a academia, quando subíamos para os nossos quartos. Eu me encantei por ELIANE, notei uma certa reciprocidade porém nem me aventurei em dar uma entrada mais forte; o máximo foi quando ela me disse que estava pensando em fazer uma plástica no abdômen, pois não conseguia ter a barriga chapada por que tanto malhava, e levanta a blusa para me mostrar. A barriga dela... jamais eu a deixaria mexer ali, era para tornar perfeito o que já era bonito (dois filhos, estrias, um pouco flácida, não era “trincada”, mas longe do que eu imaginei como ela tinha descrito. E depois eu olhei para a barriga e para o ventre, a xoxota bem marcada, vista de perto e sem pressa, porque a rigor eu estava olhando apenas para a barriga.

Eu ia malhar só para encontrar ELIANE, ainda que soubesse que nada sairia dali, uma mulher bonita e simpática.

Na terceira noite de malhação, disse a ela que iria viajar no outro dia, à tarde, então aquela seria nossa “malhação de despedida”. ELIANE tomou um susto, pensou que eu só iria na outra semana, enfim, demonstrou uma surpresa e uma certa decepção que me chamou a atenção. “Mas RAMON, fica mais uns dias, com quem eu vou malhar?”, disse ela rindo. Saímos da academia, fechamos literalmente o local, pois não havia mais ninguém senão a gente depois que um jovem saiu às 21:40h, e fomos devolver as chaves na portaria. A conversa de ELIANE nesse caminho era reclamando comigo de que eu não tinha avisado de que aquele dia seria o último, pois isso merecia algo formal. Eu convidei ela e o marido (que eu não conheci) para irmos comer uma pizza fora, mas ela lembrou dos filhos e que estava tarde para eles. “Só se eu pedir uma pizza para todo mundo, então”, sugeri. “Pode ser, mas tive uma ideia melhor”, disse ela voltando para a academia, dizendo que tinha esquecido a bolsa por lá. Eu a acompanhei pensando sobre comprar a pizza ou se seria melhor comprar sanduíches.

Ela abriu a porta da academia – ficava no final do corredor de um andar sem quartos de hóspedes ou moradores, eram salas da administração, depósito, etc, do flat – acendeu a luz e me disse:

- Você não vai acertar onde está minha bolsa
- No supino?, respondi rindo
- Vem cá, para você ver e não dizer que é mentira minha

A “academia” ocupava o espaço talvez de alguns quartos e não tinha banheiro; os banheiros masculino e feminino ficavam do lado de fora, antes de quem vinha pelo corredor e colados com a academia. As chaves deles ficavam num quadro na academia e ELIANE pegou uma delas e abrimos o banheiro feminino. “Entre e veja se descobre onde está”, ela mandou. Entrei e não demorei na busca porque, apesar do bom tamanho do banheiro, só tinha um armário embaixo da pia que estava vazio. Nesse momento, ELIANE entra no banheiro e trava a porta.

- Seria pedir muito para você me dar ao menos um beijo de despedida?, falou ela rindo e com a cara mais linda do mundo
- Só depois que eu achar a sua bolsa, respondi indo fazer o que ela pediu

Foi um abraço apertado e uma série de beijos, amassos e carinhos. “Se eu não fizesse isso ia ficar doente”, ela me disse. “Para mim inesperado e a melhor coisa que me ocorreu”, respondi. Claro que tirei a sua blusa, tirei o body que ela usava como sutiã e os seios médios e compatíveis com o corpo dela surgiram. “Vamos lá para meu quarto”, sugeri. “Não temos tempo, infelizmente”, disse ela, com certa vergonha porque estava suada e “fedendo”. “Jamais, eu quero é chupar sua buceta agora”, falei. “Jamais digo eu, de forma alguma, não me sinto bem”.

E eu já estava nu da cintura para baixo, ela pegando no meu cacete, deixei-a nua e vi que ela era linda – até a barriga dela me dava tesão. Eu a beijei muito, lambi seu pescoço, lambi suas costas (o salgado do suor, excelente), tentei muito chupar a buceta dela mas ela não deixou, apesar de ELIANE ter dado umas chupadas no meu pau. Trepar era inevitável e era o nosso desejo. Ela se debruçou na pia, empinou o rabo (quando dei uns beijos naquela bunda linda e ainda abri para ver o cuzinho) e eu fui por trás enfiar na xoxota dela depilada, suada e já encharcada. Claro que antes eu já tinha colocado a mão na xoxota e sentido o cheiro, para mim estava maravilhoso mesmo com o suor. Sugeri que eu me deitasse no chão e ela montasse em mim, mas essa posição em pé ela achava melhor, até porque de frente eu já tinha quase enfiado a rola na bucetinha dela durante o amasso. Ela bem inclinada me deu o presente de ver o cuzinho e a buceta pedindo rola. Passei a mão, peguei um pouco do líquido da xota e lambi. Um néctar perfeito. Enfiei e fiquei comendo ela e me controlando para não gozar enquanto ela não gozasse, demorasse o tempo que fosse. ELIANE ficou se masturbando e gozou rápido para o que eu esperava; foi ela anunciando o gozo e eu metendo leite nela. Um orgasmo de casal mesmo. Gozei e me apaixonei por ela, ELIANE ficou ainda mais linda do que eu a achava. Ficamos alguns instantes na mesma posição e ela se levanta para me beijar, mas prefere abrir as pernas e mostrar minha porra escorrendo lá de dentro dela. “Vou levar você comigo, ainda que esse leite esteja caindo no chão”, ela falou. Gozei muito e escorreu muita porra, ela também falou que tinha tido um orgasmo fortíssimo.

A racionalidade voltou, eu limpei o pau com papel higiênico e limpei o chão também, lavei a mão e fui para a academia. Se alguém viesse, eu diria que estava esperando ELIANE para fechar tudo. Ela se lavou superficialmente, para não chegar vazando porra pelas pernas, trocamos ainda beijos e carícias na academia. Foi a nossa primeira vez e nossa despedida...

ELIANE me disse que tinha traído o marido quando era noiva uma vez, com um ex dela, e que nunca mais tinha feito isso. nem tinha tido maiores tentações. Casaram-se e o primeiro filho veio logo, ela se considerava bem casada e gostava do marido. Ao me conhecer estava sem trepar com o marido há duas semanas e transar num quarto com dois filhos pequenos que insistem em dormir na cama com os pais quando viajam não é fácil. Ela me disse que o casal tentou na primeira noite, de madrugada, no banheiro, mas um dos filhos acordou e nem deu tempo de o marido enfiar o pau.

- Não foi só isso, RAMON, obviamente, não foi só carência. Eu já tinha me masturbado no banho para me acalmar se fosse só isso, foi que eu fiquei encantada por você, no sentido de que nossas conversas fluíram tão bem, acho que passaríamos a noite conversando, eu me vi adolescente de novo, conhecendo um "paquera", um "pretendente". Quando lhe mostrei minha barriga, de que tenho mais vergonha, eu estava me entregando para você...
- E você era e é tão especial para mim que julguei que não teria chance nem tempo de tentar provocar o que ocorreu. E sua barriga, não mexa nela, você é toda linda, toda natural.
- Ainda bem que moramos em Estados diferentes e distantes, pois não sei o que ocorreria se você e eu morássemos na mesma cidade, RAMON
- Eu sei o que ocorreria
- O quê?
- Isso que ocorreu hoje e, se persistisse essa energia, eu ganharia dois enteados

Mais beijos e fomos dormir. Eu me masturbei pensando nela e ELIANE no outro dia me disse pelo app de conversa a mesma coisa, inclusive mandando o vídeo do momento do gozo.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Tuga tarado: Foder mulher casada é bom demais.

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk