#Incesto

Meu Irmão Roludo - A Noite do Filme Proibido

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AninhaHot

Assistindo filmes juntos e deu no que deu...

Era um sábado à noite quente no Rio. Nossos pais tinham viajado para o interior e só ficamos eu e meu irmão em casa. Ele era um moreno forte de 24 anos, alto, corpo definido, e eu, Aninha, 20 anos, funkeira, morena clara, cabelo preto liso até a cintura, corpo curvilíneo com bunda grande e empinada. Decidimos assistir um filme de terror pra passar o tempo. Escolhemos um aleatório na Netflix e nos jogamos no sofá da sala, eu de shortinho baby doll curto e blusinha fina.

Os gemidos da mulher na tela ficavam cada vez mais altos e molhados, enquanto o cara metia fundo nela com estocadas ritmadas. Senti um calor subir pelo meu corpo e apertei as coxas uma contra a outra, tentando disfarçar. “Já vi pornô bem melhor que isso”, eu soltei de repente, rindo nervosa pra quebrar o clima, mas minha voz saiu mais rouca do que eu queria. Meu irmão deu um sorrisinho de lado, os olhos escuros brilhando enquanto me olhava de canto. “Eu também, mana... esse aí é fraco pra caralho.” Ele se ajeitou no sofá, abrindo um pouco mais as pernas, e eu não consegui deixar de notar o pau dele marcando forte na bermuda fina, quase latejando. Levantei rapidinho pra pegar o controle na TV, de propósito virando de costas pra ele. O shortinho baby doll subiu todo, deixando boa parte das polpinhas da minha bunda grossa e empinada à mostra, só com a tirinha fina da calcinha sumindo no meio. Senti o olhar dele queimando ali.

Voltei pro sofá rebolando de leve sem querer (ou querendo), sentindo o shortinho ainda mais enfiado na bunda. Sentei bem pertinho dele dessa vez, nossas coxas se encostando, e o calor do corpo moreno dele me deixou ainda mais molhada. Na tela o ator metia com força, e eu soltei baixinho: “Nossa, mas esse pau dele até que é grande...”. Meu irmão riu baixo, rouco, virando o rosto pra mim com aquele olhar safado. “Grande? Isso aí não é nada, Aninha... tem muito pau melhor por aí.” Ele se ajeitou de novo e eu vi claramente o volume enorme da rola dele pulsando forte dentro da bermuda, quase forçando o tecido. Meu coração acelerou, a bucetinha latejando enquanto fingia prestar atenção no filme, mas meus olhos teimavam em descer pro colo dele. O ar da sala parecia pesado de tesão.

O filme seguia com a mulher de quatro tomando rola, gemendo feito uma vadia, e eu sentia minha calcinha ficando encharcada. Cruzei as pernas, mas isso só apertou mais o clitóris inchado contra o tecido fino. Meu irmão respirava mais pesado agora, o peito subindo e descendo, e eu via o pau dele latejando visivelmente, a cabeça grossa marcando forte contra a bermuda. “Porra, esse cara até que aguenta bem... mas ainda acho fraco”, ele murmurou, a voz grave e cheia de tesão. Eu ri, nervosa e excitada, virando o rosto pra ele: “Ah é? Então me diz, o que você acha que é melhor?”. Ele sustentou meu olhar por uns segundos longos, a mão descendo devagar pra ajustar o volume monstruoso entre as pernas, sem tirar os olhos da minha bunda que ainda tava meio de lado no sofá. O silêncio entre nós ficou carregado, só os gemidos da TV preenchendo a sala quente.

Eu não aguentei e dei uma olhada mais descarada pro meio das pernas dele. A rola tava tão dura que a cabeça grossa quase escapava pela barra da bermuda, e dava pra ver o contorno perfeito daquela coisa enorme e grossa. Meu irmão percebeu e sorriu malicioso, abrindo um pouco mais as pernas pra me dar uma visão melhor. “Tá olhando o quê, mana? Curiosa com o filme ou com outra coisa?”, provocou ele, a voz baixa e rouca. Senti o rosto queimar, mas não desviei o olhar. “Só... comparando”, respondi, mordendo o lábio inferior enquanto minha bucetinha pulsava forte. Ele deu uma risadinha safada e voltou a olhar pra TV, mas a mão dele ficou descansando bem perto do pau, quase roçando. O ar entre nós tava elétrico, o tesão crescendo a cada gemido que saía da tela.

De repente, numa cena mais pesada, o ator na tela tirou o pau pra fora e exibiu pro público. Era grande, mas nada demais. Meu irmão bufou, claramente se achando, e murmurou: “Já vi melhores... na verdade, eu sei que tenho um pau bem maior que esse aí”. Eu arregalei os olhos, o coração disparado, e soltei uma risadinha incrédula: “Mentira sua, mano... para de falar besteira”. Mas meus olhos traíam, descendo de novo pro volume monstruoso que agora tava ainda mais evidente, a rola latejando como se quisesse rasgar a bermuda. Ele abriu as pernas um pouco mais, quase se exibindo, e o cheiro de macho excitado dele chegou até mim, me deixando tonta de tesão. Fiquei quietinha, apertando as coxas, sentindo a calcinha completamente melada enquanto o filme seguia rolando.

Enquanto o ator metia de novo na tela, meu irmão se mexeu no sofá e, sem cerimônia, ajustou a rola pesada pra cima. Foi aí que aconteceu: a cabeça grossa e roxa do pau dele escapou pela barra da bermuda, enorme, veiada e brilhando de pré-gozo. Fiquei paralisada, olhos arregalados, sentindo um choque misturado com uma onda quente de tesão. “Caralho, mano...”, sussurrei, sem conseguir tirar os olhos daquela rola de 24cm que pulsava no ar, muito maior que a do ator. Ele só sorriu safado, sem esconder nada, e disse baixinho: “Tá vendo? Eu avisei que era maior...”. Meu shortinho tava encharcado, a buceta latejando loucamente, mas fingi voltar a atenção pro filme, o corpo todo tremendo de desejo reprimido enquanto ele deixava o pau ali, exposto e duro pra mim.

Eu não resisti mais. Com a rola do meu irmão latejando ali, grossa, venosa e com aquela cabeça cabeçuda brilhando, estiquei a mão devagar e segurei ela. Meu Deus, era pesada, quente e tão grossa que meus dedos mal fechavam em volta. “Porra, mano... é mesmo enorme”, murmurei rouca, começando a masturbar devagar enquanto ele gemia baixo. Ele puxou minha blusinha fina pra cima, expondo meus peitos, e apertou um deles com força, beliscando o bico. “Vem cá, Aninha... chupa essa rola pra mim”, mandou ele, a voz cheia de tesão. Eu me ajoelhei entre as pernas dele no sofá, olhei pra cima com cara de safada e abri a boca, enfiando aquela cabeçuda grossa entre meus lábios, sentindo o gosto salgado dele enquanto chupava gostoso, babando tudo.

Ele gemeu alto, segurando meu cabelo preto com a mão forte enquanto eu descia mais fundo, engasgando com aquela rola monstruosa enchendo minha boca. Babava sem parar, as lágrimas descendo enquanto tentava engolir o máximo possível. “Isso, mana... chupa bem gostoso o pau do irmão”, ele grunhia, fodendo minha boca com estocadas leves. Depois de uns minutos ele me puxou pra cima, me jogou no sofá de quatro e arrancou meu shortinho baby doll junto com a calcinha encharcada. Abriu minha bunda grossa com as duas mãos e enfiou o rosto ali, lambendo minha buceta molhada e o cuzinho com fome, enfiando a língua fundo enquanto eu rebolava gemendo feito uma puta. “Tá tão molhada pra mim, vadia... pronta pra tomar essa rola toda.”

Eu tava tremendo de tesão quando ele se posicionou atrás de mim, esfregando aquela cabeçuda grossa na minha entrada encharcada. “Vai devagar, mano... você é muito grande”, pedi gemendo, mas empinando mais a bunda pra ele. Ele segurou meus quadris com força e empurrou, abrindo minha bucetinha apertada centímetro por centímetro. Gritei de prazer e dor misturados enquanto ele metia cada vez mais fundo, aquela rola de 24cm me arrombando todinha. “Porra, Aninha... sua buceta tá engolindo meu pau”, ele rosnava, começando a estocar mais forte, as bolas batendo na minha clitóris inchada. Eu rebolava pra trás, louca, sentindo ele me encher completamente como nunca ninguém tinha feito.

Ele metia cada vez mais forte, o som molhado da rola entrando e saindo da minha buceta ecoando pela sala junto com nossos gemidos. Puxou meu cabelo, arqueando minhas costas, e deu um tapa forte na minha bunda empinada. “Rebola nesse pau, mana... mostra pra mim como você é safada”, mandou ele. Eu obedeci, rebolando gostoso enquanto ele socava fundo, batendo no meu útero. O prazer tava insano, minha buceta apertando ele a cada estocada. Ele me virou de lado no sofá, levantou uma das minhas pernas e voltou a meter, agora mais fundo ainda, a mão descendo pra esfregar meu clitóris inchado. Eu gozei pela primeira vez, esguichando nele enquanto gritava seu nome

Ainda tremendo do orgasmo, ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada e me sentou no pau dele, me empalando de uma vez. Segurei no pescoço dele, subindo e descendo com força enquanto ele chupava meus peitos, mordendo os bicos. “Quero gozar nessa bucetinha, Aninha... você aguenta?”, perguntou rouco, segurando minha bunda e ajudando a quicar mais rápido. Eu tava delirando, a rola dele batendo fundo a cada descida, meu suco escorrendo pelas bolas dele. Aumentei o ritmo, rebolando e quicando como uma vadia possuída, sentindo outro orgasmo se aproximando rápido. Ele metia pra cima com tudo, suado, moreno e lindo, me destruindo de prazer..

Eu gozei de novo, gritando e apertando o pau dele com minha buceta, esguichando forte enquanto ele continuava socando sem parar. Ele me virou de novo de quatro no sofá, segurou minha cintura com as duas mãos e meteu como um animal, estocadas brutais e fundas. “Tô quase, mana... vou encher você todinha”, rosnou ele, o pau inchando ainda mais dentro de mim. Eu rebolava pra trás, louca pra sentir ele gozando, a bunda vermelha dos tapas. O tesão tava no máximo, nossos corpos suados batendo um no outro, o cheiro de sexo dominando a sala inteira. Ele tava no limite, gemendo alto.

Com um grunhido gutural, meu irmão meteu bem fundo e gozou, jorrando jatos grossos e quentes de porra dentro da minha buceta, enchendo até transbordar. Senti cada pulsada da rola dele enquanto ele esvaziava as bolas, me marcando por dentro. Caímos os dois no sofá, ofegantes e suados, o pau ainda latejando dentro de mim. Ele me beijou na boca com fome, sussurrando: “Isso foi só o começo do fim de semana, Aninha... ainda tem muito mais rola pra você”. Sorri safada, apertando ele por dentro, sabendo que nossos pais só voltariam na segunda. O filme de “terror” ainda rodava na TV, mas agora o verdadeiro filme era nós dois. 😈

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