A Primeira Vez que Vi Minha Esposa com Meu Irmão PARTE 1 a 3
Eu tinha 34 anos, era um homem de estatura média, cabelos escuros curtos e corpo comum de quem malha de vez em quando. Minha esposa, Cinthia, tinha 32 anos, era uma mulher bonita, com curvas bem marcadas, seios médios firmes, bunda redonda e empinada, pele clara e cabelos castanhos longos que caíam pelas costas. Meu irmão mais velho, Tarcísio, tinha 40 anos, era mais alto e forte que eu, com ombros largos, braços musculosos do trabalho manual e um porte imponente.
Aquela noite começou como tantas outras. Tínhamos bebido bastante — eu, minha esposa Cinthia e meu irmão Tarcísio. O vinho e as cervejas fluíram soltos enquanto conversávamos na sala, rindo de histórias antigas. Cinthia estava mais solta que o normal, rindo alto das piadas do meu irmão, tocando o braço dele de vez em quando. Eu me sentia leve, feliz com a companhia. Quando o cansaço bateu, fomos dormir. Cinthia se deitou ao meu lado na cama de hóspedes da casa do Tarcísio, e eu apaguei quase imediatamente.
Acordei no meio da noite com a boca seca e a bexiga cheia. Estiquei o braço para o lado e não senti nada. A cama estava vazia. Cinthia não estava lá. Olhei o relógio: passava das três da manhã. Pensei que ela tivesse ido ao banheiro, mas depois de alguns minutos sem ela voltar, um desconforto estranho me fez levantar.
Saí do quarto descalço, tentando não fazer barulho. A casa estava escura, só uma luz fraca vinha do corredor que levava ao quarto do Tarcísio. Meu coração acelerou um pouco quando ouvi vozes baixas. Caminhei devagar até a porta entreaberta e o que vi me paralisou.
Cinthia estava de quatro na cama do meu irmão, a camisola fina levantada até a cintura. Tarcísio estava atrás dela, de joelhos, as mãos segurando os quadris dela. Ela virava o rosto para ele, a voz baixa e urgente:
— Tarcísio... não. Por favor, não faz isso... sou sua cunhada...
Ele respondia com a voz rouca, quase suplicante:
— Só um pouquinho, Cinthia. Só vou colocar um pouquinho... prometo.
Eu fiquei congelado na porta, incapaz de me mexer ou falar. Meu irmão segurou o pau duro com uma mão — um pau visivelmente maior e mais grosso que o meu — e aproximou a cabeça grossa da buceta molhada dela. Cinthia soltou um gemido abafado quando ele começou a forçar devagar. Ela agarrou os lençóis, o corpo tremendo.
— Não... ahh... — A negação dela se transformou em um gemido longo e profundo de prazer quando ele empurrou mais fundo, enfiando o pau grande na buceta dela de uma vez.
Tarcísio grunhiu de satisfação e começou a se mover devagar, entrando e saindo com movimentos curtos no início. Cinthia baixou a cabeça, mordendo o travesseiro, mas o gemido seguinte escapou claro e inconfundível — um gemido de puro prazer, daqueles que eu raramente ouvia dela comigo. O corpo dela traía as palavras de minutos antes: ela empurrou levemente para trás, recebendo ele mais fundo.
Fiquei ali, escondido na penumbra do corredor, o coração martelando no peito. Para minha surpresa e vergonha, comecei a sentir tesão ao ver aquela cena. Meu pau endureceu dentro da cueca enquanto assistia meu irmão meter cada vez mais fundo na buceta da minha esposa.
— Ahh... Tarcísio... devagar... — gemeu Cinthia, a voz entrecortada, misturando resistência e prazer.
— Você é tão apertada... caralho, Cinthia... — respondeu ele, ofegante, segurando com mais força os quadris dela. — Tá gostando, né? Olha como sua buceta tá engolindo meu pau...
Cinthia mordeu o lábio inferior com força, tentando segurar outro gemido, mas falhou miseravelmente quando Tarcísio deu uma estocada mais forte.
— Não... ai meu Deus... não fala assim... — sussurrou ela, mas o corpo contradizia as palavras: empurrava a bunda para trás, recebendo ele inteiro, o som molhado dos corpos se chocando enchendo o quarto.
— Só um pouquinho, você disse... — murmurou Cinthia, quase sem ar. — Tá me fodendo...
Tarcísio falava com a voz rouca, acelerando o ritmo, o pau grosso entrando e saindo da buceta dela com força.
— Por sua buceta é gostosa demais, tá gostoso tá? — Ele deu um tapa leve na bunda dela. — Diz que tá gostando, Cinthia.
Cinthia hesitou, gemendo alto com uma estocada profunda, o corpo tremendo inteiro.
— Tarcísio... por favor... — A voz dela falhou, transformando-se num gemido longo e agudo de prazer. — Ahhh... sim... tá tão fundo...
— Mais... por favor... — pediu Cinthia, a voz rouca e quase irreconhecível, empinando ainda mais a bunda para receber as estocadas.
— Assim? — Tarcísio falava entre respirações pesadas, metendo fundo e ritmado. — Quer que eu foda essa buceta com força, cunhadinha safada?
— Quero... ahh... me fode... — respondeu ela, sem hesitar mais, o corpo tremendo a cada investida.
Ele segurou os cabelos dela com mais firmeza, puxando a cabeça para trás enquanto acelerava. O barulho molhado da buceta dela ficava cada vez mais alto, os gemidos de Cinthia enchendo o quarto. Eu via claramente o pau grosso do meu irmão entrando e saindo, brilhando com os fluidos dela.
— Tá gozando pra mim? — provocou Tarcísio, dando outro tapa na bunda dela. — Goza no pau do seu cunhado, Cinthia...
Ela começou a tremer violentamente, as pernas fraquejando. Um gemido longo e alto escapou da garganta dela quando o orgasmo a atingiu — um gozo forte, intenso, que eu raramente via nela. A buceta dela pulsava visivelmente em volta do pau dele.
— Ahhhhh... Tarcísio... tô gozando... — gritou ela, sem se importar mais com o volume.
Tarcísio não parou. Grunhiu alto, metendo fundo algumas vezes mais antes de enterrar o pau até o fim e gozar dentro dela. O corpo dele tensionou, e eu pude ver os espasmos enquanto ele enchia a buceta da minha esposa com porra quente.
— Toma... toda pra você... — murmurou ele, ainda dentro dela, ofegante.
Os dois ficaram ali, respirando pesado, o pau dele ainda enfiado na buceta dela, gozo começando a escorrer pelas coxas de Cinthia. Eu permaneci escondido, o coração disparado, meu próprio pau latejando na mão. Uma confusão enorme de sentimentos me dominava: ciúme, excitação, humilhação e um tesão que eu nunca imaginei sentir.
Quando eles começaram a se mexer, me afastei silenciosamente pelo corredor, voltando para o quarto antes que me vissem. Deitei na cama, o corpo inteiro tremendo, sabendo que aquela noite tinha mudado tudo. Logo em seguida ouvi ela entrando no quarto.
Continua ....
Parte 2
Logo em seguida ouvi ela entrando no quarto, tentando ser silenciosa. A porta fez um clique baixo e Cinthia se deitou ao meu lado com cuidado, como se não quisesse me acordar. Seu corpo ainda estava quente, a respiração um pouco acelerada. Senti o cheiro dela misturado com suor e algo mais — o cheiro de sexo recente.
Fiquei imóvel, fingindo dormir, o coração disparado e o pau completamente duro, latejando de tesão. Cinthia se ajeitou de lado, de costas para mim.
Meu tesão era tanto que me aproximei dela e coloquei a mão na sua perna e alisei ela, senti ela respirar fundo e coloquei o pau pra fora e fui colocando nela e sentindo sua buceta melada dele. Sua buceta estava quente o que me dava mais tesão, foi quando ouvi ela falar:
— Amor, está acordado? Espera...
E logo em seguida empurrei nela e senti meu pau deslizar pra dentro.
— Ahh... — gemeu Cinthia baixinho, empinando levemente o quadril contra mim. — Você tá... tão duro...
Eu continuava a meter, cada vez mais fundo, sentindo a buceta dela quente e melada com o gozo do Tarcísio. Ela gemia baixinho, mas logo começou a se entregar:
— Isso... mete mais... mete mais forte... — pediu ela, a voz entrecortada de prazer.
Aquilo me dava tanto tesão que eu acelerava o ritmo, segurando sua cintura e estocando com vontade. O som molhado dos nossos corpos se chocando preenchia o quarto escuro. Cinthia empinava a bunda para trás, recebendo cada estocada.
— Tá gostoso? — perguntou ela, gemendo. — Amor... tá gostoso pra você?
— Tá delicioso... — respondi rouco, metendo mais fundo.
Ela continuou falando, quase sem fôlego:
— Me fala... tá gostoso foder sua esposa assim? Mete mais... por favor... ahh...
Os gemidos dela foram ficando mais altos e descontrolados. Eu sentia a buceta dela apertando meu pau, ainda sensível da foda que tinha levado do meu irmão minutos antes. Aquela mistura de ciúme, tesão e humilhação me deixava louco. Segurei os cabelos dela de leve e aumentei o ritmo, fodendo com força.
— Isso... assim... mete mais forte... — implorava Cinthia, a voz rouca de prazer. — Tá tão gostoso...
Eu não aguentava mais. Depois de algumas estocadas profundas, gozei forte dentro dela, misturando meu sêmen com o do Tarcísio. Cinthia tremeu junto, soltando um gemido longo e abafado enquanto gozava pela segunda vez naquela noite.
Ficamos os dois ofegantes, suados, meu pau ainda dentro da buceta dela. Nenhum de nós disse nada por um tempo. O silêncio pesado tomou conta do quarto, carregado de tudo que tinha acontecido.
Parte 3
No dia seguinte tudo parecia normal. Pelo menos era o que eles demonstravam, principalmente ela. Cinthia acordou como se nada tivesse acontecido. Preparou o café da manhã, conversou comigo normalmente, deu um beijo leve nos meus lábios e até brincou com Tarcísio sobre a ressaca dele. Meu irmão também agia com naturalidade, embora eu percebesse alguns olhares discretos que ele lançava para ela.
Eu tentava agir normalmente, mas por dentro estava um turbilhão. Cada vez que olhava para Cinthia, lembrava dela gemendo com o pau do meu irmão na buceta e depois gemendo para mim pedindo para meter mais forte. O contraste me deixava excitado e perturbado ao mesmo tempo.
Em um momento de descuido dela, enquanto Cinthia tomava banho e deixou o celular carregando na mesinha da sala, eu não resisti. Peguei o aparelho rapidamente, abri o WhatsApp e busquei as conversas com Tarcísio. Encontrei uma conversa arquivada, iniciada naquela manhã logo após o café da manhã.
A conversa era a seguinte:
Tarcísio:
— Cinthia, você tá bem? Não consigo parar de pensar no que rolou...
Cinthia:
— Tarcísio... a gente não devia ter feito aquilo. Foi um erro. Eu sou casada, sou sua cunhada... Meu Deus, o que eu fiz.
Tarcísio:
— Eu sei... mas não tava mais conseguindo resistir, adorei sentir você.
Cinthia:
— Para de falar isso... Foi um erro. Não pode mais acontecer.
Tarcísio:
— Só mais uma vez, quero poder sentir vc novamente, vc é tão apertada....
Cinthia:
— pq vc fez isso, não consigo parar de pensar. Vc é tão diferente do seu irmão rsrsrs...nunca sentir algo assim, que vergonha rsrsrs.
Tarcísio:
— Não vou desistir assim de você, quero sentir vc mais uma vez pelo menos.
Cinthia:
— Não fala isso, não fica brincando comigo assim, se seu irmão descobrir o que será da gente.
Eu li a conversa inteira com o coração acelerado. Ela se fazia de arrependida, mas era visível que tinha gostado. A forma como falou que ele era “tão diferente” do irmão entregava tudo. Mesmo dizendo que tinha sido um erro, o tom mostrava que a experiência tinha mexido profundamente com ela.
Guardei o celular exatamente como estava e me afastei. Quando Cinthia saiu do banho, sorridente e com o cabelo molhado, me deu um abraço por trás e perguntou:
— Amor, tá tudo bem? Você está quieto hoje.
— Tá tudo bem — respondi, forçando um sorriso.
Por dentro, eu sabia que nada mais seria igual
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Comentários (1)
Cinquentão RJ: Muito excitante, adoro quando o maridinho come babadinho. Nota 5, Parabéns
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