#Gay #Teen

Putaria no acampamento

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Caio26y

Tudo sobre as brincadeiras que aconteciam nos alojamentos do acampamento.

Sou o Caio, tenho 26 anos e passei boa parte da minha adolescência acampando. Eu fiz parte de um grupo de escotismo, com foco em técnicas de sobrevivência e primeiros socorros.

Eu tinha 14 anos quando fui ao meu primeiro acampamento, e não estava nada animado com a ideia de passar minhas férias inteiras preso com desconhecidos, mas fui por compromisso com meus pais.
Eu não sabia que gostava de homens, então a ideia de ficar um mês convivendo com vários era assustadora, principalmente por todas as histórias que meu pai contava de quando ele acampava.

Fomos de ônibus e quando chegamos no local, os integrantes foram separados por grupos de pessoas com idades parecidas, cada grupo ficou em um chalé e meu grupo era formado por garotos de 14 a 16 anos.
Entramos no chalé, cada um escolheu sua cama e colocamos as malas embaixo delas, num apoio que ficava no colchão.

Estava muito calor e um garoto foi abrir a janela para refrescar o dormitório, ele subiu na cama que estava abaixo dela e ergueu os braços. Eu tentava disfarçar, mas era impossível não notar como a bunda dele era redondinha e bonita, ainda mais naquela bermuda de tecido leve. A janela não abria facilmente, então pude aproveitar aquela vista por um bom tempo, até começarem a xingar ele, depois de notarem que teríamos que sobreviver com apenas uma janela, que mal abria.

A maioria dos garotos tiraram suas camisetas, tênis e meias e eu tive que sentir o chulé que exalava a minha volta.
Sempre me importei com minha higiene pessoal, mas nenhum deles parecia se importar com isso. O dormitório estava fedendo, com cheiro de homem por todo lugar, enquanto eu só conseguia achar estranho a forma como eles normalizavam aquilo.

Então, o mais velho do grupo decidiu que íamos brincar de verdade ou desafio, e todos tinham que participar, se não quisessem acordar levando água gelada no rosto.

Todas as perguntas giravam em torno de sexo e buceta, pois muitos eram heteros e ficavam exibindo o quanto transavam e como davam prazer as meninas.

Ninguém tinha coragem de pedir por um desafio, então com o tempo, as perguntas ficavam cada vez mais pessoais, até descobrirmos os centímetros do pau de todos que estavam ali. Não posso negar o tesão que eu senti, quando um garoto começou a dar detalhes sobre o próprio pau. Ele dizia que a cabeça era grande, tinha veias saltadas e que estava pentelhudo. Dava pra ver como a maioria estava apenas prestavam atenção, como se estivessem interessados, enquanto os outros zombavam e faziam piadas.

Depois de muitas perguntas, alguém pediu por desafio. Ele era rebelde, cabelo bagunçado e roupa desarrumada, mas foi desafiado pelo Diego, o mais velho e sem noção do grupo, então não tinha rebeldia que fizesse ele não cumprir o desafio.

Ele teve que ajoelhar no meio da roda, colocar as mãos para trás, abrir bem a boca e engolir a cuspida de alguém que ele mesmo escolhesse. Resolveu escolher o João, que parecia o mais de boa do grupo, mas acabou engolindo uma bela cuspida grossa dele, enquanto todos riam.

Depois desse desafio, todos desistiram de jogar, pois estava ficando pesado demais. Então cada um foi pra sua cama, e eu estava tranquilo por ter passado despercebido da brincadeira, mas meu pau tava muito duro com tudo que vi e ouvi.

Ninguém tomou banho naquela noite, então como vocês podem imaginar, dormi sentindo o fedor deles, além dos peidos que soltaram a noite toda.

O dia amanheceu e eu fui um dos primeiros a acordar, olhei para a cama da frente e o Thiago estava fazendo sinal de silêncio para mim, enquanto tentava me dizer uma forma de zoar o rapaz que dormia ao lado dele. Ele se levantou, tirou a bermuda e simplesmente começou a esfregar a bunda na cara do garoto, que acordou irritado e xingando ele, fazendo todos acordarem e rirem juntos, inclusive o garoto. Eu só conseguia pensar que se fosse comigo, ficaria quieto e fingiria que estava dormindo, só pra sentir aquela bunda na minha cara.

Com as poucas horas que passei ali, estava me acostumando cada vez mais com a ideia de ficar no acampamento. Era tudo engraçado e até as coisas mais pesadas eles levavam na brincadeira, parecia não ter tempo ruim e ninguém levava nada pro coração.

No segundo dia, cumprimos os compromissos da manhã e da tarde e voltamos ao dormitório para mais uma noite. Nós tínhamos feito atividades cansativas e corremos muito, então dessa vez, estávamos ainda mais fedidos e suados, mas ninguém tocava no assunto de tomar banho.

O cheirão de cecê e chulé que estava no dormitório era muito excitante, parecia um estimulante natural, e o mais engraçado é que antes de estar ali eu não suportava mal cheiro, mas fui aprendendo a gostar, principalmente porque era normal para todos ali. Ninguém me julgava por estar fedendo ou pingando suor também… eles só queriam zoar e se divertir o tempo todo. Um dos garotos coçou o saco e disse como tava fedendo, enquanto fazia careta, e todos riam, isso era excitante e engraçado ao mesmo tempo.

De repente, entramos no assunto sobre punheta. Estávamos a um bom tempo sem gozar, então falamos algumas putarias… tive que inventar sobre meninas, porque eu ainda não tinha transado, mas ouvia eles falando e a vontade só aumentava. Ninguém conseguia disfarçar o volume nas bermudas, porque praticamente o dormitório todo tava de pau duro. Então, o Felipe, um dos mais bonitos do grupo tirou o pau pra fora e começou a punhetar. Os garotos riam, mas nenhum deles tirava o olhar.

Já tava todo mundo excitado e decidimos bater uma punheta coletiva, uns exibindo, outros embaixo da coberta, mas a intenção era apenas uma: gozar.

Comecei a alisar meus pentelhos e meu saco, enquanto meu pau pulsava de tão duro. Fui batendo uma devagar, olhando os garotos em volta, e eles também olhavam pra mim, pro meu pau e pras minhas mãos alisando meu corpo.

Gozei quando o garoto da cama ao lado gozou também. Foi gostoso demais viver isso e eu estava realizado de estar ali, ao mesmo tempo pensando se meu pai também viveu isso, porque na época ele acampava no grupo dos mais velhos, e a curiosidade de saber o que rolava lá só aumentou.

Alguns tomaram banho, outros dormiram gozados, mas o dormitório fedia a cheiro de pau suado e gozado.

Depois disso dormimos e nos outros dias teve mais coisas, mas acho que o texto já está longo demais, continuo no próximo.

Obrigado pela leitura.

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