Porteiro do condomínio
Como porteiro tenho acesso a todas as cameras de segurança do condomínio...
Sou o Antônio, porteiro de um condomínio residencial há algum tempo. Trabalho duro todos os dias para garantir a segurança dos residentes e suas famílias durante minha vigília noturna. Assumo que tenho alguns benefícios extras exclusivo.
Um deles é que eu monitoro todas as câmeras desse prédio e já vi muitas coisa por aqui. Por exemplo:
Recentemente na madrugada do sábado passado eu vi através das câmeras a Carolina – uma moça branca gordinha e bem-sucedida que mora sozinha num belo apartamento de luxuosinho lá nos andares superiores. Ela sempre me cumprimenta com um sorriso, mas não é do tipo falastrona...
Ela estava parada na frente dos elevadores parecendo nervosa e olhando pra todos os lados antes mesmo de apertar o botão que chamava a cabine. Quando as portas do elevador se abriram João – um vizinho casado do terceiro andar estava dentro e acessando a câmera do elevador vi que ele e Carolina começaram a se pegar...
— Você não devia ter me convidado pra subir, João – ela sussurrou enquanto ele a pegava pela cintura e encostando as bocas num beijo ardente ali mesmo no corredor do elevador. — E o expediente lá em casa?
João apenas sorriu sem responder nada além de um simples "shhhh" com os lábios, já apertado contra seu pescoço macio.
O que aconteceu depois disso foi algo digna dos melhores filmes pornos. Ele começou por beijar o rosto e colo dela enquanto suas mãos exploravam cada centímetro do corpo da Carolina, apalpando os seios fartos dentro daquele vestido justo até deixá-la ofegante de tesão.
— Meu Deus João! Aqui? – ela geme baixinho ao sentir as carícias ardentes contra seu pescoço e orelhas. — E o elevador?
Mas ele não escutava nada, apenas continuou os beijos molhados descendo pelo decote do vestido até chegar no colo dela onde uma mão já estava enfiada por baixo da saia levantando-a lentamente.
— Por que você está tão nervosa hoje? – sussurrou enquanto começar a apalpar sua calcinha encharcada pela excitação. — Eu sei o quanto gosta de ser safada comigo...
Carolina não disse nada, apenas deixou escapar um gemido abafado quando sentiu os dedos dele entrarem dentro dela por baixo da roupa íntima fina que estava completamente molhada.
— João... Ahhhh! – ela tentou conter a voz enquanto se contorcia toda com as investidas do vizinho. — Alguém pode nos ver...
Ele apenas sorriu safado e continuou metendo os dedos fundo dentro dela sem parar, fazendo-a balançar o quadril contra sua mão.
— Mas assim é mais excitante ainda não? – João sussurrou perto de seu ouvido enquanto a masturbava ali mesmo no elevador. — Estar sendo uma putinha bem safada aqui onde qualquer um pode ver...
Carolina apenas gemeu baixinho tentando conter o tesão que sentia ao ser tocando assim por ele, com medo do barulho atrair algum outro moradora até eles.
Entretanto enquanto João continuava metendo os dedos dentro da Carolina cada vez mais forte e rápido ela não conseguiram aguentar a excitação. Sua boceta já estava completamente encharcada pelo tesão que sentia ali mesmo no elevador.
— Ahhhh... João! Estou gozanddoooo – Carolina gemeu baixinho enquanto seu corpo tremendo com a intensidade do orgasmo. — Me fode logo!
— Mas que boca mais safada você tem, Carol – ele disse sorrindo ao ouvir ela implorando pra ser fodida bem ali dentro do Elevator. — Eu vou te dar o que você quer...
E assim dizendo já começou abrir sua calça para revelar uma ereção enorme saltitando entre as pernas dele que estava louco de tesão com a safadeza da vizinha.
— Ahhhh... Que rola grossa e grande você tem João – ela gemeu ao ver o pau duro balançando perto do rosto. — Mal posso esperar pra sentir isso me fodendo toda...
Com um sorriso, ele segurou as pernas de Carolina levantou-as até ficar com seu quadril alinhado contra a entrada da boceta encharcada dela.
— Então aguenta firme agora que vai ser bem gostoso – João disse antes penetrá-la fundo só em uma única estocada. — Ahhhh... Como você é apertadinha...
Carolina não conseguiu conter um grito de prazer ao sentir aquele pau grosso preenchendo-a toda, as pernas balançando com o movimento da foda enquanto ele metia cada vez mais forte dentro dela.
— Isso mesmo João! Me enche bem gostoso assim – ela gemeu alto sem se importar muito em quem pudesse estar ouvindo tudo aquilo. — Ahhhh... Fode essa sua vizinha safada!
Ouvir a voz excitadíssima de Carolina o incentivou ainda mais e ele começou acelerando as estocadas, metendo com força cada vez maior dentro da boceta dela que estava completamente encharcada.
— Uuuuuhhnnnggg... Você é muito gostosa Carol – João geme baixinho ao sentir seu pau sendo apertado pela vagina molhada. — Eu amo foder essa sua xoxota deliciosa...
Carolina apenas balançava o quadril contra ele, empinando a bunda toda para que pudesse ser fodida ainda mais fundo pelo vizinhos enquanto seus seios saltitavam com cada estocada forte.
— Ahhhh... Meu Deus João! – ela geme alto sem conseguir controlar sua voz. — Estou quase gozando novamente...
Ele apenas sorriu safado e continuou metendo a rola dentro da boceta dela, sentindo suas paredes internas começarem se contrair ao redor do seu pau duro.
— Goza pra mim Carol... Quero ver você sendo uma putinha bem gostosa – João sussurrou perto de sua orelha enquanto acelerava o ritmo das estocadas. — Fode essa rola com força...
E então ela não aguentou mais, um orgasmo forte fez seu corpo inteiro tremer e balançar nas mãos dele que continuaram metendo até sentir uma enxurrada quente de gozo jorrando para fora da boceta dela.
— Ahhhh... Eu adoro te ver assim Carol – ele gemeu ao senti-la tendo um orgasmo bem forte. — Goza gostoso pra mim...
Mas naquele momento João também não conseguiu mais segurar e começou a esporrar dentro de Carolina, enchendo-a toda com seu gozo quente enquanto continuava metido fundo.
— Ahhhh... Isso mesmo Carol! Toma essa porra todinha – ele gemeu alto sem se importar em quem pudesse estar ouvindo. — Adoro te encher assim...
Os dois ficaram ali parados dentro do elevador, ainda ofegantes e com os corpos colado um no outro aproveitando o momento de prazer até que as portas finalmente abriram-se revelando a escuridão completa lá fora.
— Acho melhor eu ir agora João – Carolina sussurrou ao se dar conta da hora. — Obrigada pela transa gostosa...
Ele apenas sorriu e a beijou antes de ver ela saindo do elevador toda envergonhada pelo que haviam acabado fazer ali mesmo no corredor.
Eu observei a cena inteira pelas câmeras afinal como eu disse antes esse trabalho como porteiro tem suas vantagens...
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