#Gay #Teen #Traições

Um ombro amigo

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Winterboy

3ª parte contando sobre o fim de semana em meu namorado viajou e recebi a visita surpresa do meu cunhado novinho

Oioi meu putos, venho com a terceira parte do fim de semana que meu namorado estava viajando e me deixou sozinho no apartamento com o irmão novinho dele. Aproveitem!

Disclaimer: o conto tem como tema TRAIÇÃO, então se não te agrada ou isso te ofende em alguma medida, peço evite estresse desnecessário e não leia. Obrigado!

Depois da gozada dupla que levei no rabo do meu cunhadinho e depois do meu amante gostoso, resolvi ter uma noite mais tranquila, só não esperava o que estava por vir.

Depois de um banho demorado, sai e encontrei Lorenzo sentado no sofá assistindo TV. Me juntei a ele e decidimos assistir à Trilogia do Senhor dos Anéis. Meu rabo ainda estava assado de tanta pica que levei, então me deitei de lado.

Lorenzo usava uma roupa leve para dormir, uma regata e um short sem cueca.

Lá pelas 23h, notei que Lorenzo estava meio inquieto, olhava no celular de tempos em tempos e em certo ponto, vi que ele estava com um volume na bermuda. Sem a cueca estava bem evidente.

– Tá tudo bem, Lo? – Perguntei curioso, olhando pro volume que ele, sem sucesso, tentava esconder.

– Po – disse ele – To pensando no que fizemos, saca? Me sinto culpado de chifrar meu irmão, mas ao mesmo tempo, ver vc assim me enche de tesão.

Eu não acreditava que aquele novinho safado já estava pronto pra outra. Só não sabia se eu estava, mas ver ele ali apertando o volume, estava me enchendo de tesão também.

– Olha, se te ajuda – disse, esticando a mão até o volume – Te ver segurando ele assim me deixa doidinho.

Nesse momento, nenhum dos dois resistiu.

O beijo veio antes que eu pudesse pensar em qualquer coisa que não fosse a boca quente dele se abrindo contra a minha, a língua invadindo sem cerimônia, a essa altura eu já conhecia cada canto. Lorenzo beijava como fazia tudo: com uma mistura de teimosia e preguiça, como se tivesse todo o tempo do mundo, mas também como se quisesse devorar tudo de uma vez. Meus dedos cravaram nos ombros dele, sentindo os músculos duros debaixo da pele macia, e quando ele gemeu baixo.

— Porra — ele sussurrou contra os meus lábios, a voz rouca. — Você faz isso de propósito?

Não respondi. Em vez disso, desci a mão pelo peito dele, sentindo os mamilos duros através da regata, até chegar à cintura do short. O elástico cedeu fácil quando puxei, e quando minha mão encontrou o que procurava, um arrepio percorreu o corpo dele, fazendo os pelos dos braços se arrepiarem.

— Caralho — ele ofegou, jogando a cabeça para trás quando fechei os dedos em torno do pau dele, já duro, quente, pulsando e grosso. A pele macia esticava sobre as veias saltadas. — Você é um viciado, hein?

— Cala a boca — murmurei, apertando a base enquanto passava o polegar pela cabeça úmida, espalhando o líquido pré-gozo em círculos lentos. Lorenzo gemeu, o som abafado, e empurrou o quadril para frente, como se quisesse mais. Como se não aguentasse esperar.

Eu não aguentava também.

Desci do sofá, ajoelhando-me no tapete entre as pernas dele. O cheiro do sabonete — algo cítrico, fresco — subiu quando abri a calça dele por completo, puxando a cueca junto. O pau saltou para fora, duro como pedra, a cabeça rosa e brilhante, um fio de líquido escorrendo pela fenda. Minha boca encheu d’água.

— Iago… — ele começou, mas a palavra morreu na garganta quando passei a língua pela parte de baixo, do saco até a ponta, saboreando o gosto salgado, quase metálico. — Putamerda—

Não deixei ele terminar. Abri a boca e o engoli até onde consegui, sentindo a garganta se fechar em torno da cabeça larga, os lábios esticados pelo tamanho. Lorenzo xingou, as mãos voando para o meu cabelo, os dedos se fechando em punhos.

— Assim, porra… assim — ele sussurrou, empurrando o quadril para cima, forçando mais alguns centímetros para dentro. Eu engasguei, mas não parei, movendo a cabeça para frente e para trás em um ritmo que fazia a saliva escorrer pelo canto da minha boca, molhando a base do pau dele.

Cada gemido que saía da garganta dele era como um tiro no meu próprio pau, que latejava dentro da bermuda, dolorido, implorando por atenção. Mas não era sobre mim. Não agora. Era sobre a maneira como os músculos da coxa de Lorenzo tremiam cada vez que eu chupava mais fundo, sobre como os dedos dele puxavam meu cabelo até doer, sobre o jeito que ele murmurava meu nome como se fosse uma oração.

— Vou gozar, Iago… vou gozar na sua boca — ele avisou, a voz quebrada, e eu não me afastei. Em vez disso, apertei os lábios, chupando com mais força, a mão massageando o que não cabia na minha boca. O primeiro jorro foi quente, amargo, espesso, batendo direto na minha garganta. Engoli sem pensar, os olhos ardendo, mas sem parar, até que ele parou de tremer, até que as mãos dele caíram dos meus cabelos, fracas.

Quando finalmente me afastei, passando o dorso da mão pela boca, Lorenzo estava olhando para mim com uma expressão satisfeita. Não havia culpa. Não havia vergonha. Era algo mais perigoso, mais íntimo.

— Porra — ele murmurou, ainda ofegante, enquanto eu me levantava, as pernas trêmulas. — A gente deveria—

Mas ele não terminou a frase.

Porque foi nesse momento que a chave girou na fechadura com um rangido metálico, e Iago se afastou de Lorenzo num sobressalto, passando as costas da mão pelos lábios úmidos. A porta se abriu antes que pudesse se recompor completamente.

Filipe entrou carregando uma mochila jogada no ombro, os cabelos longos e castanhos ondulados desciam pelas costas até a cintura. O bronzeado de praia parecia mais escuro sob a luz fraca do corredor, seu semblante estava triste, olhos vermelhos inchados e uma tensão na mandíbula que Iago nunca tinha visto. Ele vestia apenas uma regata branca manchada e uma bermuda de moletom e sandálias.

— Filipe? — disse levantando do sofá, a voz ainda rouca. — Não era pra você voltar amanhã?

Filipe nem olhou direito. Jogou a mochila no chão ao lado da entrada com um baque surdo e foi direto para o corredor.

— Brigamos — murmurou, os ombros curvados. — Vou dormir.

A porta do quarto bateu. O silêncio que seguiu era denso, pesado.

Lorenzo se ajeitou no sofá, enfiando as mãos nos bolsos do moletom. Nossos olhares se encontraram por um segundo — aquele olhar que ainda carregava o calor do que estavam fazendo minutos antes.

— Tudo bem — Lorenzo disse, a voz baixa. — Vai falar com ele?

— Depois — respondi, sentando na beira do sofá, os pensamentos ainda espalhados entre o gosto de Lorenzo na boca e a expressão arrasada de Filipe. — Deixa ele respirar.

Assistimos o restante de As Duas Torres sem prestar atenção, já que ambos havíamos visto várias vezes, os corpos afastados agora, a eletricidade substituída por uma tensão diferente. Quando Iago me levantei para ir para o quarto, Lorenzo pegou o cobertor que estava dobrado no encosto.

— Boa noite — Lorenzo disse.

— Boa noite.

Fechei a porta do quarto e caí na cama. O corpo doía, meu cuzinho pulsava com uma sensibilidade que não ia embora, uma lembrança física do que tinha feito três vezes naquele mesmo dia. Duas vezes com Lorenzo e uma com Alex. Me senti vazio e preenchido ao mesmo tempo, o músculo relaxado demais, ainda aberto. Virei de lado e fechei os olhos.

A madrugada chegou fria. Acordei com o som abafado de voz vindo do quarto ao lado. Filipe falava alto, a palavra cortada por pausas longas demais. Olhou o celular: 2h47.

Levantei e caminhei pelo corredor escuro. A porta de Filipe estava entreaberta, uma fresta de luz amarela cortando o chão. A voz dele chegava em fragmentos.

— ...não é isso, Duda... não, escuta... você tá distorcendo tudo...

Encostei o ombro na parede e esperei. O silêncio do outro lado da linha durou tempo demais. Depois, a voz de Filipe rachou.

— Então tá. Tá bom. É isso então.

O som do celular sendo jogado na cama. Um suspiro longo, estremecido.

Empurrei a porta e vi Filipe sentado na beira da cama, os cotovelos nos joelhos, o rosto escondido nas mãos. Os cabelos longos caíam para frente, escondendo tudo..

— Fi? – fiz uma pausa – Tá tudo bem?.

Ele levantou a cabeça. Os olhos estavam vermelhos, as íris escurecidas.

— Terminamos — disse, a voz rouca como lixa. — Ela disse que eu não tô presente, que eu sou folgado, que ela merece alguém que... — parou, rindo sem humor. — Que se importa de verdade.

Entrei no quarto e fechei a porta. Sentei ao lado dele na cama, o colchão cedendo sob o peso. O calor do corpo de Filipe chegava mesmo sem toque — sua pele sempre era quente e agora exalava uma aura de raiva reprimida.

— Você se importa — disse.

— Me importo demais, porra. — Filipe passou as mãos pelo rosto, tentando não falar alto demais. — Mas ela não entende. Ela quer que eu mude, que eu corte o cabelo, que eu arrume um emprego de escritório, que eu pare de... sei lá, de ser eu.

O silêncio se estendeu. Olhei para as mãos de Filipe — os dedos longos, as unhas curtas, os pulsos ossudos. Lembrei da última vez que tínhamos ficado juntos, meses atrás, antes de Duda. Filipe jogado no sofá, as pernas abertas, o pau duro e curvado para cima, seu pau de 18cm grosso o convidando a explorar o proibido. O jeito que ele gemia diferente de qualquer outro, um gemido surdo, de quem não quer admitir que está gostando.

— Tô ferrado — Filipe disse, caindo para trás na cama, os braços abertos. A regata subiu, mostrando a linha do abdômen, os pelos ralos desaparecendo na cintura da bermuda.

Deitei ao lado dele, o ombro roçando o de Filipe. O calor aumentou.

— Você não tá ferrado — eu disse, virando a cabeça para olhar o perfil dele. — Você tá livre.

Filipe virou também. Os rostos estavam perto demais, a respiração de Filipe cheirando ao beck que ele fumou provavelmente minutos antes.

— Livre pra quê? — perguntou, a voz baixa.

Não respondi com palavras. Encostei a mão no peito de Filipe, sentindo o coração batendo rápido sob os dedos. Filipe não se afastou. A mandíbula dele endureceu.

— Iago...

— Não fala nada — sussurrei, subindo a mão até o pescoço, os polegares traçando a linha da clavícula. — Você não precisa se preocupar com nada agora.

Filipe engoliu em seco. A garganta se moveu sob meus dedos. Quando me aproximei e colei os lábios nos dele, Filipe abriu a boca imediatamente, a língua encontrando a minha com uma fome desesperada, os dedos agarrando a nuca dele e puxando para mais perto.

O beijo era molhado e urgente, os dentes batendo, os gemidos abafados. Filipe chupava minha língua como se precisasse dela para respirar, as mãos descendo pelas costas dele, apertando os ombros, a cintura, parando na borda do shorts.

— Tanto tempo — Filipe murmurou contra minha boca, a voz rachada. — Caralho, tanto tempo.

Empurrei a regata pra cima e deslizei a língua pelo peito de Filipe, sentindo o gosto de suor, os mamilos endurecendo sob o contato. Desci pelo abdômen, beijando e mordendo a pele macia, até chegar na cintura da bermuda. Puxei para baixo junto com a cueca.

O pau de Filipe pulsou livre. Estava duro, a curva para cima destacada, a cabeça rosa e depilada brilhando de pré-gozo. Grande e grosso, a veia pulsando na base. Lambi os lábios e engoli a cabeça num movimento só.

— Porra — Filipe arqueou os quadris, as mãos agarrando os lençóis. — Porra, Iago...

Eu chupava devagar, a língua girando ao redor da cabeça, descendo pelo comprimento, voltando. Sabia como Filipe gostava: sem pressa, com muita saliva, os lábios apertados.

Filipe gemia alto agora, os quadris levantando da cama, forçando o pau mais fundo na minha boca. O som úmido e obsceno enchia o quarto — glub, glub, glub — misturado com os gemidos de Filipe, que ele desesperadamente tentava abafar.

— Para, para — Filipe puxou meus os cabelos. — Vou gozar se continuar assim.

Levantei a cabeça, os lábios inchados e molhados. Olhei para Filipe de baixo, seus olhos cheios de tesão.

— Então goza dentro de mim.

Filipe parou. Me encarou sério por alguns instantes, a mandíbula tensa.

— Você tá...?

— Tô — eu disse, subindo pelo corpo dele, beijando o pescoço, a mandíbula, a orelha. — Quero você dentro de mim.

Filipe me virou de costas com um movimento brusco, me posicionando de quatro. Puxou meu shorts para baixo, expondo meu cuzinho já relaxado e sensível. Sentiu o ar frio na pele e depois os dedos de Filipe abrindo suas nádegas, o polegar roçando o buraco.

— Ele é tão macio — Filipe murmurou, a voz espessa.

Não respondi, apenas empurrei os quadris para trás, procurando o contato. Filipe cuspiu na mão e espalhou pelo pau, depois posicionou a cabeça rosa na entrada. Empurrou devagar.

Meu cuzinho cedeu sem resistência, já estava aberto o bastante. A sensação era diferente de antes, o músculo não apertando como deveria, o corpo aceitando a invasão sem luta. Uma dor surda pulsava por baixo do prazer, o tecido irritado reclamando. Mas eu não queria parar. Queria sentir Filipe se perdendo dentro de mim, queria dar algo que ninguém mais podia dar a ele naquele momento.

— Caralho — Filipe enterrou até a base, os quadris colados no meu rabo. — Tão quente, porra. Tão apertado mesmo assim.

Começou a bombar, lento no início, depois mais rápido, as mãos agarrando minha cintura com força. O som de pele batendo em pele enchia o quarto, misturado com os gemidos de ambos. Baixei a cabeça, os olhos fechados, sentindo cada estocada atingir aquele ponto profundo que fazia o prazer se espalhar pela coluna.

— Mais forte — pedi, a voz sufocada pelo travesseiro.

Filipe obedeceu. Cravou os dedos no meu quadril e começou a foder sem controle, o pau entrando e saindo com facilidade, o cuzinho molhado e aberto recebendo cada estocada. Os gemidos de Filipe ficaram mais altos, mais desesperados.

— Vou gozar — ele avisou, os quadris estremecendo. — Vou gozar, porra, vou...

Enterrou fundo e ficou parado, o corpo inteiro tenso, o pau pulsando dentro de mim, me enchendo de porra quente. Senti o calor se espalhando, o músculo finalmente apertando em torno de Filipe, como se o corpo quisesse segurar aquilo pra sempre.

Filipe caiu sobre minhas costas, o peso quente e suado, a respiração pesada contra a nuca. Os cabelos longos caíram sobre os meus ombros como uma cortina sedosa.

— Caralho — Filipe sussurrou. — Caralho.

Sorri contra o travesseiro, o corpo dolorido, mas completo. O silêncio da madrugada nos envolveu, quebrado apenas pela respiração de ambos voltando ao normal. Filipe rolou para o lado, os dedos entrelaçando nos meus.

— Eu esqueci como era bom — disse, a voz baixa e honesta.

Apertei seus dedos.

— Você não precisa esquecer nunca mais.

— Obrigado! — respondeu ele, ainda segurando minha mão.
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