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Minha Filha, Minha Amante – Capítulo 2

3409 palavras | 3 |4.75
Por

Tive a grande conversa com a minha filha, e o desejo de deflora-la aflorou em mim.

Dois dias se passaram até eu tomar coragem de ir falar com Luisa. Manuela não me deixava esquecer do assunto, sempre perguntando “E ai, já falou com a princesinha?”. Aquilo me deixava aflito, nem pelo fato de falarmos de sexo, mas por não saber como eu reagiria vendo ela falar que está prestes a perder a virgindade.

Respirei fundo e entrei no quarto dela.

Era começo de verão, as aulas já tinham terminado e ela estava focada nos campeonatos que disputaria durante as férias.

Quando a olhei fiquei excitado imediatamente. Vestia apenas um conjuntinho de dormir do Lilo & Stitch. O top era branco, deixando seu abdomen perfeito todo a mostra, os seios pequenos estufavam a peça apertada. O short era azul, cheio de Lilos estampados nele. Deixavam sua bunda bem marcada. Devia estar completamente atolado. Dei graças a Deus por ela estar deitada na cama e eu não precisar ver aquilo.

Mas podia ver a distância entre suas virilhas, o contorno do seu monte de Venus, que indicava que sua buceta era bem grandinha.

– Oi pai. – Falou ela me tirando do transe.

Entrei mais no quarto, gelado pelo ar condicionado na temperatura mais baixa possível.

Deitei ao lado dela.

– Que houve? Tá com uma cara… – Falava rindo, com seu sorriso angelical.

– Precisamos conversar. – A abracei, repousando sua cabeça no meu peito, torcendo para que ela não notasse a excitação que marcava levemente minha bermuda. – Sua mãe…
– Ahhh não acredito que ela foi fofocar com o senhor. – disse me interrompendo, saindo no meu peito, apoiou os cotovelos nos joelhos e tampou o rosto com as mãos.

– Não é fofoca, Lu. Ela está preocupada. Tu precisa de instrução e nada melhor do que conversar com teus pais sobre o assunto para não ter dúvidas.

– Ah claro, e eu vou falar como com o senhor? Ela que tinha que falar comigo sobre isso.

– Nós somos bem mais próximos, Lu. Sempre fizemos tudo juntos, sempre te ajudei com tudo, não vai ser agora que vou deixar isso de lado. E não tem problema, tu pode falar sobre qualquer coisa comigo que eu sou forte o bastante para aguentar e para qualquer detalhe ficar apenas entre nós dois. – alisava suas costas com a mão esquerda, massageando do jeito que eu sei que ela gostava.

Na posição que estava pude ver a barra da sua calcinha branca aparecendo, indicando ser uma peça normal, bem infantil, como o pijama que vestia.

– E ai, tem certeza que é ele? – perguntei tentando puxar o assunto de alguma forma.

– Tenho. Eu amo ele, ele me ama, a gente está em um momento bom, de confiança e acho que chegou a hora. – Luisa seguia sem me olhar.

– E quais dúvidas tu tem? – puxei ela para mim, mas Lu manteve o corpo rigido e não se aproximou.

Ela ficou calada e em seguida virou o corpo, escorando as costas na parede e cruzando as pernas, deixando o vão entre elas maior, me hipnotizando com sua buceta virgem.

– Tenho medo de não saber o que fazer na hora, de travar, de que doa muito e eu precise parar. – Ainda não me olhava.

– Vai doer. Principalmente se o pau dele for grande – riu do nada, me ouvindo falar. – o que houve? Disse algo rude? – fiquei com medo de estar agindo errado.

– Não. Só que é engraçado ver o senhor falando “pau”.- Até parece que vocês falam Pênis quando estão entre amigas né… – disse beliscando sua barriga, em cima de um dos quadradinhos do seu abdomen.

– Não.. Tudo bem, só foi engraçado. Mas o pau dele não é grande. É menor que o seu.

– O que? Como assim guria? – fiquei assustado com aquela informação. Como ela sabia o tamanho do pau do guri?

– Ah pai, desculpa, mas o senhor mija de porta aberta toda hora, eu já vi ué. – Luisa tinha ficado solta, seu sorriso era apaixonante. Se referia ao outro pau da conversa.

– Não to falando do meu, Luisa. Como sabe o tamanho do pau do guri?

Ficou muda. Me encarando. Vi que tinha pegado pesado, podia estar deixando-a com medo e fazendo ela perder a confiança.

– Desculpa. Não quis parecer rude. – sentei do lado dela, abraçando-a. – Como tu sabe o tamanho?

– Eu já peguei. A gente já partiu para essa parte de carícias. – disse me olhando de canto de olho.

– Só pegou?

– Peguei e… – mexeu a mão esquerda como se batesse punheta.

– Só bateu pra ele? – perguntei com medo de que já tivesse dado o cu e a virgindade se referisse apenas ao hímen vaginal.

– Só. Nunca chupei, nem fiz mais nada. Só masturbo ele…

– E ele já tocou em ti?

– Só na bunda – meu coração parou naquela hora, imaginando o filho da puta dedando o cu da minha menina. – por cima da calcinha. Nunca deixei ele fazer nada. Tenho vergonha. Acho que ela pode ser feia e essas coisas.

Pensei em pedir para ela me mostrar a buceta. Mas a doença que eu sentia começar em mim ainda não estava em estágio tão avançado. Respirei fundo e falei qualquer bobagem que um pai normal falaria.

– Tu é linda, em todos lugares. Não tem como alguém achar tu feia por lá. – Ri, apertando sua barriga de novo.

– Linda? Nem peito direito eu tenho. A Sofi tem mais peito que eu.

– Não precisa se preocupar com isso. E digo mais, segredo nosso, mas eu prefiro muito mais os teus seios que os da Sofi ou de mulher muito peituda.

– Ah claro. Falas do homem com a esposa siliconada. Mentiroso! – atirou o travesseiro em mim.

– Ela pôs porque incomodava ela, não por um pedido meu…

– Sei…

– Vai. Para de bobeira. Essa insegurança tua é normal, mas é uma coisa boba, que você precisa expulsar da cabeça. Ele vai te achar linda lá embaixo também. Pergunta mais.

– Como eu excito ele? Não sei do que homens gostam. Tenho medo de chegar na hora H e ser broxante pra ele. Ele já tem experiência, já comeu outras gurias, bem mais bonitas que eu.

– Olha, varia muito de homem para homem. Têm aqueles que se excitam com o corpo, outros se excitam com a sentada, outros com gemidos, outros com o que é dito, tem gente que se excita até pelos pés. Tu vai precisar descobrir o que excita ele.

– O que excita o senhor? – disse direto, sem rodeios.

– Como assim? – ri envergonhado.

– Ah para! To falando coisa muito pior sobre mim com o senhor, anda, o que o senhor gosta que a mamãe faça pra ti excitar?

– Eu sou fascinado por falas. Gosto que ela diga algumas putarias, as mais sujas possíveis. Me excita muito. Gosto de coisas perigosas também, provocações, o olhar, a boca. – Falei olhando nos olhos azuis dela, me excitando com o jeito que parecia atenta me ouvindo. – Gosto de bater nela também. Mas isso é mais avançado do que tu precisa aprender. – ri olhando o pequinino bico dos seus seios marcar o top, quase furando ele, aparecendo através do tecido fino.

Será que ela estaria excitada por me ver na frente dela, só de bermuda, com o pau marcando um pouco? Ela teria notado? Estaria com a calcinha melada? Melaria ela por mim?

– Mas tu tá com o pensamento errado.

– Como assim? – Se remexeu na cama, deitando a cabeça no meu peito, me fazendo abraça-la.

– Tua preocupação precisa ser em como, tu, vai se excitar. Como, tu, vai se sentir confortável.

– É. Eu não faço ideia de como vou gostar. – riu.

– Tu precisa conhecer teu corpo. Mexer nele. Já se masturbou? – Não respondeu, só olhou para cima, com a cara em uma mistura de vergonha e dúvida. – Nunca tocou siririca? – balançou a cabeça negando. – Meu Deus, filha. Tu precisa conhecer teu corpo. Passear por ele. Precisa fazer isso antes de transar!

– Não gosto de ver vídeo pornô, pai. Não me excito com essas paradas

– Não precisa ver vídeo. Deita na tua cama, quando eu sair – me apressei em falar para que não corresse o risco dela pensar que eu estava querendo me aproveitar. Por mais que fosse estar certa. – fecha os olhos e imagina ele ou algum cara que tu ache lindo e gostoso. Começa a tocar teus seios, ver se eles estão ficando com o bico rijo – sabia que estavam. – Depois desce a mão até tua bucetinha. Mexe em toda ela. Sente onde você tem mais arrepio. Passa a unha no grelinho, depois nos lábios dela – Minha voz estava baixa, provocante, excitante até para mim. – Coloca a unha na portinha, sente se está ficando molhada e ai tu vai saber o que te deixa com vontade. Quando ficar mais segura enfia o dedo, mexe em tudo, pode mexer até atrás.

– Na bunda? – perguntou assustada.

– Claro. Não precisa fazer ou avançar tanto, mas precisa conhecer teu corpo. Pode fazer no banho, colocando o chuverinho direto nela. Aflora tua mente. Para quando chegar a hora tu comandar, tu, dizer o que quer que ele faça. Homem, ainda mais novinho como ele, se excita de qualquer jeito, o prazer está em enfiar o pau até gozar, mesmo se tu tivesse morta ali na frente dele. – Eu ria agora. – Mas o, teu, prazer é o mais importante. É o que vai fazer doer menos e ser tranquilo.

– Nem faço ideia do que pode me excitar. – ria mais, me olhando envergonhada. – Tenho 17 anos e sou completamente frígida.

– Dúvido.

– Para de ser meu pai, que saco. Acredita em mim poxa, não nasci pro sexo. – gargalhava.

– Quer ver como não é?!

– Quero! – foi a primeira vez que me olhou provocante. Sua boca estava entre aberta, com a língua nos dentes da frente. Me olhava com os olhos esguios. Aqueles olhos asiáticos, iguais aos meus, fechados, delicados, que ficam lindos quando maquiados.

Puxei o cabelos dela devagar, aproximando minha boca do seu ouvido.

-Adoro fazer isso. – sussurrei.

Ela se arrepiou, estava dando certo, ela ia se excitar comigo.

Não parei ali.

Coloquei minha boca no seu pescoço, desmanchando completamente seu coque, fazendo os cabelos longos deslizarem pelas suas costas.

Senti o cheiro do seu corpinho, da sua pele sedosa.

Primeiro beijei ela.

Depois mordisquei.

– Aiiiiii. – gemeu alto.

Precisei parar. Me conter era necessário. Ela não podia suspeitar que a queria. Que queria estar no lugar daquele guri.

– Viu… Ficou toda arrepiada. – mostrei seu braço, com os pelos invisíveis todos em pé.

– Verdade. Isso é bom… – Saiu de perto de mim.

Luisa levantou, andava pelo quarto sem rumo.

Entendi que tinha passado dos limites. Um pai não puxa o cabelo da filha daquele jeito, nem beija seu pescoço mordiscando.

Tinha arruinado tudo. Minha filha nunca mais confiaria em mim.

Estava começando a perder minha família.

Antes de me levantar e sair do quarto completamente derrotado, aproveitei para ver sua bunda.

Era deliciosa.

O short realmente estava atolado no seu rego.

A bunda parecia ser dura, mesmo sendo grande. Por vê-la tantas vezes de biquini, sabia que não tinha marca nenhuma. A marca da calcinha aparecia no short e nitidamente também estava dentro do seu reguinho.

Me levantei, já tinha destruído tudo.

– Boa noite, princesa. – falei com ela ainda de costas para mim e com meu olhar ainda no seu rabo. – Se precisar de mais alguma coisa pode me chamar.

– Espera. – falou rápido.

Ela veio até mim e me abraçou apertado, beijando meu peito onde seu rosto batia. Apesar de alta, meu 1,93 de altura não deixava que ela alcançasse meu rosto.

– Muito obrigada por tudo. O senhor é o melhor pai de todo universo. – Seu sorriso era genuíno e aqueceu meu coração.

– Eu que te amo! Sempre vou estar do teu lado.

– Posso mesmo falar com o senhor de novo sobre isso?

– Pode, claro. Vai ser uma honra estar do teu lado.

Me beijou mais uma vez, dessa vez ficando na ponta dos pés, alcançando minha bochecha.

Entrei no quarto e Manuela estava lá, deitada assistindo La Casa De Papel.

Vestia uma blusa regata de algodão, com as alças perto do seu pescoço e a gola bem marcada em volta dele. Seus seios ficavam bem marcados naquela blusa.

Quando deitei do lado dela vi que estava com uma calcinha lilás, bem simples, de micro fibra.

Veio me abraçar, beijando minha boca com carinho, sem segundas intenções.

– Demorou.

– Tava falando com a Lu sobre a virgindade.

– Sério? E é por isso que tá de pau duro? – falou rindo, sentando na cama.

Fiquei sem ter o que dizer.

– Sua princesinha deve ter notado esse treco gigante ai. Assustou a guria. – Manu pegava no meu pau por cima da bermuda, balançando ele.

– Para de falar besteira. Ele tá assim porque falei como foi nossa primeira vez, contei como a gente fazia as coisas. – menti.

– Ahhh então ela sabe agora como o pai é tarado desde adolescente.

– Para de besteira. Ela não notou nada. A conversa foi boa. Acredita que a guria nunca tocou siririca?

– Meu Deus, ela não pode ser minha filha. – Manu ria. – Eu me tocava desde os 12.

– Falei que precisa se tocar pra conhecer o corpo antes de transar. Tu devia ensinar ela.

– hahahaha. Mais fácil tu, que toca uma siririca pra mim como ninguém.

Aquelas palavras me afloraram ainda mais.

Subi sobre ela, beijando sua boca com fogo, mordiscando seu lábio.

Puxei seus cabelos, amarrados em um rabo de cavalo.

Cheirei seu pescoço, roçando meu pau na sua buceta.

As mãos de Manu eram ágeis. Desabotoaram minha bermuda, puxando ela e a cueca para baixo.
Minhas mãos também eram boas, e já estavam entre suas pernas, alisando sua buceta por cima da calcinha. Senti a peça melada, enquanto minha boca mordia seu pescoço, deixando-a arrepiada como a filha.

– Aaaahhhh. Isso, toca siririca pra sua esposinha, que nem quando a gente tinha 15 anos e tu só esfregava ela e eu não deixava tu me comer. Esfrega que nem o namoradinho da tua filha esfrega a dela.

– Ele não esfrega. – sussurrei no ouvido dela. – Mas ela bate punheta pra ele.

– Ah é?! Tua menininha já tá pegando em pica?

– Tá virando puta que nem a mãe.

– Que nem eu não. Na idade dela eu já tomava no cu revirando os olhos. – falava em meio aos gemidos.

– Verdade. Tu é muito mais vagabunda.

– Sou. E tu ama assim. Sinal de que a Sofi vai ser a putinha entre as duas.

Virei ela de costas com brutalidade.

– Ei homem, que isso?!

– Hoje vou meter nesse cu maravilhoso. – falei baixando sua calcinha e colocando o rosto na sua bunda.

– Tua princesa que deve ter um cuzão, com aquela bunda dela.

Aquelas palavras me fizeram ficar cego.

Daquele momento em diante só pensei em Luisa na minha frente. No shortinho dentro do seu rabo.
Cheirei o cu dela e senti o aroma do seu creme corporal, o mesmo que Luisa usa.

Lambi as pregas, passando o dedo no seu grelo por baixo, ouvindo seus gemidos.

Cuspi no cu, pegando ela com carinho, fazendo sua bunda empinar.

Pincelei seu furo com meu pau.

– Fode a tua putinha. Fode. Come meu cuzinho.

Até a voz nos meus ouvidos era a de Luisa. Suplicando para que o pai metesse no seu cu virgem.

Forcei o pau com cuidado, diferente do que faria se estivesse comendo minha mulher. Eu metia naquele cu com brutalidade, com força, arregaçando suas pregas.

Mas senti o rabo engolindo devagarinho a cabeça. Com dificuldade, metendo lentamente, com amor, com cuidado.

– Fode, fode tua puta.

Sentia o pau entrando sem muita resistência. Sendo engolido por aquele cu perfeito. Enfiei quase todo, começando a bombar um pouco mais rápido. Alisava seu grelo para a dor no rabo diminuir e sua excitação aumentar.

Manu jogou a bunda para trás, engolindo mais pica com o cu. Se apoiava de 4 agora, me olhando nos olhos. De boca aberta gemia sem receio. Vi a porta aberta, sai de dentro dela assustado.

– Que houve? Já vai gozar? – perguntou surpresa.

– A porta aberta.

– Deixa aberta. Elas estão dormindo já. E se sairem do quarto a gente vai ouvir.

– Se sairem vão pegar tu tomando no cu.

– Vai ser ótimo. Ai a Lu aprende como se faz. Vem, volta, come meu cuzinho que eu to quase gozando pela bunda já.

Não voltei.

Fui até a porta, fechando ela e trancando com a chave. Olhei pelo corredor e vi que as portas dos quartos das duas estavam fechadas, me deixando aliviado.

Quando olhei para a cama Manu balançava a bunda, alisando o grelo com rapidez, ela mesmo se masturbando, esperando pela volta da pica.

– Vem foder. Vem. Meu macho gostoso.

Montei nela de novo. Dessa vez metendo com mais força, socando a pica toda no seu cu.

– Aaaahhh issssssoooo, fode o cu da tua puta. aaaaaaahhhh meu Deus, nunca me esqueço a primeira vez que sentei nesse pau com o cu. AAaaaaahhh o tanto que eu chorei na rola. Aguentando meu cu rasgando pra te deixar bem louco aaaaaahhhh mete vai, mete seu cuidado, arregaça minha bunda.

Eu abria seu rabo, metendo fundo, montado nela, como algum guri um dia montaria na minha filhinha.

Não consegui me controlar.

Enchi o cu de Manuela de porra. Gozando litros, de uma forma muito intensa e forte.

– Já? Sério? – Ela riu, tirando o cu da minha pica. – Meu Deus, Lucas. Olha a quantidade de porra que tá no meu cu. – falou colocando a mão embaixo da bunda. – e eu nem gozei ainda!

– Não tem problema. Quero que goze na minha boca!

Empurrei ela na cama e comecei a lamber sua buceta.

A xoxota estava toda babada, Manu ergueu as pernas, aumentando ainda mais os gemidos. Ela apertava os seios, se contorcendo com a minha boca na sua xana.

– Vai chupa, vai, faz sua putinha gozar. AAAAAaaahhhhh Lucas, que boca boa do cacete! Tem que ensinar sua filhinha como que uma mulher merece ser chupada aaaaaaaahhhhhh LUCAAAAAASSSSSSSSSS.

O cu dela estava tão aberto que enquanto gozava expeliu ar, como num peido, que quase não foi ouvido tamanho era o volume de seus berros.

Começou a gozar na minha boca, me dando seu mel para lamber.

Fiquei pensando se o gosto salgado do gozo de Luisa seria tão bom quanto o da mãe.

Só então pensei que ela nunca tinha gozado na vida, o que era um crime, ela não podia transar antes de gozar sozinha.

Como eu queria poder ajuda-la ainda mais….

Espero que tenham gostado desta primeira parte, se quiserem mais podem me mandar e-mail [email protected] e caso queiram ver fotos das personagens, podem procurar pelo Instagram da minha amiga @khurybabi , que me incentivou muito a escrever e que prometeu postar lá algumas fotinhos no seu feed.

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3 Comentários

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  • Responder Kay ID:1dr4zo203ccd

    Continua

  • Responder Mali ID:1dwwdl40a2ev

    Continua, cara, tá muito bom. Sua princesinha tem de descobrir as delícias do sexo pelo pai dela. Só você vai ter o cuidado de fazer com que ela se lembre do prazer e não da dor. Aguardando a continuidade.