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Feriadão no Sítio – A namorada

2002 palavras | 2 |4.19
Por

No sábado, finalmente, minha namorada chegou. Como seria ter ela ali, junto das meninas?

SÁBADO PELA MANHÃ

Acordei meio de surpresa com minha namorada me beijando.
– Bom dia flor do dia – disse ela.
Demorei um pouco pra me dar conta do que tava acontecendo. A farra com as meninas me fez ter uma ótima noite de sono.
– Que horas são?
– Já são dez e meia da manhã. Faz um tempo que eu cheguei. Vim aqui, mas você tava dormindo tão pesado que resolvi esperar um pouco antes de te acordar.
– Já são dez e meia? – disse espantado, me espreguiçando na cama.
– São sim. Vamos descer, tomar um café e depois ir pra piscina. Tá todo mundo lá.
O simples fato dela mencionar a piscina já me lembrou das meninas e meu pau deu sinal de vida. A noite anterior tinha sido louca e tava com medo de como seria o sábado. Será que as meninas dariam alguma bandeira, deixando entrever algo? Acho que não, até porque, se minha namorada tivesse desconfiada de alguma coisa, já teria me acordado fazendo um barraco.
O problema é que levantar da cama já lembrando das meninas me deixou de pau duro. Fui ao banheiro dar uma mijada e quando voltei minha namorada tava trocando de roupa, tirando a calça jeans para colocar um biquini. Foi a gota d’água. Meu pau ficou duro de vez. Agarrei-a por trás, sarrando meu pau naquela bundinha pequena e perfeita. Apertando os peitinhos por cima da blusa.
– Para – ela protestou.
– Só um pouquinho. Deixa eu te comer um pouquinho.
– Pouquinho nada, não tem nada de pouquinho, que eu te conheço. Para, que a gente não pode fazer nada agora. A mãe já chamou pra gente descer.
– Mas meu pau tá duro. Olha. – Disse mostrando o pau pra ela.
Ela pegou e punhetou.
– Depois do almoço a gente trepa direito.
Empurrei ela e ela caiu sentada na cama.
– Então vem cá, chupa. Cadê aquela linguinha gostosa que gosta de passear pelo meu pau – disse esfregando o cabeça da minha rola na boca dela.
– Não tem linguinha nenhuma, pode parar.
– Só um pouquinho, vem. – Continuando a esfregar a cabeça da rola.
Ela me olhava fixamente, enquanto seus lábios abriram de leve e a ponta da língua lambeu meu pau. Forcei um pouco pra frente, sua boquinha se abriu mais e ella deu um beijinho nele.
– Vamos descer. Depois eu chupo direito.
Segurei seus cabelos e puxei sua cabeça. Ela tentou desviar a boquinha, mas não deu.
– Só um pouco, vem!
Ela chupou um de leve a cabeça e tentou sair. Segurei mais forte pelos cabelos.
– Faz o que eu tô mandando. Chupa!
Sei que ela gosta de ser mandada. Bastou falar um pouco mais forte e ela abocanhou meu pau e começou um boquete gostoso, lento, acompanhado de uma punhetinha. Eu pensava no rabinho de Nat e a forma como fudi ele sem pena, enquanto a menina estava deitada na mesa.
Ela tirou meu pau da boca um instante, sem deixar de punhetar.
– Tá tão duro! Tava com saudade, era?
– Tava morrendo de saudade, meu amor. Vem, chupa mais.
Ela tornou a abocanhar meu pau. Lembrei de novo do cuzinho macio de Nat e passei a fuder a boca da minha namorada. Ela gemia e tentava evitar que eu enfiasse demais o pau na boca dela, mas eu segurava pelos cabelos e socava minha rola.
– Vai meu amor, chupa forte, que eu vou gozar. Puta que o pariu, que gozada…
Ela apertou meu pau na boca e gozei gostoso, dando vários jatos de porra quente pra ela engolir. Depois da gozada, relaxei a mão em sua cabeça e deixei que ela terminasse chupando de leve e bebendo as últimas gotas.
– Eita, como acordou safado. Tava com saudade mesmo. – disse apertando meu pau e deixando aparecer a última gotinha de leite, que ela lambeu com carinho.
Cai na cama relaxado, enquanto ela trocava o biquini. Enquanto via aquele corpinho gostoso, nu, fiquei pensando como seria descer e ver as meninas agora que minha namorada tinha chegado. Fiquei meio apreensivo, mas foda-se. Elas tavam no jogo. Era só ter calma e não deixar transparecer nada.
Quando descemos e fomos tomar café, fui até a porta que dava para a área do deck e da piscina. As meninas já estavam dentro da água, deliciosas, com seus biquínis, que dois dias antes eu tinha enfiado os dedos e massageado aquelas bucentinhas. Bia não me viu quando eu cheguei na porta, mas Nat sim. Ela deu um sorrisinho de canto de boca. Com certeza imaginou que eu tinha feito alguma sacanagenzinha com minha namorada enquanto a gente estava no quarto. Eu tinha que ter muito cuidado. O ímpeto juvenil daquelas meninas podia nos denunciar e seria uma merda.
Depois de um bom café e com minha namorada insistindo, o jeito foi ir para a piscina. Não coloquei a sunga, com medo de ficar de pau duro, fui de bermuda mesmo. A gente ia fazer um churrasquinho e passar o dia por ali. Bia evitava me olhar – como sempre a mais tímida – mas Nat não perdia a oportunidade de fazer pequenas provocações, por exemplo, mergulhar e empinar a bunda, com biquíni enfiado no rabinho. Acho que minha namorada notou e ficou meio ressabiada com o jeito de Nat. Logo entrou na água para ficar comigo e marcar terreno. Claro que não desconfiava da irmã – mal sabia ela que Bia era uma bebedora de leite safada e que tinha sentado gostoso na minha rola -, mas seu instinto de mulher se acendera e não deixava passar Nat e seu corpinho adolescente. Nem imaginava que minha rola tinha fudido gostoso aquele rabo que sem empinava todo na hora de mergulhar.
Ficamos abraçadinhos dentro da piscina e foi inevitável meu pau endurecer de novo. De vez em quando, dava uma sarradinha nela, abraçando ela por trás e esfregando meu pau, dando uma passadinha de mão embaixo da água, enquanto chamava ela para ir lá para cima. As meninas não viam ou fingiam que não. Mas ela só ria, sabendo das minhas intenções, me dava um beijinho e fazia de conta que não tinha ouvido nada. Mas a hora tinha que chegar. Já lá pelas 3 horas da tarde, depois de um bom churrasco e várias cervejas ela disse que ia dormir um pouquinho. Aproveitei e disse que ia também, pois já tava meio embriagado com as cervejas. Mas, na verdade, todos sabiam, principalmente as meninas, que era hora dela entrar na rola.
Quando entramos no quarto, passei a chave e ela foi logo dizendo:
– Não quero saber de você perto dessa Nat.
– Valha amor! Que foi?
– Muito saidinha pro meu gosto.
– Você achou? Não vi nada demais. Ela só fica com sua irmã, nem fala comigo direito.
– Unhum. Pois vamos continuar assim.
Aproveitei o ciuminho e a abracei segurando seu rabo com força e esfregando meu pau naquela bucentinha mal coberta pelo tecido do biquini.
– E tu vê se para de me sarrar na frente dos meus pais.
– Pensei que você tava gostando.
– Sim, mas não precisa ficar se esfregando assim na minha bunda o tempo todo.
– Se esfregando como? Assim? – disse isso virando de costa e esfregando meu pau no rabo dela, enquanto minhas mãos brincavam com os peitinhos e com a bucetinha. É muito gostoso esfregar uma buceta por cima do tecido macio do biquini.
Enquanto ela gemia baixinho sentindo minha rola sarrar sua bundinha, eu afastei a parte de cima do biquini deixando seus peitinhos à mostra. Os biquinhos estavam durinhos. Apertei eles bem gostoso e forcei meu pau na sua bunda. Ela gemeu forte.
– Vem me comer, amor!
– Vem cá, minha bebê. Fica assim!
Puxei-a e fiquei de costas para a parede, me apoiando nela. Afastei o biquini e esfreguei os dedos no grelinho e na portinha da buceta. Bem molhada, como eu esperava. Ela gemia, já se esfregando me mim. Tirei o pau pra fora da bermuda e meti por trás, segurando forte seu corpo. Enquanto metia-lhe a rola, esfregava o grelinho. Ela mexia as pernas, nervosa.
– Vamos pra cama amor!
– Não, fica aqui. Faz o que eu tô mandando.
Eu metia forte, levantando o corpo dela e deixando-a na pontinha dos pés. Ela gozou gostoso, se tremendo toda. Quando ela sossegou, tirei o pau de dentro e a arrastei pelos cabelos até a cama.
– Calma amor, devagar!
– Senta aí! – disse já enfiando a rola na boca dela. Ela chupou como uma criança faminta. Enfiava o pau todo na boca; tirava e lambia todo, voltava a enfiar. Quando ela acelerava demais a chupada eu tirava a cabeça dela e segurava com força. Meu pau bem pertinho e ela de boca aberta, pedindo mais. Eu relaxava e ela já voltava a chupar. Segurei-a forte pelos cabelos fazendo-a parar de chupar e dei um sonoro tapa. Ela ficou sem chão e começou a chorar. Não esperava por aquilo.
– Deita na cama e empina o rabo.
Ela parecia uma criança que tinha acabado de apanhar. Fazia o que eu mandava, chorosa, sabendo se que se não fizesse, apanharia mais. Ela deitou de bundinha pra cima e me sentei nas suas pernas. Alisei aquele rabo delicioso, abrindo as bandas da bundinha e deixando seu cuzinho bem exposto. Peguei um hidratante e lambuzei aquele cuzinho.
– Não come ele não, por favor!
– Cala a boca, senão vai apanhar.
Encostei a cabeça do pau bem na entrada e pincelei. Ela retesou o cuzinho e dei-lhe outro tapa na bunda. Ela entendeu e relaxou. Enfiei devagar, sentindo minha rola entrar centímetro por centímetro naquelas carnes quentinhas e macias. Quando entrou tudo, deitei meu corpo sobre o dela e relaxei, beijando seu pescoço e sua boquinha. Ela ainda tava chorosa. Eu sentia seu rabinho se contrair apertando meu pau. Depois que ela relaxou, comecei o fuder de forma cadenciada, devagar, tirando até quase a portinha do cú e depois enfiando tudo de novo até o talo. Relaxei o peso do corpo e deixei que ela enfiasse a mão por baixo e esfregasse o grelinho – sabia que ela gostava. Ela tava indo a loucura, falando coisas desconexas, enquanto gemia na minha rola.
Avisei que ia gozar e ela gozou junto comigo, num beijo gostoso, retesando o corpo. Meu pau pulsava dentro daquele cuzinho. Quando tirei ele veio sujo de merda e sangue. Acho que passei pouco hidratante, mas ela não reclamou, a não ser no início. Ela também foi ao banheiro se lavar. Eu já estava na cama nu, ela se deitou ao meu lado.
– Você foi muito bruto agora!
– Você gostou?
Ela não respondeu, mas seu gozo não a deixava mentir. Sabia que tinha adorado a enrabada. Seus olhinhos ainda estavam chorosos e me olhavam como se quisessem pedir algo.
– O que foi, meu bem?
– Tu ainda não comeu minha buceta direito desde que eu cheguei – Ela disse já passando a mão na minha rola e punhetando devagar.
– Eu sei, mas agora vamos dormir um pouquinho, que eu tomei muita cerveja. Mais tarde eu como essa xotinha linda.
– Tu promete?
– Prometo sim!
– Tá bom. – ela me deu um beijinho e depois, se esticou e deu um beijinho também na cabeça do meu pau. Aí se aninhou no meu peito pra dormir.
Fazia tempo que não tinha um feriado tão gostoso. E ainda era sábado.

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2 Comentários

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  • Responder Mateus ID:mt9qeo7qj

    Aí sim, continuou, muito obrigado, estou louco para ver o desfecho dessa história

    • Seupadre ID:1daicwo0m3

      Ta no caminho