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A nova realidade que mudou o mundo – parte 49: Noite inesquecível

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Noite inesquecível

(Já adianto que nesse capítulo teremos brutalidade, e um banquete nojento, como sei que alguns reclamam da parte do banquete, pulem a segunda parte do capítulo)

Oferta e demanda

Após todas as boas novas que as escravas públicas presenciaram ao chegar no grande campo da fazenda as margens da cidade, para aguardar o grande festival começar. O longo dia foi dando lugar a uma tarde ensolarada, que antecede a noite de vésperas das atividades. E como tudo nesse mundo é feito para humilhar, algo estava preparado para as escravas.
Ao final do dia, os homens responsáveis pela organização do festival, vieram ao pasto onde as escravas estavam, e verificaram todas as árvores ao redor. Em seguida, um número imenso de escravas foi levado para baixo de cada árvore, onde em cada galho possível, todos os lugares foram usados para pendurar mulheres e meninas, que ficaram como carne em varal de feira, penduradas pelos pulsos em mangueiras, goiabeiras e outras árvores de porte grande ao redor. Em seguida, chegaram alguns ônibus repletos de meninos, todos chegando na puberdade, e com hormônios a flor da pele. Ao descerem dos ônibus, os meninos foram correndo ao pasto, e ao chegar, foram avisados que poderiam se esvaziar com as escravas que continuaram no chão. Foi uma correria, e um show de pequenos pênis sendo retirado das calças, que terminou em uma suruba generalizada, com aqueles meninos correndo até as costas das pobres escravas exaustas, que não tinham nem a opção de recusar aquele sexo.
Os garotos as penetravam com uma euforia muito grande, e pela falta de experiência, gozavam muito rápido, sempre dando preferência para que os jatos fossem jogados no rosto das escravas. E pela juventude e tesão represado, muito pouco tempo depois estavam duros novamente, e só trocavam de escrava para abusar. Pois como só tinham acesso as meninas da escola, que chupavam eles durante as aulas, eles tinham um desejo muito grande nas escravas adultas, cujas vaginas eram diferentes daquelas meninas, e cujo tesão no sexo era muito grande para aqueles meninos experimentarem. Foram mais de duas horas de sexo sem interrupção, que ao final da grande suruba, mostrava todas as escravas que estavam no chão, cobertas de porra, com os rostos marcados por jatos de esperma que já estavam começando a secar.
Após todos os meninos aproveitarem muito as cativas, foram levados para um banquete montado no meio do pasto, ao céu aberto, com churrasco, pratos quentes e frios, bebidas e muita alegria. Algumas escravas foram levadas para servir os garotos, sendo garçonetes que levavam bebidas e petiscos para todos os garotos.
Enquanto isso, as escravas que estavam no chão, foram obrigadas a se lamberem, uma lambendo a amiga do lado, para limpar o sêmen em seus rostos, e manter a boa aparência para o dia seguinte.
Já as escravas que estavam penduradas, essas só assistiram as suas colegas sendo usadas, enquanto seus braços ficavam doloridos e o peso de seus corpos começava a causar muito desconforto a elas. Boa parte delas estava em um cochilo inebriante, como se suas mentes vagassem por um sonho distante. Foi então que elas foram acordadas com homens com chicotes em posse, chicotes de borracha, que doem muito, mas que quase não causam marcas. E aos poucos, aqueles vários homens com olhar malvado, batiam nas costas e na bunda das escravas, que gritavam em sofrimento, que podia ser ouvido no banquete dos garotos, que vieram correndo para assistir aquela cena deliciosa para eles. Os meninos estavam eufóricos, e jogavam pedras, batiam com ramas de grama, atiravam fezes de vaca, e pulavam para pendurar suas mãos nos seios das escravas, que ficavam em desespero com um garoto apertando seus seios e puxando para baixo.
Já tinha passado a meia noite, e nenhuma escrava ainda tinha conseguido dormir, o que demonstrava como os próximos dias seriam intensos.

Banquete especial

Enquanto garotos estavam em êxtase com o jantar maravilhoso que tinham ganhado, e a grande suruba que tinham participado naquela noite, um grupo seleto de escravas particulares, e de escravas públicas teriam uma experiência única e inédita para elas naquela madrugada. Participariam de um banquete especial, feito especialmente para elas, e com requintes de uma crueldade sem precedentes.
Homens ricos, das melhores famílias da cidade, pagaram para que suas escravas preferidas tivessem a experiência de um jantar especial. Eles pagaram para que elas tivessem uma noite de alimentos diferenciados, e marcante para todas. As escravas particulares seriam as grandes convidadas, e as escravas públicas as grandes serventes que seriam usadas de prato e talheres.
Todas as escravas públicas selecionadas para servir no banquete, uma para cada escrava particular, foram levadas ao meio do pasto, onde cruzes de ferro estavam presas enterradas no chão, e foram presas deitadas, com os pés dobrados e jogados em direção as costas, ficando deitadas com a bunda para cima, e em seguida todas ganharam um espéculo dentro delas, abrindo os seus anus ao ponto de quase rasgar suas pregas, e deixando um verdadeiro túnel na bunda de cada uma delas. Em seguida, um homem jogou leite fervendo dentro de cada uma delas, que gemeram de dor, enquanto outro homem jogou uma boa porção de ração para cães entupindo cada uma das escravas ao ponto de quase transbordarem pelo rabo.
Foi então, após uns quinze minutos com as escravas públicas naquela posição, queimada por dentro, e cheias de ração, sufocadas pela posição que estavam e fica difícil respirar. Os donos chegaram com suas escravas especiais, que foram levadas para seus lugares, ajoelhadas na frente de uma escrava pública, e ganharam uma pequena colher de cabo longo, para que comessem aquela ração úmida e quente. Algumas comeram aquela porção com nojo, mas engoliram tudo, já outras, os donos cruéis fizeram as escravas públicas serem enchidas mais uma vez, fazendo a sua escrava repetir seu prato indigesto.
Porém um dos donos de escrava chamou a atenção, ao pedir para que sua escrava misturasse um pote inteiro de pimenta dentro da escrava pública, que além de causar ardor ao reto da escrava azarada que estava doando seu cuzinho para ser prato, e queimava a garganta de sua escrava, uma ruiva jovem que se percebia que nunca tinha sido punida daquela forma. E outro dono de escrava foi ainda mais longe, e fez sua escrava colocar a mão dentro da escrava pública para pegar sua comida, que foi temperada com um grande copo de porra velha, que ele havia deixado guardado por mais de um mês fora da geladeira. Aquela escrava morena, na casa dos trinta anos, chorava e engolia com muito esforço seu jantar. Foi muito cruel para ela, que estava com fome há mais de dois dias, e que sabia que quando voltasse para casa, seria punida se não engolisse tudo sem ter ânsia.

Esses foram os coquetéis especiais de abertura desse evento que vai mudar a vida de todas as mulheres.

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2 Comentários

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  • Responder Paulo Machado ID:gsudr820c

    Um bom escritor, por mais criativo que seja, um dia tem q acabar uma história pra começar outra.

    • Anão Jedi Manco ID:46kphpcdv9j

      Falta pouco. Logo acaba