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Amigo Puto do meu Pai 01

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Conto Repostado

Numa quinta-feira à noite, eu estava na sala de casa junto com meu pai, vendo TV. Ambos sem camisa e usando calção, largadões pelo sofá, meu pai em um e eu em outro. Minha mãe já havia ido dormir, então só eu e ele ainda estávamos acordados. Meu pai então me falou que um amigo dele viria no dia seguinte para nossa casa, ele morava longe e precisava resolver alguns assuntos na segunda-feira, e meu pai iria ajudar ele. Como fazia muito tempo que meu pai e esse amigo dele não se viam, resolveram dele vir na sexta e ficar até na segunda em nossa casa.

Meu explicou que ele ficaria no quarto vago que havia em nossa casa, e que no sábado quando ele e minha mãe fossem trabalhar era para eu fazer companhia para o amigo dele, assim ele não ficaria sem graça de ficar sozinho. Concordei com tudo e assim ficou marcado. Fomos dormir.

No dia seguinte lá pelas 18h o amigo do meu pai chegou, colocou sua moto no quintal e veio nos cumprimentar. Falou com meu pai, deu um abraço na minha mãe, e quando chegou em mim meu pai me apresentou:

– Esse é meu moleque.

– E ai, beleza? – Perguntei.

– Beleza, acho que tu nem lembra mais de mim, mas quando tu era pequeno cheguei a brincar contigo. – Falou rindo.

– Ah não lembro mesmo não. – Respondi sorrindo.

Marcelo, o amigo do meu pai, era alto, branco, tinha braços fortes, barba clara, assim como seus cabelos, estava usando uma camisa preta e uma calça jeans. Quando entrou em casa meu pai logo o encaminhou para o quarto que ele iria ficar e que minha mãe já havia deixado arrumado, mostrou o banheiro para ele, todos os três quartos da minha casa têm banheiro, e Marcelo foi tomar um banho e se trocar.

Meu pai voltou para a sala e ficamos jogados no sofá esperando o Marcelo sair, algum tempo depois ele apareceu na sala, usava uma regata branca e um calção azul.

Quando anoiteceu jantamos e meu pai e o Marcelo resolveram beber, compraram um monte de cerveja, e eu fiquei lá com eles, eu me dava muito bem com meu pai, então mesmo quando ele estava com os amigos dele eu não me sentia de lado ou desconfortável, pelo contrário, me entrosava bem. Estávamos no quintal de casa, minha mãe foi lá rapidamente para dizer que já iria dormir e falou para o Marcelo ficar à vontade, acredito que por ficarmos só entre homens ali o Marcelo tirou a camisa, ficando só de calção, assim como eu e meu pai.

Minha mãe brigava com meu pai se ele me deixasse beber, então quando ela não estava por perto ele me deixava beber bem pouco, nada que me deixasse bêbado, ao contrário dele e do Marcelo, que viravam lata de cerveja atrás de lata, e quando acabava compravam mais. Quando já era bem tarde resolvemos ir dormir, tanto meu pai quanto o Marcelo estavam bem bêbados. Entramos em casa e Marcelo foi para o quarto dele tomar um banho. Meu pai pediu minha ajuda para recolher as latinhas de cerveja do chão e colocar num saco, pois se não minha mãe ficaria puta se visse aquela bagunça, quando terminamos de arrumar o quintal entramos em casa também.

– Ei, quando fui lá no quarto do Marcelo vi que não tem cobertor, sua mãe pediu para eu colocar um lá e eu me esqueci. Eu vou pegar um aqui e tu leva pra ele, não sei se ele é de sentir frio ou é calorento que nem a gente. – Meu pai comentou rindo.

– Beleza, pai, pega lá.

Meu pai foi no quarto dele com minha mãe, pegou um cobertor e me entregou, me deu boa noite e fechou sua porta. Fui em direção ao meu quarto, mas antes bati na porta do Marcelo para lhe entregar o cobertor. Ninguém respondeu. Será que ainda estava no banho?

Chamei pelo nome dele e bati na porta novamente. Nenhuma resposta. Provavelmente estava no banho mesmo. Então resolvi abrir a porta e colocar o cobertor na cama dele, porém, para minha surpresa, quando eu abri a porta o Marcelo não estava no banheiro, e muito menos tomando banho. Estava deitado na cama, largadão, de barriga para cima, peladão, pauzão durão. O puto devia estar tão bêbado que quando saiu do banho só caiu na cama, pois sua toalha estava jogada no chão, a luz do banheiro acesa, iluminando seu corpo e me dando o privilégio de eu ver tudo aquilo com clareza.

O filho da puta era muito gostoso, e tinha um pauzão do caralho, não sei se fazia academia, mas seu corpo era definido, seu peitoral era largo… Meu pau ganhou vida na hora. Eu nem estranhei essa reação vindo do meu caralho. Meu pai sabia que eu comia algumas minas tanto da escola quanto do bairro, mas o que ele não sabia era que eu já havia comido uns carinhas em segredo por ai, e também já havia fodido com uma amigo meu, que deu pra mim porém também me fez dar pra ele.

Coloquei o cobertor na cama dele, e continuei olhando seu corpo, queria aproveitar mais daquela visão. O pau dele não amolecia de jeito nenhum, pelo contrário, as vezes até pulsava, devia estar excitadão após tanto álcool. Juro que tentei ir embora dali para meu quarto, mas minha rola não me deixava, não parava de pulsar e estava para rasgar minha cueca. Comecei a pegar no meu cacete enquanto ficava olhando o Marcelo, fiquei nisso por um tempo mas comecei a me sentir estranho, desconfortável. Então fui até o banheiro, desliguei a luz, sai do quarto e fechei a porta. Fui para o meu quarto, retirei meu calção e minha cueca, meu pau pulou durão na hora, corri para o banheiro para tomar um banho. Mas nada da rola abaixar. Tive que bater uma ali mesmo, apoiei minhas costas na parede, com uma mão segurava meu pau e com a outra, minhas bolas.

Iniciei uma punheta, pensando no fato do Marcelo estar bem no quarto ao lado, peladão e de pau durão deitado na cama. Logo gozei, jorrando uma boa quantidade de porra no chão. Me lavei e fui deitar, peladão também. Acabei batendo outra novamente, pois não conseguia tirar a imagem do Marcelo da minha cabeça. Dormi.

Já era manhã quando acordei, estava apertado para dar uma mijada, e com o cacete durão. Iniciei uma punheta, e logo que lembrei do Marcelo meu pau jorrou porra na minha barriga. Me levantei e fui tomar um banho, e escovar os dentes, minha jeba deu uma amolecida, aproveitei para dar uma mijada no ralo do banheiro. Sai do banho, vesti uma cueca boxer preta e um calção branco, de jogar bola. Sai do quarto, só havíamos eu e o Marcelo em casa, mas pelo visto o puto ainda estava dormindo, pois a casa estava um silencio total. A vontade que tinha era de abrir a porta do quarto dele para ver ele deitado peladão, mas me segurei, pois não queria correr o risco de abrir a porta e dar de cara com ele acordado.

Comi alguma coisa e fui para a sala, ver TV e ficar mexendo no celular. Alguns minutos se passaram até que o Marcelo saiu do quarto, usava apenas uma cueca slip branca, e mais nada, seu caralho, embora parecesse mole, marcava demais a cueca. E eu pude ver aquele corpo gostoso da porra novamente, sem camisa ou short para impedir minha visão. Quando me viu deu um sorriso e me cumprimentou, meu pai havia o avisado que ele e minha mãe teriam que ir trabalhar então por isso ficaríamos só nós dois durante do dia. Acredito que por isso que ele não se importou em ficar apenas de cueca.

Se jogou no outro sofá, de pernas abertas, quando passou por mim notei que sua bunda era grande, gostosa também, e suas coxas eram grossas. Ficou vendo TV, as vezes dava uma pegada no próprio cacete, enchendo a mão. Aquilo começou a me excitar novamente.

– Ein, foi tu que colocou um cobertor na minha cama essa noite?

– Ah, foi sim. – Respondi meio receoso. Será que ele havia percebido que eu fiquei olhando ele dormir?

– Ah que bom então. Ontem eu sai do banho caindo de bêbado, hoje acordei percebi que nem roupa eu vesti na hora de deitar. – Falou rindo. – Então vi o cobertor e saquei que alguém tinha entrado enquanto eu dormia, ai torci pra ser tu ou teu pai.

– Ah tá de boa, foi eu que levei o cobertor lá. Tu nem notou. – Falei rindo.

– Que bom que foi tu, se o Rogério (meu pai) entrasse lá e desse de cara comigo derrubado e peladão na cama seria só a tiração hoje. – Marcelo comentou rindo, dando uma pegada no pau. Eu ri também, mas aquilo me deixou um pouco mexido, resolvi tentar aumentar o assunto.

– Tu ainda estava todo animado. – Disse dando uma risada.

– Caralho, sério, moleque? – Deu uma gargalhada. – Deve ter sido a cerveja, ela deixa o bicho aqui animado mesmo. – Falou dando uma pegada forte no próprio pau. Meu cacete animou ainda mais com aquela situação.

– É entendo… – Disse rindo também.

Achei que a conversa iria continuar mas ele então se levantou.

– Vou tomar um banho.

– Beleza, vai lá.

Fiquei deitado no sofá, olhei para baixo e percebi meu pau duro. Aquele cara não iria embora enquanto a gente não fodesse.

Alguns minutos depois Marcelo voltou, apenas de toalha, achei meio estranho pois como ele tomou banho no banheiro do quarto que ele estava instalado não havia motivo para ele não ter vestido roupa lá mesmo. Se jogou no sofá de pernas abertas e ficou mexendo no próprio celular. Ficava mexendo as pernas, e as vezes dava uma segurada no cacete por cima da toalha, aquilo estava me deixando inquieto, e eu não conseguia evitar de olhar. Até que Marcelo se encostou no canto do sofá, deixou um dos pés no chão, e o outro colocou em cima do sofá, com seu joelho dobrado.

Quando ele fez isso, obviamente a toalha subiu junto com seu joelho, deixando a mostra tudo que havia ali em baixo. Eu não sei se ele estava fazendo aquilo de propósito, se não se importava por eu ser homem também, ou se estava tão desligado que nem notou que seu pau estava aparecendo para mim.

Seu cacete mesmo mole era comprido, estava jogado entre suas coxas, por cima das suas bolas. E quanto mais Marcelo movia suas pernas, mais sua toalha deixava a vista seu caralho e seu saco. Ele tinha pelos um pouco rasos, eram claros também, assim como sua barba e seus cabelos.

Perdi a noção do tempo enquanto o observada sem parar, e só acordei dos meus devaneios quando ele se levantou bruscamente.

– Vou vestir uma roupa.

Demorei um tempo para assimilar o que ele falou, então só dei um sorrisinho de canto de boca para ele, ele me deu um outro sorriso, diferente, uma ar meio sacana. Não sabia se era mesmo ou se eu estava imaginando coisas demais. Foi em direção ao quarto, e eu só fiquei imaginando aquele caralho balançando entre suas pernas.

Alguns minutos depois ele voltou, vestindo um calção branco e uma regata preta, o pau marcadão de lado no calção. Ele devia gostar de ficar exibindo o caralhão dele, mostrar pra geral que tem pau grande, que se garante. Se jogou no sofá e ali passamos a tarde conversando e vendo TV, vez ou outra ele dava uma boa pegada no próprio pau, para dar uma ajeitada, o que só deixava mais marcado no calção ainda.

De noite com meus pais em casa jantamos e fomos pro quintal, minha mãe como sempre logo foi dormir, e ficamos eu, meu pai e o Marcelo. Os três só de calção, meu pai e Marcelo enchendo a cara novamente, e eu só tomando uns goles aqui e outro ali.

Como meu pai não tinha companhia para beber era raro ele tomar bebida alcoólica, e agora que tinha Marcelo ali, ele devia estar animado. Tarde da noite a bebida já agia forte na cabeça dos dois, meu pai disse que iria colocar as latas de cerveja num saco de lixo e ir se deitar, eu e o Marcelo o ajudamos.

– Cara, eu vou deitar, pois hoje eu tô quebrado, mas se quiser pode ficar ai. Fica a vontade. – Meu pai falou meio bêbado.

– Ah, beleza. Vou ficar mais um pouco aqui, tô sem sono hoje. – Marcelo respondeu no mesmo estado.

– Vai dormir tarde não, moleque. – Meu pai falou rindo pra mim. – Boa noite para vocês ai.

– Boa noite, pai.

– Boa noite…

Ficamos nós dois ali, conversando, enquanto Marcelo secava as poucas latas de cerveja que haviam sobrado. Algum tempo depois elas acabaram, Marcelo estava bastante bêbado.

– Moleque, eu vou deitar também. Mas tô achando que vou precisar da sua ajuda pra ir pro quarto, não tô confiável não. – Disse rindo. – Do jeito que eu tô aqui vou acabar acordando a casa toda.

– Ah, beleza. Bora lá. – Respondi rindo. – Te ajudo a entrar.

Ele se levantou, e eu também. Assim que fiquei em pé ele colocou seu braço sobre meus ombros, eu passei minha mão em volta da cintura dele, pude sentir pela primeira vez o contato do seu corpo no meu, fomos entrando em casa, com cuidado para não acordar ninguém. O levei até seu quarto. Achei que ele iria só se jogar na cama, mas assim que o soltei ele começou a tentar tirar o calção que usava. Parecia que iria cair a qualquer momento, não estava conseguindo se equilibrar direito.

– Tu quer ajuda pra tirar o short? – Perguntei.

– Sim, cara, eu vou tomar um banho antes de deitar.

Fui até ele novamente, puxando seu calção para baixo, aquilo me deixava totalmente nervoso, senti meu corpo inteiro se arrepiar. Mas nada se comparou ao que estava por vir. Assim que seu short caiu sobre seus pés, a primeira coisa que notei foi seu pau marcadão na cueca que ele usava, uma slip roxa, o pau estava de lado, dava para ver que realmente mesmo mole era grande e grosso. Meu cacete já começou a querer se animar. Me abaixei para ajudar ele a tirar, mas ao invés de ele levantar os pés para eu puxar o short, ele abaixou a cueca que estava usando. E seu pau se soltou, ficando ali, praticamente na minha cara, na hora minha respiração ficou pesada. Meu corpo tremeu todo, vendo o pau do cara ali quase colado ao meu rosto, eu praticamente podia sentir o cheiro da pica dele.

A vontade que eu tinha era de meter minha boca ali, mas óbvio que eu não faria nada com ele naquele estado, se eu fosse foder com ele, queria ele sóbrio, para curtir todo o momento comigo.

Tentei manter a calma, mas meu pau já ganhava vida na cueca, estava de lado também, então eu sabia o quanto iria ficar marcado. Sorte que o Marcelo estava bêbado e não iria notar provavelmente. Assim que sua cueca caiu sobre seus pés eu tirei tanto ela quanto o calção, ele ficou totalmente pelado. Deu uma mexida no pau e foi se encaminhando para o banheiro.

Pensei em sair mas confesso que fiquei receoso de deixar ele ali bêbado e ele cair no banheiro ou algo assim. Então resolvi ficar até ele deitar. Ele começou a puxar assunto comigo, sobre ter bebido muito, enquanto entrava no banheiro, eu então o segui e fiquei na porta o olhando. Ele parou no vaso sanitário, segurou o pau e começou a dar uma mijada, extremamente longa, provavelmente por ter bebido demais, ele cambaleava um pouco. Meu pau continuava duro vendo toda aquela cena, e eu colocava a mão na frente para disfarçar.

Ele terminou, puxou a descarga, deu uma balançada no cacete e foi pro chuveiro. Jogou uma água no corpo, enquanto segurava na parede, e ficava falando comigo. Assim que terminou, saiu do chuveiro, ainda segurando na parede, veio na minha direção, então eu sai da porta. Ele passou por mim e pegou a toalha dele na cama, secou apenas o cabelo.

– Cara, não tô com força para secar o resto não. – Disse rindo, com os olhos meio fechado.

– Você quer ajuda com isso?

Ele então me entregou a toalha, entendi que queria ajuda para se secar. Engoli em seco. Não devia ter perguntado se ele queria ajuda, aquilo me deixou ainda mais nervoso. Meu pau até pulsava dentro da minha cueca.

Passei a toalha meio sem jeito pelo peitoral dele, pelos braços, pelas costas, pela bunda passei de qualquer jeito, praticamente só encostei a toalha e tirei, me abaixei, sequei seus pés, suas pernas, aquele caralho bem na minha frente. Comecei a secar suas coxas, e quando fiz isso, o pau dele começou a aumentar de tamanho, não podia acreditar que aquilo estava acontecendo, o safado estava ficando de pau duro ao sentir minha mão passando pelas coxas dele. Na hora fiquei sem jeito, e fiquei com as mãos paradas sobre sua coxa direita. O pau dele rapidamente ficou meia bomba. Ele então segurou a toalha e uma das minhas mãos, e levou até no seu pau.

– Pode me secar, não precisa ficar com vergonha não. Você também é homem. – Ele disse, olhando para frente, com os olhos ainda meio fechados, como se estivesse com muito sono.

Senti o pau dele sob a toalha, passei em suas bolas, eu mal sentia minha mão devido a intensidade daquele momento, passei a toalha rapidamente no pau dele, que logo subiu mais e já ficava totalmente duro.

O pau do cara realmente era grande, e grosso, além das suas bolas serem grandes também. Durante o movimento que fiz a cabeça do pau dele acabou ficando para fora. Puta que pariu. Meu pau até doeu na hora de tão duro que ficou, a vontade que eu tinha era de tirar ele para fora o mais rápido possível, enquanto chupava aquele caralho.

Foi quando eu senti a mão do Marcelo sobre minha cabeça, a segurando. Petrifiquei na hora. Tinha certeza que ele me botaria para mamar ele, quando olhei para cima ele estava com um sorriso super sacana, e seus olhos que antes estavam quase fechados agora estavam totalmente abertos e atentos.

– Valeu pela ajuda, moleque. – Ele falou, ainda com aquele enorme sorriso sacana.

– De… boa…

Ele então soltou minha cabeça, se virou de costas e foi em direção a cama dele.

– Vou dormir agora. Até amanhã, moleque. Boa noite.

E eu fiquei ali, sem ação, de joelhos no chão, e com a toalha na mão.

– Boa noite. Até amanhã. – Respondi me levantando, olhando pela última vez aquele corpo deitado de barriga para cima, com um dos braços sobre os olhos, e aquele pauzão duro que repousava sobre sua barriga.

Deixei sua toalha numa cadeira do quarto, desliguei a luz do banheiro, e sai do quarto, fechando a porta.

Fui para o meu quarto, fechei a porta, e sem nem tranca-la, apenas me joguei na cama, abaixei meu calção e minha cueca e iniciei uma punheta. Meu pau até derramava baba de tanto tesão, gozei em questão de segundos, meu pau jorrou porra com tanta força que chegou a cair no meu queixo. Meu corpo vibrava de tesão, enquanto eu gemia com aquela gozada. Assim que terminei juntei forças e me levantei para ir pro banho. Minha barriga e peitoral estava toda molhada de leite da minha pica.

Tirei meu calção e minha cueca e tomei um bom banho, voltei para a cama e me deitei peladão mesmo. Logo dormi.

Acordei depois de algumas horas, já havia amanhecido, meu pau durão como sempre. Segurei nele e iniciei uma punheta frenética, pensando em tudo que havia ocorrido na noite anterior. Estava de olhos fechados, mão no pau, peladão, e sem nada me cobrindo. Só escutei quando a porta abriu do nada. Vi rapidamente que era o Marcelo, assim que ele me viu ali, peladão, com o pau durão na mão, ele se virou de costas. A única coisa que pude fazer é tampar meu caralho com minhas duas mãos e ficar ali saber como reagir.

– Putz! Foi mal ai, moleque. Devia ter batido. Teu pai me mandou aqui para perguntar se tu quer ir ao mercado com a gente? – Marcelo falou soltando algumas risadinhas.

– Ah… pode ser… – Fiquei totalmente sem reação e literalmente com o pau na mão.

Ele se virou para mim, ficou me olhando, deu um sorriso.

– Foi mal ai! Estamos te esperando lá… – Disse e saiu do quarto.

Me lembrei na hora que havia esquecido de trancar a porra da porta na noite anterior, por estar muito envolvido com a situação na hora do Marcelo pelado e de pau duro na minha frente. Continuei lá na cama, tentando absorver aquela situação. O cara realmente havia me pego no flagra batendo uma, e mal sabia ele que era nele que eu estava pensando enquanto fazia isso.

Me levantei rapidamente da cama, me enrolei na toalha, com o pau ainda duro e corri pro banheiro, para ninguém me ver. E felizmente ninguém viu. Tomei um banho na água fria, meu pau logo abaixou. Dei uma mijada no ralo, escovei meus dentes e sai do banho. Voltei para o meu quarto, sequei meus cabelos na toalha, e o meu corpo. Vesti uma cueca boxer branca, um short de moletom preto, que ficava meio caído, e uma camisa branca com estampas pretas. Sai do quarto e fui ao encontro do meu pai e do Marcelo.

Ele ficava me olhando, com um sorriso sacana no rosto. Aquilo me deixou muito desconfiado.

– Bom dia, moleque. – Meu pai me cumprimentou quando me viu, dei um sorriso a ele e respondi o bom dia.

Fomos ao mercado, compramos tudo, minha mãe ajudou a fazer a comida, meu pau cuidou do churrasco e assim passamos a tarde, comendo, bebendo e conversando.

Mas foi em um dado momento, em que eu acabei ficando sozinho no quintal com o Marcelo, que ele comentou algo comigo:

– Ei, moleque? Sobre hoje de manhã… pode ficar tranquilo viu? Precisa ficar com vergonha de mim agora não. – Marcelo comentou dando uma risadinha, provavelmente havia percebido meu desconforto perto dele durante o dia todo. – Tu é homem, eu sou homem. Tá de boa. – Ele falou dando outra risada. – Devia estar pensando em alguma gostosinha da sua escola né? – Marcelo falou, dando risadas e me dando um tapinha no ombro.

Deu uma risadinha sem graça para ele.

– Fica de boa, moleque. Eu sou solteiro, te entendo… Quando não tô comendo ninguém lá na cidade que eu moro eu resolvo é na mão mesmo. – Marcelo comentou rindo.

Esse “ninguém” mexeu comigo, pois na minha mente isso ficou aberto a interpretações. Ele podia estar se referindo tanto a mulheres que ele comia, quanto a homens. Mas achei que estava viajando. Porém, estava curtindo a onda daquela conversa, e comecei a ficar mais relaxado em relação ao que tinha acontecido, o flagra. E agora na verdade, eu estava meio que curtindo o fato do Marcelo ter me visto batendo uma.

– E tu fode muita gente por lá? – Resolvi pergunta na lata mesmo, já que ele estava aberto a falar sobre fodas e punhetas.

– Ah, moleque, nem muito assim… Eu trabalho pesado lá né ai acabo ficando cansado, é mais comum final de semana mesmo, quando encontro alguém disponível e afim. – Ele continuava a dizer alguém… – E tu? Come muita mina por aqui?

– Algumas. – Respondi.

– Olha… não é mais cabaço então? – Perguntou rindo.

– Ah, nem… Perdi o cabaço lá com meus 13 anos, com uma mina da escola. – Isso realmente havia acontecido.

– Eita, perdeu cedo ein… Eu perdi com meus 16 anos. Pau até chora quando lembra. – Aquela conversa começou a deixar meu pau duro, e quando ele disse isso, eu cheguei a me arrepiar só de pensar no pau dele babando dentro da sua cueca.

– E como foi isso ai?

– Ah, moleque, eu morava no interior né? Ai tinha uma mina lá, bem mais velha que eu, morava perto da nossa casa, um dia estávamos conversando no curral lá do sitio do meu pai, só tinha nós dois lá. Ela começou a fazer umas perguntas sobre eu ficar com alguma menina de lá, e a conversa foi ficando quente, meu pau acordou na hora, ela percebeu já, eu era moleque que nem tu, curtia ficar só com esses calção de jogar bola sem cueca, então tinha nem como disfarçar o caralhão marcando. – Ele riu. E eu também. Meu pau pulsou na minha cueca, e tive que colocar minha mão na frente para disfarçar. – Ela perguntou se podia ver meu pau, claro que eu deixei, ela começou a me punhetar, perguntou se eu batia muita punheta, perguntou se alguém já havia chupado meu pau, se eu já havia comido alguma menina, disse que não, ela então me chupou, e logo me botou pra comer ela. Ela era bem safada sabe? Quando descobriu que eu era cabaço devia ter ficado até com a buceta molhada. – Marcelo deu uma risada. – Ela só não deixou eu gozar dentro dela, disse que tinha medo de ficar grávida, então na hora da gozada me fez tirar o pau, e encher o chão de porra.

– Eita, deve ser massa comer mina experiente assim né?

– Ah, mano, na época foi bom demais. Aquela mina me deu um chá de buceta que eu não esqueço até hoje. – Rimos. Meu pau deu outra pulsada e eu segurei com força ele. – Ficou de pau duro, moleque? Tô começando a achar que tu é cabaço ainda ein?

– Ah, que isso, sou não. – Comentei rindo.

– De boa, só de pensar nela meu cacete até dói aqui. – Marcelo falou, dando uma pegada forte no cacete, que estava duro pra caralho, pois marcava demais o calção azul que ele usava. Não consegui disfarçar minha olhada, e fiquei ali encarando aquele pauzão marcando seu short, novamente duro, os pensamentos da noite anterior vieram todos em minha mente, e meu pau até doía preso em minha cueca.

– Olhando desse jeito vou achar que tu curtiu meu pau. – Marcelo falou rindo, me tirando dos meus devaneios e me deixando super sem graça. Afinal, não sabia se ele curtia, e não queria correr o risco com um amigo do meu pai.

– Que isso… – Falei, dando uma risadinha sem graça.

– Relaxa, moleque. Tô brincando contigo. – Marcelo falou dando outra risada e outro tapinha no meu ombro. Logo em seguida meu pai chegou e se sentou com a gente.

Tarde da noite meu pai se despediu e disse que iria dormir, pois no dia seguinte teria que acordar cedo com o Marcelo, o Marcelo disse que iria depois, e eu fiquei no quintal com ele, conversando, enquanto novamente ele secava algumas latinhas de cerveja.

Ele constantemente me dava algumas olhadas estranhas, o que me deixava um pouco inquieto. Até que se levantou e tirou sua camisa, eu já estava sem já algum tempo, já que costumo ficar assim em casa.

– Cara, por aqui é meio quente né? – Perguntou.

– Sim, nessa época do ano é bem quente mesmo, até mesmo de noite.

– O jeito é dormir peladão mesmo né? – Marcelo falou rindo e dando mais um gole em sua cerveja.

– Desse jeito mesmo. – Dei uma risada. – Tu parece que gosta de dormir assim né? – Óbvio que eu ia aproveitar para dar continuidade aquele assunto.

– Eu moro no interior né? Sozinho. Então pra mim já é costume dormir peladão, levantar depois, tomar banho no chuveiro do meu quintal, sem preocupação com ninguém aparecendo.

– Ah deve ser massa viver assim. Essa liberdade toda. Mas aqui até que é de boa, pois eu passo o dia todo sozinho praticamente, já que meus pais saem para trabalhar.

– Deve encher a casa de mina né?

– Ah nem tanto, se minha mãe fica sabendo que eu trouxe alguma mina pra cá ela grila demais. Uma vez ela acabou descobrindo, meu pai fica de boa né, mas minha mãe não curte não. Acho que ela morre de medo de eu virar pai cedo. – Comentei rindo.

– Eita, mas só encapar o bichão ai que tá de boa. – Marcelo deu outro gole em sua cerveja. – Ou tu não tá achando camisinha do seu tamanho? – Demos uma gargalhada quando ele disse isso.

– Cara, não sei se é essa cerveja, nossa conversa, o calor que tá aqui ou os dias que estou sem punheta, mas hoje é tô com um tesão da porra. – Marcelo comentou rindo.

Putz, ele devia estar com o maior tesão acumulado, sem ter batido punheta durante esses dias que dormiu na minha casa.

– Ah te entendo. Eu bato uma quase todo dia, meu pau já acorda durão, tem nem como evitar.

– É eu vi hoje mesmo. – Rimos.

Marcelo então deu uma ajeitada no pau dele, que estava de lado na sua cueca, e provavelmente duro, pois estava marcando bastante. Nesse ponto meu pau também ficou durão.

– Se animou ai também, moleque? – Marcelo comentou rindo e olhando em direção ao meu caralho marcado no meu short.

– Ah foi essa conversa nossa ai.

– Verdade, hoje eu atrapalhei sua punheta. Hoje tu tá só na vontade.

– Pois é, culpa tua.

Marcelo se levantou da cadeira, ficando ereto e se espreguiçando. Sua rola durona e marcadona no seu calção. Puta que pariu. Meu pau pulsou na hora vendo aquela imagem. Ele era gostoso pra caralho, tinha um corpo gostoso, era bonito, tinha um pau massa, e uma bunda saliente, que parecia ser bem gostosa também. Que tesão da porra eu estava sentindo. Ele então deu uma segurada no próprio cacete, olhou pra mim, deu uma balançada nele e uma risada. Eu ri de volta, olhando-o. Aquele filho da puta com certeza estava me provocando, não tinha como não ser isso, a situação já estava óbvia demais.

– Tu curte ficar olhando pro meu pau né? – Marcelo falou rindo de forma sacana.

– Ah, sei lá, tu deve arregaçar as minas lá no teu sitio né? Com uma porra desse tamanho.

– Nem é grande assim, moleque. Só parece por causa do short.

– Mas eu já vi sem o short também. – Respondi rindo.

– Ah, é verdade, tu já me pegou peladão lá. Naquele dia que tu ficou me secando depois do banho achei que ia até cair de boca na minha pica, ficou olhando pra ela sem parar. Até estranhei.

Putz ele realmente se lembrou da noite passada em que eu sequei o corpo dele, o filho da puta nem devia estar bêbado assim, só devia ter fingido para eu cair na dele.

Apenas soltei uma risadinha.

– Hoje vou ter que dar uma aliviada antes de dormir, se não o bichão aqui não vai abaixar não. – Marcelo deu outra pegada no seu pau, enchendo sua mão.

– Eu também. – Falei passando a mão no meu cacete por cima do short também, ele deu uma olhada.

– Meu pau tá até doendo aqui na cueca. – Ele falou dando outra risada sacana para mim.

– Libera ele então. – Falei, o encarando.

– Ah, mas e se seus pais aparecem ai?

– Bora sentar ali então. – Apontei o corredor da casa, na onde ficava algumas cadeiras, se meus pais saíssem da casa para ver a gente lá fora iriamos ouvir a tempo de botar nossas rolas para dentro, caso ele realmente estivesse disposto a fazer algo comigo.

Ele se encaminhou para o corredor, na hora percebi que realmente iria acontecer algo entre a gente, era inevitável. Meu corpo se arrepiou todo, e podia sentir minha cueca molhada já, com a baba do meu cacete.

– Caralho, olha minha situação. – Marcelo falou botando seu cacete e suas bolas para fora, era grande e grosso, do jeito que eu me lembrava, combinava com suas bolas, que também era grandes.

– Tô na mesma cara. – Disse botando o meu cacete e minhas bolas para fora também, a cabeça da minha pica até pingou baba.

– Eita, tá com mó tesão mesmo ein, moleque.

– Por sua causa. – Respondi o encarando.

– Ah é? Tu curte? – Marcelo balançou seu cacete na minha direção.

– Sim.

– Tu chupa?

– Se quiser… – Respondi.

– Mama aqui então, moleque. – Marcelo segurou meu cabelo e direcionou minha cabeça em direção ao seu pau, assim que cheguei perto já senti aquele cheiro de pica de macho com tesão.

Marcelo passou seu pau no meu rosto, sujando-o com a baba do seu cacete, em seguida o forçou em direção aos meus lábios, e quanto percebi eu já estava com metade do pau dele na minha boca. Ele continuava a segurar meu cabelo, quando começou um vai e vem, suas bolas grandes balançavam, e as vezes batiam no meu queixo, quando ele tentava colocar seu pau inteiro dentro da minha boca. Era grosso pra caralho, meu maxilar ficava até um pouco dormente.

Ele gemia muito baixinho. Ele tirou seu cacete da minha boca e voltou a esfregar ele no meu rosto, dei um sorriso para ele e ele correspondeu com outro.

– Seu safado. – Sussurrou para mim, e logo em seguida voltei a chupa-lo.

Engolia seu pau, depois lambia todo ele, sua cabeça, passava a língua em sua base, suas bolas grandes. Gostoso pra caralho.

Fiquei um tempo assim, até que ele me levantou.

– Tu já deu o cuzinho?

– Já. – Respondi.

– Então vai dar pra mim agora. – Senti seu hálito forte de álcool.

– Mas teu pau é grande demais, mano. – Falei, olhando para aquela porra grande, grossa e molhada.

– Eu vou devagar, pra tu se acostumar. Vira a bundinha pra mim. – Marcelo me virou de costas para ele, sem nem esperar eu responder. – Bundinha gostosa que tu tem ein, moleque. Passei o dia pensando em meter meu pau nela.

– Sério?

– Sim, desde a hora que vi tu encarando meu pau já saquei que tu ia curtir.

Marcelo abaixou meu short e minha cueca, e encostou seu corpo no meu, senti seu pauzão roçando minha bunda, ele começou então a lamber minha orelha, e aquilo me deu um tesão do caralho, depois passou para meu pescoço, meu corpo se arrepiou todo, meu pau deu uma pulsada forte.

Marcelo então se abaixou, abriu minha bunda e deu uma cuspida forte no meu cu, senti até escorrer, então voltou a ficar em pé e a tentar meter seu caralhão em mim.

– Vai devagar, mano. – Falei.

– Relaxa, moleque. Esse não é o primeiro cuzinho que eu como…

Que tesão que me deu ouvir ele dizendo isso, comecei imaginar ele levando moleques lá pro sitio dele e arrombando, eles gemendo alto, sem ninguém em volta para ouvir, só o barulho dos gemidos e da batida do saco dele no cuzinhos dos moleques.

O cacete do Marcelo estava bem lubrificado, com a baba do pau dele e devido as minhas chupadas. Ele segurou sua rola, apontou ela pro meu cu e começou a empurrar, senti aquela cabeçona tentando me arrombar, mas eu estava com tanto tesão que nem estava me importando se iria doer ou não. Ele foi empurrando bem devagar, foi quando eu senti a cabeça da pica dele invadindo meu cuzinho.

Eu não tinha o costume de dar, normalmente eu sempre comia, tanto minas quanto alguns moleques por ai, de internet ou do meu bairro, eu só costumava dar quando era algum cara mais velho, como era o caso do Marcelo.

Quando a cabeça da pica dele entrou, ele começou a empurrar o resto, quando ficava complicado para entrar, ele dava mais algumas cuspidas tanto no pau dele quanto no meu cu, e depois voltava a meter.

Sentia aquele caralhão me arrombando, mas estava com um tesão da porra, meu pau continuava duro e babando, eu só queria fuder com aquele putão sacana. Quando seu cacete entrou todo ele começou a fazer um vai e vem, enquanto entrelaçava meu corpo com seus braços, e gemia gostoso no meu ouvido.

Marcelo abaixou a mão até meu cacete, e começou a bater uma punheta para mim, as vezes rápida as vezes devagar.

– Não goza ainda não. – Ordenou.

– Beleza. – Respondi entre gemidos.

Eu me segurava para não gozar mesmo, e quando sentia que estava perto segurava a mão dele para ele parar de me punhetar. Ele parecia querer curtir bastante aquele momento, então as vezes me fodia rápido e depois desacelerava, fazendo um vai e vem lentamente dentro de mim. Seu corpo totalmente colocado ao meu, suas mãos tocando meu corpo, sua respiração pesada em meus ombros, seus gemidos em meus ouvidos. Meus pés quase saiam do chão, com a intensidade e o tesão que eu sentia naquele momento. Ele puxava meu corpo para mais perto dele ainda, praticamente me apertando com força.

– Eu vou gozar se tu continuar pegando no meu pau. – Falei, sentindo a mão dele me punhetando lentamente.

– Eu vou gozar dentro de você, moleque. – Marcelo falou, dando estocadas fortes no meu cu, fazendo meu corpo ir para frente e para trás, enquanto sua mão segurava meu cacete com força.

Marcelo abaixou sua mão esquerda e a colocou no vão das minhas pernas. Não deu outra, soltei uma gozada daquelas, que encharcou a parede da casa. No mesmo instante ouvi o Marcelo gemendo ainda mais.

– Tô gozando, moleque… – Seu pau pulsou dentro de mim e começou a me encher de porra, era muita porra.

Continuamos ali pós gozada, ofegantes, ele segurando meu corpo ainda, eu me apoiando na parede, meu pau ainda derramando porra, e o dele socado dentro do meu cu.

– Tu é gostoso demais, moleque. Puta que pariu. – Marcelo falou enquanto puxava seu cacete lentamente de dentro de mim.

– Você também, tio. – Falei rindo, me virando de frente para ele.

Ele então segurou meu queixo, me botando contra a parede, senti seu corpo tocando no meu, seu pau todo melado de porra se esfregando na minha barriga e a molhando, já que ele era mais alto que eu.

– Tio é meu cacete, moleque. Toda vez que eu vir pra cá tu vai me dar esse cuzinho, tá entendendo?

– Beleza. – Respondi dando uma sorriso sacana para ele, e ele dando outra de volta.

– Bora voltar, antes que teu pai sai ai e me vê passando rola no moleque dele. – Marcelo comentou rindo.

Levantei minha cueca e meu short, deixando meu cacete meia bomba de lado na cueca. Marcelo fez a mesma coisa.

E voltamos para o lugar que estávamos anteriormente.

Juntamos as latas de cerveja do chão e jogamos no lixo, então ele disse que iria tomar um banho para ir dormir, pois acordaria cedo no dia seguinte.

Entramos na casa, e antes dele entrar no quarto dele me perguntou:

– Não quer ajudar a me secar depois do banho não?

– Pode ser. – Respondo sorrindo para ele.

– Bora tomar banho junto então.

Entrei no quarto dele, ele trancou a porta e fomos para o chuveiro, tirei toda a minha roupa e ele a dele. Tomamos um banho juntos, ele me fez chupar o pau dele de baixo do chuveiro, e gozou na minha boca. Me fazendo engolir tudo, depois me virou de costas na parede, encostou sua rola meia bomba na minha bunda, e levou suas mãos no meu pau, segurando minhas bolas e meu cacete, me batendo outra punheta e me fazendo gozar na parede do banheiro.

Ele me virou de frente para ele, me abraçando, mordendo os lábios e dando uma boa apertada na minha bunda com suas duas mãos. Saímos do banheiro, ele pegou sua toalha e jogou para mim, me sequei e depois ele me fez secar ele, principalmente seu pau e suas bolas, enquanto me olhava com a maior cara de safado.

– Se teus pais não estivessem em casa tu ia dormir comigo hoje, para eu te comer antes de sair amanhã.

– Tomara que tu apareça por aqui logo.

– Ou tu pode ver com teu pai um dia de tu ir lá pro meu sitio, para eu te comer toda hora que eu quiser. – Marcelo falou rindo.

– Eu ia gostar de ir pra lá. – Dei outro sorriso a ele. – Mas vou deixar tu dormir. Boa noite pra ti.

– Boa noite, moleque. – Marcelo ficou me olhando, com aquele sorriso sacana no rosto.

Peguei minha cueca e meu short do chão, e sai pelado do quarto dele, dando uma olhada para ter certeza que meus pais não estavam rondando pela casa, entrei no meu quarto e me joguei peladão na cama. Mesmo gozando duas vezes tive que bater mais uma punheta antes de dormir, pois meu cacete estava bastante inquieto.

Dormi.

No dia seguinte acordei sentindo alguém passando a mão na minha bunda, quando olhei direito era o Marcelo, parado em minha frente, vestia uma camisa social, e uma calça jeans com um cinto de fivela grande. Maior volumão na sua calça, o cara já me acordou com o pau durão. E eu peladão ali na cama.

– Vim aqui te ver antes de eu ir embora, seu pai tá tomando banho.

– Ah, e ai? Resolveram os negócios lá que tu foi resolver.

– Sim, sim. Tudo certo. – Marcelo respondeu sorrindo, dando uma pegada no cacete dele por cima da calça.

Sorri para ele, meio sonolento, e apertei seu pau por cima da calça também.

– Um dia tu ter que ir lá pro meu sitio, acordar assim na minha cama. Peladão desse jeito, para eu começar o dia passando rola em tu. – Eu ri quando ele disse isso.

Escutamos a porta do banheiro se abrindo, na hora me cobri com o cobertor, e Marcelo se afastou um pouco, agindo normalmente, como se estivéssemos conversando. Meu pai logo entrou no meu quarto, pois Marcelo havia deixado a porta aberta. Minha mãe estava no trabalho, só meu pai que estava de folga aquele dia, havia trocado de dia com um amigo dele para ele ir ajudar o Marcelo com os afazeres dele.

– Acordou, moleque? – Meu pai perguntou, enrolado na toalha dele.

– Sim… – Respondi rindo.

– Estava falando aqui pra ele sobre meu sitio lá, que ele ia curtir conhecer lá.

– E será que aguenta ficar um dia sem internet? Lá não tem ein… – Meu pai falou rindo. E nós rimos também. – Vai tomar um banho e vestir roupa, moleque, pra gente ir almoçar.

– Beleza, pai.

– Vou lá vestir uma roupa e já venho pra gente comer.

Meu pai saiu do quarto, me levantei, deixando meu cobertor na cama e andando pelado no quarto, enquanto o Marcelo me olhava. Fui pegar minha toalha, Marcelo então passou por mim e deu uma apertada na minha bunda.

– Vou sentir saudades dela. – Falou nos meus ouvidos e saiu do quarto.

Meu pau ficou duro na hora, e o jeito foi bater outra punheta no banho.

Depois que Marcelo foi embora se passaram algumas semanas, ele ligou a poucos dias para o meu pai dizendo que voltará aqui na cidade, e se ele ainda estiver afim, e eu tenho certeza que estará, darei um jeito de voltar com ele para o sitio dele. E lá com certeza a foda vai estar liberada a qualquer hora do dia.

Depois conto tudo a vocês.

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6 Comentários

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  • Responder Shhhhhhh ID:8d5f27wt0k

    Aposto que o Marcelo e o pai tão fudendo também, tomara que o garoto flagre ele comendo o paizão

  • Responder Luiz ID:3v6otnnr6ic

    O homem ainda usa cueca slip para da mais tezao

  • Responder Luiz ID:3v6otnnr6ic

    Seu conto foi sensacional nota 10 por favor nao mude nada apenas nos conte as fodas com vc sendo sempre a putinha, o viadinho do macho ele vai te comer muito ai nas ferias, se fosse eu passava as ferias toda dando pra ele com certeza iria rolar algumas surubas com algum macho amigo dele. Seja bem sacana com ele

  • Responder Nelson ID:8cio2sam9k

    Caraca. Que delícia. Gozei litros. Volta logo pra contar como foi no sitio. Acho até que tu vai comer ele também. Se pegou no teu pau e tocou uma bronha pra tu é porque gosta também.

    • Luiz ID:3v6otnnr6ic

      Nao Marcelo nao pode deixcar o moleque comer ele, esse conto foi bom porque ficou definido quem é o macho e quem é a putinha adoro contos assim vai pro sitio e de muito cu a Marcelo,

  • Responder Matoso ID:1daibs5yv3

    Delícia. Alguém te le: maatoso