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O professor foi em casa

2622 palavras | 7 |4.88
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Após meses me apalpando escondido, o “destino” fez o professor ir parar lá em casa e ser tentado um pouco.

Olá, sou Bianca, sou separada e tenho uma filha. Recentemente com meus namorados todos têm dado a entender que não gostam dos meus fetiches, aí descobri esse site.

Recomendo leitura dos anteriores para não se perder.

Passando um tempo, ficou comum do professor me apalpar, eu sempre terminava com uma bitoca e as vezes ele me virava para abaixar minha calça e ver de novo meu bumbum com o collant atolado por cima da meia do ballet. Ele ficava louquinho quando via! Sempre me chamava de delícia e cobria bem rápido.

Os alunos começaram a querer todos sentar pra trás de mim, eu agora sabia que meu collant estava marcando no meu bumbum quando sentava e na verdade passei a gostar disso. Adorava me sentir desejada. Mesmo naquela idade.

Como era costume na época, após três meses de aula teria reunião de pais.

Sempre quem ia era minha mãe e os alunos não precisavam ir.

Então eu fiquei a manhã toda de collant me esfregando em todos os lugares que eu podia. Como sempre, ao invés de apagar o fogo, só acendia.

Peguei meu ursinho, fui pra cozinha, coloquei na cadeira que era mais firme do que a cama e fiquei me esfregando nele imaginando que era meu pai em mim. Que fogo!

Uma hora eu bem distraída escuto a porta abrindo e falando com alguém. Pânico tomou conta de mim. Meu shorts estava no quarto e eu precisava esconder o ursinho. Minha mãe não ligava mas eu ficava com vergonha.

Eis que eu reconheço a segunda voz e minha mãe me chama:

– Bia! Vem dar oi para o seu professor!
Eu enfiei só a cabeça pra fora da cozinha pra ver… Era ele.

– Oi Bianca, falei pra sua mãe que senti sua falta hoje e ela me chamou pra almoçar aqui.
– O.. oi professor…

– Vem dar oi direito filha – minha mãe falou..
– Não posso..
– Ué, pq não?
– Agora não dá…

Ela foi vindo na minha direção e já viu pelos meus ombros o collant e o ursinho na mão e falou baixinho:

– Sua safada, joga esse ursinho na lavanderia e vai dar oi pro seu professor…
– Mas mãe eu tô só de.. – e ela me cortou.
– Vai logo filha, ele tá todo sem graça já.
– Tá bom…

E fiz o que ela falou…

Ela mesmo pegou o ursinho e foi pra lavanderia, deu pra ver ela cheirando… Enquanto isso eu fui meio que me cobrindo e bem devagar até o professor. O caminho era até que longo e demorou o dobro. Deu pra ver o queixo dele caindo ao me ver assim por inteiro. Só via o bumbum e bem de vez em quando.

Cheguei nele finalmente e só ouvi atrás minha mãe falando:

– Vai filha! Dá um abraço nele!

Eu até assustei.

Abracei ele e pouco pra cima da altura do meu peito pude sentir algo bem duro. Apertei ele e ele fez carinho na minha cabeça. Olhei pra cima e ele estava olhando minha bunda por cima, aquela volta de cima do meu bumbum sempre foi bem acentuado, então ele podia ver o collant todo sendo sugado pelo meu bumbum e falou bem baixinho:

– Delícia!

Eu sorri.

– Ele falou que você é bem atenciosa com ele e dá abraços aí chamei ele pra almoçar aqui e vir te ver. – falou minha mãe.
– Ela é bem querida.
– Mostra seu quarto pra ele filha. Vou fazer o almoço e já chamo vocês, tá?

Mostrar o quarto?
Eu iria andar assim até meu quarto com ele?

Meu Deus!
Na hora senti um super calor embaixo misturado com um certo pavor. Mas larguei finalmente do abraço dele, puxei ele pela mão e fui andando sem falar nada. Olhei pra ele e ele só olhava pra minha bunda.

Chegando no quarto ele sentou na cama e eu fui guardar os ursinhos que estava usando enquanto ele não tirava o olho do meu bumbum. Depois fui pra perto dele e ele não me abraçou como de costume, estava de boca aberta e somente olhava e foi dar uma ajeitada na calça, estava realmente excitado.

Quando fui olhar ele ajeitando a calça, vi que por ele estar sentado, a cabecinha do membro dele estava saindo pra fora e ele estava praticamente desesperado tentando esconder pra eu não ver.

Coloquei a mão, ele congelou.

Virou a cabeça pra mim novamente bem devagar e eu coloquei a outra mão. Ele parou e me olhou nos olhos, segurou minhas mãos e falou:

– Se sua mãe te ver com a mão aí ela me mata.
– É só você não contar pra ela – falei.

Na hora pude ver uma babinha saindo da cabecinha e ele aos poucos foi me soltando. Fui pondo a mão por dentro da calça até poder segurar no fundo. Apertava a base e ia puxando a mão pra cima. Gostava de ver a babinha.

Ele apenas me olhava.

Passei a ponta do dedo na babinha e levei a boca. Ele não se continha no espanto. Eu sorri. Ele continuava congelado.

Fui descendo a minha cabeça até por a boca nele. Ele entrou em Pânico:

– Não! Não! Sua mãe pode vir…
– Ela tá fazendo o almoço.

Ele tentou me segurar mas continuei e ele aos poucos foi soltando…

– Você é doidinha Bianca. Não sabia que era assim.

Eu apenas sorri.

Ele passou a fazer carinho na minha cabeça e depois passou a puxar… Como sempre fazem…

Vi que ele estava perdendo o controle e parei.

Ele me olhou e falou:

– O que foi?
– Senta mais pra trás.
– Assim?
– Isso!

Aí sentei no colo dele de costas pra ele e comecei a rebolar pra frente e pra trás bem em cima do membro dele.

– Que delícia.
– Delícia é?
– Sim. Muito delícia.

Aí finalmente ele começou a passar a mão em mim. Começou pela frente até em cima e depois embaixo, aí tombou as costas pra trás para ver meu bumbum melhor engolindo o membro dele e devolvendo só a pontinha e que devido a posição, parecia maior e começou a passar a mão nele. Todo mundo sempre preferiu meu bumbum acima de tudo, até hoje vivem me apalpando o bumbum todos os dias nas conduções, sempre finjo que não senti.

Ficamos assim um pouco, eu já até gemia baixinho e ele não parava de repetir “delícia” só para eu ouvir e me empolgar mais até que falou:

– Se continuar assim vou acabar te melando toda
– Mela
– Meu Deus menina, você é uma tentação.

Nisso ouvimos passos rápidos até o quarto, era o salto da minha mãe.

Deu tempo apenas dele inclinar pra cima novamente pois estava praticamente deitado pra trás. Minha mãe entrou no quarto, olhou para os dois e falou:

– Já está na mesa. O senhor aceita um vinho?

Ele gaguejou um monte, comigo no colo dele e o membro de fora embaixo de mim.

– Na.. Não… Te.. Tenho aula de tarde…
– Ah… Outro dia o senhor vem para um vinho então e essa mocinha já foi para o seu colo é?
– É… Muito querida…
– Ela é mesmo… Deu trabalho?
– Oi?
– Ela te deu algum trabalho?
– Não não… Trabalho algum…
– Que ótimo!
Senti o membro dele pulsando embaixo de mim.

Ela veio bem devagar na minha direção, abaixou, me deu uma bitoquinha bem demorada, pude até sentir o gosto do vinho, me deu um apertão no quadril e saiu.

– Ela sempre te dá beijos na boca?
– Sim! É a bitoquinha!

Respondi sorrindo.

Saí do colo dele de uma vez, o membro dele pulou pra cima. Cheguei perto do rosto do professor e dei também uma bitoquinha demorada, quando fui afastar ele me segurou e me beijou, segurei firme o membro dele durante o beijo e ele me soltou.

– Vamos antes que ela vem nos buscar novamente e já foi guardando o membro.

Chegando na cozinha minha mãe estava inclinada no armário pegando os pratos. Ela novamente de vestido solto, da minha altura eu via tudo. Quando ela levantou o professor falou:

– Você teve mesmo a quem puxar.
– Você é uma graça – ela respondeu

Ela serviu a todos e falou:

– Senta mais perto do professor, ele tá com saudades de ti.

E fui.

– Ele perguntou da nossa bitoca – falei.
– Ah é?
– Sim.

– Aqui a gente sempre deu bitoquinha na Bia. Era uma brincadeira de quando ela era bebê. Ela gostava tanto que ficou.
– Achei bonito de ver o carinho de vocês – Ele respondeu.
– Ah é? Legal! – e virou pra mim – Vem dar outra bitoquinha filha.
– Quero com vinho!

Dei a volta na mesa e fui até ela.
Ela deu um gole no vinho, molhou os lábios e me deu a bitoquinha. Eu queria o vinho e suguei como um canudo. Demoramos um pouco até eu pegar o máximo que pude.

Quando terminamos os olhos dele brilhavam.

– Essa sapeca quer o vinho!
– De novo!
– De novo é?
– Siiiiiimm!

Aí ela repetiu e eu comecei a beijar os lábios dela todo a procura do vinho.

– De novo!
– De novo?
– Quero mais.

Meu professor já não se continha no que via, ela com os lábios molhados de vinho e eu beijando cada parte a procura do gostinho.

Repetimos mais uma vez e ela falou pra eu sentar. Abracei ela e ela apertou minha bunda na frente dele.

– Mãe!

Repreendi ela.

– Fui eu que fiz, aperto mesmo!

E apertou de novo.

Eu saí sem graça e ela comentou com ele:

– Aqui em casa ela só se veste assim, acostumou por causa do ballet mas como o bumbum dela é grande os collants vivem subindo – deu uma disfarçada no real motivo – a professora de português falou que os meninos estão olhando muito pro bumbum dela.

– Na minha aula também – ele respondeu.

– É, imagino. Falei pra ela que é normal, é um bumbum grande e bonito, eles tem curiosidade. Ela pediu pra mudar a roupa mas falei que não ia mudar, deixa eles olharem o que é bonito né?

– É verdade – ele respondeu sem graça.
– Dá uma voltinha filha.
– Mãe!.. – e fiz bico.
– Só para o professor ver.
– Mas mãe..
– Te dou um golinho de vinho!
– Tá bom.

Levantei novamente e fui girando devagar. Quando fiquei de costas ela falou:

– Não é muito bonito?
– Muito bonito mesmo – ele já não escondia a sensação.
– Muita mulher adulta não tem um bumbum desse.
– Verdade.
– E é firme ainda!
– Deve ser… – ele sabia que era.
– Dá uma apertada.
– Eu?
– Isso! Aperta pra ver.

Ele apertou rapidinho e tirou a mão.

– Não é bem macio?
– Sim. Muito.

Eu toda sem graça já, sentei pra terminar de comer, os dois já tinham comido e estavam me comendo com os olhos.

– Faz lá na sala os movimentos de ballet pra ele ver.
– Estou comendo mãe.
– Depois vc termina. Vai lá com ela.

Ele sentou no sofá, comecei a dançar como em uma coreografia, mas logo ela falou:

– Faz o espacate!

Ela queria e me exibir e estava adorando. Não parava de encher a taça.

Eu fiz, bem aberto no chão, girei o corpo de um lado para o outro e fui pra frente, com as pernas bem abertas virada de costas pra ele.

Nisso o relógio dele começou a apitar. Ele ficou em desespero. Tinha que voltar para a escola.

– Tenho que ir correndo.
– Já? Que pena. – disse minha mãe.

Ela deu um beijo no rosto dele e falou:

– Vou deixar vocês então se despedirem direito e vou cuidar da louça, Bia, você abre o portão depois?
– Tá bom mãe.
– Podem ficar a vontade aí, já vou adiantar as coisas lá por que logo ela tem ballet.

E saiu.

Como da cozinha não tinha visão pro sofá, já fui direto sentar no colo dele de frente.

– Fica mais um pouco.

Ele me segurou com as duas mãos no bumbum, ficou olhando pra cozinha com medo e respondeu:

– Não posso. Aqui é mais longe do que minha casa, tenho que ir correndo pra dar tempo…
– Tá bom.

Comecei a dar bitocas nele e me esfregar pra frente e pra trás no colo dele. Ele tentando se segurar por causa do horário me deu uma bitoca e me segurou:

– Tenho mesmo que ir.

Eis que escuto na porta da cozinha:

– Para de ficar segurando ele Bia, você vai ver ele semana que vem.

Nós dois congelamos. Ele com as duas mãos na minha bunda, eu parei de me esfregar e fui afastando do rosto dele. Faz quanto tempo que ela estava ali? Viu tudo? E ela continuou:

– Dá só mais uma bitoca e leva ele.

Meu único impulso foi responder “tá bom”. Levantei dele, ele pegou a pasta e fomos pra fora. Quando chegamos perto do portão que eu me liguei que estava lá fora vestida daquele jeito. Comentei e ele me tampou enquanto a gente descia as escadas, foi descendo na minha frente.

Resolveu por a mão pra trás e foi tateando até achar minha “bonequinha”.

Continuamos descendo até ele alcançar o portão. Ele virou, sem tirar a mão e veio me dar uma bitoquinha e eu o beijei. Ficamos alguns minutos ali nos beijando e com a outra mão ele foi apalpando minha bunda e eu amando.

Eis que dê novo escuto atrás de mim:

– Vai atrasar seu professor menina. Achei até que tinha ido junto.

Do lugar em que ela estava com certeza via a mão dele no meu bumbum. Ele tirou a mão devagar, pegou a chave da minha mão, foi abrindo o portão e saindo e minha mãe:

– Depois a gente marca de você tomar o vinho, não esquece, tá?

– Tá bom. – respondeu ele todo sem graça e saiu.

Eu tranquei o portão correndo e subi com medo de alguém na rua me ver daquele jeito e assim que fui passando pela minha mãe ela me segurou.

– Aonde pensa que vai mocinha?
– Entrar?

Pensei que ia tomar bronca e ela:

– Sem me dar um beijo?

Olhei pra ela e ela ali mesmo, bem na porta de casa, começou a me dar beijos de língua, foram tão gostosos que até esqueci que alguém poderia ver.

Ela me pegou no colo e falou:

– Sua safadinha, agora você é só minha.

E me carregou pra abusar de mim no quarto.
Que delícia esse dia!

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7 Comentários

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  • Responder Admirador ID:81rg0lh49c

    Delícia de conto, continua

  • Responder Mestre ID:gipivg4v1

    Continua o conto

  • Responder gojou ID:1daianq8rb

    seus contos são incriveis, por favor não pare

    • BiancaN ID:2ql0274zm

      Não pretendo

  • Responder Claudio ID:830zij9fic

    Que tesão!!!!!!

  • Responder Perv ID:ayf4kv4

    Não demora, continua

    • BiancaN ID:2ql0274zm

      Estou em época de provas mas pretendo não demorar