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Minha filha sempre foi putinha

3321 palavras | 9 |4.49
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Rapaz, as coisas que acontecem aqui em casa, tô pra ver algum lugar igual. Minha mulher é safada, sempre foi, mas hj já não tem mais o mesmo fogo. Tá com 42 e não quer mt papo com sexo. Eu tenho 45 e a gente teve a nossa filha há 12 anos.
Antes, como era só a gente, eu sempre andava nu dentro de casa e ela também. Então, nada mudou muito depois que a Bia nasceu. Eu dava banho nela, a gente tomava banho os três juntos, eu ficava nu em casa, colocava ela no colo comigo pra ver desenho, dormir, tomar mamadeira. A nudez nunca foi um tabu.
E eu também, né, nunca fui santo. Eu sempre observei a bucetinha dela, o cuzinho, como bom apreciador. Mas claro que não fazia nada pq ela criança. Mas conforme ela foi crescendo, ficou claro que tinha fogo na buceta que nem a mãe. Cedinho começou a cutucar a xaninha enquanto tava deitada vendo desenho e tal. Pra gente era natural do desenvolvimento, nunca ngm se importou.
O negócio começou a ficar mais quente quando ela tava ali pelos 9 anos, que começou a sofrer com os hormônios. kkk Parece que baixa um projeto de puta nas meninas quando começa a nascer os peitos.
Outra coisa que era comum lá em casa era brincadeira e palavreado.
Sempre falamos de cu e bucetinha. Nunca “florzinha”, nada disso. Se ela tava suada e vinha montar no meu colo, eu logo dizia:
– Porra, Bia, tá suada, vai tomar um banho, moleca!
– Tô não, paiê, tô limpinha!
– Deixa eu cheirar essa bucetinha, então. Hunf, tá fedendo a peixe morto e mijado! Passa pro banheiro.
Ela ria, ia tomar o banho dela. No caminho eu ainda gritava:
– E lava bem esse cu, não quero ngm esfregando bunda fedorenta em mim!
Acho que vocês percebem que tinha mta liberdade em casa.
Meus sogros iam visitar a gente e ficavam putos. Principalmente a minha sogra, que já não gostava muito de mim. Odiava a forma como a gente falava, ficava falando pro pai dela reclamar pra minha mulher que aquilo não era certo (eles eram crentes, pra piorar). Mas meu sogro só fechava a cara e não falava nada. Ele sempre foi fechadão.
A véia ia reclamar pra minha mulher porque EUUU ficava só de bermuda na minha própria casa. Ou só de cueca box. Minha mulher rebatia:
– Que que tem, mamãe? Deixa ele, ele tá na casa dele.
– Minha filha, mas não é certo. A Bia vê essas coisas, você acha certo?
– Bia já tá acostumada, nem liga. Toma banho com ele desde que nasceu…
– Misericórdia!
– Ah, mãe. Pra falar a verdade, quando não tem visita a gente fica é nu em casa.
– Ele fica nu? Na frente da Bia?
– Fica ué, ele é o pai dela.
Minha sogra ficava com ódio, reclamava, mas só isso. Não tinha o que fazer!
Conforme a Bia foi crescendo, as brincadeiras continuaram… E eu gostava de provocar minha sogra.
Um dia, a coroa insuportável reclamou que a Bia tava usando camisetinha sem sutiã em casa.
Ela veio sentar no meu colo, fazendo beicinho.
– Painho, eu tenho que usar sutiã? Eu não gosto!
– Tem não, filha, se quiser pode andar até sem blusa!
– Otávio, isso não é certo, ela já tá ficando moça.
– Sim, os peitos dela tão nascendo, mas ainda tão pequenos, né, filha? Deixa pai ver!
Nisso, eu puxei a blusinha na frente deles, expondo os peitinhos inchados dela e passando os dedos, apertando os mamilos.
– Isso é nada, essas tetinha ainda vão crescer. Não tem nem tamanho de peito!
– Pô, paiii!
– kkkkk filha, seus peitinhos são lindos, pai vai até dar beijinho.
E beijei os mamilos na frente da véia, que quase infartou. Ainda beijei dando umas sugadinhas, enquanto a Bia se torcia e ria.
Olha, eu acho até que o problema da minha sogra é que também tinha fogo na buceta, mas não deu o suficiente. Lembro de uma vez que ela tava lá em casa. Eu tava tomando banho no banheiro da suíte e ouvi ela enchendo o saco da minha mulher por alguma coisa de igreja, dizendo que tinha que ir pra igreja, sei lá… Quis fazer mais raiva e saí nu, me enxugando.
– Misericórdia, Otávio! Eu estou aqui, me respeite!
– Me respeite a senhora, Dona Ivanir, eu tô na minha casa, no meu banheiro e a senhora tá no meu quarto.
Nem liguei, fiquei me enxugando ali, nu. Pra piorar, a Bia entrou e nem ligou, tava acostumada. A véia também não saiu, safada. Ficou lá, e eu pegava ela encarando minha rola pendurada como quem tava vendo o capeta.
Esfreguei meu pau com a toalha, fazendo movimento de punheta e deixando ele meia bomba. Gostei de ver ela me encarando, quase perguntei se queria dar uma mamada. Enrolei pra me vestir, fiquei falando com a minha mulher e a Bia nuzão, a pica balançando e todo tempo ela permaneceu lá. Até a hora que eu vesti a cueca e acomodei a rola, dando umas apertadas pra engrossar e ajeitando, ela ficou encarando meu pau.
Depois de um ano, quando a Bia tava ali com 10, meus sogros sofreram um acidente de ônibus numa viagem da igreja e a minha sogra ficou hospitalizada um tempo mas acabou falecendo. Como tava sozinho e agora tinha problemas pra se mover, porque no acidente, ele fraturou o fêmur e não se recuperou direito, meu sogro veio morar com a gente.
A Bia continuava uma moleca, mas tava mais safada. Um dia, na frente do vô, veio me perguntar como que neném mamava.
– Ué, como que mama. Põe a boca nos peitos da mãe e mama.
Lembro que eu tava deitado no sofá quando ela veio com esse papo. Meu sogro tava sentado na cadeira dele, que ficava perto, lendo jornal e prestando atenção.
– Como é, me mostra!
– Senta aqui, deixa eu colocar a cabeça no teu colo igual bebê.
Afastei, ela sentou e pus a cabeça no colo dela. Como eu era grande e ela ainda pequena, fiquei com a cara nos peitinhos dela. Puxei a blusa.
– Neném fica com fome e mama assim.
Pus o peito dela na boca e comecei a chupar. Ela começou a rir.
– Aiii, é gostosinho!!
Tirei a boca e falei:
– É, mas quando o neném tá com fome, pode doer assim ó.
Dei uma sugada forte, apertando o biquinho.
– Aiiiiiiiiiii, pai! Assim dói.
Continuei mamando e depois larguei fazendo barulho de vácuo.
– E quando termina de dar de mamar de um lado, você tem que dar o outro peito, porque senão um fica cheio de leite.
Puxei ela pra mais perto e comecei a chupar o outro peito. Chupava, mamava e passava a língua no biquinho.
– Aiiii, dá uns arrepios, pai! hahahaha!
Quando senti que meu pau tava ficando muito duro, parei.
– Pronto, agora já sabe.
– Ah, já parou?
– Sim, né? Você só queria saber como era! Neném mama bem mais tempo.
– Então continua, pai! Igual neném.
– Vai te aquietar, moleca sem-vergonha. Chega de chupada nos peitos.
Meu sogro observava calado. Comecei a notar que ele gostava e não ficava putaço que nem minha sogra, mas mantinha a imagem. Fechava a cara, só que ficava observando atento.
Isso foi meio que o estopim pra aumentar a tara, porque a putinha da Bia gostava da safadeza e eu ficava com mais tara por causa do meu sogro olhando.
Um outro dia que a Bia saiu do banho e veio sentar em cima de mim de toalha (eu deitado no sofá, do jeito que gostava de ficar pra assistir TV), pedindo pra levar ela no shopping, eu falei que ela não tinha tomado banho direito porque tinha sido muito rápido.
– Tomei, sim. Tomei um banho de DEZZZ minutos!
– Fala sério, Bia, não deu tempo nem lavar essa buceta!
– Deu sim, quer ver?
– Quero, deixa eu cheirar esse rabo. Se tiver fedorento, vai tomar banho de novo.
A sem-vergonha virou de costas ficando de quatro sobre meu corpo e esfregando a bundinha e a buceta na minha cara.
Cheirei, tava limpinha. Aquela visão dela ali, com aquela buceta vermelha na minha cara e o cuzinho piscando era de matar. Puxei ela pela bunda e enfiei o nariz fundo.
– Aiiiiiiiiiiiiiii, seu nariz tá cutucando minha buceta, pai!
– É pra sentir o cheiro lá no fundo. Peraí. Deixa eu ver o gosto se tá de buceta limpa.
Puxei mais e meti a boca. Lambi e chupei.
– Aiiii, hahaha, paii, sua língua tá fazendo cosquinha.
– Nhammm, tá bem limpinha. Cheirosa e gostosa. Pode ir se arrumar que a gente vai no shopping, sim.
– Ebaaaaa! Te amo, papainhoooo!
Ela se virou pra me abraçar e ficou empinadinha em cima de mim, dando uma visão pornográfica pro meu sogro. Olhei pra ele e vi encarando aquela nifentinha de quatro ali, neta dele.
A Bia gostou de sentir linguada na buceta e de vez em quando vinha me pedir pra ver se tava limpa.
Aproveitava quando eu tava deitado no sofá e vinha por cima. Uma vez, eu tava malhando no banco supino que tinha na garagem e ela veio, só de toalha.
– Paiê, cade tu?
– Tô aqui malhando, filha. Que você quer?
– Quero que cheire minha buceta pra saber se tá limpa.
– Agora virou moda? Vou começar a cobrar o serviço.
– hahaha, anda paiii!
Ela nem esperou, passou a perna por cima da minha cabeça e deu uma sentada de buceta na minha cara, quase me sufocando. Eu queria provocar. Dei só uma cheirada e afastei.
– Tá limpa, tá cheirosa.
– Nãoooooo, assim não! Você só cheirou!
– E é pra fazer o que?
– Pra lamber e sentir o gosto!
– Tô achando que você gosta é das lambidas.
Ela riu fazendo carinha de safada.
– Gosto, ué, que tem? Faz uma cosquinha gostosa! Vai, pai, lambe!!
Ela voltou e eu esfreguei a língua na bucetinha dela, segurando ela pelas pernas. Aproveitei e abri bem com as mãos, comecei a chupar o grelinho e enfiar a língua na rachinha dela.
– Nhaiiiimmmm, que bom!
Chupei gostoso e fundo e ainda passei a língua atrás, indo no cuzinho dela. Demorei uns 5 minutos mamando naquela bucetinha lisa, com pouquinhos pelos bem finos.
Ela tava com as pernas bambas da chupada. Tirei a pequena de cima.
– Pronto, tá bem limpinha. Se não tava, terminei de limpar com as chupadas.
– Já acabou????
– Ué, é pra passar a tarde te chupando?
– Ahhh, se quiser!
– Chega, moleca safada! Apaga esse fogo no priquito.
Ela riu e saiu, mas por ela, continuava ali até gozar.
A safada repetia cada vez com mais frequência isso de esfregar a buceta dela em mim. Virou rotina.
Num outro dia, fomos ver TV na sala, toda a família. Eu ficava no sofá de 3 lugares, de frente pra TV, deitado. A Bia veio deitar na minha frente, com a bundinha no meu pau. Eu tava só de cueca boxe.
Meu sogro na cadeira dele, que era tipo uma cadeira do papai, mas era adaptada pra não forçar o fêmur. Minha mulher no sofá de dois lugares ao lado, com os pés apontados pra parede da TV. A luz da sala tava acesa.
A Bia tava só de camisetinha e calcinha. Ela tinha recém tomado banho, ainda tava com os cabelos úmidos e tinha a escova de cabelo na mão.
Ela puxava a minha mão pros peitinhos, e fiquei alisando aquelas tetinhas, fazendo ela se arrepiar, enquanto a gente via o filme. Meu sogro mal via a TV, ficava só indo e vindo com o olhar. Eu rodeava os mamilos, apertava, deixava durinhos e passava os dedos.
Nisso, a safada puxa minha mão pra baixo, no maior descaramento.
Falou dengosa:
– Faz carinho na minha bucetinha, papainho.
Desci a mão e fiquei alisando a bucetinha dela em cima da calcinha. Pouco tempo depois, ela levantou, tirou a calcinha e deitou, puxando minha mão de novo.
A bucetinha dela era uma tentação (ainda é), é carnudinha mas sem ser demais, e o grelinho aparece quando ela fica com tesão. Nessa hora, ele já tava dando as caras.É branquinha, vermelha por dentro e tem pouquinhos pelos finos e curtinhos, castanhos, em cima dos grandes lábios.
Fiquei passando o dedo em cima, às vezes deslizava pela rachinha e subia, e ela ficava apertando as pernas e gemendo. De vez em quando, arreganhava as perninhas, dando uma visão deliciosa pro avô, enquanto eu subia e descia com o dedo, amassando o grelinho e alisando até a grutinha.
– Ainnn, tá gostoso, papainhoooooo.
Ela falou toda gemendo.
Minha mulher virou e olhou:
– Que menina safada!
– Pois é, amor. Agora vive querendo que eu pegue nessa bucetinha dela.
– É gostosinho, mãe!
Cansei de deixar o braço por cima dela e pus por trás. Ela se acomodou virada de frente pra TV, dobrou a perninha de cima e deixou a bucetinha exposta pra eu dedar. Tava toda meladinha. Ela empinava a bundinha me oferecendo pra dar umas dedadas, eu confesso que tava doido de vontade de enfiar o dedo.
Fiquei cutucando a gruta com a pontinha do dedo. Ela pegou a escova de cabelo e enfiou entre as pernas, esfregando o cabo no grelinho pra cima e pra baixo, enquanto eu dedava a bucetinha dela.
Fui empurrando devagar, empurrando e, pra minha surpresa, o dedo foi entrando. Deduzi que a safada metia a escova na buceta, porque se alguém tivesse comido ela, com certeza ela teria contado.
Meu sogro parou de ver TV e ficou olhando fixo meu dedo médio se enfiando naquela bucetinha tarada. Enfiei todo e fiquei dedando ela. Ela gemia e se rebolava.
– Tá gostoso o carinho do pai, filha?
– Tá bom demaaaais, painhoooo. Não sabia que era tão booooom, continua, continuaaaa…
Ela falava toda gemida e dengosa. Começou a passar o cabo da escova mais rápido na buceta.
Nessa hora, ouvi minha mulher ressonar. Ela sempre dormia vendo filme.
Enfiei mais gostoso o dedo na bucetinha da Bia, fazendo ela gemer e apertar o cabo da escova no grelo duro.
Ela ficava gemendo sem parar, tipo: ainnn, ainnn, ain, ainnn… Arfava e se mexia toda, tava pra gozar.
Empurrei o dedo fundo e cutuquei já chegando no útero dela. Ela se abriu toda e apertou a buceta com força.
– Aimmmm!!!!!!
As pernas tremeram. A safada gozou ali. E eu continuei empurrando o dedo fundo, pois tava doido de tesão.
Ela se amoleceu toda, ficou um tempo ali de olhinho fechado, com as perninhas abertas, a bucetinha inchada, vermelha e totalmente melada.
Depois levantou.
– Vou fazer um xixizinho, papainho.
– Tá, meu amor.
Quando ela tava voltando, aproveitei pra ajeitar a rola na cueca. Tava duraça.
– Nossa pai, porque seu pau tá tão duro?
– Ué, tive que ficar metendo o dedo no teu priquito, porque você queria carinho na buceta. Fiquei de pau duro, que que eu posso fazer?
Baixei a cueca e exibi a rola durona pra ela.
– Nosssaaaa, nunca vi ela tão dura.
Ela pegou, apertou, alisou, passou a mão na cabeça.
– Anda, deita aqui, vamo ver o filme.
Ela ainda tava sem calcinha.
Encaixei a piroca no meio das perninhas dela e fiquei esfregando. Logo, ela tava acesa de novo, se esfregando em mim. Ela se rebolava inteira. Meu sogro assistia, com a mão em cima da calça do pijama (não sabia se o pau dele ainda endurecia, porque ele já tinha seus 60 e poucos anos), apertando o pau meia bomba.
Esfreguei gostoso, e ela rebolava na minha pica. Pus o dedo no grelo dela de novo, fazendo ela se melar novamente. Depois entreguei a escova na mãozinha dela e pus a mão pra trás. Mas em vez de esfregar o dedo na buceta dela, eu comecei a esfregar a cabeça do meu pau, que é muito mais grosso que um dedo, óbvio.
Comecei a pressionar a gruta esfoladinha dela, a cabeça se encaixou e fiquei ali, punhetando a cabeça da rola na buceta dela. A putinha se empinava pra trás, ajudando a entrar. Levantei a perna de cima dela, fui empurrando, empurrando…
– Ai, painho, tá doendoo minha bucetinha.
– Muito ou pouco?
– Mais ou menos. Parece que tá rasgando.
– Tô fazendo carinho agora com minha piroca. Dá pra aguentar?
– Dá.
– Se não der, você me diz.
– Tá.
Nossa, um tesão imenso tomou conta de mim. Vi meu sogro metendo a mão na calça do pijama pra apertar a rola e fui empurrando, pra entupir a bucetinha dela de rola. Metia e tirava, metia e tirava. Empurrei, empurrei até entrar tudo e ficar só com as bolas penduradas pra fora.
Segurei as perninhas dela dobradas no sofá e fiquei socando ali, gemendo gostoso e fudendo minha filhinha putinha que, nessa época, tinha acabado de fazer 11 aninhos.
Enfiava a tora inteira, primeiro devagar, depois fui acelerando. Meu caralho tava inchado de sentir aquela bucetinha apertadaça, quente, pegando fogo e mastigando minha rola.
– Gosta de piroca, né, sua putinha? Gosta de leite na buceta, também? Gosta de pica na buceta? Putinha igual a mãe. Adora levar na bucetinha….
Olhei pro meu sogro e vi que ele realmente ainda ficava de pau duro. Ele pôs a rola pra fora e tava batendo uma vigorosa punheta.
– Isso, toma piroca do papai, era o que você queria, né?
Ela só confirmava com a cabeça e falava: “ahamm…” gemendo.
Eu tava bem doido.
Comecei a socar mais forte, tava quase pra gozar.
– Toma, sua putinha, toma. Vai apagar esse fogo na buceta. Quer meter nessa bucetinha também, sogrão? Tá uma delícia. Você vai gostar… Putinha da buceta gostosaaaa. Vai dar o cuzinho também? Pro papai e pro vovô. Vai tomar no cu gostosooooo…
Meu sogro não se aguentou e melou a mão toda de porra.
Eu também não aguentei, já pensando em socar no cu dela, subiu o tesão e a porra veio com tudo, inundando aquela bucetinha arregaçada.
Apertei o corpinho dela no sofá e gozei litros de porra lá dentro.
Quando tirei a pica, a porra começou a escorrer. Pus a calcinha dela que tava no chão em cima.
– Vai no banheiro logo, vai, pra deixar essa porra sair no vaso.
Ela foi, toda esfoladinha, chega andava de perna aberta.
Olhei pro meu sogro e sorri. Ele deu um sorriso de canto, de volta e baixou a vista.
Depois, fui ao banheiro, limpei minha pica e voltamos pra terminar de ver o filme.
Foi a primeira vez que fudi a safada da minha filha, que passou a levar rolada do papai e do vovô. Meu sogro depois me confessou que preferia um cuzinho, por isso, a Bia passou a sofrer sendo enrabada praticamente todo dia mais por ele e de vez em quando por mim, que gosto é de rasgar a bucetinha.

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9 Comentários

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  • Responder Liah ID:89ct4r2i8l

    Conto top.

  • Responder Jpsilvan ID:g6200i4m0

    Top JN_PACIFICO

  • Responder Anónimo ID:16oidrlhfik

    Conto ótimo continua muito tesão

    PDR18S para os mais corajosos porque não tenho fotos nem vídeos por isso é que é só para os mais corajosos

  • Responder Pai de putinha ID:ona32u0fi9

    Delicia de puta

  • Responder Joao A. ID:de2fa2kd0

    Parece mais um desabafo kkk

  • Responder Carolina ID:h5hn7tt09

    Conto gostosooo dms

  • Responder Erick ID:477hq53dk0k

    Muito gostoso seu conto. Caso queira trocar uma ideia, meu telegram é @elgranmago

  • Responder Melany_15a ID:8d5eykaoij

    Adorei esse conto!

    • hugo ID:gsufftg8j

      oi vc tem instagram me seguir la hugo.teixeira016