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Descobertas – Sozinho com Victor

3746 palavras | 12 |4.72
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Sentimentos todos bagunçados e pra piorar fico sozinho com Victor

Tive que dividir minha história em partes para não ficar muito longo, vou tentar fazer com que pelo menos duas partes sejam publicadas no mesmo dia, não prometo que vou conseguir, mas vou tentar.

Depois de ter me masturbado pela primeira vez e ainda por cima pensando em Victor, minha cabeça ficou uma bagunça. – “Cara, por que eu bati uma pensando no Victor? Eu sou menino, deveria ter pensado em uma menina. Mas por que foi tão bom? Caralho, Felipe, para com essa merda!” – Saí do banho e fiquei fazendo o dever da escola, eu não estava bem e precisava me esforçar pra não reprovar aquele ano, consegui me concentrar um pouco e logo minha mãe chama pra ir jantar. Na mesa minha irmã contava alegre que foi bem na sua entrevista de emprego e que já ligaram pra ela começar a fazer o teste. Fiquei feliz por ela, mas não sabia demonstrar isso, na verdade eu nem sabia como esboçar qualquer reação, eu era totalmente apático em relação a tudo. Depois de conversar muito com minha irmã minha mãe agora volta sua atenção para mim:
MÃE: – Filho, as consultas com a doutora Vera estão ajudando?
EU: – Ah, sei lá, acho que sim, ou, não, pra mim parece que está tudo do mesmo jeito.
MÃE: – Ela me explicou que é assim mesmo, que leva um tempo até você conseguir organizar tudo dentro de você.
EU: – Pode ser.
MÃE: – Fê, amanhã na casa da doutora Vera você se comporta viu. Dá pra ver que são pessoas mais chiques que a gente, não vai fazer vergonha na casa dela.
EU: – Mas eu sou pobre, não sei me comportar como rico, melhor eu nem ir lá amanhã. Liga pra ela e diz que eu não posso, que tenho coisa da escola pra fazer.
MÃE: – Não é se comportar como rico, educação não tem nada a ver com ter dinheiro ou não.
EU: – Ah, mas, sei lá.
MÃE: – Faz assim. Amanhã antes de ir pro trabalho eu vou passar naquela lojinha de celulares. O rapaz que trabalha lá conseguiu me arrumar um celular legal por um preço bom. Esse celular é pra você, vou deixar com chip e meu número salvo já, se você não se sentir à vontade é só me ligar que eu peço pra sua vó ir te buscar.
EU: – Sério, um celular? Eu vou conseguir jogar nele?
MÃE: – O moço disse que sim, não é daqueles celulares chiques, mas ele disse que dá pra você jogar esses joguinhos que os meninos ficam jogando o dia inteiro. Ele me garantiu que não vai ter problemas.
EU: – Obrigado, mãe!
IRMÃ: – Aí, Fê, agora vai ter celular, vai poder conversar com as menininhas da escola!
– De uma pele totalmente branca e pálida eu senti meu rosto ficando vermelho igual um tomate –
IRMÃ: – Ele ficou vermelho! Hahahahaha
MÃE: – Deixa ele, Gabi, ele nem tem idade pra essas coisas de namoro ainda não. Mas entendeu o que te falei sobre me ligar se você não estiver bem lá?
EU: – Entendi.

Depois do jantar fomos pra sala pra assistir TV igual fazíamos todas as noites. Na sala tinha uns colchões velhos no chão que deitávamos pra ficar assistindo. Passava uma novela que minha mãe gostava e então passou uma cena que mostrava uma atriz de calcinha e sutiã, não me recordo quem era ou qual era a novela, eu nem gostava muito e na maioria das vezes não prestava atenção, mas quando apareceu essa atriz eu tive curiosidade de vê-la daquela forma. Acabando aquela cena, me levanto pra ir beber água e minha irmã diz:
IRMÃ: – Alá o Fê, viu a mulher sem roupa e já vai pro banheiro! Hahaha
Ela e minha mãe riram, mas eu não entendi o motivo, só continuei indo para a cozinha e enquanto bebia água me perguntava: – “Por que ela disse aquilo? Espera, era pra eu ter ficado com o pinto duro vendo aquela mulher? Mas eu não fiquei, será que tem algum problema comigo?” – Voltei pra sala e minha irmã disse pra deitar perto dela, me abraçou de conchinha e disse que só estava brincando comigo, pra eu não ficar bravo. Disse que tudo bem.
Passava das dez da noite e fomos dormir. Minha mãe e irmã foram pro quarto delas e eu fui para o meu. Me deitei, mas não consegui dormir, estava muito ansioso pelo celular que iria ganhar e também porque no dia seguinte iria pra casa do Victor. Pensava em como iria me comportar na casa dele, sei que eles não eram pobres iguais a gente, mas ele parecia gente boa e não se importar com isso, mas ao mesmo tempo batia aquele medo, vamos dizer assim. Já tinha passado alguns minutos e nada do sono vir, quando fechei os olhos e vi o sorriso do Victor. Uma calma invadiu o meu corpo e vou sentindo meu shorts ficando mais apertado, levo minha mão até a frente dele e sinto meu pinto duro. Nem penso e coloco minha mão por dentro do shorts e da cueca e começo a me masturbar. Estava perdido vendo aquele sorriso na minha mente, o toque da sua mão na minha, seu abra… – “Que merda eu tô fazendo, batendo punheta pensando nele de novo? NÃO! Pensa em outra coisa, Felipe. Pensa naquela atriz quase sem roupa que você viu na novela, imagina ela sem roupas, imagina ela te abraçando, imagina ela te beijan… Droga, meu pinto amoleceu…” – Fiquei ali frustrado olhando para o teto com a mão dentro da cueca sentindo meu pinto mole, não sabia o que pensar e nem quanto tempo se passou, só me lembro de minha mãe me acordando pra ir pra escola.
Fui pra escola e lá foi tudo do mesmo jeito de sempre, a não ser pela ansiedade de que logo estaria na casa do Victor. Meio dia e vinte toca o sinal da última aula, me dirijo ao portão onde minha mãe já me esperava, ao me ver já me disse pra andar rápido porque era um pouco longe ali da escola e ela tinha que voltar pro trabalho:
MÃE: – Vamos, Fê, é longe.
EU: – Mãe e o celular?
MÃE: – Ah, verdade. Toma. Já pedi pra ele salvar o meu número aí e colocar o WhatsApp.
EU: – OBRIGADO, MÃE!
MÃE: – Gostou?
EU: – MUITO!
MÃE: – Eu sei que não é daqueles celulares chiques, mas a mãe vai ter condições de te dar um melhor.
EU: – Não mãe, eu gostei muito. Obrigado mesmo!
– Que eu me lembre aquela foi a primeira vez desde a morte do meu pai que eu esbocei outra reação a não ser tristeza –
MÃE: – Agora presta atenção. Cuidado pra não quebrar nada na casa da doutora Vera, obedece a ela. Você vai almoçar lá então cuidado pra não fazer sujeira e não pega a comida com as mãos igual a gente faz em casa, isso é feio. Se quiser é só me ligar que eu já avisei a vó e qualquer coisa eu ligo pra ela te buscar e se for ficar lá é só me esperar que eu passo pra te pegar depois que sair do serviço.
EU: – Tá bom.
Chegamos no endereço que a doutora Vera deu pra minha mãe e era um prédio muito chique. Minha mãe tocou o interfone e tinha até um cara na recepção. Depois de falarmos com ele que de imediato interfonou no apartamento dela ele nos manda subir, disse que ficava no quarto andar, 4B. Fomos em direção ao elevador, pode parecer besteira, mas eu nunca tinha entrado num elevador, quando entramos, minha mãe aperta o número quatro, as portas se fecham e um medo grande invade o meu corpo, não sabia o que estava acontecendo. Minha respiração ficou pesada, o ar parecia não querer entrar em meus pulmões, suava bastante, as mãos geladas, não lembro de nada ao meu redor a não ser da sensação de estar morrendo. Volto a mim com a doutora Vera me olhando e dizendo pra respirar devagar:
DOUTORA VERA: – Respira devagar. Puxa pelo nariz e solta pela boca. Isso, agora puxa mais fundo bem devagar e vai soltando devagarinho.
Aquela sensação ia desaparecendo, vejo minha mãe assustada sem saber o que fazer e Victor me olhando confuso. Uma lágrima insiste em escorrer do meu olho direito e ela diz que tá tudo bem. Minha mãe acha melhor me levar pra casa, mas doutora Vera diz que não precisa. Ela aperta o botão pra fechar a porta do elevador e quando ela começa a fechar conosco ainda dentro ela percebe que eu começo com a mesma sensação de antes e ela impede o elevador de fechar e diz que provavelmente sou claustrofóbico. – “Ah, cara. Que saco!” – Ela tenta acalmar minha mãe que desce preocupada pelo elevador, eu sem saber o que fazer apenas segui em direção ao apartamento deles guiado pela mão da doutora Vera. Me lembro dela me acalmando e dizendo que iríamos cuidar disso também na terapia e outras coisas que psicólogos dizem (hoje entendo que tudo aquilo que eu achava bobeira sobre psicólogos é de fundamental importância pra cuidar da nossa saúde mental).
Até o momento ainda não tinha falado com Victor, quando ficamos na sala sozinhos ele me pergunta:
VICTOR: – Cara, você tá legal?
EU: – Acho que sim.
VICTOR: – Sua mão ainda tá suando, olha.
– Victor pega minha mão e de novo sinto aquela sensação, aquela onda de sentimentos me invadindo. Quando puxo minha mão. Não poderia sentir aquilo e ficar de pinto duro ali na casa dele –
Ouço sua mãe nos chamando pra ir almoçar, no caminho até a cozinha me lembrei de tudo que minha mãe havia me dito e fui com o maior cuidado pra não encostar em nada por medo de quebrar. Na cozinha me sento em uma cadeira ainda bem tímido e Victor senta ao meu lado e sua mãe na cadeira de frente pra nós dois. Na mesa tinha muita comida. Mas o que me preocupava eram aquelas coxas de frango frito. Como eu ia comer uma coxa de frango sem ser com as mãos?
Eles se serviam e ela me disse pra me servir também, que não precisava ter vergonha. Eu começo a me servir colocando bem pouco de cada coisa, não queria que pensassem que eu era um “morto de fome”. Não peguei o frango e só peguei uma salada que tinha lá. Victor me olha e pergunta se não quero frango e só respondo que não, mas ele insiste e eu pego. O almoço foi legal, doutora Vera perguntando pra nós dois sobre a escola e sentia ela fazendo seu trabalho de psicóloga ali na mesa do almoço mesmo, para o Victor devia ser normal, mas pra mim eu entendi na hora, acho que ela era uma boa profissional mesmo. Acho legal contar que ao perceber que eu não sabia comer de garfo e faca, a doutora Vera pega a coxa de frango com a mão e começa a comer:
DOUTORA VERA: – Coxa de frango tem que comer com as mãos, não entendo esse povo que come de garfo e faca.
Eu e Victor sorrimos e comemos o bendito frango com as mãos. Me senti muito à vontade. Terminamos de comer e Victor me chamou pra ir pro quarto dele jogar vídeo game. Eu estava ansioso, não tinha vídeo game, quando jogava era com meu primo que tinha um PS2.
O quarto dele era muito legal. Cheio de brinquedos, computador, TV, uma mesa pra ele fazer o dever de casa, a cama era grande e não pequena como a minha. No momento me bateu uma certa inveja, não de querer ter o que era dele, mas por querer ter as coisas iguais, mas me lembrei do quanto minha mãe trabalhava duro e que mesmo com condições não muito boas ela ainda tinha me dado um celular. Só deixei isso de lado feliz por ter a mãe que tenho. Quando ele me mostra o vídeo game eu pirei. Era um PS4! Um fucking PS4!
Começamos a jogar “The last guardian” se não me engano. Era bem legal, cada um jogava um pouco. Ficamos por mais de uma hora jogando esse jogo quando a mãe dele entra no quarto e diz:
DOUTORA VERA: – Victor, Felipe, vou ter que ir pro consultório resolver umas coisas lá. Vocês vão ficar bem aqui até eu voltar?
VICTOR: – Sim, mãe. Pode ir.
EU: – Tudo bem, Doutora Vera.
DOUTORA VERA: – Pode parar de me chamar de doutora, me chama só de Vera.
EU: – Tudo bem. Desculpa.
VERA: – Não precisa pedir desculpas é que me sinto mais à vontade. Se não estiver se sentindo bem ou perceber que pode ter alguma crise pede pro Victor me ligar que eu venho rápido, o consultório é pertinho daqui.
EU: – Tá bom. Eu tô bem. Juro!
VERA: – Que bom! Victor, sabe as regras?
VICTOR: – Se for brincar só se for lá no play, nada de ir para o apartamento de um amigo sem pedir pra você e nada de sair do prédio, até porque o seu Geraldo não vai abrir o portão pra eu sair.
VERA: – Isso aí. Beijos, meninos, mais tarde eu volto!
Vera saiu e continuamos jogando, ele diz pra mudarmos de jogo, eu havia gostado daquele, mas estava ficando meio chato. Ele colocou “Street Fighter 5” e enquanto ele começava o jogo pela primeira vez eu que puxei conversa com ele:
EU: – E o seu pai?
VICTOR: – Eu não tenho pai?
EU: – Ele morreu também?
VICTOR: – Não. Minha mãe queria ter filho, mas não queria casar, aí fez um negócio lá de inseminação, nem eu sei direito como é, mas aí ela engravidou de mim. Por que você disse também, o seu pai morreu?
EU: – Sim…
VICTOR: – Nossa. Você sente falta dele?
– Meus olhos se encheram de lágrimas enquanto mirava meu olhar para o chão –
VICTOR: – Cara, vamos jogar, dá pra jogar um contra o outro.
Começamos a jogar, mas eu era muito ruim. Ele me ensinava, mostrava quais eram os melhores personagens, como lançar os poderes de cada um e eu melhorei um pouco. Em determinado momento eu ganhei dele e ele largou o controle:
VICTOR: – Cara, não valeu, você me prendeu no canto!
Nem tive tempo de falar nada e ele veio pra cima de mim e ali na cama começamos a brincar de lutinha. Estava muito legal, mas meu corpo aos poucos era inundando por uma onda de sentimentos, aqueles sentimentos. Acabei ficando por cima dele, olhando nos seus olhos dizendo pra ele tentar sair, quando sinto algo apertado na minha cueca e percebo que meu pinto está duro, só penso em sair de cima dele antes que ele perceba, mas em um movimento ele me puxa mais pra perto do seu corpo e sinto meu pinto encostar no pinto dele e pra minha surpresa também estava duro, olho rapidamente para baixo entre nossos corpos e vejo meu shorts azul da escola com aquele volume e a calça moletom dele que também fazia parte do uniforme da escola dele com aquele volume se tocando. Em um movimento rápido ele me prende pro lado da parede, sem desencostar o seu pinto do meu:
VICTORS: – Agora quero ver você sair do canto. Não foi assim que você fez comigo no jogo? Agora escapa!
Eu tentava escapar, mas quanto mais tentava mais nossos pintos roçavam um no outro, quando finalmente estava quase conseguindo sem esperar ele pega no meu pinto e eu automaticamente tento encolher as pernas, mas não consegui muito, só sentia mão dele apertando devagar enquanto ele me mandava escapar. Instintivamente levei minha mão até seu pinto e apertei também, estava muito duro e senti pulsar. Ele tentando se encolher jogou ainda mais seu corpo contra o meu preso a parede, colou seu rosto no meu e só ria. Num movimento pra tentar me livrar daquilo eu consegui tirar as costas da parede, mas só consegui que ele ficasse em cima de mim. Ambos agora ríamos muito, mas eu sentia meu pinto pulsar na mão dele e também sentia o dele pulsar na minha, uma sensação boa me invadiu e vi que eu iria gozar e eu não podia deixar aquilo acontecer, pois era só uma brincadeira de lutinha e se eu gozasse ele poderia achar que eu gostei. Tirei minha mão do pinto dele e levei até sua bunda. Minha mão direita encaixou na sua nádega esquerda com a ponta dos meus dedos ficando bem no seu reguinho. Ele ria ainda mais e começou a mexer a bunda tentando se livrar e automaticamente roçava ainda mais seu pinto no meu que ainda era segurado por ele. Aquilo estava muito bom, eu ia gozar. Tirei minha mão da bunda dele e levei as duas mãos até suas costas:
EU: – Eu me rendo, você venceu!
VICTOR: – Desiste?
EU: – Desisto. Você é mais forte que eu.
– Com seu rosto ainda colado ao meu e sua boca perto do meu ouvido –
VICRTOR: – Eu sou o mais forte!
– E então, do nada, ele me dá um beijo no pescoço e sai de cima de mim e deita ao meu lado –
Aquela situação estava desconcertante pra mim, não sei se pra ele estava. Não falávamos nada, eu só colocava a camisa por cima do meu pinto duro. Precisava falar algo:
EU: – Me dá um copo d’água?
– “Sério, Felipe, você pede um copo d’água”? –
Ele se levanta sem se preocupar em esconder seu pinto duro sob o moletom e esfregando sua vitória na minha cara ele vai pegar a água. Me levanto, arrumo um pouco a cama e me sento pra esconder a ereção que estava diminuindo. Ele entra no quarto com a água e lógico que olho para seu pinto que também amolecia aos poucos. Agimos como se tudo fosse uma simples brincadeira e continuamos jogando até sua mãe chegar.
Quando chegou eu procurava minha mochila pra esperar minha mãe, mas ela disse que tinha ligado pra ela e que me levaria pra casa. Olhei o celular e realmente tinha mensagem da minha mãe explicando justamente isso, por não ter celular até aquele dia eu não tinha o hábito de ficar olhando mensagens. Com isso pudemos brincar mais um pouco. Na hora de ir Victor pegou meu celular e deu um toque no celular dele pra salvar o número, entramos no carro e eu nunca tinha entrado em um carro daqueles, era uma BMW série 7 se não me falha a memória (sou apaixonado por carros). O carro era incrível!
VERA: – Onde você mora?
EU: – Não sei chegar em casa daqui…
– Victor começa a rir –
VERA: – Qual o endereço?
Digo a ela que coloca em um aparelho que eu fiquei sabendo que era um GPS e partimos pra casa. Lá ela conversa um pouco com a minha mãe que a convida para entrar, mas ela não pode, ainda tinha que levar o Victor no curso de inglês. – “Ufa, ainda bem, minha casa não é igual a deles” – Não era vergonha da minha casa, era só porque eles eram ricos e eu não. Sei que é confuso e idiota, mas na minha cabeça aquilo fazia total sentido. Em casa minha mãe pergunta como foi e digo que foi legal, nos divertimos bastante. Sabia que ela estava preocupada por causa da crise que tive, mas ela ficou tranquila.
Fiquei mexendo no celular que ganhei, instalei os jogos que queria e estava ali só concentrado no jogo até minha mãe lembrar da tarefa da escola e lá vou eu fazer isso. Termino e já vou pro banho enquanto ouço minha irmã contar pra minha mãe sobre seu novo emprego. Enquanto lavo meu pinto o sinto endurecer na minha mão, fecho os olhos e começo uma punheta. –“O Victor segurando meu pinto. Que porra, Felipe, de novo o Victor? Rápido, mulher da novela de calcinha e sutiã! O pinto do Victor estava muito duro na minha mão. Anda, volta a pensar na mulher quase sem roupas! Minha mão na bunda dele. Que merda, Felipe não se distrai, pensa na mulher! Ele em cima de mim, aquele beijo no meu pescoço! – Meu corpo dá um espasmo, uma sensação boa me invadi, minha respiração ofegante, coração acelerado e eu gozo. Poucos jatos, bem ralinho ainda, mas foi muito bom… – “Caralho, gozei pensando no Victor de novo”! –
“Ah, cara. Que saco!”

Vou terminar essa parte por aqui. Ficou muito extensa, mas como disse é uma história real e eu preciso ir contando tudo conforme foi acontecendo, mas vou começar escrever a próxima parte pra postar o mais rápido possível.

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12 Comentários

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  • Responder Notreve Quintino

    Meooo que conto apaixonante de ler. Passei por algo parecido à uns 10 anos atrás e me fez recordar de como era a sensação de pensar no garoto, mas achar errado e não conseguir tirar ele da cabeça.

  • Responder Daniel Coimbra

    Né veado,e eu John Deere,Matador de Veados,vou ficar a sós com você pra te reeducar com a minha coça cura-veado!

  • Responder LondrinaGuy

    Tá muito bom.. ansioso pelo resto

  • Responder Marcel

    Vc escreve muito bem, prende a atenção e da vontade de continuar lendo..
    Esperando a continuação.

  • Responder César

    Muito boa a tua história! Mesmo extensa, prende a atenção!
    Aguardando a sequência!

  • Responder Lobo-Bom 🐺

    Belo conto, bem narrado, viciante, dando muito tesão a cada acontecimento. kkkk… Aguardando continuação…

  • Responder Nsabia

    Caramba… O cara escreve muito. Um dos melhores contos que ja li…

  • Responder Jack

    Espero ansiosamente pela continuação
    Adorei seu conto.

  • Responder Paulo

    Tô curtindo!

  • Responder j

    Mano, muito top tua historia curti muito, espero q saia logo a proxima parte, ate ja estou vendo amanha eu vir aqui no site a cada meia hora ver se vc ja postou haha

    • Eduardo

      tb vou ficar ansioso

    • Eduardo

      tb vou ficar ansioso, me inspirou a escrever algo aqui tb amigo