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Pedreiro André parte 3

3457 palavras | 17 |4.54
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Aproveitem, desfrutem do relato, o relato número quatro surpreenderá vocês!

Continuação do segundo relato: /2020/11/pedreiro-andre-parte-2/

Entrei em casa e a minha mãe estava acabando de colocar a mesa e pediu para eu chamar o André para o almoço.

Voltei pelo corredor para a edícula que tínhamos acabado de instalar o André, meu pinto já tinha amolecido mas ainda estava sensibilizado, sentia ele meio inchado, o elogio recebido do André ainda repercutia em mim, ouvir de um homem feito e bem dotado que você terá um pinto grande e fará a alegria das mulheres deixa qualquer menino emocionado, ainda mais eu que cresci sem uma presença masculina, sem tios, avós ou pai, nossos familiares moravam longe e não davam a mínima para nós.

Com esses pensamentos cheguei na porta aberta e coloquei a cabeça toda sorridente e disse:

-Seu André, a minha mãe está te chamando pra almoçar.

O André estava bem vestido, tinha colocado uma calça jeans, uma camisa preta que deixava claro o tamanho que ele tinha, calçava um tênis branco, mas ele estava sentado na cama e ao levantar os olhos vi que ele estava triste, entrei na edícula, parei na frente dele e perguntei o que tinha acontecido pra ele ter ficado triste, ele me olhou distante, a cabeça dele ainda não estava lá, disse:

-Sabe Lukinhas, depois da morte da minha mulher e do nosso bebê a minha vida se resumiu a trabalho, essas foram as primeira vezes em muito tempo que faço uma refeição com uma família, eu olho pra você e penso no meu filho, ele seria um garotinho quase do seu tamanho se tivesse sobrevivido ao…

Ele parou de falar e a voz ficou embargada, ver aquele homem tão forte e seguro de si fragilizado, que me fazia sentir-se protegido quando estava com ele me deixou arrasado e sem ter o que falar, sem pensar dei um passo a frente e abracei ele no pescoço, ele era grande, tentando abraçar ele as minhas mãos mal se encontravam, ele estava sentado na cama e de pernas entre abertas, meu corpo inteiro estava encostado no corpo dele, eu era pequeno, magrinho, na época coisa de 1.55 de altura, vi que ele moveu as mãos e pensei, vai me empurrar, não vai querer um menino carente de atenção paterna grudado nele, surpresa minha, ele com o braço esquerdo me enlaçou pela cintura e com o direito abraçou as minhas costas com a mão subindo até a minha cabeça, estreitando o abraço, a mão direita dele fazia carinho na minha cabeça que repousava no ombro esquerdo dele, puta que o pariu, eu me sentia seguro, guardado, protegido, parecia que nada desse mundo poderia me fazer mal enquanto estivesse nos braços do André, sentia toda a força e calor do corpo dele, com a minha mão direita eu fazia movimentos desajeitados de sobe e desce nas costas dele, como que pra consolar ele, sentia o cheiro do perfume amadeirado e da loção pós barba dele, ficamos assim por um tempo, não sei quanto hoje, faz três nos completos já, mas foi uma eternidade pra mim, de novo senti aquele peso no meu pinto, sensação diferente e estranha, prazerosa que eu não entendia o motivo, despertei com ele dando um tapinha em minhas costas, me soltando e dizendo:

-Obrigado Luquinhas, agora vamos antes que a sua mãe apareça pra ver o porquê da demora.

Eu soltei o André e aínda parado na frente dele fiz algo sem pensar, abracei ele mais pra cabeça do que pro corpo e dei um beijo na cabeça dele, vi que a demostração de afeto surpreendeu ele, me desvencilhei e sai correndo daquele jeito rápido e desengonçado que só pré adolescentes correm.

Já estava sentado na mesa com a minha mãe quando o André bateu na porta aberta, pediu licença e entrou.

Minha mãe e ele conversaram amenidades, trabalho de ambos, um pouco de família, descobrimos nessa conversa que ele era engenheiro civil e desde a morte da família não tinha mais ambição ou planos para o futuro, que trabalhava pensando em proporcionar uma vida confortável a futura família e desde a morte de ambos ele passou a trabalhar só pela subsistência.

Findo o almoço minha mãe olha pra ele e pergunta:

-André, reparei que o meu filho virou a sua sombra, acho bom pra ele ter um homem correto como você para se espelhar, se ele for inconveniente é só dizer pra mim que imediatamente eu dou um jeito nele.

Olhei da minha mãe para o André e pensei, fodeu, ele vai falar da conversa sobre a circuncisão e tudo mais, olhei pra ele com aquela cara de menino pego com o pau na mão, minha mãe não reparou, mas o André era muito gente boa, olhou pra ela, depois pra mim e com uma fisionomia de empatia disse:

-Dona Lúcia o Luquinhas é como um filho pra mim, ter ele perto de mim tem me feito bem, gosto de conversar e brincar com ele, mas prometo que se ele for inconveniente direi a senhora de imediato.

Minha cara mudou de “fodeu” pra “ufa” e a conversa foi se encerrando, minha mãe saiu da mesa e da cozinha, não sem antes se despedir do André e mandar eu arrumar a cozinha e guardar os alimentos para a janta minha e dele, pois hoje ela trabalharia, eu disse um “tá bom mãe” com a boca cheia de comida que fez o André sorrir com ternura.

Acabei de almoçar e o André me fez companhia, mesmo já tendo acabado de comer, essas demonstrações de cuidado dele tinha me feito lembrar que eu aínda era um menino, que acumulei responsabilidade, mas que os adultos ainda cuidavam das crianças, ele me ajudou a tirar a mesa e a lavar e secar a louça, findo o serviço ele disse que ia descansar, mas que a porta ia ficar encostada caso eu quisesse ir jogar no Xbox dele, só pediu para que eu jogasse em volume baixo e que eu poderia sentar na cama dele pra jogar, disse isso e saiu.

Fiquei um tempo arrumando a cozinha e fui tomar banho pra tirar o suor da mudança do corpo, entrando no banheiro eu me ensaboei e comecei a manipular o pinto ainda mole, eu era um menino com um dote razoável, um pênis cilíndrico e proporcional também, a cabeça um pouco maior se encaixava como um morango, o meu saquinho ainda não era desenvolvido e as bolas não eram visíveis como as do André, imaginei se era deficiente e fiquei meio assustado, tinha que comparar isso melhor depois, pensando e comparando com o do André, que mesmo mole devia ter uns 13 centímetros, o meu duro era o dele mole, voltei a sentir aquele peso gostoso no pinto, começou a endurecer e eu não sabia o que eram essas emoções, acabei o banho, coloquei um short de futebol sem cueca e uma camiseta regata meio apertada, avisei a minha mãe que ia jogar vídeo game na casa do André enquanto ele descansava, minha mãe pediu “pelo amor de Deus” para que eu não acordasse ele, mas pela minha fisionomia ela viu que eu havia mudado completamente e estava com um humor melhor por ter um homem me dando atenção.

Fui entrando na edícula do André, ele estava deitado sem camisa na cama de casal, descansava vestindo apenas um short samba canção, como prometido o vídeo game estava ligado no Mortal Kombat, joguei umas partidas e muito folgado deitei ao lado dele, o controle era sem fio, o sono foi chegando também e apaguei, não sei por quanto tempo, quando a lucidez começou a voltar, ainda de olho fechado, vi que o André estava ao meu lado, por ter somente um travesseiro ele tinha me encaixado no braço esquerdo dele, fazendo um pouco do peito axila e braço como travesseiro, não sei explicar, quem tem filho sabe como é, e com a mão esquerda fazia carinho na minha barriga, estava frio lá fora, mas eu não sentia, todo o calor do André passava para o meu corpo, o carinho que ele fazia na minha barriga, subindo até os peitos e descendo até quase onde futuramente cresceria os pelos do meu saco me fizeram começar uma ereção, o André reparou e disse brincando:

-Olha olha vejam quem acordou.

Disse isso levantando e me fazendo levantar junto para ficarmos sentados na cama, o acordei dele não sei se foi para mim ou para o meu pinto, acho que para os dois, tentei disfarçar e ele me disse:

-É normal quando alguém faz carinho na gente o pinto corresponder e ficar duro.

Lembrei o que ia falar do meu medo de ter as minhas bolas defeituosas e disse:

-André, lembra que você deixou eu te perguntar qualquer coisa que eu tivesse dúvida?

Ele respondeu:

-Lembro sim André, o que você quer saber?

Disse isso com ternura e o braço esquerdo fazendo carinho em minhas costas, não sei de onde tirei coragem e abaixei o short, segurando o pau pra cima e mostrando o pacotinho do saco de eu disse preocupado:

-André eu acho que nao tenho bolas.

Pensei que ele ia brigar mas não brigou, começou a gargalhar com aquela voz grossa, gargalhou de deitar na cama, mas olhando a minha cara assustada e ainda com o pau na mão ele parou de rir e viu que não era piada minha, era sério, ele sentou novamente e sem avisar tirou a minha mão do meu pau, com a mão esquerda ele segurou o meu pinto e com a direita começou a sentir as minhas bolas, meu pau cresceu na mão dele e ele sorriu, eu estava morto de vergonha por ter deixado o pinto ficar duro como aço na mão dele, mas ele não ligou, continuou segurando com delicadeza pra cima, encostando o dorso da mão no meu pubis, lá onde cresce os pelos, fechando os dedos na parte de baixo do meu pinto, a mão dele era grande, então mesmo o meu pinto sendo maior que a média pra minha idade não era nada naquela mão gigante, com a mão direita ele pegou meu saquinho, sentiu a consistência, tentou sentir cada bola e eu dei um tranco pra trás, ele perguntou olhando nos meus olhos com preocupação sincera:

-Doeu Luquinhas?

A cena era cômica, um homem grande, parrudo mas educado, me olhando nos olhos, eu com aquela cara que era um misto de prazer e receio de não ter bolas, com uma mão segurando o meu pinto em uma ereção que eu nunca tinha visto, e com a outra mão apalpando o meu saco, eu fiquei inteiro vermelho, mais do que já estava e disse:

-Um pouquinho quando você tentou separar o saco.

Ele respondeu:

-Desculpa amigão.

Disse e continuou apertando pra cá e pra lá, só que com delicadeza, o saquinho de tanto ser manipulado começou a ficar com a pele mole e as bolas, pequenas é verdade, ficaram perceptíveis, ele finalizou o “exame”, levantou o meu short com cuidado com uma mão, e colocando o meu pinto duro de lado antes de tirar a outra mão, preocupado que o short poderia me machucar por estar com uma ereção vigorosa.

Ele olhou pra mim, sua cara um misto de bom humor, sabedoria e ternura, sem malícia, a única preocupação dele era fazer eu me sentir bem e tirar da minha cabeça que era defeituoso, ele disse:

-Luquinhas, boas notícias, você tem bolas.

Disse isso sorrindo como quem diz o óbvio, notando a minha cara de desconfiança ele disse:

-Olha só o meu como é!

Com uma naturalidade incrível ele abriu as pernas, o short era incrívelmenre grande e elástico, ele puxou uma perna do short para o lado, deixando tudo a mostra, o saco era grande, as duas bolas pareciam dois ovos, aquele pinto gordo e proporcional caído sobre elas, vendo que eu era completamente inocente e sem um pai para explicar, disse bem assim:

-Pega no seu saco e pega no meu, você vai ver que eles são iguais.

Olhei desconfiado de que não seria mas fiz o que ele falou, coloquei a minha mão esquerda no meu saco e a direita no saco dele, o pinto e o saco dele eram quentes, a minha mão só conseguia pegar direito uma bola, lembrei de como doeu o meu saco quando ele apertou e fui apalpando com carinho o saco dele, apertava uma bola dele e procurava a minha para saber se era igual, depois manipulava a outra bola dele e procurava a minha também, meu pau, não sabia porque, estava explodindo de duro, o dele estava mole e pousado sobre o dorso da minha mão, comparei, comparei, com aquela cara de fascínio pela descoberta, olhei pra ele com uma cara de “bem que você falou, são iguais”, ele sorria sem malícia, mas do nada me veio uma vontade de descobrir como era a cabeça do pinto dele, tirei a mão esquerda do meu pau e segurei o short dele pro lado, soltei as bolas dele e segurei a base do pinto dele, olhei pra ele e ele não viu malícia em mim, nem eu nele, só a inocência da descoberta de um menino de 12 anos, ele assentiu e eu continuei a exploração, a minha mão fechava na base mas o pau começou a inchar e crescer, ficava cada vez mais difícil segurar o pau e encostar os dedos uns nos outros, ele viu o meu assombro em ver o pinto crescer e disse:

-Luquinhas é normal isso, qualquer um que coloque a mão no seu pinto ele vai crescer, pode ser a mamãe, a namorada, o papai… desculpa Luquinhas, o pinto corresponde a qualquer toque não quer dizer que você ou eu sejamos veados.

Aquilo me encorajou, ele só olhava com ternura a minha cara de concentração com a língua de fora, o pênis ficou completamente ereto, o pênis dele tem 18 centímetros, completamente reto, parecia um poste, a grossura era igual da base até a cabeça, que também encaixava naturalmente no corpo do pênis, fui medindo fechando a mão de cima até em baixo, olhava pra ele e ele sorria, se estava curtindo não demonstrou, a cara dele era só inocência e sabedoria em estar me ensinando, nessa de medir mãos fechadas de baixo até em cima deu quase quatro mãos, na última etapa da “medição” a minha mão envolveu o fim do corpo do pênis do André e metade da cabeça, que iniciava mais saliente do que o corpo, mas ainda coberta pela pelinha, prepúcio como ele havia dito, segurei um pouco mais firme e comecei a descobrir a glande, ele segurou a minha mão e a fisionomia dele demostrava inquietação, tinha cruzado uma linha vermelha que eu não sabia que existia, ele disse dando um sorriso falso pra fingir normalidade:

-Pronto Luquinhas, você tem bolas e parece que o seu pinto é igual ao meu, só o tamanho é um pouquinho diferente.

Disse isso anasalando e afinando a voz pra me zuar, ele riu de verdade lembrando da nossa manhã, eu ri também, mas aínda mantinha a mão na glande coberta dele, olhei pra ele com cara de menino carente, minha cara habitual diga-se de passagem e disse:

-Deixa só eu ver a sua cabeça como é André?

Ele olhou pra mim com uma cara de “esse moleque só vai me soltar quando tiver certeza de que o pinto dele é igual ao meu” e assentiu, soltando a minha mão e apoiando as mãos dele no colchão.

Abaixei bem de vagar a pele, ela foi descendo até parar, ele disse “só vai até aí Luquinhas, olha como o freio ficou branco e esticado”, subi a pele, desci de novo, fiz isso sem saber o que era uma punheta, nunca tinha me masturbando e acho que ele sabia disso, fazia isso expondo a glande dele e corri com a mão esquerda deixar o meu pau a mostra, fiquei alternando olhadas na cabeça do pinto dele e na cabeça do meu pinto, olhando tamanho, forma, as bordas, cheguei bem perto repentinamente pra olhar o freio dele e o movimento assustou ele, que recuou um pouco, mas viu que era só pra que eu pudesse olhar melhor e se acalmou, eu estava com a cara a centímetros do pau dele, conseguia sentir o cheiro do sabonete e um outro cheiro, meio que salgado, agradável, um cheiro másculo, eu olhando e mechendo na pele surgiu do buraquinho que saia xixi uma gota transparente e pegajosa, soltei o meu pinto e coloquei o dedo indicador da mão livre sobre a saída desse canal, espalhei a gota por toda a saída do canal e parte da glande, puxei só com um dedo e a gotinha esticou como se fosse queijo mussarela, olhei pra ele e a cara dele era do tipo “isso já foi longe demais”, perguntei pra ele:

-André o que é essa gosminha?

Voltamos a cruzar o olhar e a minha ingenuidade acalmou ele, voltou a ser o adulto que tirava o menino sem modelo masculino das trevas da ignorância.

-Luquinhas, esse líquido é lubrificante, quando você for ter relação com uma namorada, esse líquido vai ajudar a penetração da bocetinha.

Respondi pra ele:

-Como assim bocetinha?

Minha cara mudou do prazer da descoberta para o assombro, não sabia o que as mulheres tinham entre as pernas, nunca havia visto uma mulher pelada, e os meninos mais velhos da escola não me mostravam os vídeos de mulher pelada que eu sabia que existiam, achava que o pinto era enfiado na bundinha das mulheres, segurando aquele pênis gigante (pra mim na época era) e com cara de assustado o André tentou explicar dizendo confuso:

-A mulher tem um outro lugar que parece um pêssego cortado, pertinho de onde está o cuzinho, lá que a gente coloca o pinto e despeja o leite que sai desse buraquinho que você está mechendo.

Puta que o pariu, minha cabeça de menino vacilão criado pela mãe recebeu mais notícias do que era capaz de processar, confuso disse a ele:

-Daqui sai leite igual peito de mulher? Que gosto que tem?

Antes que ele de desse conta pra impedir eu coloquei o dedo com uma gota do lubrificante natural do pinto do André na boca pra sentir o sabor.

Não vi nem da onde veio, mas o tapa que ele me deu me jogou de cima da cama no chão, caí igual bosta, me debrucei pra levantar e olhei pra ele chorando, com a mão esquerda aonde levei o tapa, me sentia traído, apanhei sem saber o motivo do único homem que eu já adorava como um pai, aquilo me fez chorar de soluçar, a minha face esquerda ardia, o peito doía pelo sentimento de traição do André ter me batido, o meu choro sensibilizou o André que já estava vestido com a samba canção e o pinto pelo susto já amolecido, disse tentando me alcançar:

-Luquinhas desculpa eu não devia..

Mas não deu tempo, eu saí correndo fechando a porta atrás de mim, né sentindo traído e deixando o que eu tinha mais próximo de pai amargurado e arrependido por ter me batido.

Continua….

Me desculpem pelo tamanho do conto, sou perfeccionista, é mais forte do que eu, preciso ser fiel aos detalhes, me digam o que estão achando e no próximo relato o primeiro sexo oral da minha vida.

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17 Comentários

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  • Responder ElJohn

    Né veado,avisar pra parar a veadagem que rola desde cedo não adianta né,em vez de ir atrás de meninas da sua idade fica de veadagem com uma maricona qualquer em,muito bonito!Veado,veado,cuidado…eu sou o Jogpn Deere,Matador de Veados,comigo veadagem acaba mais rápido que usar um nível de bolha de ar!

    • Meninão

      Olha como você fala do André Jhon, ele não é maricona e nem eu.

    • ÉoDeere

      É John,e não Jhon veado

  • Responder Sandro

    Muito bom, continua por favor meu pau ficou duro com esse conto, ansioso pela continuação.

  • Responder beto

    muito bom esse conto, vc escreve bem demais.

  • Responder Sergipe

    Poxa cara que conto top… Publica logo a 4 parte vá.

  • Responder Nando

    Já vi que André vai acabar mamando esse mlk.

    • Meninão

      Vai mesmo

  • Responder Torinho

    Caramba, muito bom, tadinho dele, mas também colocar o dedo sujo de leite na boca ;-;

  • Responder Ezio

    Cara q conto fantastico

    • L

      Ne? rsrs fazia um tempinho q n via um assim viu

  • Responder L

    Só comentando rsrs, normalmente so entro no site no final da noite, mas esse conto me fez entrar umas 4 vezes só hj rsrs

  • Responder Meninão

    O relato número quatro deixará vocês loucos, me contem o que estão achando e eu publico ainda hoje.

    • L

      Mano, se fosse pra mim resumir em uma palavra seria “PERFEITO”
      pq eu pessoalmente gosto de quando falam bem o contexto, e esse sentimento de cumplicidade, de amizade, sem ser nada forçado deixa tudo melhor ainda, não tenho defeitos pra dizer, apesar da parte do tapa ter me partido o coração, mas sei q vão fazer as pazes, então está de boas

    • Sergipe

      Estou aguardando a 4 parte

  • Responder L

    Caraca, esse final me partiu o coração…
    ;-;

    • Meninão

      L esse é um relato e não um conto, esse tapa dói no ego até hoje, o André hoje é o meu padrasto, estou contando a minha história de vida, existe tanto conto falso do tipo “da de quadradinho de oito” no primeiro encontro, não dá pra acreditar, a minha história foi bem assim, não sou traumatizado e hoje pego moças da minha idade, mas as vezes relembro os bons tempos com o André, espero que a minha história seja um sopro de vitalidade no meio desse monte de conto fake, meia noite sobe o conto número quatro, fiquei de pinto duro ao relembrar para escrever, abraços.