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Capítulo 02 – a história continua

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Para quem não leu o conto anterior, é importante para o entendimento do desenrolar da história.
Após o ocorrido (relatado no conto anterior), fiquei completamente em pânico durante toda a semana, pois a caso a Kiany falasse para alguém sobre o que aconteceu, eu estaria totalmente ferrado… Mas para minha surpresa a putinha não falou nada (talvez com medo de que eu cumprisse com as ameaças que havia feito).
Bom este conto se passa a aproximadamente 10 dias após o ocorrido do primeiro conto, novamente precisei cuidar da minha priminha (dessa vez sua mãe havia sido chamada na escola do meu primo), então eu como um bom primo aceitei a tarefa!
Assim que fechei o portão, falei no ouvidinho da Kiany:
– Hoje eu te pego de jeito…
Ela arregalou os olhos e engoliu seco, pude perceber seus olhinhos se enchendo de lágrimas, já prevendo o que lhe esperava.
Assim que entramos ela tentou correr para o banheiro, mas eu a puxei pelos cabelos (confesso que quase arranquei o cabelo dela), ela por sua vez começou a gritar e chorar me implorando para parar… Eu então dei um tapão em seu rostinho e disse:
– Se tu gritar novamente, vai ser outro tapão!
Ela então parou de gritar e apenas chorava… Então disse para ela:
– Eu não vou te maltratar se você fizer o que eu estou te pedindo, inclusive se você for uma boa menina, te levo pra tomar sorvete depois.
Ela então se acalmou e disse:
– Jura que não vai mais me bater¿
– Claro amor, se você for boazinha, não vou te bater.
Então fui e tirei a roupa dela, a coloquei deitada na cama e comecei a chupar aquela bucetinha carnuda. Era uma bucetinha gordinha, sem pelinhos, muito macia e saborosa. Eu chupava com muita vontade e escutava os gemidos maravilhosos dela (mesmo que fossem involuntários), havia momentos em que era possível perceber que ela estava se entregando ao desejo e ao tesão, ficava mais ofegante, sua bucetinha começava a ficar molhada e começava a sentir o sabor de seu melzinho.
Após dar um belo trato naquela bucetinha, era a hora de botar ela para mamar. Tirei meu pau para fora e a mandei chupar… Ela começou, já chupava de uma maneira diferente da ultima vez (talvez tivesse aprendido um pouco como se faz), mesmo ainda raspando um pouco os dentes, era notável a melhora no boquete daquela putinha. Ela chupava bastante a cabeça do meu pau, as vezes pedia para ela chupar minhas bolas que ela não fazia muito bem (talvez por ainda ser iniciante nisso), mas quando voltava para o pau, o boquete dela era maravilhoso. Fazia as vezes ela tentar engolir tudo, mas ia com carinho, estava cumprindo o que havia prometido a ela de não ser agressivo. Ela conseguia colocar metade do meu pau na boca antes de se engasgar, mas seu principal atributo era como ela tratava a cabeça. Passava a língua nos lugares certos enquanto estava com ela na boca… Sugava ela com força, parecia que estava com vontade de tomar leitinho.
Então tive de parar para não gozar.
Coloquei ela de quatro e chupei o cuzinho dela bem gostoso. A visão que tinha quando ela ficava de quatro era fenomenal. Ela tinha uma bundinha grande, redondinha e durinha, bumbum lisinho e empinadinha pra mim daquele jeito… Seu cuzinho piscava (talvez por tesão ou pro medo, não sei), eu então encostei meu pau e comecei a introduzi-lo, ele entrou sem tanta dificuldade como da primeira vez (acho que pelo fato dela estar mais calma e suas pregas já terem sido arrebentadas na primeira vez), ela já não chorava mais, apenas gemia enquanto eu socava com vontade naquele cuzinho delicioso. Meu saco batia naquele bumbum a cada enterrada que dava, e ela gemia cada vez mais e mais. Comecei então a dar uns tapas na bunda dela, o que a fez gemer mais (a putinha gostava de apanhar na bundinha), puxava seus cabelos e ela gemia mais… Estava realmente fodendo ela como gente grande!
Depois a coloquei deitada com as pernas abertas, pincelei meu pau na bucetinha molhada dele e devo confessar que vontade não me faltou naquele momento, mas me segurei (se comece sua bucetinha, corria sério risco da mãe dela descobrir quando a levasse em um médico). Então levantei as perninhas dela e voltei a comer o cuzinho dela, dava bombadas fortes e pude ver o rostinho de tesão que ela fazia e aquilo me deixava doido. Até que cheguei perto dela enquanto ainda metia no cuzinho e a beijei, e para minha surpresa ela correspondeu e começou a me beijar também (a putinha já devia ter beijado alguns garotos, pois era notável que tinha certa experiencia), ali eu percebi que ela estava se entregando de vez a tudo aquilo, o que me excitou ainda mais.
Eu então percebi que ia gozar e a botei para mamar novamente, ela começou a me chupar com força e vontade novamente parecia que estava ansiosa por seu leitinho que estava por ganhar. Não demorou muito e comecei a gozar muito naquela boquinha deliciosa e pude ver que ela fez uma carinha de satisfeita com tudo aquilo. Não deixou escapar uma gota se quer e depois de engolir tudinho, ainda ficou me chupando até meu pau amolecer…
Depois disso olhei pro rostinho dela e disse:
– Que delicia que foi essa transa… Vamos vou te levar pra tomar um sorvete.
Dei um banho nela e fomos, antes da mãe dela vir busca-la.

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1 comentário

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  • Responder Anônimo

    História maravilhosa!