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Peças que o destino prega. Parte 6

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Mais uma vez comi uma novinha e tirei o cabacinho da irmã de 12 anos.

Convidei seu João para entrar e sentar. Falamos do dia a dia na fazenda e logo D. Socorro trouxe um café quentinho.
– Mas vamos homem! Diga lá que te trouxe aqui.
– Sabe seu Neto…eu resolvi fazer uma festa de aniversário de 18 anos para Talita. A bichinha trabalha muito e me ajuda bastante então resolvi dar uma festinha pra ela.
– Pensei…que safado, realmente trabalha muito… e como ajuda.
– Certo…a menina merece. – E como merece. Tornei a pensar.
– Pois num é!  Então vim aqui para convidar vocês todos, e aproveitando para lhe perguntar, quanto o companheiro cobraria, para ir buscar umas coisas em São Vicente pra mim?
– Pensei um pouquinho e disse:
– Vamos fazer o seguinte… vc dá só a gasolina e o frete é meu presente… Combinado?
– Bão demais siô! A gente pode ir depois do armoço? – Ela falava com o sotaque do interior.
– Podemos sim! – Ele pensou e perguntou…
– O Sr vai fazer alguma coisa urgente?
– Só vou dar uma olhada num serviço que quero fazer no igarapé e estou liberado porque?
– A gente podia ir, o Sr armuçava lá em casa e dispois nois pegava a estrada…que acha?
– Tudo bem! Vamos no igarapé?
– Vamos! – Chegamos lá e mostrei pra ele o que queria fazer.
– Moço do céu! Vai ficar muito bão! – Trocamos umas idéias e voltamos pro rancho. Expliquei pra D. Socorro e ela sussurrou baixinho…
– Que hora heim!
– Verdade!

     Chegamos na casa dele, era um rancho bem feito, grande e bem espaçoso e a cozinha era separada, construida em outro rancho, cercada com meia parede. Apresentou D. Rosa sua esposa, no primeiro olhar percebi que ele a tinha tirado de algum cabaré. Sua forma de agir e vestir denunciava sua origem, mas era uma pessoa agradável.
Seu João me chamou pra olhar o galpão da festa, era bem amplo e sem paredes, coberto de palha, a uns 15 metros,  tinha feito outro às pressas, onde venderia as bebidas. Mais abaixo um pomar com muitas mangueiras, jaqueiras e onde à noite serveriam de esconderijos para os amantes. Quando estávamos voltando vimos as suas filhas caminhando pela estrada rumo ao rancho. Sandrinha me reconheceu e veio correndo em nossa direção.
– Oi Neto! Vc veio conhecer nossa casa?
Me deu um abraço e olhou pro pai e explicou…
– Ele é meu amigo! – ele olhou pra mim como se desculpando.
– Essa menina é fogo!
– Tem nada não! – Ele não sabia da missa a metade. Suas irmãs chegaram e me comprimentaram. Talita era branca, cabelos castanhos claros e olhos cor de mel, boca grande e lábios grossos, tinha os peitos grandes pouca cintura e pernas grossas. A bunda era grande e não muito firme, não era essa coca cola toda mas tinha seu atrativo. Já a Telminha tinha um corpinho arrumando e rosto bonito, era moreninha clara cabelos encaracolados mas finos. Pernas torneadas, bunda empinada e peitinhos médio, devia ter no máximo 14 anos. Me olhava descaradamente toda coquete. Já Talita foi mais comedida e notei que era devido a presença do pai, que tava de olho. Sandrinha agarrou em minha mão e caminhamos juntos, Telminha também se aproximou com o paí delas à frente com Talita.
– Num disse que ele era bonito? – falou pra Telminha. Sandrinha não tinha papas na língua. Almoçamos e preparamos pra ir às meninas queriam ir juntos e acabaram convencendo seu João . Comigo na frente só dava pra ir só uma pessoa. Seu João resolveu ir na carroceria junto com a Talita. Telminha e Sandrinha resolveram se espremer na cabine, Sandrinha ficou no meio ao chegarmos em São Vicente seu João comprou as bebidas, o depósito tinha o compromisso de entregar e emprestar as caixas de gelo, pois a região não tinha energia elétrica. Trocou os botijões vazios de gás para lampião por cheios. Sandrinha e Telminha não me largavam, enquanto João preto comprava suas coisas sempre acompanhado de Talita, eu levei as meninas pra tomar sorvetes e depois fomos numa loja onde comprei calcinhas uma bermudinha jeans e uma blusinha para Regina. Roupas para Soraya e Sôninha e a mãe delas, comprei também para Sandrinha e Telminha e uma blusa para Talita que mandei embalar em papel de presentes. Faltou para Júlia e as irmãs mas eu tinha outros planos pra elas. Sandrinha e Telminha ficaram muito alegres aí brinquei… as calcinhas quero que vocês esperimentem na minha frente pode ser, Sandrinha levou a sério dizendo…
– Eu não ligo vc já me viu pelada mesmo. Vi que já tinha contado que aconteceu conosco. Telminha só sorriu.

     Voltamos pra fazenda do seu João e descarregamos as coisas, ele queria que eu fica-se para a janta. A Sandrinha pediu queria ir dormir lá na fazenda e claro eles não deixaram, me agradeceram muito e fui embora. Cheguei na lago azul e entreguei os presentes, até o Nenem ganhou uma camisa. As meninas foram experimentar as roupas, e eu fui tomar um banho porque tava quase na hora do dois chegarem do serviço e Nenem foi comigo. Tiramos as roupas e cai na água, Nenem também entrou. Tomamos banho e me sentei no tablado olhei e ordenei Nenem.
– Vem fazer uma chupeta rápida. – Veio todo alegre.
– Achei que não queria mais…
– Anda rápido seu pai está pra chegar.
– começou a bater uma e enfiou ele na boca, lambia a cabeça e enfiava de novo até na garganta e não demorou muito enchi sua boca de porra, engoliu tudinho. Entrei na água pois ouvi vozes, eram seu Pinduca e seu Paulo, que se aproximavam também para tomar banho. Nenem se vestiu rapidinho e foi embora, encontrou com eles no caminho, dei tempo para me vestir e o pau baixar. Nos comprimentamos e eles retiraram suas roupas enquanto me falavam do rendimento do serviço. Perguntei seu Paulo se também ía na festa, e ele disse, que não perderia por nada. Dei uma olhada neles e fiz uma avaliação, seu Paulo não tinha pau grande e seu Pinduca muito menos, pequeno e feio, coitada da D.Socorro. Deixei os dois e fui pro rancho, onde a janta já estava pronta, esperando o pessoal, que tava no banho. Logo depois acendi o lampião pois não tínhamos energia elétrica, mas eu estava com umas idéias para mudar isso. Logo chegou Soraya para me chamar para jantar.
– Obrigado pela roupa. – Se aproximou e ganhei um abraço e um beijo bem gostoso.
– Serviu? – Perguntei…
– Sim…pra todo mundo, vc tem boa vista.
– Fuja à noite e venha dormir comigo.
– Que faço com a Sôninha? Ela está doida pra te dar. Posso traze-la também?
– Não se incomoda de tranzar na frente dela?
– Que nada… dá é mais tesão!
– Safada! Trás ela também.
– Vai tirar o cabacinho dela? Quero assistir.
– Vou sim! Manda ela tomar remédio.
– Queria te fazer uma pergunta…
– Faça!
– Vc notou a mudança na mãe? Vc tem algo a ver com isso?
– Acho que não… porque?
– Tá se arrumando, e vejo ela conversando muito com vc, e tá elogiando muito… tem coelho nesse mato! –  saiu rindo.

     Jantamos bem e depois sentamos na área para um bate papo. Uma brisa gostosa mudava de vez a temperatura escaldante do dia, os sapos coachavam fazendo sua sinfonia e os grilos respondiam por sua vez. Seu Paulo armou sua rede se sentando dentro. todos nós conversávamos animados ouvindo histórias, desde de almas penadas a situações vexatórias que já  tivemos no nosso dia dia. Seu Paulo era um emérito contador de histórias. E eu falava das minhas andanças, pelas cidades e capitais que conhecia. Seu Pinduca contava causos que seu pai lhe tinha passado. Se ouvia o piar de uma coruja, que estava numa árvore próxima.  Estava sentado em um banco feito de tábua e as duas meninas também, uma de cada lado agarradas em mim, sem nenhum constrangimento. D. Socorro com seu cabelão solto não tirava os olhos de mim. Ouvimos um roncado já era seu Paulo que dormia, era o sinal da debandada, Pinduca pediu licença é também foi. Eu por minha vez levantei e me preparei para ir também, e Soraya cochichou no meu ouvido que as espera-se, a mãe mandou todo mundo pra cama e Nenem foi amparado pelas irmãs, meio dormindo pra dentro. Peguei na sua mão que segurou forte e olhou pra ver se as meninas já tinha entrado e me deu um beijo rápido e senti sua mão apertar meu pau. Murmurou baixinho…
– Estou num fogareu só…
– Amanhã apago seu fogo. – falei também baixinho.

     Depois de mais ou menos uma hora ouvi passos e cochichos na sala que estava na penumbra, pois havia baixado a luz do lampeão, levantei-me encontrando as duas garotas, peguei o lampião e as levei para o quarto. Sem conversas elas tiraram as roupas e colocaram numa cadeira que estava no quarto. Eu estava só de cuecas, tirei também. Eu olhava embevecido pra a beleza das duas garotas, Sôninha quando acaba-se de se formar, deixaria os homens em polvorosa. Era um espetáculo apoteótico, e tinha a sorte de ser o único espectador, não sabia por onde começar e Soraya deu a solução…
– Tiramos a sorte e ela vai ser a primeira. – Coloquei as duas sentadas na beira da cama e dei meu pau duro pra Soraya chupar, ela rapidamente pegou e comentou com a irmã.
– Não te disse que o Neto tinha um pausão grande e bonito! – Sôninha só  deu um hum hum e ficou admirando enquanto Soraya punhetava, colocou na boca até na garganta. Sua boca quente quase alojou-o todo, fazia movimentos de ida e vinda, com ele na boca, me dando um tesão monstruoso, tirava e colocava de novo, sabia chupar um pau. Olhou pra irmã e ordenou…
– Vai chupa ! Mostra o que lhe ensinei!
– Sôninha pegou… avaliou… e depois colocou na boca e cameçou a fazer como a irmã, um pouco desajeitada no começo mas foi pegando o jeito… a irmã incentivava.
– Isso! Vai! Engole mais…assim! – tinha momentos que ela engasgava mas não perdia o ritmo.
– Vai Neto! Gosa na boca dela… ela quer sentir o gosto… vai gosa! – Não me fiz de rogado e enchi a boca dela de porra. Ela se assustou e engasgando cuspiu um pouco.
– Eita menina mole! Deixa comigo… – pegou meu pau, espremeu engolindo o resto deixando-o limpinho.
– É porque não tenho costume! – reclamou Sôninha.
– Não tem problema gatinha! Tava muito bom… vem cá. – Deitei-a na cama e comecei beijando sua boca bonita, ela se entregou toda ao beijo, longo, cheio de paixão e tesão, respiramos e partimos pra um de língua, faltava experiência mas não vontade, acariciava seus peitinhos que eram uma obra de arte, os biquinhos pequenos estavam durinhos. Seus peitos eram tão durinhos que tinha dificuldades para sugá-los, estavam ainda em formação. Eu estava extasiado com aquele corpinho, ela estava arrepiada, seus pelinhos estavam eriçados, minha língua continuava sua exploração, fui pela barriga até chegar naquela bucetinha linda, pequena quase toda carequinha só com um montinho de cabelinhos fininhos e ralinhos na entrada de sua rachinha. Era fechadinha com a pontinha do grelinho teimando aparecer. Abri suas perninhas e senti o aroma gostoso de uma bucetinha novinha. Estava molhadinha e então meti a língua, abri bem para facilitar, suguei seu suco saboreando seu gostinho, meu pau estava até latejando de tesão e  novamente enfiei no seu buraquinho fazendo movimentos de penetração com a língua, deixando-a louca de tesão, soltou um longo suspiro, explorava os pequenos e grandes lábios até chegar no grelinho, estremeceu quando ataquei seu grelinho.
– Hummm… mais é bom… vc tinha razão mana, Vai chupa mais… – dava solavancos como estivesse levando choques, me puxava a cabeça de encontro a sua bucetinha, apertava as perninhas em volta de mim, e chupei bastante até sentir ela gozar. Ela quase desfaleceu, era seu primeiro orgasmo de verdade. Esperei ela recuperar dando um beijo gostoso na Soraya, com o gosto da bucetinha da irmã.
– Vai come ela logo, pois estou morrendo de tesão pra dar pra vc, já esperei muito.
– Voltei minha atenção para Sôninha, deitei-me sobre ela e abri suas pernas, então pediu…
– Vai devagar viu! Seu pau é enorme.
– Fica tranquila! Vou com cuidado! – pincelei sua xaninha até achar a entradinha, encaixei a cabeça e fui empurrando até encontrar o hímen.
– Devagar… tá doendo! – Dei a primeira estocada e senti que entrou um pouco, ela deu um gritinho e tentou refugar, mas segurei e dei a segunda e senti as paredes alargarem e entrou quase tudo, deu outro grito mais forte e Soraya repreendeu…
– Larga de ser escandalosa menina! Quer acordar todo mundo?
– Mas tá doendo muito!
– Já entrou… – Avisei… empurrei o resto e dei um tempinho pra ela se acalmar e acostumar.
– Nossa! Parece que me partiu em duas. Fui mexendo devagar, seus músculos vaginais foram laceando e aceitando o intruso, logo movimentei com mais facilidade, tava tudo dentro dela, fui aumentando o vai e vem e senti que ela estava mais à vontade, tinha acabado de  virar mulher.
– Tá ardendo mas tá bom! – Enfiava tudo é tirava e logo ela já arriscava as primeiras mexidas e reboladas, controlava pra não gozar, sua respiração foi ficando ofegante, me apertava ao seu encontro, suas perninhas me enlaçou a cintura e pedia…
– Vai faz ! Mete mete…assim…com força vai… ai mamãezinha… nossa…nossa tá bom ! Mete tudo vaiiiii… vaiiiii !! – Cravou as unhas na minhas costas, serpenteava no meu pau e derrepente gozou junto comigo, ficamos molinhos. Seus peitinhos subiam e desciam conforme buscava ar. Cai a seu lado, e procurei me recuperar para a segunda etapa. Olhei para meu pau e pra ela e vi que quase não sangrou.

     Depois de um descanso me abracei à Soraya e começamos a trocar carícias, beijos e o clima foi esquentado, acariciava seus seios firmes, e notei que era genético … chupava seus mamilos durinhos e passava a mão na sua bucetinha coberta por uns pelinhos sedosos e macios, estava alagada, ela tinha uma carreirinha de pelos bem fininhos que saiam abaixo do umbigo e descia rumo a sua xaninha e segui esse caminho com a língua deixando-a arripiadinha, chegando na sua grutinha… queria que ela também goza-se na minha boca para retribuir as chupadas gostosas que havia recebido dela, dei-lhe uma senhora chupada e ela teve um orgasmo abundante que engoli tudo, depois enfiei o pau na sua bucetinha apertada e macia, ela sabia tranzar gostoso, parecia uma peneira embaixo de mim, depois mudou a posição subiu no meu pau e cavalgou com extrema perícia me levando o delírio, gozamos juntos. Parecia que já havíamos feito isso milhares de vezes, tamanha era a nossa sintonia. Murmurei no seu ouvido se já havia dado o cuzinho.
– Não… nunca dei… mas quero expirimentar com vc.
– Se vc der eu também dou… – falou Sôninha, não querendo ficar para trás.
   Continua…

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8 Comentários

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  • Responder Lala

    ando tão carente, cinco meses sem sexo, seus contos tão me deixando toda molhadinha e subindo pelas paredes

    • Zorro

      Ôoo… Lala não seja por isso, passe seu contato que acabo com seu problema. Beijos amiga.

    • Victor

      Oi, Lala de onde vc é?

  • Responder turquinho.

    e ai colega sera que tem como negociar esta fazenda antes de vc tirar o cabacinho da regina?

    • Zorro

      Olha meu amigo leve logo sua proposta, pois elas vão entrar na vara. Depois tem uns Paulista querendo comprar.

    • Queria uma garotinha ;-;

      Zorro deixa eu ser amigo de safadeza dela?

  • Responder Netto

    qe tesao adoro teus contos

    • Neto

      Cada relato melhor que o outro e como disse o turquinho quando vai comer a Regina e dona Socorro? Parabéns continua!