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O Primo Favorito

1086 palavras | 1 |4.11

Família é um assunto complicado. Fica tanto tempo sem se ver um ao outro que, quando se vêem, é surpresa atrás de surpresa. Parentes que não se viam há tempos, as crianças já crescidas, primos que nem sabemos que existiam…

Sou o que pode ser considerado de prima mais velha. Com 30 anos, sou a única filha da irmã mais velha entre 6 irmãos. O grande problema é que eu sou a única mulher entre os primos. Ou seja, de 11 primos, 10 homens e eu. Porém, não tenho o que reclamar. Eles são super educados e nunca me desrespeitaram, até porque se isso acontecesse, era cascudo na cabeça.

Na minha vida, eu não tenho do que reclamar. Tenho uma boa condição de vida pois trabalho nas forças armadas, casa própria, com piscina e um grande quintal, carro na garagem, etc. Nunca quis casar ou ter filhos, sempre quis ser independente. Frequento academia diariamente e isso mantém meu físico sarado, com uma bunda empinada e redondinha e um par de seios fartos, além de sempre cuidar dos meus longos cabelos pretos e lisos, que se destacam na minha pele cor de jambo. Minha família por parte de mãe tem origem nordestina. A do meu pai eu não sei, porque ele nos abandonou quando eu tinha apenas 2 anos.

Enfim, era dia de festa em família e eu sempre sugeria fazer na minha casa por causa do quintal além da piscina. Estavam todos curtindo na piscina, as mulheres de biquíni, algumas com shortinho e os homens alguns de bermuda, outros de sunga. Fazia muito tempo que eu não fazia sexo, então comecei a reparar no volume dentro das sungas e bermudas deles. Nada de muito chocante, até que um me chamou a atenção. Era do meu primo de 15 anos, negro, alto, com um belo porte físico. Ele usava um short de futebol branco, que destacava bastante o volume do seu pênis. “Meu Deus, será que isso tudo é verdade? Eu preciso vê-lo, urgente!”, pensei.

Fui para perto dele e comecei a brincar, com um pouco de malícia. Comecei a me esfregar nele, fazê-lo encoxar em mim, passar a mão em seu pênis “sem querer”, coisas do tipo. Porém, eu estava ficando irritada, porque ele simplesmente não se ligava no que estava acontecendo. Então, na minha cartada final, o pressionei na borda da piscina, ainda fingindo que estava brincando.

– Te espero no meu quarto… – disse, com uma voz sexy no seu ouvido e apertando seu pau. E foi aí que ele se ligou.
– Oh… Ok, estou indo.

Saí da piscina e fui para o meu quarto. Chegando lá, tirei meu biquíni molhado e coloquei só um roupão por cima, até que ouvi alguém me chamando.

– Prima! – ele gritou. Pelo som do grito, ele aparentava estar perto do meu quarto, então abri a porta e o encontrei, o puxando para dentro do meu quarto.
– O que você está faz…
– Xiiiiiii… – calei-o com meu dedo. Tirei meu roupão, deixando fascinado no meu corpo, e de pau duro. – Agora você pode fazer o favor de tirar esse short?
– Com certeza prima… – ele rapidamente tirou o short e a cueca.

Feito isso, uma senhora piroca pulou para fora, me assustando um pouco.

– Desde quando você cresceu assim? Até ontem eu te dava banho e isso aqui era bem menor… – falei me ajoelhando, pegando e punhetando naquele monstro.
– Ah, é a famosa fase de crescimento né prima.
– É, talvez seja isso mesmo. Alguém já te pagou um boquete?
– N-não. Só sei o que é isso por causa do porno…
– Entendi. Olha, a partir de hoje eu não quero mais você vendo porno.
– Mas porq…

Nem esperei ele perguntar e já caí de boca em seu caralho. Era um belo pau grosso, com a cabeça marrom, além de ser veiudo e ter duas bolas magníficas. Perguntei quantos centímetros tinha e ele me respondeu que eram 18. Voltei a chupar seu pau, fazendo-o gozar rapidamente na minha garganta.

– Caralho, quanta porra garoto…
– Nossa… que… boca maravilhosa – ele falou, ofegante.
– Agora é sua vez. – disse, deitando na cama e abrindo as pernas. – Sabe chupar uma buceta?
– N-não… – ele gaguejou de novo.

Ensinei o jeito certo e ele aprendeu rapidinho. Em poucos minutos, eu já tava gemendo de tesão enquanto ele chupava minha xereca. Aquilo estava ficando muito bom, não demorando muito até eu gozar. Peguei uma camisinha no gaveteiro do lado da minha cama e coloquei no seu pau. Pedi para que fosse devagar, e assim foi feito. Depois ele foi aumentando o ritmo, me fazendo gemer e gritar na cama.

– Isso caralho, vai seu gostoso. Mete na putinha da sua prima, vai. Oh assim, isso, vai porra. Puta que pariu, que delícia…
– Oh porra, você é muito gostosa prima. – ele falou e me beijou, o que foi correspondido.

Ficamos no papai e mamãe por um tempinho até trocarmos de posição. Ele deitou na cama e comecei a cavalgá-lo, descendo e subindo bem rápido. Depois, ficamos de lado e encaixei seu pau na minha buceta. Ele ficou metendo devagar, enquanto masturbava meu clitóris, me levando a loucura. Após isso, fiquei de quatro e ele voltou a estocar forte na minha buceta, me fazendo gritar e gemer mais e mais. Por fim, ele anunciou que ia gozar e voltei a chupá-lo, sentindo a sua porra quente e grossa descendo pela minha garganta.

– Mais uma vez, quanta porra garoto… – disse, enquanto ele se dirigia ao banheiro. – Aonde você vai?
– Vou tomar banho, ué. – ele falou e eu virei os olhos. – Você não quer me dar banho não, como a alguns anos atrás?

Concordei com a ideia e fomos. Dei um banho bem gostoso nele, com mais uma rodada de sexo. Falei para ele mais uma vez para nunca mais assistir porno e que ele fosse pra minha casa todo fim de semana, para nos “divertimos”. Ele concordou e voltamos para a festa, como se nada tivesse acontecido. A partir daquele dia ele passou a ser meu primo favorito, e o motivo vocês já sabem qual é…

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