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Servindo o Éder e os amigos dele

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Eu tinha uns 12 anos quando minha família se mudou de bairro. Era um lugar tranquilo, mas eu sentia falta de gente. Não conhecia ninguém e demorei pra fazer amizade. O Éder era um rapaz de 17 anos, perdeu a mãe e ficou morando sozinho na casa.

“Marquinhos, chega lá em casa, jogar videogame”. Eu não era muito de videogame, mas fui pela companhia. Os amigos dele apareciam, bebiam mas eu me sentia meio de lado. Mas o Éder começou a me mandar fazer coisas e eu não sabia falar não. “Compra uma marmitex lá na Valdete”. Começou com pequenos favores e aos poucos ele passou a cobrar pela minha presença. “Éder, amanhã não vou poder pegar sua encomenda nos Correios, preciso terminar um trabalho de escola”. “E vc vai ficar o dia inteiro fazendo esse trabalho, não consegue tirar 30 minutos pra me ajudar? Deixa, não precisa, vou falar com o Luquinhas da rua 3”. “Desculpa Éder, vou dar um jeito de passar lá amanhã cedo.” Eu gostava da companhia dele apesar, e ficava com medo de perder a amizade dele.

“Marquinho, vem aqui no meu quarto”. Ele estava com a pica de fora. Eu nunca tinha visto pica senão a minha. Fiquei olhando. “Pega aqui!” “Não quero”, falei. “Então pode ir também” “Espera” Me aproximei e toquei. Ele segurou minha mão e me fez punhetar ele até gozar. Quando vi o líquido saindo, larguei e corri pra casa. Outra vez a gente estava na sala, e chegaram mais 3 rapazes amigos dele que eu não conhecia. Um deles, o Robson, me viu e falou “E esse viadinho, tá comendo Éder?” “O que eu mandar ele faz, quer ver?” O Éder pos o pinto pra fora e falou. “Marquinhos, vem chupar minha pica!” Eu levantei e ia ir embora quando ele falou. “Se sair desta porta não precisa nunca mais aparecer aqui!” Me deu um medo. Voltei, segurei na pica dele e chupei. Os moleques riam. “Não falei? Só não arranha não! Vai com cuidado!” Ele tirou daminha boca, se punhetou e gozou na minha cara. Fui no banheiro e me lavei. “Éder, agora preciso ir mesmo, minha mãe acabou de mandar mensagem”. “Tá bom, esse aqui é pela chupeta que vc me deu hoje. Na próxima vc aprende melhor” E me deu 10 reais. Os outros caras riam. Corri pra casa.

Fiquei com medo de voltar lá, mas ele me apareceu no portão. “Marquinhos, vamos lá em casa?” Eu não sabia dizer não. Fui. Chegando na casa dele ele já falou. “Não vai fazer um boquete não? Vai dizer que não gosta do meu pau?” “Claro que gosto, desculpa!” Abaixei o short dele e chupei. Forçava minha boquinha aberta pra não pegar os dentes no pau dele. Desta vez ele foi até a cômoda, pegou um creme transparente, e passou no pau. “Deita de bruços”. Fiquei sem entender o que ele queria. “Vai! Deita!” Deitei. Ele puxou minha bermuda e minha cueca, passou o creme no meu cuzinho e ficou massageando. Era gostoso, mas eu tinha um pouco de medo. Depois ele foi penetrando. “Relaxa sua puta, senão dói!” Ele foi penetrando, penetrando, derrepente entrou tudo. Doia e eu sentia como se estivesse com vontade de cagar. Mas ele engatou e me segurou pelos braços até entrar tudo. E foi metendo. Doia, mas me sentia dele, eu tava ali totalmento submisso a ele. Isso durou alguns minutos, até ele gozar. Levantou e foi tomar banho. Aproveitei e fui pra casa.

Dali em diante ele me comia sempre. Um dia eu tava na casa dele e um amigo dele o Fábio, chegou. “Éder, e esse seu viadinho aí? Bundinha de menina, aposto que vc anda comendo ele” “Cara, é bem submisso, quer ver? Marquinhos, chupa a pica do Fabio!” Eu fui até o Fábio, abaixei a calça dele, e fui chupando. “E chupa bem!” Chupei, chupei mas logo ele se afasta, abaixa meu shorts e fala “abre a bunda Marquinhos, quero essa bundinha” e me penetrou. Eu já tava acostumado a dar pro Éder, entrou fácil e foi bem gostoso. Mas logo ele tirou. “Abre a boca!” Eu abri e recebi um jato enorme de porra.

Mas uma vez teve uma festa na casa do Éder, só com esses amigos mais chegados dele. No meio da festa o Éder me pediu pra chupar a pica dele. Chupei, chupei, até ele gozar. Depois os rapazes foram pedindo tambem. Eram 5. Fui chupando. O primeiro… punhetava, chupava e fiz ele gozar na minha boca. O segundo fui fazendo isso mas logo ele me virou de costas, abriu minha bunda e meteu. Outro já deu a pica pra eu chupar enquanto dava de quatro. “Você gosta de chupar?” “Gosto”. “E de dar o cu?” “Também”. “Você não é homem não?” “Não, sou viadinho” Os rapazes riam. Terminei a noite com a cara, cabelos e roupa toda gozada.

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1 comentário

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  • Responder Saulo Batista

    Muito bom, gostaria de estar no seu lugar