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Papai sabe o que tá fazendo 8

2230 palavras | 9 |4.58
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Durante algum tempo moramos em uma casa que nos permitia o luxo de ter um escritório. Não era nada especial nem parecido com essas coisas de novela, mas era um espaço que despertava alguma privacidade lá em casa. Por ser oficialmente um escritório e ter essa funcionalidade, minha mãe entendi que às vezes era necessário não interromper meu pai quando ele estava lá vendo suas coisas, resolvendo outras ou só bebendo alguma coisa longe das obrigações de pai e marido. Meu pai equipou com pouca coisa além de uma mesa para o computador dele, uma estante com alguns livros, uma poltrona perto de uma janela e uma mesinha com poucas bebidas. Não muito raro seria possível nos encontrar lá dentro. Eu gostava de acompanhar meu pai enquanto ele inventava de trabalhar ou de fato trabalhava no computador. Quando era ainda novinho e não tinha descoberto essa nova relação com o meu pai, normalmente eu brincava na poltrona que ele usava para descansar depois, mas após as nossas descobertas não perdíamos tempo e usávamos essa liberdade adquirida para sermos verdadeiramente pai e filho.

Quando meu ele usava o computador, eu gostava de ficar em pé entre suas coxas abertas e ficava observando os trabalhos dele na tela. Às vezes ganhava uns beijos na nuca, carinho na cintura, um mordida suave na orelha. Meu pai me fazia rir com suas coisas ditas no meu ouvido. Ele usava uma voz rouca e falava bem baixinho.

– Adoro quando meu menino me acompanha no trabalho. Você vai ser um homem muito especial.

Outras vezes ele era mais safado que isso.

– Coloca suas mãozinhas pra trás e alisa a rola do pai um pouquinho. Eu fico duro com você roçando assim nas minhas coxas, filhão.

Naquela época eu já tinha certeza que adorava ser o centro das atenções sexuais dele. Eu fazia questão de agradá-lo em tudo. Eu queria vê-lo suspirar da forma que fazia quando meus dedos apertavam o tecido da roupa que usava. Adorava também tirar a atenção dele da tela e pedir os beijos demorados na boca. Ficávamos cada vez mais experientes com o tempo nesses beijos. A língua grossa dele sugando a minha que era pequena, a barba dele arranhando a minha boca, o nariz dele roçando meu rosto, os dentes grandes dele mordendo meu queixo. Meu pai gozava sempre que nos beijávamos assim bem safado.

Meu pai é um homem. E como todo homem, ele também carrega traços dessa postura que eu aprendi mais tarde ser a dominante.

Numa tarde um amigo de sua empresa foi nos visitar lá em casa após o expediente deles. Quando cheguei da rua com minha mãe, meu pai e Elifran tomavam uma cerveja no escritório enquanto meu pai mostrava uma série de documentos na tela do computador. Eu cheguei na hora que o homem estava sentado perto da mesa e usava o computador. Meu pai estava sentado na poltrona perto da janela e sorriu muito convidativo quando me observou abrir a porta e espiar o que faziam.

– Chegou, pai?

– Aham – eu respondi.

– Vem cá no pai, então.

Eu fui. Elifran me cumprimentou com um sorriso e um olhar que conferiu meu corpo inteiro. Eu vi ele me olhando. Nós vimos. Meu pai pediu pra fechar a porta quando entrasse e me recebeu com um abraço apertado. Apertou minha orelha com a mão livre, pois segurava uma cerveja com a outra, e me deu um cheirinho muito paternal na bochecha.

– Se divertiu sem mim? Difícil, né?

Ainda no meio das coxas do meu pai, contei que faltou pouco para eu convencer a minha mãe de que precisava muito de um quebra-cabeça gigante e muito caro. Contei do sorvete que tomei e que melou meu queixo todo. Elifran viu meu pai se divertir ao me fazer rir cheirando meu queixo.

– Você já tinha dito que era pai bobo, mas é bem mais do que eu achava – Elifran deixou de ler a tela para nós observar. – Sabe que eu também adoro quebra-cabeça, Eric? Tenho uns enormes lá em casa. Depois convença o seu pai a te levar lá. A gente pode fazer uma tarde dos rapazes.

Enquanto falava, arrastou a cadeira pro lado tentando nos ver melhor. Não contive meu olhar e fiquei preso no meio das coxas deles. A calça social que usava parecia com a do meu pai e as coxas deles ficavam igualmente apertadas nelas. Lembro porque sou obcecado por coxas. E eles viram que eu fiquei olhando também o volume bem formado no meio das pernas. O do meu pai nem era novidade que ficasse à mostra. O dele já tinha olhado quando cheguei perto para o abraço.

Elifran era mais novo que o meu pai e era mais magro também. Enquanto meu pai estava mais para cremoso, Elifran era mais safado. Dava pra ver pelos braços apertados na camisa social e na barriga que não criava sobrinhas enquanto ele estava sentado. A do meu pai formava um pouquinho e eu achava isso muito gostoso. Principalmente quando ele me apertava. Eu nunca tinha sido apertado por um homem musculoso com Elifran.

Meu pai tirou a minha atenção do seu amigo para alertar sobre o perigo de me fazer um convite daqueles.

– Você não conhece esse aqui. É folgado sem precedência. Se você fala isso, logo mais ele vai querer dominar suas coisas e ainda chamar de suas. – Meu pai riu e deu o último gole da cerveja. Ele cheirava muito bem naquele dia. Por conta da bebida a boca dele estava muito úmida e muito vermelha já.

– Não me importo. É só vocês quererem – Elifran voltou a dizer.

– Eu quero! – Já disse logo.

– Você quer é tirar esse sapato do pai, isso sim. – O meu pai disse todo brincalhão, encostando por completo as costas na poltrona.

Eu olhei todo o corpo dele e a forma como se comportava. Era um mandão naquele momento. Queria que Elifran soubesse disso. Queria mostrar que tinha poder sobre o seu pequeno. Entendo, hoje, que queria mais que isso: sua intenção era provocar. Meu pai tem dessas de virar um provocador às vezes quando bebe. Diante disso, nem demorei em fazer o que ele queria. Abaixei primeiro perto do pé esquerdo dele, ergui o sapato e fui arrancando do pé usando força pra isso. Até soltei um gemido infantil ao conseguir tirar o sapato por completo. Elifran seguia nos observando. Meu pai até encenou relaxar mais na cadeira e suspirar. Fui para o pé direito e refiz o processo do pé esquerdo, gemendo de novo quando finalmente arranquei o sapato por completo. Deixei o par de lado e alisei os dedos do meu pai. Estavam quente e subia deles um cheiro longe e ser ruim. Meu pai cheirava tão bem. Descobri que gostava de fazer aquilo. Usei meus dedos pequenos para brincar com os dedos do meu pai.

– Que tratamento especial – Elifran babou. Olhava mais para mim e minhas mãos que para meu pai.

– Meu filhão sabe tratar o pai bem, não é?

Eu sorri olhando meu pai de baixo. Depois olhei o amigo do meu pai e jurei ter visto levar uma das mãos da coxa até o volume no meio delas. Apertou só um pouquinho e deixou ela lá sobre ele e eu olhei de novo aquela região sem nenhuma vergonha. Eu era esperto e sabia que o meu pai não se importaria de me ver olhar aquele homem. Ele também estava olhando.

– Por que não faz assim, Eric? Tira os sapatos do nosso amigo e faz uma massagem nele? Vai lá.

O nosso amigo nem fez questão de disfarçar que estava contente e se ajeitou melhor na cadeira. Abriu mais as coxas grossas, exibiu mais o volume e ficou me olhando de cima para baixo. Fiz a mesma coisa. Tirei primeiro o sapato de um pé, depois do outro e fiquei brincando com os meus dedos por cima da meia. Apertava, alisava, escorregava as pontinhas dos dedos para o tornozelo grosso. Ouvi Elifran suspirar igual meu pai tinha feito pouco antes. Olhei de baixo para cima e o volume que guardava sua rola parecia maior. Dava pra ver a cabeça dela marcando o tecido. Estava desenhada. Ele não escondia mais com a mão e dessa forma dava a entender que eu podia olhar o quanto quisesse o interior de suas coxas.

Meu pai sugeriu que eu subisse pelas coxas. Eu obedeci. Primeiro apertei as panturrilhas do seu amigo sobre o tecido da calça, depois ao redor dos joelhos grandes e para fazer isso eu já tinha que estar de pé. Cassei um espaço entre as coxas do homem e ele me acamodou direitinho entre elas. Era uma sensação completamente diferente tocar outro homem além do meu pai e Vandré. Era bom fazer isso. Eu estava gostando tanto quanto meu pai e Elifran estavam também. Quando cheguei com os meus dedos pequenos na coxa, eu usei cada mão em uma das coxas como fazia quando meu pai me colocava para mamar sua rola. Subia e descia por toda a extensão delas, indo do joelho a dobra do quadril. Enquanto fazia isso, não tirava os olhos da rola desenhada na virilha dele. Ela estava maior, parecia até que começava a endurecer. Eu sorri mordendo os lábios um pouquinho e ele percebeu. Depois que deu o último gole na cerveja, usou a mesma mão para alisar os meus cabelos da nuca. Os dedos dele estavam molhados e ele me alisava a nuca como se quisesse que eu mamasse ele como em segredo mamava meu pai e seu outro amigo. Fiquei tanto tempo subindo e descendo meus dedos pelas coxas deles que acabei escorregando numa dessas idas e toquei o pau dele sem querer. Foi só uma encostada, mas nós dois rimos. Após o riso, Elifran tocou meu queixo e apertou me forçando a olhar seu rosto. Eu queria beijar ele para saber se era como beijar o meu pai, mas não sabia se podia, por isso fiquei só olhando. Depois de apertar meu queixo, ele me fez beijar a pontinha do dedão grande da sua mão. Meu pai não estava vendo isso, só via que seu amigo tocava meu rosto.

– Vou roubar seu filho pra mim – Elifran babou.

– Vai roubar coisa nenhuma – meu pai foi grosseiro como brincadeira e me chamou para perto de si.

Eu fui e ele me colocou entre suas coxas agora. Diferente do volume de Elifran, o do meu pai mostrava sua rola dura. Estava realmente dura. Eu quis tirar ela pra fora e brincar.

– Vamos marcar essa tarde juntos – Elifran se ajeitou na cadeira e também ajeitou o volume.

– Você quer? – Meu pai me perguntou. Ele estava alisando o pau de forma muito descarada por cima da roupa.

– Com vocês dois? – Eu olhava mais o pau do papai.

– Nós três – Elifran se antecipou.

Eu só sorri alegre sabendo o que estava acontecendo ali.
Na hora de nos despedir do novo amigo, meu pai seguiu andando pela casa com o seu pau meio duro como se não estivesse. Na porta ele deu uma ajeitada e o amigo fez a mesma coisa com o seu volume mais discreto, porém olhando em meus olhos curiosos. Voltamos para o escritório notando a falta da mãe em casa e o meu pai, já completamente excitado outra vez, arrancou o seu pau da roupa e finalmente me fez chupar como eu tanto queria. Aquele dia foi diferente. Meu pai queria o seu pau inteiro dentro da minha boca, o que era impossível e forçava até ganhar novos centímetros dentro. Eu babava tanto que já tinha molhado muito a calça dele. Ele gemia sem vergonha e seguia alisando meus cabelos como Elifran tinha feito.

– Gosta quando seguram seu cabelo assim, filhão?

Eu não conseguia responder. Estava ocupado chupando a rola que era minha por direito.

– Eu vi como ele estava te segurando doido pra te colocar pra mamar. Coisa feia, querendo ocupar a boca do meu pequeno com aquela rola bruta dele. Prefere a minha que é carinhosa? Gosta quando eu te mimo, pequeno?

Ele me deu espaço para responder. Eu sorri e disse que sim, pois ele era o meu papai.

– Me chupa mais, então. Baba no seu pai, amor. Eu vou te dar meu leite na boquinha. Logo eu vou te dar uma coisa que você tanto quer.

Eu sabia das promessas dele e do Vandré. Eu sabia sobre o que ele falava. Deixei meu pai gozar na minha boquinha enquanto pensava sobre aquilo. O leite dele naquele dia tinha um gosto diferente.

Posse, eu entendi mais tarde.

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9 Comentários

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  • Responder Jairo

    Excitante. Poderia ter deixado o ele chupar seu amigo, uauuu

  • Responder Desconhecido

    Cadê cara? Espero que venhas já com umas duas partes prontas de uma so vez. Demo4a da porra. Assim tu destrói teus apreciadores leitores cara

  • Responder Ferdinando

    Top. Gozei 2 vzs com essa parte 8.

    • Putinho 18

      Estava ansioso por esse capítulo rsrs Vou me acabar na punheta ehhehe

  • Responder Julio

    Esse erik e danado em pareci o filho do meu patrao que me xupava tabem era crianca tbm ele tinha um seis ano eu gozava direto na guela dele kkk

  • Responder Roberto

    Não para… a saga mais perfeita de todas do CNN.

    • Eric e o papai

      Não paro!

  • Responder luiz

    ta faltando so comerem o cuzinho dele, faz ele virar putinha dos tres

    • Afimdetora

      Gostoso né manda telegrama