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Brincadeiras

4045 palavras | 1 |4.50
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A brincadeira apenas começou. Agora, Ricardo e Carlos ensinam Thiaguinho a conhecer o verdadeiro prazer.

# O conto já estava pronto desde a manhã do dia 14, porém eu ia lê-lo para me assegurar dos erros. Acontece que não o li. Então me perdoem pelos eventuais erros que encontrarem. Simbora!

10 DE SETEMBRO DE 2020

Estávamos os três dispostos um de frente pro outro, de forma que pudéssemos nos enxergar os três, formando um triângulo. Eu estava logo à frente da porta. Carlos estava quase ao meu lado, por trás dele havia um grande espelho que aprofundava o ambiente pequeno, mas muito bem decorado. As paredes eram em uma decoração de gesso em tons de roxo, o móvel da TV era em tom amarelado. Por cima de uma pequena bancada do móvel havia quadros de boas vinda, itens esféricos e prateados, dourados e brilhantes, taças num tom azul escuro por cima de uma bandeja prateada e brilhante, livros grossos que deveriam não ter conteúdo algum e que, certamente, nunca foram lidos. Estavam ali apenas para decorar o ambiente. O tapete era de uma cor branca marfim, com um sofá elegante, mas pequeno por conta das dimensões do apartamento. Havia uma mesa de centro também e um acesso à varanda. Ali onde estávamos era uma pequena copa com mesa redonda e quatro cadeiras. Era uma madeira bonita, brilhante, algo muito bem lapidado. Atrás daquele ambiente ficava a cozinha. Algo pequeno, típico desses apartamentos modernos. O corredor que levava aos dois quartos e o banheiro social ficava ali ao lado da cozinha. Um lugar normal. Típico de apartamentos nos mais diversos cantos do Brasil.
Eu estava parado, calado, atônito. Não sabia se falava algo, se dava uma pegada na rola, se pedia o Thiaguinho para sentar no meu colo, se tirava toda a roupa e dizia “vamos brincar”. Eu estava esperando por Carlos. Ele deveria dizer o que fazer e nos guiar naquilo que ele tanto queria. Mas acho que ele pensava o mesmo, porém comigo como o guia da putaria. Thiaguinho agora apenas olhava de um homem para outro. O dedinho indicador já estava na sua boquinha. Parecia uma pequena putinha encarando seus machos tarados. De repente eu tomei coragem, olhei para Carlos, sorri e desviei o olhar para o menino. Me agachei, fiquei de cócoras, meus olhos fundo nos dele e perguntei se ele queria brincar de algo que eu e o tio dele conversamos outro dia no celular. Levantei minha cabeça para o tio dele que me encarava com um sorriso maroto, fui abaixando meu olhar por seu tórax, abdome, até chegar no seu pau, que agora marcava um protuberância no seu moletom. A mão dele pareceu acompanhar o meu olhar e passou pelo biquinho do peito, barriga, até chegar naquele rolão gostoso marcando a roupa. Apertou e soltou um leve gemido. Olhamos juntos para o Thiaguinho, que agora apenas sorria com o dedinho na boca. Seus olhos já lacrimejavam, talvez de alegria.
Então o menino balançou a cabeça e aceitou o convite. Eu o virei de costas, disse que o levaria para o sofá para que pudéssemos brincar lá; e o levantei. Nesse momento, fiz questão de levantá-lo de modo que pudesse encostar aquela bundinha no meu volume sob a roupa. Colado à mim, levei-o até o sofá. Disse que a brincadeira se chamava cavalgada. Mas muitos também a conheciam como cavalinho. Deitei no sofá com ele ainda grudado à mim. Posicionei ele para que ficasse com as perninhas dobradas sobre o sofá e sua bundinha bem em cima do meu volume duro e grosso. Então perguntei se ele sabia como andava a cavalo. Ele disse que não. Peguei meu celular, coloquei no youtube. Pesquisei sobre pessoas galopando e encontrei vários vídeos, chamei-o e disse que assistisse a um dos vídeos que coloquei. Ele estava com meu celular nas mãos assistindo. E a mágica começou a acontecer naturalmente. Inicialmente ele apenas subia e descia, apertando meu pau duraço contra sua bundinha redonda, empinada e macia, porém ainda totalmente vestidos. Depois que pegou o ritmo, largou meu celular de lado contra a cabeceira do sofá, colocou as mãozinhas sobre meus joelhos e começou a pular sobre mim. O movimento já estava tão frenético que ecoava um som parecido com o “som da foda” no ambiente. Então ele parou. Começou de novo, bem devagar, agora rebolando no sentido anti-horário e dando leves galopadas. Estava com muito tesão e não aguentei.
Naquele momento, sentei-me e o segurei com minha mão direita. Minha perna esquerda estava no chão me dando apoio juntamente com meu braço esquerdo, que joguei para trás para poder me sentar. O menino continuava ali junto a mim, mas agora com seu corpo encostado ao meu abdome. Meu queixo ficava acima da sua cabeça e impossibilitava de eu cheirar seu pescoço ou lhe dar beijos. Mas eu o posicionei de 4 no sofá, apoiei minha perna direita ao lado da cintura dele, com meu pé sobre o sofá, inclinei-me e cheirei todo seu pescoço, passando minha barba por fazer e causando-lhe cócegas. Virei-lhe o rosto de leve e lancei beijinhos na sua bochecha, inclinei-me mais para nossa esquerda e alcancei sua boquinha pequena. Olhei no olho dele e o beijei. Apenas um selinho. Depois outro. Mais um. Então eu encostei nossas bocas. Fiquei ali pouco mais de um segundo, porém pareceu levar mais tempo. E coloquei minha língua na boca dele. A reação foi um tanto cômica: ele se espantou e se afastou. Pedi a ele que tivesse calma. Que aqui era apenas um beijo. Era um carinho. Mas ele não tinha experiência com aquilo. Possivelmente achou nojento, embora eu estivesse com meu hálito cheiroso, saudável e intacto. Mal poderia imaginar que nos meus pensamentos ele chupava minha rola, meu saco, meus dedos dos pés, meu cuzinho e muito mais.
Durante todo esse período eu imaginei seriamente que estivéssemos apenas nós dois ali. Esqueci totalmente ou, pelo menos, não dei a menor importância para Carlos. Ele estava sentado numa poltrona que ficava a 90º do sofá, logo atrás de nós, que estávamos virados de frente para as cortinas que dividiam a sala e a varanda. Quando olhei para trás, avistei o meu novo amigo com o membro mais duro que o normal. Sua roupa parecia prestes a se rasgar. O volume era imenso. O seu sobrinho precisava ver aquilo. Então eu o sentei sobre meu colo, bem sobre meu pau duro sob a roupa e levei minha boca quente ao seu ouvido. Disse: “veja como você deixou o seu tio, tá vendo?”. Ele apenas ria das cócegas do meu hálito quente na sua orelha. Eu continuei, “você sabe por que ele está assim?”. Novamente, sem respostas. “Ele está assim por sua causa”, “porque você é uma criança muito especial, sabia disso?”, “ele está assim porque ele tem vontade de provar você de muitas formas”, “ele quer você tanto quanto eu te quero”. E então ele deitou sua cabeça sobre meu ombro, virou o rosto e me deu um cheiro. Aquilo foi a maior surpresa do dia, pelo menos até o dado momento. Não esperava que ele fizesse aquilo. Foi uma demonstração do quão interessado ele estava, me deixando ainda mais excitado. Levei minhas mãos de suas perninhas até seu bumbum e dei uma apertada, gemi fortemente e olhei para ele. Olhei para aquela boquinha rósea e pequena. Brilhava com o melado de saliva que tinha. Coloquei minha língua para fora e aproximei da boca dele. Não houve reação. Ele não se afastou. Então aproximei mais e encostei. Dessa vez realmente não havia nada que me impedisse, nem mesmo ele. Abriu a boquinha permitindo minha entrada. Minha língua, então, invadiu aquele buraquinho pequeno, quente e úmido. Ficava se mexendo lá dentro como se estivesse vivo procurando por algo. Minha língua acariciava a língua dele e, até mesmo, seus dentes. Então abocanhei seu lábio superior colocando meu lábio inferior sob seus cuidados. Por inexperiência, não houve nenhuma reação. Então fiz o contrário e dei um leve puxão no seu lábio inferior. Dessa vez ele reagiu e voltou a se afastar. Quando ele se afastou que levantou a cabeça, olhou para o tio de forma admirada. Não soube distinguir se era admiração ou espanto. Mas ele encarava algo.
Então percebo que já não há mais roupas no tio. Está totalmente nu: camiseta e moletom estavam agora sobre a mesa de centro. Estávamos tão imersos na nossa brincadeirinha que não percebemos quando ele se livrou das roupas. Olhando para o menino sobre meu colo, agora com o dedinho direito na boca, Carlos bate a rola contra a mão esquerda. Um fio de líquido seminal gruda no dedo e acompanha o movimento da rola de um ponto a outro. Babava muito. Bastante mesmo. O menino continua lá paradinho. Só queria poder ler seus pensamentos. Mas havia outra forma de pelo menos ter noção do que se passava em sua mente. Movi minhas mãos, que estavam agora no seu peitoral maguinho e levei pelo seu corpo abaixo até a região do seu pintinho. Mexi, mexi até que encontrei o que procurava: estava durinho. O menino estava com muito tesão. Naquele momento, sua mãozinha para sobre meu pulso, ele olha para mim com uma expressão de vergonha em seu rosto. Disse a ele que não precisava ficar envergonhado. Que todos nós estávamos daquele jeito. Eu. O tio dele. Ele próprio. Disse que aquilo se chamava tesão. Que ficávamos daquele jeito quando a gente sentia algo por alguém. Um amor, uma vontade, um forte desejo. Também falei que pra voltar ao normal a gente tinha que fazer uma brincadeira nova que os adultos costumam chamar de sexo, mas que poderíamos usar outros nomes: “foda, trepada, transa”. Que a escolha da palavra era irrelevante. Era uma brincadeiro como qualquer outra, mas que deveria ser mantida em segredo porque as pessoas não deixavam crianças participarem nem homens poderiam fazer juntos. Disse-lhe que o comum era homens e mulheres brincarem de sexo, sem companhia de crianças. Não sabia se ele ouvia alguma palavra minha. Ele mantia o olhar na rola do tio e eu não o culpava. Era realmente algo bonito de se admirar.
Olhei para o Carlos e perguntei se a TV era smart. Ele disse que sim. Então a liguei e transmiti meu celular para a tela. Disse que colocaria uns vídeos no XV. Ele deu total aval para que fizesse tudo que quisesse. Então coloquei no site. Entrei em meu perfil e fui na aba favoritos. Segui para a lista intitulada “novinhos”, onde eu armazenava meus vídeos que simulavam relacionamentos, em sua maioria, de incesto entre papais e filhinhos. Cliquei em um dos vídeos e rapidamente apareceu um filme muito comum por lá de um homem gigante que se relaciona amorasamente e sexualmente com um rapaz de pouca estatura, porém ambos adultos. A diferença de tamanho, no entanto, favorecia bastante a imaginação de que um fosse adulto e outro não. Olhei para o menininho sobre meu colo e disse no seu ouvido, baixinho, “Isso que é sexo. Essa que é a brincadeira que estamos propondo a você, mas só se você aceitar. Você não é obrigado a fazer se não quiser. Eu respeitarei sua vontade”.
Procurei a direção do seu pintinho. Novamente, muito durinho. Coloquei, agora, minha mão por dentro de suas vestes, passei pela cuequinha e fui em direção àquela rolinha que deveria ter, no máximo, 9 centímetros. Toquei na sua pele fina e macia. Não havia pelo nenhum por toda parte; toquei o saco, passei a mão pela virilha, apertei a rolinha e desci agora em direção à sua bundinha. Meu dedo médio sobre o botãozinho do moleque. Pasme, ele piscou o cuzinho no meu dedo. Eu levei minha boca ao seu ouvido e o elogiei: “isso, minha vadiazinha gostosa, pisca esse cuzinho no dedo do teu macho, vai, titio tá louco pra te comer todinha, menininha gostosa”. Lógico que ele não entendia nada. Mas pude sentir seu tesão aumentando: ele rebolava e gemia baixinho, dava leves subidas e descidas como se estivesse querendo abocanhar meu dedo com aquele cuzinho infantil. Meu pau latejava sentindo suas costas pressionando-o com todo o peso do corpinho pequeno e frágil sobre ele. Nunca, em toda minha vida, senti tanto tesão. Voltei pro pintinho. Mexi. Brinquei com ele nos meus dedos. Senti que, mesmo duro, ele tinha um excesso de pele legal. Puxei a pele para baixo e segurei a cabecinha pequena na minha mão grande e firme. Apertei cobrindo toda a cabecinha na mão. A reação foi incrível: ele agora soltou sobre mim, segurou meus braços levemente musculosos com força, foi subindo o corpo e deu um gemido alto. Não foi algo que desse para seus vizinhos ouvirem, mas foi algo alto o bastante para se ouvir, por exemplo, da cozinha da casa, caso mais alguém estivesse ali.
Em todo esse momento, Carlos apenas punhetava. Primeiramente, de forma frenética. Ele tinha uma garra e uma tara enorme em tudo aquilo. Batia uma como se quisesse gozar. Depois de um tempo apenas parou. Ficou apenas olhando a brincadeira. O divertimento deveria se concentrar em ver tudo aquilo que fazíamos na frente dele. Depois o pau caiu. Não estava totalmente mole. Então ele pegou e alisou. Mexeu na pele com a mão esquerda e seus quatro dedos para cima, deixando o polegar para baixo, usando-a no sentido contrário para mexer no pau. O dito cujo foi crescendo novamente até ficar duraço. Mexeu mais um pouco, então, com a mão direita, segurou firmemente a base da rola; com a mão esquerda, levou-a na mesma posição anterior à cabeça do pau, que babava, na verdade, jorrava líquido seminal. Então começou a fazer movimentos circulares. Começou a emitir um barulhinho um tanto quanto gostoso. Aquilo foi o ápice do meu delírio.
Eu precisava de mais. Sim. Mas o quê? Como? Puxei minha mão das partes fundas do menino e cheirei. Senti aquele cheirinho de cu suado e azedinho. O cheirinho da pica dele tinha um leve aroma de mijo e sujeira. Não devia ter a higiene necessária. Aquilo, no entanto, apenas aumentava meu tesão. Com minha boca novamente eu seu ouvido e meu pau estourando contra sua bundinha, perguntei: “você está vendo o que o filhinho tá fazendo ao papai dele?”, em referência ao vídeo que rodava na TV, no exato momento em que o personagem do filhinho abocanhava o rolão do papai, que, por sua vez, mexia no cuzinho do menino com o dedo médio. Ele apenas balançou a cabeça positivamente. Prossegui: “você quer brincar assim?”. Não houve resposta. Então insisti: “você não faria isso por mim?”. Novamente, apenas silêncio. Com medo de uma reação negativa, mas com esperança, resolvo perguntar mais uma vez: “então, Thiaguinho, você faria isso por mim? Diga apenas sim ou não”. E ele emite um som. Um som divino. Sim. Ele aceita.
Como ele aceitou meu pedido, peço para que saia do meu colo e fique em pé. Ele obedece e eu percebo o quanto meu calção estava melado. Realmente babei muito e não percebi. Ele se vira e olha para o meu volume. Então dou aquela pegada básica, aperto bastante, mexo pra cima e pra baixo. Puxo e solto. Ele apenas encarou, mas no final mordeu o lábio inferior. Eu passo minha mão direita no seu rosto e solto um sorriso bem safado. Digo a ele: “Thiaguinho, vamos fazer essa brincadeira com seu titio? Vamos ajudá-lo a gozar?”. O menino escuta o que digo, mas certamente não entende. Então reformulo meu discurso: “quero que você faça o que vê no vídeo com seu tio, depois você fará comigo, talvez outro dia. O que acha?”. Ele apenas dá de ombros e entendo aquilo como um sim.
Pedi ao Carlos que viesse para o sofá. Que iríamos reproduzir o que estávamos assistindo no telão da sala. Ele concorda. Levanta-se e aquele pau balança no ar. Dá um passo. Dois. Vira-se e senta-se. Peço que Thiaguinho tire apenas a roupinha de baixo. Ele não aceita, fica com vergonha e pede que não removamos sua roupinha. Eu digo a ele que essa brincadeira só poderia ser feita sem roupa. Que não haveria motivos para sentir vergonha. Que o seu tio estava ali pelado na frente dele. Peço para que veja o filme na TV. O homens dispostos nus um contra o outro, brincando, amando, trepando. Ele fica apenas calado. Mas pra mim aquilo era o consentimento mais que necessário. Eu me aproximo, abaixo-me frente ao garoto e baixo seu shortinho. Tiro tudo. Ele fica ali nuzinho na minha frente. O pinto dele estava próximo ao meu rosto. Vontade era de abocanhar aquela rolinha e sentir o sabor maravilhoso que os cheiro em meus dedos denunciava. Mas eu o coloquei na posição do filme e disse que ele poderia começar.
A princípio ele fica ali sem saber o que fazer. Estava deitado no sofá com o rosto próximo ao pau do titio. Este, por sua vez, estava com a mão bem posicionada no cuzinho do garoto. Ele alisava o cuzinho com os dedos da mão direita. Levava ao nariz e cheirava fortemente. Era possível perceber o quanto aquilo alimentava seu tesão: o pau pulsava ali e se mexia no sentido anti horário, indo bater no rosto do garoto, que estava perto o suficiente para levar aquela “rolada” na cara. Olhei para o Thiaguinho do outro lado do Marcos e disse que ele deveria fazer como no filme: “segure o pau e coloque na boquinha. É pra imaginar um grande picolé ou um pirulito. Tem que passar a língua, lamber, sugar”. Ele apenas fica parado. Bota a mão direita sobre o pau e a remove. Eu, então, decido mostrar. Olho para o Marcos buscando aprovação. Minha mão esquerda pousa sobre seu lindo mastro e ele lambe os próprios lábios, olha para mim com total aprovação. Eu me aproximo devagar, posiciono aquele rola logo abaixo dos meus lábios e beijo a ponta dela. Inicio um movimento com a língua, rodeando a cabeça da rola. Coloco-a toda na boca e vou descendo o máximo que posso. Como sou adulto, consigo abocanhar toda a rola. Ela pulsa dentro de mim, mexe para um lado e para outro, eu a solto com uma baba que conecta minha boca a ela. Eu, então, tiro minha camisa, enxugo a rola e digo para a criancinha que agora era a vez dele. Que deveria provar o pau do titio.
Àquela altura Carlos delirava. Tinha impressão de que ele estava vivendo a aventura mais emocionante de toda sua vida, assim como eu. Em pé, removo todas as peças de roupa que faltam. Fico nuzão. Meu pau balança no ar. Está totalmente rígido e babando como uma torneira que esquecem de apertar até o fim. Bato contra minha mão para emitir aquele barulhinho gostoso que me enche de tesão. Thiaguinho estava ocupado provando a rola do titio, mas tira o pau da boquinha e olha em minha direção. Fica admirado com meu pau. Digo a ele: “foca, bebê, cuida do pau do teu titio, faz ele gozar, vai”. E o menininho apenas abaixa a cabeça para e experimentar mais rola.
Era perceptível que aquilo era demais para Thiaguinho. A rola mal cabia em sua mão, imagina na boquinha. Inicialmente, ele encosta ela nos lábios e faz movimentos circulares. Dá beijinhos na cabeça e no seu tronco. O tio não para de gemer um segundo. Ele já não gemia mais, urrava. Apertava a bunda do menino com tanta força, que o moleque não se aguentava e pulava no sofá. Jogava o corpo pra trás enquanto o titio apenas chiava pedindo calma e que continuasse a brincadeira. Continuo minha punheta, concentrando apenas na cabeça do meu pau. Aliso bastante e deliro de tesão. Vou até o pinto do menino. Peço para que ele mova um pouco o corpo de modo que eu alcance seu pintinho. Quando está totalmente acessível, eu o coloco dentro da minha boca. Primeiramente, apenas uso minha língua para fazer carinhos na rola. Adoro enfiar a ponta da língua no excesso de pele e brincar lá dentro. Depois, coloco o pauzinho inteiro dentro da boca. Quando minha boca fica completa do pintinho do garoto, eu coloco minha língua para fora e passo sobre seu saquinho pequeno e sem pelinhos. Ele solta um gemidinho, seu tio continua urrando, e eu mantenho minha punheta. Abocanho o máximo que posso. Tiro tudo da boca, percebo o quão melado deixei tudo e baixo minha face em direção ao cuzinho. Posiciono-me sobre o sofá, deitado, mas com a região do umbigo para baixo fora do móvel e chupo aquele cuzinho rosinha e azedinho. O menino geme muito, rebola, pisca o cuzinho na minha língua. Carlos apenas urra. Agora mais alto. O menino suga a rola do tio como se estivesse sugando um ferimento, como quando nos ferimos e queremos parar o sangramento. A sucção foi tão forte, juntamente com o tesão, que vejo quando o corpo de carlos começa a tremer. A tremedeira foi tão grande que Thiaguinho se assustou e quis tirar a rola da boca. Prevendo que isso poderia acontecer, Carlos coloca a mão direita sobre sua cabeça e a empurra com vontade contra seu pau. As pernas e coxas se mexem, seu abdome relaxa e contrai inúmeras vezes. O som do momento, além dos urros de Carlos e os espasmos do seu corpo no sofá, é o que é emitido por Thiaguinho: estava engasgando com meia rola do tio dentro da boca. Continuo chupando seu cuzinho, agora com força. Sugo tudo que tem ali, sem medo algum do que poderia vir, mordo sua bundinha e dou alguns tapas, deixo vermelhinha o suficiente. Então subo no sofá, começo a acelerar uma punheta, fico sobre o corpinho pequeno e macio de Thiaguinho e me preparo para deixar sua bundinha suja de porra de macho. Nesse momento, Carlos já havia gozado, o menino agora já não tinha nada na boca que não fosse leite, Carlos jazia ali totalmente imóvel se não fosse pelo seu abdome que mexia como se tivesse corrido meia maratona, e o menino lacrimejava e parecia querer chorar devido à força bruta usada pelo tio para gozar. Olhando tudo aquilo eu não me aguentei e gozei muito. Bastante. A bundinha branca ficou toda meladinha. No final, ainda bati minha rola duas vezes contra a bundinha do garoto, deitei sobre ele e lhe dei um beijo molhado, sugando o que tivesse ainda da porra do tio dele dentro da boca. Empurrei ele para o lado, deixei sobre a coxa de Carlos e coloquei a criança nos meus ombros. E ficamos ali por algum tempo.

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1 comentário

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  • Responder Loirinhottntb

    Adorei me conta mais . @stuk2. Chama lá