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Minha vida – Tia Anna, minha Anna, meu grande amor! – Parte 6

10575 palavras | 3 |4.13
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Ficou longo, mas é a estória da minha vida com minha tia Anna, que passou a ser minha mulher em uma sequencia maravilhosa de fatos!

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(Continuando. Ficou longo, mas não resisti ser fiel ao que realmente aconteceu entre eu e minha tia Anna, que é o grande amor da minha vida.)

Minha amada tia Anna!

Apesar de meus tios não gostarem de mim por ciúmes de minha avó, eles não interviam na minha vida. Bom, não muito, pois eu tinha dois tios que faziam de esporte me bater por qualquer motivo até eu crescer mais e passar a reagir com pau, pedra, faca, o que estivesse por perto. Logo perderam o interesse em me bater, mas sempre aproveitavam qualquer oportunidade para me humilhar, falando que eu era bastardo, largado, adotado e por aí vai. Isso marca demais a vida de uma criança e acho que foi, em parte, o motivo de eu desenvolver essa depressão profunda.

Com isso, porém, não entendam que minha vida foi ruim ou que eu não fui bem cuidado até eu começar a cuidar de mim mesmo. Minha avó sempre esteve comigo, me ensinou tudo, desde a ler e escrever, até como tratar uma mulher, as responsabilidades como homem e meus compromissos também.

Nós vivíamos em uma fazenda que era organizada em dois círculos concêntricos: o interno era a sede e a área das criações; o externo era dividido em grandes lotes onde viviam meus tios. A exceção era minha tia Anna, que era o xodó da família e da minha avó também, exceto que a primeira achava que a última tinha preferência por mim. HAHAHAHA.

Tia Anna era a caçula, raspinha do tacho como se dizia alí. Ela é sete anos mais velha que eu e, diz a lenda, filha do meu avô. Tinha lá minhas dúvidas pela situação que ele já estava quando minha avó anunciou a gravidez temporã. Um dia indaguei ela, ela simplesmente sorriu, piscou para mim e disse que “Há segredos e segredos na vida, filho… Você precisa aprender que nunca se mente, mas que ninguém é obrigado a revelar a vida inteira…”. Pensei: estava alí a resposta velada, mas jamais toquei novamente no assunto também.

Tia Anna tem 1.60m, talvez um pouco menos. Cabelos cacheados loiros bem claros que mantinha até sua cintura. É muito branca, daquele tipo que parece ter alergia ao sol e sempre foi muito esforçada nos trabalhos da sede. Ela morava conosco àquela época e nunca quis sair. Confesso que espiei ela em seu banho diversas vezes. Ela tinha um corpo esculpido por deus pela perfeição que eu via! Tinha seios médios e empinados com mamilos rosa-claros carinhosamente desenhados e bicos pontudos. Sua cintura era fina e sua anca era perfeitamente desenhada, com uma bundinha empinada e absurdamente deliciosa! Tinha pézinhos delicados e mãos de fada. Apesar da lida da fazenda, ela se mantinha perfeita e delicada, muito delicada mesmo, cheia de sabonetes especiais, cremes para mãos, pele, rostinho, com lábios finos rosa-claros como seus mamilos, nariz fino e empinado, intensos olhos verdes. Todos os pêlos eram loirinhos como seu cabelo que eu brincava que ela não tinha sombrancelhas ou cílios. Rs…

Ela tinha um tremendo amor e cuidado por mim. Acho que me via como uma espécie de irmão ou filho, não sei. Sempre cuidava da minha roupa, dentes, orelhas, suvaco, pés e me forçava a tomar banho sempre antes de dormir. Quando minha avó não me dava seus banhos especiais, Anna era incumbida de fazê-lo e o fazia com esmero. Quando comecei a ter minhas ereções, via que seus mamilos ficavam durinhos e ela começava a suar e reclamar do tempo, reclamar do cansaço e coisas do tipo, mas mantinha seus olhos no meu membro e resmungava coisas bem baixinho que eu percebia como “que moleque de pinto grosso… acho que nunca vou casar… que troço duro…” e suava muito, tipo bicas.

Eu sempre gostei do carinho e tanto ela quanto minha avó tinham mãos mágicas quando me tocavam.

Quando comecei com as dores que já relatei, Anna ficou desesperada. Pensava que era doença ruim e que eu ia morrer e saía de casa para chorar no quintal e fazer suas rezas. Minha avó me cuidava e, depois do evento da primeira consulta com a doutora Deborah, minha avó passou a me mamar. Já contei isso no primeiro capítulo.

Quando eu gozo, sempre dou um urro grave e alto (sei: sou estranho mesmo!) e ví Anna espiando sua mãe bebendo minha porra por diversas vezes. Ela nunca falou nada, mas ficava muito feliz porque eu não tinha mais dores e ficava me abraçando, sentando do meu cólo ou me pondo no dela, brincando comigo e fazendo apostas que, quem ganhasse, poderia escolher qualquer coisa. Ah… Saudades disso, pois eu pedia banho, tocar no seio dela, tocar nos lábios e, principalmente, colocar ela no meu colo e ficar mechendo sua cintura… Ela tinha que contar 10 segundos e pulava fora, olhando o volume do meu membro em que ela estava sentada e ria, me chamando de “moleque”.

Ela sempre usava o tal termo comigo: “moleque” daqui, “moleque” dalí e dava risadas altas quando eu perdia o sorriso e olhava chateado para ela.

Cresci e encorpei rápido, muito precocemente e ela via as mudanças e brincava comigo. Passou a perder nos braço-de-ferro e eu passei a prender ela no cólo por mais que os tais 10 segundos, no que ela tentava sair mas, presa pelos meus braços em volta dos seus, só fazia rebolar mais, até que ela cansava e parava de lutar, só sentindo meu cacete enfiado naquele rabo gostoso e eu empurrando ela para cima com carinho e firmeza, fazendo-a sentir meu membro duro e ficar suada e suspirando. Eu beijava seu pescoço ou nuca e ela gemia e ficava com todo o corpo arrepiado. Após sentir ela bastante, por minutos, eu a deixava sair, dando um tapinha naquela bunda deliciosa.

Ela levantava do meu colo arrumando a saia e limpando o pescoço, olhando com raiva fingida para mim.

– Eu num vou mais brincar contigo moleque… Tu tá muito forte, mais alto que eu, e eu sempre perco e tu fica abusando de mim… Fica enfiando esse espeto na minha bunda e tô com o pescoço todo babado e marcado!… Que nojo de você, moleque!

– Desculpa tia… Só que te amo muito e tenho vontade de te abraçar e dar carinho… Eu não faço mais, tá? A senhora não vai me deixar sozinho, vai?… Eu não sabia que a senhora tem nojo de mim… E abaixei a cabeça, chateado de verdade, quase chorando. Juro: não era fingimento mesmo! O simples pensamento de não ter mais meus momentos com ela e seu carinho comigo machucavam minha alma. Era um sentimento antecipado de perda e eu nunca fui bom em lidar com isso, além de me sentir sujo pelo nojo que ela falou ter por mim.

– Tô brincando contigo moleque… Tenho nojo não… Só frescura minha mesmo e gosto do teu carinho… Eu te amo Stephen… Muito muito, seu loiro parrudo… Eu não vou te deixar sozinho nunca tá, moleque?… E me dava um selinho longo até ver eu começar a sorrir e lhe olhar com olhar de peixe morto.

Passavam uns dias e ela mesma vinha brincar comigo de agarração. Ah, delícia de tempo!

– Eu vou ganhar hoje moleque! Eu tô musculosa e te pego hoje! Vem cá pra ver quem manda, vem?… E eu deixava ela se esforçar e suar, tentando quebrar meu braço. Deixava ela empurrar até quase ganhar, no que ela ficava toda feliz e animada, até eu sentir seus músculos tremerem e eu empurrar devagar seu bracinho delicado até tocar na mesa… Ahahaha!!!

Naquela vez eu estava muito excitado e sentia que ela sabia que ia perder, mas jogava assim mesmo. Aquilo me dizia que ela estava querendo meus cuidados de novo. Eu me sentei na cadeira e tirei meu pau duro da cueca, deixando esticado direto na minha bermuda como uma tenda.

Ela me olhou, olhou para meu membro e suspirou, lambendo os lábios, virando aquela raba para mim e puxando a saia mais para cima até aparecer as polpas da bundinha com a calcinha enfiada.

– Só 10 segundos, moleque… Não me mela nem me machuca viu? Senão eu não brinco mais contigo!… E foi se sentando devagar, arrumando a bunda com meu cacete em pé bem na sua virilha, fazendo subir mais sua saia e sentar direto na calcinha e forçar para baixo, bem no seu cuzinho que se encaixava gostoso e forçava lá.

– Aihnnn… Que duro que isso tá, moleque… Vai rasgar minha calcinha droga… Hummm… Abraça a tia, abraça?… Ãhnn… Que grosso… Hummm… Te amo muito moleque… E ela mesma começou a rebolar no meu pinto, deitando no meu peito.

Não perdi tempo e a abracei por debaixo dos braços e segurei seus seios, apertando os mamilos e rodando eles enquanto eu beijava seu pescoço, mordiscava, mordia sua orelha e gemia que a amava muito…

– Não faz iss… Anhennn… Hum… Hum… Não aperta forte…

Eu arrumei ela para encaixar na bucetinha ao invés do cuzinho e comecei a forçar ela para baixo e para cima e sentia minha bermuda molhar e molhar a calcinha dela, não sei se dela ou de mim e ficamos nele carinho por uns minutos até ela gemer e tremer todo seu corpo e se jogar no meu, respirando forte.

– Ahhnnnnn… Hummmmm… Gostoso… Moleque safado vai acabar me tirando o selinho… Te amo… Tô cansada e preciso tomar banho… A gente brinca mais depois, moleque…

Depois saí correndo atrás da minha avó, que bebeu toda a porra acumulada e me perguntou o que aconteceu para eu estar assim. “Nada vó… Saudades da senhora…”. “Não mente, Steph… Eu te vi com a Anna no sofá… Mandei ela cuidar de ti e a gente sempre vai te fazer sentir bem e viver feliz… Quase me afoga com tanta porra, filho… Delícia!”, e me deixou largado e feliz, indo procurar Anna para uma conversa.

Não sei o que falaram, mas ela continuou a brincar comigo e a rotina se mantinha assim, brincando ao menos 1x por semana.

Mas… A vida é a vida, senhora dos destinos. Minha avó adoeceu como contei e parou de me dar carinho. Anna ficou diferente e triste pela sua mãe também e paramos de ter contato por semanas, até que as dores voltaram forte e eu me revoltei. Já contei isso também.

A pedido da minha avó, Anna me levou à doutora Deborah com uma carta que nunca soube o conteúdo. Anna tinha começado um namoro com um filho de um fazendeiro e o cara simplesmente me odiava. Era mútuo e eu queria destruir o cara que estava tocando na MINHA TIA, mas o cara tinha 30 anos e era alto e mais forte que eu logicamente. Dizia que eu tinha frescura que sarava com uma boa surra e Anna gritava mesmo com ele e o mandava embora.

Ele tinha ciúmes de mim. Eu tinha ciúmes dele. Foi bem aquela coisa de ódio mútuo, mas Anna nunca deixou ele se engraçar comigo. Passei a andar com um canivete na cintura e realmente eu tentaria matá-lo se ele tentasse me bater, o que graças a deus nunca aconteceu.

Voltando à consulta, contei como foi no capítulo com Deborah. Ao final, Anna me abraçou feliz de eu estar bem e abraçou a médica e sentiu o cheiro da minha porra no rosto dela. Ela saiu comigo preso a sua mão e não estava nada feliz após aquele abraço que deu em Deborah.

– Ficou todo felizinho com a médica, né moleque?… Tu foi é me trair viu?… Eu nunca mais brinco contigo e vou casar logo pra te deixar viu?… Falava chorando de soluçar e apertava minha mão ou abraçava meu ombro e continuava a reclamar.

Eu estava pisando em nuvens por ter tido minha primeira vez, mas acabei ficando mal pela reação de Anna. Contei a minha avó e fiquei triste e feliz, um emaranhado de sentimentos.

Mas o namorado de Anna implicou tanto comigo ao ponto de Anna terminar o namoro com ele logo após minha consulta.

Anna mudou comigo. Ficou mais seca ou normal, mas definitivamente menos íntima do que éramos. Eu senti e aquilo me entristeceu.

Naquela semana viajamos para o tratamento de minha avó. Ela faleceu como já contei.

Voltamos para casa e Alice se desdobrava em cuidados comigo, mas eu não tinha Anna. Apesar de adorar Alice e ver Deborah 2x por semana, eu sentia falta da tia Anna. Ela ocupava um lugar dentro de mim que nenhuma das minhas duas amadas ocupavam e o vazio entrou em mim a despeito de seus esforços. Eu ficava feliz ao fazer amor com elas e muito feliz mesmo com as gestações, mas nada tirava o vazio da ausência que Anna provocava.

Aconteceu que tivemos que visitar um tio na cidade grande e fomos somente eu e ela.

– Tu vai comigo moleque!… Tá na hora de aprender a lidar com negócios e a herança que tua vó deixou pra ti que num vou mais cuidar de ti… Tem que virar homem de verdade nos negócios… Tu vai comigo…

Não gostei. Redargui sério, olhando em seus olhos verdes:

– Anna. Não sou mais criança. Eu vou contigo porque escolhi ir e vou ser teu guardião na cidade grande. Eu te amo e te respeito, mas exijo teu respeito também. Te amo…

Ela abaixou a cabeça e suspirou. Me olhou e me abraçou forte como há tempos não fazia e sussurrou.

– Sempre só fiz te amar… Morro de cíumes de ti moleque… Acompanha a tia tá?… Ao que eu assenti.

Fomos e iríamos passar 4 semanas na casa do tio de Anna, meu tio-avô. Eles eram muito divertidos e extrovertidos, ou acho que tentaram quebrar o clima da perda da minha avó. Todos riam, comiam e falavam juntos como nossa família é, mas havia aqueles hiatos no meio das conversas que era curto porém mais substancial que as próprias conversas.

A coisa ficou que eu e Anna dormiríamos no quarto de visitas: ela, na cama de solteiro; eu, em um colchão no chão. Eu estava OK com aquilo e não me passava nenhum pensamento sobre estar sozinho, “dormindo” com ela. Ela também não fez caso. O quarto era uma suite e ela foi tomar banho enquanto eu arrumava minha cama no chão. Acabei que arrumei a dela também, pensando na minha promessa em ser seu guardião.

Ela sempre voltava do banho e passava creme enquanto eu me banhava. Daí eu a via em sua camisolinha na altura da bundinha, protegida por uma calcinha branca, sem sutiã para aqueles seios que desafiavam a gravidade sem problemas. Eu saia com uma cueca boxer e ia deitar. Ela ficava fazendo carinho nos meus cabelos e falando baixo para eu dormir, me chamando de “meu loirinho… amor da titia…” e eu apagava.

Porém, meu problema fez as coisas acontecerem. Após 3 dias sem sexo eu passei a sentir as pontadas e dores e tentava disfarçar, mas são dores fortes mesmo e ver meu esperma me dava e dá terror, então era um dilema imenso sobre o que fazer. Na quarta noite, eu me encolhi no colchão e passei a gemer com as mãos no cacete que estava duro. Tirei para fora e me encolhi de novo para ver se passava. Anna acordou.

– Tu tá bem, moleque?… Tá com dor de novo?… E se levantou da cama, indo para meu colchão e me abraçando pelas costas.

– Eu tô bem tia… Logo passa… Ugh… Ugh… E tremi tanto da dor, quanto do contato de seu corpo no meu, fazendo meu pau pulsar forte e babar mais.

– Olha Steph… Eu sei o que a mãe fazia pra te parar a dor… Agora que tu não tem nenhuma daquelas sirigaitas, eu tô aqui e prometi que ia te cuidar… Eu nunca toquei num pinto e só senti o teu quando a gente brincava, mas eu quero tentar ajudar se tu quiser, moleque… Eu sei que tu fica na pior se vê teu leite, mas eu vi a mãe fazendo e quero te ajudar… Deixa, meu loirinho?… E me abraçou forte…

Aquele cheiro de mulher falando no meu ouvido e se encostando em mim me tomou e eu senti aquela força me tomar e mudar meu pensamento. Estiquei as pernas, tirei o lençol já com o pau para fora e fiz carinho em seus cabelos. Dei um beijo em sua boca e passei a língua nos seus lábios, que ela aceitou e tocou a língua na minha e começamos a nos beijar, aos poucos ficando mais gostoso e intenso.

Eu me levantei e a puxei para se ajoelhar à minha frente. Repetia que a amava e acariava seu rosto, mas seus olhos estavam arregalados e vidrados na minha rola pulsando bem na sua frente.

– Puta merda, moleque!! Que cacete é esse na tua idade???? Tá todo babado mas é cheirosinho até… Não é a toa que eu ficava com o cuzinho ardendo depois de brincar no teu colo… Deixa eu ver se cabe na boca… E se aproximou, começando a beijar nas laterais, passando a línguinha quente em toda a extensão, enquanto massageava a cabeça com meu líquido escorrendo.

Sua inexperiência era igual a sua vontade em me servir e ela segurava no talo e lambia todo ele, engolindo o líquido.

Eu queria mais e estava com dor e muito tesão.

– Vem, Anna… Abre bem a boca e chupa como se fosse um picolé bem gostoso… Cuidado pra não raspar os dentes, tá… Chupa… Chupa, vem… E eu puxei sua cabecinha com leveza e senti o calor daquela boquinha tomando toda a minha glande…

– Aahhhhh… boquinha de veludo gostosa… Chupa tudo e enfia até onde conseguir, amorzinho… Sshhhhh… E ela fazia seu trabalho com esforço, me olhando nos olhos e dando goles conforme chupava…

Ela engasgou quando bateu na gargatinha e segurou na metade do membro para manter a chupada, aprendendo por instinto a fazer a pressão certa, do jeito certo, na hora certa que nem parecia ser sua primeira vez com uma piroca na boca. Eu segurei sua cabeça apoiando em suas orelhas e passei a comer aquela boquinha gostosa até que não resisti e forcei no fundo e segurei lá, gozando como um louco e vendo sua garganta engolindo minha porra a grandes goles…

– Hmmmm… Glubb… Glubb… Hmmmm… Hmmmm… Glub… Glub…

Minha dor passou e eu retirei a rola de sua boca, deixando ela tossir e respirar até me olhar com os olhos lavados de lágrimas, ainda de joelhos, e abrir a boca, mostrando que engoliu tudo. Eu sorri, passei o dedo nos seus lábios e dei para ela lamber e não escapar nada. Ela estava vermelha e suada, recuperando a respiração e me olhando com um sorriso matreiro de quem fez arte e gostou.

– Tu goza muito moleque… Fiquei sem ar mas bebi tudinho… Hum… A mãe deve ter sofrido na tua mão… Mas eu gostei do sabor e te chupo sempre tá?… Segredo… Te amo, loirinho…

Eu a levantei do chão e a abracei forte sentindo aquela força me dominar e comecei a abraçar e beijar aquela menina linda sem que ela reagisse ao contrário ou me resistisse. Eu exigia mais do beijo e ela dava e me abraçava e mechia seu corpo contra o meu. Eu desci as mãos e comecei a tirar sua camisola e ela ergueu os braços, mostrando seus seios lindos brancos de mamilos rosas bem durinhos e sua calcinha branca…

Que corpo perfeito, meu deus!!! Como a natureza foi generosa com Anna e ainda é mesmo hoje, aos seus 54 anos, parece uma mulher de 30 anos apesar dos 9 filhos que tivemos juntos, que mulher!!! Eu tirei minha roupa e empurrei ela devagar para sua cama, já com meu pau duro como aço espetando sua barriguinha branquinha lisa.

Agora vem a coisa: EU NÃO TINHA INTENÇÃO DE TRANSAR COM ELA! Juro de novo! Mas ela agiu tão naturalmente e sem reclamar ou resistir que eu somente segui a guia da força em mim e não parava de sugar aquela boquinha linda.

Eu a deitei com muito carinho e a arrumei na cama, somente de calcinha. Eu me deitei por cima dela e comecei a beijar e marcar aquela carne branquinha e sedosa com beijos e chupões fortes pelo seu pescocinho, mordi seus ombros e fui descendo até seus seios. Eu os beijei em volta, sem tocar no mamilo. Lambi todo em volta mas pulava seus mamilos e ela arqueava o corpo para eu pegar mas eu não o fazia. Queria enlouquecer e viciar aquele coração do meu coração!

Eu parei e comecei a assoprar ar quente nos mamilos e ela gemeu alto e arqueou todo o corpo. Corri chupar suas axilas e que sabor, meu deus!! Voltei para seus seios e continuei a tortura e ela gemia alto e se mechia toda, ainda tentando fazer eu pegar nos seus mamilos mas eu retardei.

Quando vi ela em agonia ao assoprar nos mamilos de novo, deixei uma baba cair nos seus mamilos e chupei o que escorria. A mulher foi a loucura e gemeu alto.

– Tu tá me deixando loca… Ahhhhh… Ainnnn… Hummmmmmm… Moleque malvado…

Eu sorri e comecei a ver que ela estava perto de seu orgasmo e queria que ela sentisse isso. Eu mantinha ela de calcinha e pernas fechadas, enquanto as minhas estavam abertas sobre ela e meu cacete estava alojado na sua bucetinha, por cima da calcinha toda molhada e melada.

Ao ver ela chegar ao seu limite, dei o golpe de misericórdia. Peguei forte seu mamilo, chupei forte e mordi de leve, ao mesmo tempo que forcei o pau na bucetinha dela e segurei lá.

– Ahhhhhhhhhhhhh…. meu deus… Tô gozandoooooo… Hummmmm… Pára!… Continua… Não morde… Hummm… Uiiiiiiii… Morde… Ahhhh tô ficando loca!!!… Teu pinto tá entrando… Ainnnn… Anhemmmmmm… E se desmanchou em tremedeira e saltinhos que conseguia dar debaixo de meu corpo pesado lhe aprisionando na cama e sentindo o sabor daqueles mamilos e suas reações puras de um profundo orgasmo!

Segurei por uns minutos e soltei meu corpo em cima do dela, dando estocadinhas na bucetinha dela protegida pelo pano molhado como sua última esperança em se manter virgem para o casamento, supostamente seu sonho. Ela tentava abrir as pernas para minha rola entrar, mas eu não deixei e a mantive presa, somente se contorcendo e tendo espasmos involuntários e relaxei sobre ela.

Quando ela parou de tremer, eu me senti pesado e queria que ela sentisse e se lembrasse para sempre do peso do macho cobrindo seu corpo e deixando ela presa e restrita às vontades dele, no caso, eu.

Aos poucos sai de cima dela e me deitei ao seu lado, colocando-a de costas para mim e lhe abraçando pelos peitos. Puxei as perninhas dela para ficar tipo ajoelhada e me encaixei atrás dela, encaixando o pau no seu cuzinho e fiquei somente lhe beijando, falando o quanto eu a amava e queria ela para minha vida para sempre. Ela respirava profundamente e se entregou toda ao meu abraço e corpo e só gemia e resmungava como se fosse uma gatinha manhosa.

– Tu me denga tanto moleque… Nunca senti isso na vida… Tudo ficou escuro e eu senti sair do corpo mas fiquei travada na cama com teu pinto me cutucando e teu corpo me prendendo… Tu me estragou agora viu?… Tô viciada no teu leite, no teu corpo e gostei de tu me prender com teu corpo loirinho… Cacete que gozada imensa que eu tive… Brigada por isso tudo moleque… Era pra eu te cuidar e tu cuidou de mim… Brigada por não tirar meu selinho naquela hora tá?… Eu quero saber e sentir quando for acontecer e não tinha controle do meu corpo… Ia ficar triste viu?… Te amo muito Steph… Tô presa a ti pra sempre moleque… Te amo muito, muito, muito…

– Shiii… Dorme… Descansa… Tô aqui pra te cuidar, lembra?… Dorme me sentindo que não vou abusar de você Anna… E fiquei respirando no seu cangote até ela pegar no sono…

Momento maravilhoso e eu dormi engatado nela também…

Acordamos e sorrimos. Nos beijamos com carinho e tomamos banho, arrumando a bagunça do quarto. Tivemos um dia normal, onde eu a abraçava toda hora e dava boas encoxadas nela ou ela me surpreendia com um beijo ou um aperto no meu cacete… Que dia maravilhoso!!

Minha tia-avó percebeu a diferença: – Que foi Anna? Viu passarinho verde? Que felicidade toda é essa agora?

Ela corou e respondeu: – Tô feliz de estar aqui em casa, tia. Feliz de estar com minha família… Só feliz… E cadê o moleque? Não posso deixar aquele lá nenhum instante que ele já some e sai pra fazer besteira! Que peso, meu deus, que peso!…

– Eu sei bem o quanto é “pesado” pra você, Anne… Ele é muito pesado mesmo… Quando acabou tua última regra? Olhou para seus olhos e leu suas reações.

– Que isso, tia? Eu sou moça pura viu? Sou virgem tá?… Acabou há a quase duas semanas atrás e tô bem e nem tô namorando… Por quê a senhora perguntou isso? Falou, tentando esconder a vergonha e um sorriso pelas memórias da noite seguinte em que quase foi feita mulher.

– Eu sou mulher Anne. Sou casada com meu primo. Eu sei, filha… Tua mãe também sabia… A gente é tudo igual… Eu sei, filha… Eu sei, mas se cuida tá?… Também amo ele… Você deve estar ovulando já… Tá sentindo teu corpo mais aceso e aberto, amor?…

– Tô sentindo mais calor e tô mais molhada sim, mas sou lacradinha tá?… Nem entendo a senhora agora tia! Vou no mercado e ver se acho aquele peste tá? Beijo e te amo. Deu um abraço forte na tia, mostrando que ambas entenderam aquela conversa que tiveram e ela saiu me procurando.

Jantamos e minha tia falou que deu problema de vazamento no quarto e teve que tirar meu colchão (Hã??!!) e se Anna não se importava em dividir a cama comigo até chegar o colchão novo que ela mandou comprar.

Engasgamos juntos, mas Anna era esperta e muito viva! – Lógico que não tem problema tia! Eu durmo com esse peste sempre que ele tem pesadelo e a gente tá acostumado… Eu pago o colchão, mas faz entregar logo que eu gosto de espaço e ele se meche muito tá?… Sorriu e me deu um beliscão na perna.

Minha tia sorriu e olhou para ela, para mim e para ela novamente. – Eu já arrumei tudo pra vocês e mando entregar amanhã. É só hoje esse “incômodo” tá?… Ou quer que ele durma no sofá da sala por hoje? Não quero que passe mal na minha casa ou tenha que “aturar” esse menino… Falou sorrindo…

– A gente vai ficar bem, né moleque?… Suspirando, assustada… – Não vou deixar ele emperrado no sofá que, com esse tamanho todo, vai ficar entrevado amanhã, tia…

– Muito grande mesmo, filha… Eu já percebi e ví… Tua mãe sempre falou também… Que bom que vocês se entendem tão bem assim… Sorriso hipócrita de novo… – Deixei um jogo de cama extra se acaso suar ou se quiserem ficar separados, viu… Tá tudo bem forradinho pra não sujar ou varar nada… Minha tia tossiu e saiu para pegar água e eu fiquei com aquela cara de quem tem porra nenhuma a falar, entendendo o jogo da minha tia e o empurrão dela para eu consumar Anna. Gostei e sorri para ela, que devolveu o sorriso com uma piscadinha, como fazia minha avó quando me via excitado ou aprontando…

As duas eram gêmeas, minha avó e minha tia-avó. Eram sem graça até: ver uma era ver a outra e tinham que mudar o penteado tamanha a semelhança. Ví que não era só na aparência, mas no jeito e forma de ver e vivenciar a vida. Amava ela e fiquei seu fã depois desse santo vazamento… Ahahaha

Mal assistimos uma novela e meu pau simplesmente resolveu ficar duro, talvez por estar coxa à coxa com Anna. Peguei uma almofada e pús no cólo, mas ficou inútil pelo volume e as caretas de dor que eu fazia. Maior fiasco e vacilada eu dei, putz!!!

– Eita porra, Stephen. Tudo isso aí é sono caralho? Falou meu tio ao ver a montanha escondida na almofada.

– Ele só tá nervoso, Nego… É adolescente e logo passa isso… Você era assim também… Implicância, homem! Lembra de como você ficava na frente dos meus pais, owww! Fui salvo, ou quase…

– Achei que esse tripé era gente… KKKKKKKKK… Elas riram; eu travei e fiquei roxo. Foda ser branco, loiro e avermelhar na vergonha. Mas Anna estava lá para me salvar, minha amada companheira!

– Deixa o moleque, tio… Tu sempre ficava assim também… Coisa chata ficar fazendo o moleque triste… Daqui a pouco ele fica doente daí eu que tenho que aguentar e cuidar dele, poxa!… E me olhou com carinho, abraçando-me pelos ombros.

– Tenho certeza que você vai cuidar bem dele se o tripé adoecer! KKKKKKK! Eu ficava duro mas era normal, não era esse braço no meio das pernas! KKKKKKK! Malditas cervejas que ele tinha tomado e que lhe destaparam piadas idiotas. Puta merda!!! Minha tia perdeu a paciência!

– Já pra cama Nego! Já chega disso! Eles vão ficar aqui o mês todo e não aceito tu ficar falando merda ao som de cerveja, porra! Some Nego ou tu que vai dormir no sofá pro resto do mês, homem! E não é que o cara perdeu o sorriso besta e sumiu para o quarto praguejando sei lá o quê? Wow!

– Vou deitar também. Vocês vão e fiquem bem e desculpa as besteiras do Nego. É bom homem, mas cerveja enrola os pensamentos e só sai merda depois, mas ele é um dengo e bonzinho… Não vai acontecer de novo.

Levantou, veio até mim e tirou a almofada.

– Você já tá um homem lindo, Stephen. Tem nada de menino aí não, nem o que se envergonhar… Você já é homem que eu sei… Maninha sempre falou e vejo como ela tava certa. Você é um doce de homem e não tem nada de errado com teu corpo ou tuas dores viu? Homem de pau pequeno tem inveja de homem de pau grande e você é um macho grandão, só isso… Se eu fosse mais novinha, arrumava de ficar com você Steph… Agora vão pro quarto e que deus vos abençoe em tudo na vida de vocês… Sorriu de novo e olhou para Anna… – Fica calma e bem relaxada que você vai ficar bem também… Ele é carinhoso e sei o que é amor viu?… Não fica com medo que vocês vão ser muito felizes ainda… Ele pode arrumar namoradas mas você é o amor da vida dele e dá pra ver rasgado na cara dele… Rsrsrsrs… Amanhã eu te cuido pra você ficar bem logo tá? Te amo Anna… Você é minha sobrinha mais querida e absolutamente a mais linda loirinha que eu já vi na vida, mas não conta pros outros que vai dar briga na certa! Ahahaha… E foi embora, deixando eu e Anna roxos de vergonha e sem reação alguma.

Anna me olhou e teve uma crise imensa de riso! HAHAHAHA!!! Acabei que apertei o pau e caí na risada junto com aquela ninfa perfeita que eu amava mais que qualquer outra mulher!

– Família de loco, moleque!! KKKKKKK!! Não salva um daqui… KKKKKKK!!! E foi tomar água.

Eu me levantei e fui direto para o quarto tomar banho gelado. Estava bem frio, mas precisava abaixar minha rola! Tomei um bom banho e saí só de toalha, meu pau meia bomba. Anna estava sentada lendo uma revista, me esperando para tomar seu banho. Me viu de toalha e me olhou nos olhos e me beijou com amor. Um beijo romântico e carregado de sentimentos sinceros, que eu devolvi com a mesma doçura, segurando sua nuca com uma mão e massageando ela. Meu pau voltou a crescer, mas ela forçou seu corpinho contra o meu e ficou sentindo a vara furar a barriguinha dela.

– Vai deitar e nós vamos dormir, tá?… Tudo conversa fiada daqueles malucos, maridinho… Ahahaha! E foi ao banheiro! Entendi porra nenhuma. Tirei a toalha e pensei se vestia cueca ou não, mas começou a maldita dor de novo após aquele beijo e decidi me enfiar por baixo do lençol sem roupa e ficar lá.

A cama estava forrada com toalhas por baixo do lençol e tudo era muito branco e limpo, como se fosse um jogo de cama novinho em folha e havia dois – não um – jogos de roupa de cama na estante. Eu me deitei e me cobri com o lençol, virando de costas tentando pensar em contar carneiro ou numa bruxa qualquer para dormir e relaxei.

Ouvi a porta do banheiro abrir e logo veio aquele cheiro de sabonete e creme típico de Anna. Que cheiro inebriante!! Eu preferia seu cheiro de mulher suando e se entregando, mas a missão era dormir. Ela me olhou e beijou meu ombro e meu braço e se deitou de bunda comigo. Bunda com bunda. Se cobriu no mesmo lençol e passou a mão de leve em mim até ver que não estava com cueca. Fez se levantar e eu achei que devia pedir desculpas e me vestir, ou que ela iria me expulsar da cama irritada. Ela simplesmente tirou a camisola e a calcinha e se deitou nua comigo, bunda com bunda de novo, só que pele na pele…

Dá para se controlar??? Meu pau bateu continência na hora e eu dei um gemido de dor de uma pontada que senti. Maldita condição médica a minha!!

– Pára de gemer moleque… Tô bem aqui, tá?… Hoje a gente dorme e amanhã eu te chupo de novo se tu quiser… Tô muito cansada hoje… Hmmm… Tô com frio… Brrr… Hmmm… Me abraça Steph?… Só até eu dormir, daí tu vira de volta pro teu canto, vem…

Como recusar tal convite??? Me virei para ela e toquei seu ombro e beijei ele, passando a língua de leve. Arrumei seus cabelos loiros para cima e beijei seu pescoço, respirando em sua orelhinha. Senti todo seu corpo estremecer e passei meu braço sobre o seu, trazendo seu corpo e colando meu peito já com cabelos, na costinha linda dela. Passei meu outro braço por baixo de seu pescoço e a abracei, encostando bem devagar meu membro já babando entre suas pernas. Ela movimentou as pernas, deixando a de apoio estendida e a outra para cima. Eu encaixei minha perna entre as suas e forcei a perna dela para subir mais. Movimentei meu corpo e senti meu pau escorregar para o rego da bunda. Ela arrebitou a bundinha, mas eu queria encaixar entre as pernas dela e puxei o corpo, voltando a empurrar para a frente, passando forte no cuzinho dela e fiquei encaixado nele, sentindo ela piscar na cabeça da minha rola.

– Ainnn… Pára moleque… É só pra pra me abraçar poxa… Tô com frio ainda… Só deixa aí mas não enfia que vai me machucar muito… Hum… Hum… Mas ela mesma empinou de novo a bunda, forçando a cabeça no seu anelzinho e voltando, fazendo um vai e vem devagar e manhoso, mas forçava a bundinha mais e piscava. Sentia ela forçar e relaxar aquele cuzinho rosado e cheio de pregas e a cabeça ia se encaixando e eu sentia forçar suas preguinhas… Que delícia estava e pareceu que ela tinha passado algo no cuzinho porque eu sentia escorregar bem, além da minha baba saindo e lubrificando aquele rabo delicioso…

– Hum… Pára… Não faz isso moleq… É muito gros… sso… Só faz carinho tá… Shhh… Shhh… Hum… Grosso.. gostoso… E continuava a arrebitar a bunda e forçar devagar e segurar na pressão. Eu sentia ela forçar o anelzinho para fora e resolvi ajudar.

Desci a mão pelo seu corpo e coloquei o dedo no seu clitóris, começando a massagear ela bem lentamente e puxar seu quadril para mim. A outra mão, eu desci e prendi seu mamilo nos dedos, hora apertando todo seu seiozinho, hora apertando somente seu mamilo até ela gemer.

– Aihnnn… Tu não fica quieto… Hum… Hum… Tá ardendo meu cuzinho… Aiiihh, Steph… É muito grande… Hum… Hummmm… Shhhh… Só deixo entrar um pouquinho pra tu gozar e ficar quieto moleque… Moleq… Ainnnnnn… Ãnhêeee… E foi forçando quadril para trás e rebolando com meus dedos no seu clitóris.

Eu sabia que ia ter que forçar ou não ia entrar e não iria tirar o cabaço daquele cuzinho e falei em sua orelhinha, enquanto mordia e chupava seu pescocinho…

– Só a cabecinha dentro… Shhhh… Eu sei que você quer Anna… Humm… Cuzinho quente que é um forninho… Shhhh… Você passou creme nele já que eu sei… Deixa eu entrar, deixa amorzinho?… Shhhhhh…

– Tá… Só a cabecinha… Ainn… Eu passei creme sim e fiz limpeza interna que a tia ensinou… Humm… Tu sempre foi fissurado na minha bunda e eu sabia que tu ia querer comer ela hoje… Hummmmm… Não me machuca muito tá?… Faz entrar… Shhh… Hummmm… Meu deus que arrumei de dá o cú na primeira vez logo pra um poste… Hum… Te amo loirinho…

Ouvi aquilo. Puxei a mão e trouxe seu rostinho para trás, beijando sua boquinha com muita saliva e língua. Tirei a mão de sua bucetinha e puxei sua perna, levantando ela alto e trazendo seu corpo para trás, fazendo ela empinar mais. Engolia sua boca e senti ela forçar o máximo que podia para arrebitar a bunda e começou a apertar e relaxar o anelzinho, fazendo abrir mais.

Senti o momento exato quando ela arrebitou e empurrou a bundinha e forçou o cuzinho para fora. Era o momento exato e eu forcei devagar mas firme, até sentir sua carne se abrir e me apertar e mantive a pressão, fazendo aquele cuzinho quente abraçar toda a cabeça até o final.

Ela urrou alto, mas na minha boca:

– HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!! HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!!! Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn… Dói… Dói muuuuuuitooooooooooooo… Hummmmmmmm… Tá lascandoooo meu cuzinhooooooo!!!!… Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn…

Segurei firme seu corpo e deixei ela espernear, mas continuei puxando sua perna e seu corpo e forçando meu pau para dentro. Fosse doer, achava que doesse de uma vez só e não resistia mais de tesão de anos naquele rabo que sempre adorei!

Ela chorava alto e escorria lágrimas e eu mantive ela sendo puxada e a rola entrando até que senti meus pêlos travarem naquela bunda maravilhosa! Estava todo dentro daquele rabo que eu mais cobicei em toda minha vida e agora tinha dono: EU!

– Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn… Furou minha barriga por dentro Steph… AIHHHHHHHH…. ANHEEEEE… Que dorrrrrrrrr… Atravessou dentro de alguma coisa na minha barriga moleq… Shhhhh … Ainnnn… Unhêeeeee… Tu meteu tudoooooo… Rasgou todas minhas preguinhas… Aihnnn… Maldoooooooooooooooooso… Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn… Snif… Snifff… Ai… Tô arregaçada… Snifff… Snifff… Tô furada por dentro… Tão grosso… Tão quente… Tá me marcando com ferro… Sniffff… Sniffff… Aihnnn

– Cuzinho quente… Gostoso… Ahhh… Agora ele é meu… Você é minha Anna… Não é mais minha tia mas minha mulher… Shhhhhhh… Rabo gostoso do caralho… Putinha gostosa… Geme e chora bastante na rola do meu macho… Shhhhh… E mordia a nuca dela, enfiado todo dentro e esperando ela aceitar seu destino e a rola enfiada no seu cuzinho.

Passou uns minutos e ela se acalmou e parou de chorar e começou a se mecher e apertar seu anelzinho em volta do talo da minha rola.

– Anhemmmmmm… Tu esfolou meu cuzinho… Tô toda lascada e aberta loirinho… Tu não é mais meu moleque viu… Hum… Hummm… Tu é meu macho agora… Tu vai cuidar de mim agora viu… Humm… Como dói, mas como é gostoso… Hum… Me come Steph… Mata tua dor dentro do meu cuzinho… Faz devagar como tu gosta… Ele é teu agora…

A beijei muito e fiz juras de amor na sua orelhinha. Comecei a puxar para fora e cravar de novo, sentindo como um anel dentro dela que apertava em volta da minha cabeça e abria sempre que eu ia até o final. Entendi que podia machucar muito ela, então fiz bem devagar, até tirar a metade e enfiar tudo até o final.

Ela começou a relaxar e rebolar mesmo sentindo dor. A danadinha se acostumou logo! Ví que aquele rabo nasceu para levar minhas pirocadas e comecei a comer ela com calma, mas profundamente e eu segurava tudo dentro dela e pulsava meu pau, fazendo ela gemer mais forte e arrebitar a bundinha branca. Fiz mais rápido, mas a ví sofrer e parei na hora. Comi aquele cuzinho por uma boa meia hora até que ela começou a gemer mais alto… Senti que ela estava perto de gozar e busquei seu peitinho, que eu sabia que ela tinha um tesão incrível nele, e apertei forte seu biquinho. Ela gemeu alto e eu soltei. Tirei a rola e estoquei de novo até o final. Fiz isso por várias vezes até ela começar a gemer só de prazer e seu anelzinho estar apertando bem menos minha rola.

Senti que o gozo dela chegava e queria que o meu chegasse também, então estoquei mais forte e fui chupando ela e apertando seu corpinho suado contra o meu até que ela começou a tremer a perna que estava no ar, segurada por mim, e começou a convulsionar o corpinho.

Era seu orgasmo sagrado e eu estoquei mais vezes durante seu orgasmo até sentir chegar o meu. Segurei ela firme e estoquei até o final, gozando profundamente em seu intestino arrombado!

– AHHHHHHHHHHHHHH!!!! Cuzinho gostoso da porra!!!! TOMA LEITEEEEE!!!! Putinha gostosa!!!! Ahhhhhhhhhhhhh!!! E comecei a encher seu intestino!

– Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn… Hummmmmm… Tô gozan…. dooo… Unhêeeeee… Tá me ench…. endo de… leite… Goza tudoooooooo m… eu mac… hoooooooo… Hummmmm… Anheeee…

Terminei de gozar e me deitei e a abracei, beijando seu pescoço e respirando nela, ambos descansando. Aconteceu que deixei o pau dentro para sair sozinho e acabamos dormindo os dois abraçados, sem ver mais nada.

Acordei de madrugada e a cabeça ainda estava dentro daquele rabinho. Tirei e a cobri com o lençol para não ver a porra escorrer. Fui ao banheiro e tomei um banho e estava feliz, mas meu pau começou a subir novamente e eu senti dor no saco de novo. QUE MERDA!!!! Estava cheio de leite de novo e morrendo de tesão por aquela menina linda que eu acabara de fazer minha mulher.

Levantei e a acordei com beijos. A peguei no colo e levei para o banheiro com ela me pedindo para não olhar para baixo. Não olhei e a levei até colocar ela no vaso. A menina fez tudo que se dá pra fazer no vaso e gemia no processo.

– Ajuda eu tomar banho Steph… Tô machucada… Ajuda?… Me olhando nos olhos com olhar de súplica e vozinha fanha dos gritos que deu.

A tomei nos braços e levei ao box, dando um banho nela com muito carinho, demonstrando todo meu amor por ela e repetindo o quanto eu a amava e a queria para mim para sempre! Ela passou a sorrir e pedir para eu beijá-la e notou que meu pau estava duro como ferro de novo.

– Tu me lascou toda, mas tô feliz em realizar meu sonho de te ter como meu homem Steph… Gozei muito amor… Doeu muito mas depois ficou bom demais amor… É bom te chamar de amor ao invés de moleque… KKKKKKK… Meu moleque virou meu macho…

Tirei ela do banho e sequei seu corpo. Fiquei preocupado com a quantidade de sangue e falei que ia dar uma calcinha para ela, mas ela pediu para ficar sem. Arrumei ela e passei creme no seu corpo, sempre com muito carinho daquela minha nova mulher e ela se arrepiava, suspirava e me beijava, colocando aqueles olhos verdes em mim e mostrando sua felicidade em estar comigo. Eu já era apaixonado, mas aquilo era amor e nem me lembrei de Deborah ou Alice, pois Anna sempre ocupara e ocupa uma área só dela no meu coração.

A tomei no colo e levei ela para o quarto. Troquei o lençol com sangue, mas deixei as toalhas que também estavam manchadas e coloquei ela deitada de novo. Fui pegar água para ela e minha tia estava na porta, olhando para minha cara com ar de preocupada.

– Passa isso no cuzinho dela pra parar de sangrar… Ela é muito delicada e frágil… Ama ela Steph, mas dá tempo dela se adaptar a você menino… Ela deve estar arrombada agora e teu pau tá duro ainda… Termina o que começou e dá pra ela a lua-de-mel que vocês dois merecem menino. Te amo… E do nada me deu um beijo na boca e apertou meu pau… – Tadinha, deve ter ficado rasgada… Amanhã cuido dela… Volta e termina a primeira noite de vocês menino. Te amo…

Fiquei roxo, parado, mas as palavras dela entraram na minha cabeça. Voltei ao quarto e coloquei ela no colo. Dei água na boca dela, não que a mesma estivesse aleijada, mas é meu jeito de macho de cuidar da fêmea, em especial AQUELA minha fêmea. Coloquei ela de bruços e abri seu cuzinho para passar pomada. Fiquei assustado: o que éra um pontinho rosado cheio de pregas era um túnel roxo em volta, inxado e sem nenhuma prega que eu usei dois dedos para passar a pomada por dentro sem forçar abrir mais e entraram sem encostar nas bordas. Ela sentiu meus dedos passando a pomada por dentro, em suas preguinhas, e só gemeu e empinou a bunda de novo.

A menina ficou viciada logo na primeira vez e aquele rabooooo!!

Que tesão aquela bundinha branca, agora com o anelzinho arrombado, me dava! Mordi sua bundinha e lambi seu cuzinho, esquecendo da porra da pomada! Que gosto horrível da porra, mas já tinha ido, então enfiei a língua dentro e chupei cada prega arrombada fazendo-a gemer e rebolar com tesão de novo. Passei pomada de novo mas não sei se foi ela ou as linguadas que eu dei porque a menina estava acesa e manhosa de novo.

Deitei ao seu lado e a abracei de conxinha de novo.

– Que gostoso Steph… Humm… Como eu te amo moleq… Ops, loirinho… Tô arrebentada e tu me deixou com tesão de novo… Hum… Hum… Esse pau nunca abaixa não amor?… Gostoso… Abraça por trás e cola vai…

– Anna… Tu me deixa louco só de pensar em ti… Não dá pra cansar junto de ti, minha mulherzinha amada… Deixa eu descansar a rola na portinha, amorzinho?… Não vou meter não… Só sentir teu calorzinho… Shhhh… Te amo…

– Tu me cuidou muito bem amor… Encaixa sim, mas não no cuzinho que tá muito machucadinho… Eu saro logo mas não encaixa nele de novo que vai machucar mais e tô aberta… Vai entrar e tu não vai aguentar parar… Tu é muito tarado, moleque… Ixi, falei de novo… KKKKKKK… Encaixa na frente amor… Só pra dar aconchego a esse cacete que me fez mulher pelo cuzinho… Hum… Shhh… Loiro gostoso da porra… Hum…

Abracei muito forte aquela mulher que gemeu alto e começou a se aconchegar em mim novamente. Puxei sua cabecinha e beijei muito sua boca, fazendo ela se mecher e gemer na minha boca. Senti seu corpo se entregar e ela relaxar nos meus braços. Passei a mão e puxei sua perninha para cima, sem levantar. Puxei a rola e fui buscando sua virilha. Senti quando entrou a cabeça no seu cuzinho e ela gemeu e acusou dor, no que eu tirei na hora. Estava bem aberta mesmo que a cabeça voltou a entrar sem eu nem forçar.

Puxei novamente e passei entre suas pernas, puxando para trás até sentir o melado de sua bucetinha quente e babada. Ela estava muito melada que nem precisei verificar se encaixei no lugar certo. Arrumei o meu e o seu corpo e empurrei para encaixar mais, sentindo a cabeça penetrar e parar no seu cabacinho.

– Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn… Encaixou amor… Shhhh… Como é grossa tua rola loiro… Humm… Uiii… Abriu a porta da minha bucetinha Steph… Fica aí, tá?… Não tira não e nem se meche tá?… Shhh… Hum… Grossa… Gostosa… Dói… Hum…

Eu a abracei forte e voltei a comer seu pescocinho, nuca e ombros com beijos e mordidas e ela passou a mecher o quadril fazendo a cabeça afundar e voltar, lentamente mas bem gostosinho e eu fiquei firme no encaixe, mas sem forçar para dentro, apesar da vontade e dos meus líquidos escorrendo para dentro dela e vazando fora.

– A tia falou que hoje é nossa lua-de-mel Anna… Shhh… Quentinha… Molhadinha… Encontrei ela fora na porta com a pomada quando fui buscar tua água e ela falou pra eu te cuidar e não te machucar que ela vem amanhã te cuidar melhor… Shhh… Ela vai te cuidar melhor que eu, amorzinho?…

– Hum.. Humm… Ela sabia amor… Sempre soube… Ela vai me cuidar de coisa de mulher, mas eu nunca fui tratada assim por ninguém… Ninguém é melhor que tu, moleq… Loirinho… Lua-de-mel é?… Shh… Hum… Ain… Tu quer me comer amor?… Quer terminar de começar nossa lua-de-mel?… Se tu quiser eu te dou… Meu selinho é só teu loiro… Humm.. Como tu me mima tanto amor… Gostoso… Corpo grande, quente, forte, parrudo, com pelos castanhos… Hum… Hummm… Macho grande e gostoso que é meu agora… Num deixo mais homem nenhum me triscar a mão… Quer amor?…

Não respondi com palavras. Somente voltei a beijar ela efusivamente e lhe acarinhar como eu desejava e sabia que ela gostava. Passei a mão e puxei as duas perninhas dela para ficarem dobradas e puxei para trás, fazendo arrebitar sua bundinha e forçar a cabeça do meu cacete contra seu cabacinho.

Senti que estava bem encaixado e que ela arrebitou a bundinha e relaxou.

– A partir de hoje você é minha, só minha mulher pra sempre Anna… Tu vai parir filho meu e vou te cuidar pra sempre mulher! E dei uma estocada forte e seca, sentindo claramente seu cabaço lutar e travar, pra rasgar e a cabeça e parte da rola entrar nela. Segurei firme seu corpo e esperei ela parar de sofrer com sua passagem de loirinha pura a mulher de um macho.

– AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!! QUEBROU MEU CABACINHOOOOOOO!!!!! HUMMMMMMMMMMM!!!! Ouvi o grito e fui enfiando o cacete até o final, sentindo o fim daquela bucetinha que estrangulava meu pau e fazia arder demais de tão apertadinha que era!

– ANHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!! Tô lascada na buceta!!!!! Tá me rasgando em duas!!!! Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn!!!! Ahhhhhhhhhhhhh!!!! SHHHHHH!!! QUE DORRRRRRRRRRR!!!!! Loiro malvado que me lascou o cú e agora arrombou minha buceta!!!! Anhemmmmmm!!! Unhêeeeee… Shhhhhhh… Tô arrombada e tá batendo lá no fundooooo… Shhhhh…

Me mantive todo dentro dela, segurando-a firme e sentindo seus pulos, gritos, choro cheio de lágrimas, com vontade mesmo. Sua mão apertava meu braço e suas unhas cortaram minha pele que até hoje trago as marcas com extremo orgulho. Senti que estava sangrando, mas sangrei ela duas vezes, então me deu mais tesão daquela gata me arranhando!

Fui soltando ela aos poucos e deixando ela se recuperar de ser rasgada na buceta pela primeira vez. Eu sabia que era o dono daquela bucetinha e ia comer aquele tunelzinho do amor que eu estava abrindo muitas vezes e esperei com paciência.

– Snifff… Sniffff… Sniffff… Abriu tudo amor… Sniffff… Sniffff… Tô rasgada meu deus… Sniffff…Sniffff… Eu sabia que tu ia arrancar meu selinho mas não pensei que fosse doer tanto assim… Hum… Sniffff… Sniffff… Dóiiiii… Arde… Tu é grosso demais pra minha piriquita… Não tava preparada pra isso amor… Agora num tem mais jeito e virei tua mulher inteira Steph… Me come devagar e num liga pro meu choro que eu sou mulher e me acostumo tá… Faz devagarzinho e solta teu gozo bem no fundo amor… Faz… Hum… Uiii… Hum… Ai…

Foi virando seu corpo para deitá-la de bruços. Queria cobrir aquela fêmea como um garanhão numa égua, mas ia fazer com carinho até ela se adaptar a mim. Ela foi deixando eu virar seu corpo até se deitar de bruços e usei minhas pernas para abrir mais ainda as dela, até os joelhos chegarem perto da altura de seu quadril, fazendo-a arrebitar mais a bundinha e expor mais a bucetinha arrombada.

Puxei com calma até a cabeça aparecer e enfiei com calma até sentir o final de sua vagina e forçar com calma e carinho lá, sentindo a carninha esponjosa do cólo do seu útero. Aquela força me tomou e eu queria inseminar aquela mulher somente no útero, sem deixar vazar nada para sua bucetinha.

Comecei a fazer o mesmo movimento com calma, tirando quase tudo e penetrando até o final. Quando chegava no final, começava a rebolar e estocar devagar, sentindo a carne abraçar a uretra e ela gemer mais forte, mas aceitar o macho preparando ela para lhe dar suas crias. Era e é meu instinto natural e não tenho o menor controle sobre isso, então comecei a curtir ela, beijando seu pescoço, sua nuca, seus ombros e mordendo ela inteira, marcando aquele corpo branquíssimo com minhas marcas que eu forçava até ela gemer.

Percebi que ela parou de sofrer ou sofria menos e começou a gemer e apertar a bucetinha. Ela tinha o dom natural de pompear uma rola e a minha era a escolhida e premiada com aquela sensação deliciosa daquela bucetinha mastigando meu membro.

Comecei a meter um pouquinho mais forte e ví que ela não estava sofrendo, mas se adaptando como é a natureza humana, natureza de mulher, natureza de fêmea, e senti ela empinar mais a bundinha e relaxar mais, fazendo a penetração ficar muito confortável e deliciosa para ambos. Minha mulherzinha estava se descobrindo uma fêmea completa, perfeita, que sabia como tratar seu macho e pedir sua semente com amor, carinho e muito desejo.

Continei estocando de modo firme e constante, ritimado, parando no fundo e rebolando naquela carne e ela começou a gemer mais alto e morder a fronha, puxar o lençol. Aquela fêmea mudou seus modos e começou a forçar a bundinha para cima para eu meter mais. Ela gemia alto e mordeu sua mãozinha e rebolava quando eu ficava parado no fundo daquele sexo molhado.

Estoquei, estoquei, relaxava e estocava, até que ela reagiu e começou a tremer o corpo, convulcionar e mecher seu quadril sem controle.

– Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn… HUMMMMMMMMMMM… Ainnnnnnnnnnnnnn… Tô gozando de novo amor… Que pica gostosa meu macho tem… Tá indo no fundinho e machucando lá… AAAIIIIIIIIIIIIIIIIIHHHHHHNNNNN… E gozou como uma maluca, que soltei o peso do meu corpo sobre o dela como fizera anteriormente e a mantive presa com meu pau como um pino prendendo ela na cama enquanto ela se contorcia e gemia alto, molhado minha cintura com seus líquidos.

Esperei ela se acalmar e voltei a estocar novamente, por mais uns minutos, até ouvi-la gemer de novo.

– Uiiiiiiiiiiiiiiiiihhhhhhh… ÃNHEEEEEEEE… SHHHHhhhhhhhhh… Tô gozando mais uma vez… Que loucura que tô morrendo na tua rola loiro… E gozou de novo como uma maluca, me fazendo soltar o meu peso novamente sobre o dela.

Esperei um pouco e percebi que ela relaxou todo o corpo e se soltou e voltei a estocar, agora mais forte, mas não forte no fundo para não machucar o seu útero. Senti meu gozo se aproximar forte e senti pontadas de dor. Eu estava cheio demais e precisava descarregar tudo aquilo em Anne! Ela percebeu e resmungou entre gemidos:

– Tu tá engrossando mais ainda loiro… Uhmmmm… Hummmm… Ainnn… Tá ficando mais grosso ainda amor… Goza tudo amor… Me faz um filho… Solta tudo dentro da tua mulher amor…

Eu me excitei mais e senti que estava no limite e era só mais uma ou duas estocadas e iria gozar, então penetrei ela até o final e senti que faltava um pouco de pinto para entrar e comecei a forçar seu fundo com carinho, rebolando e forçando, sentindo a carne esponjosa passear dos lados da glande. Eu queria e sabia como achar o meio do funilzinho como fiz com Deborah, mas Anne era mais especial ainda e eu queria que todo meu leite entrasse diretamente em seu útero.

Ela percebeu e começou a gemer e falar.

– O que tu tá procurando amor?… Ainnn… Tá muito profundo amor… Hummmm… Gostoso… Tá doendo… Mas tá gostoso… Hummm… O que tu quer achar amor?… Hummm…

Eu senti ela relaxar e a carne encaixou exatamente na minha glande e eu puxei um pouco e voltei lento para o mesmo lugar. Senti a carne abraçar a ponta do meu pau e dei uma cravada naquele lugar até o talo da rola espremer e vulva dela.

– Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn… Tá encaixado dentro amor… Tá encaixado no meu útero, loiro malvado… Shhhhhhhh… Hummmmm… Encaixou por dentro Steph… Tá me abrindo por dentro amor… Tá com muita pressão dentro de mim amor… Tá doendooo… Mas tá gostosoooo… Hummmmmmmm… Aiiihh

Eu senti e veio forte meu orgasmo. Fiquei encravado no meio daquela carne que eu aprendi a reconhecer e dei um gemido em seu ouvido.

– AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!! Gostosaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!! Toma meu leite, minha putinhaaaa loiraaaaaaa!!!!! E comecei a mijar porra fazendo a mesma pressão, parado, todo enfiado, com aquela carne mais macia em volta da cabeça!

Sentia os fluxos virem como um calafrio da nuca para o saco e esguichava mais dentro dela. Mordi seu ombro e marquei ela e ela começou a gozar novamente.

– UIIIIIIIIIIIIIHHHHHHHHH!!! Tô gozando de novooooooo!!! Tá entrando tudo na minha barrigaaaaaaa!!!! Aiiiiiiiiihhhhhnnnnnn!!! ÃÃÃÃAANHEEEEEEEE!!!! Tu tá me possuindo a alma Steph… Hummmmmmmm… Ainnn… Hummmmmmmm… Enche amorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr… Enche tua loiraaaaaaaaaaaaaaaaa…

Fiquei travado naquela carne até sentir a força esvair e caí por cima dela, cobrindo-a com meu corpo. Respirava forte e tinha consciência do meu peso sobre aquela loirinha frágil, mas não tinha força, nem queria sair daquela carne deliciosa que chupava minha rola como se engolindo meu sêmem para si. E aquela bundinha deliciosa era um colchãozinho maravilhoso e eu a abracei e relaxei sobre ela…

Ela se largou também e começou a respirar fundo e suportou meu peso. Eu apaguei dentro dela, em cima dela e ela também dormiu. Estávamos exaustos daquela nossa primeira noite de lua-de-mel.

Acordamos horas depois e eu ainda estava dentro dela.

– Tu é pesado mas é meu macho e me cobriu… Pode ficar aí que te aguento loiro… Descansa mais em cima de mim e não tira não… Tô toda cheia de ti Steph… Humm… Hummm… Tá tudo na minha barriga amor… Humm.. Hummm… Tô cheia amor… Hoje faz duas semanas que acabou minha regra… Tu me galou inteira e me lavou por dentro… Ahh… Humm…

Descansei de novo e voltei a acordar. Ela estava com os olhinhos verdes me olhando e eu sai devagar dela, morrendo de medo de ver minha porra escorrer. Era muito sangue que tinha lá, mas não tinha porra naquela bucetinha que era fechadinha e agora estava arrombada e aberta, bem vermelhinha e inchadinha. Amei ver minha obra-prima naquela bucetinha que estava arrombada e abertinha e lhe beijei as costas e a cobri com o lençol.

– Amor… Chama a tia pra me dar uma ajudinha?… E vai tomar café da manhã tá?… Te amo…

Eu entendi que ela tinha medo que eu visse alguma coisa e eu deixei ela e saí dando, de novo, de cara com minha tia com uma chaleira, bacia e toalhas e sua caixinha com coisas de mulher.

– Ouvi tudo viu?… Foi lindo… Vocês vão ficar enfiados nesse quarto por mais quatro semanas… Deixa ela se recuperar mas consolida ela pra ela ficar mais viciada em ti. Eu tô muito feliz que essa união aconteceu aqui em casa e vou ficar mais feliz quando ver as crianças que vão nascer desse amor de vocês dois…

O que falar????? Porra!!! Falei nada e fui tomar café. Meu tio quieto estava, quieto ficou.

Esperamos dois dias para Anna se recuperar. Depois fizemos amor todos os dias até que voltamos à fazenda.

Aquela primeira noite nos deu duas gêmeas lindas, loiras de cabelos encaracolados como Anne, olhos meus, minha marca na panturrilha, brancas como nós dois, lindas.

Nosso amor continua até hoje. Ela mora em uma casa com seus filhos na região da sede por sua própria escolha. Também a pedi em casamento, mas ela não quis e decidiu viver para mim, mas não comigo.

Frustação… Porra!!!

Essa é a estória minha com minha tia Anne!

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3 Comentários

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Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Negroeamor

    Delícia, adoro engravidar mulheres submissas, ainda mais se forem casadas e mulheres de corninhos.

    Se alguém quiser conhecer um dominador que gosta de dar carinho e ordem me chame.

    [email protected]

  • Responder Ursinha carinhosa

    Longo, mas bom. Meus parabéns, viu?

    • Stephen

      Obrigado pela visita e comentário Ursinha! <3