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Tive que perder a virgindade

2913 palavras | 5 |4.89
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Meu nome é Juliana e quando tinha onze anos minha prima Letícia de quinze me ensinou como tocar na minha vagina. A partir daí despertei para o sexo e suas delícias. Hoje, tenho dezenove anos e decidi contar tudo o que aconteceu comigo até a perda da minha virgindade.

Bom, como já escrevi, eu tinha onze anos e minha prima quinze e estávamos em minha casa, sozinhas. Minha mãe, minha tia e meu irmão tinham ido ao médico. Brincando com as bonecas Letícia me perguntou se eu sabia como faziam nenês de verdade. Não me lembro o que respondi, mas ela me explicou e fui ficando mais curiosa.

Ela começou a tirar a roupa e me disse:

– Vamos brincar de papai e mamãe. Você vai ser a mamãe.

Ficamos peladas e vi que a vagina dela era bem diferente da minha. A dela parecia uma borboleta, tinha pelos pubianos e a minha era toda fechadinha. Fiquei admirando aquele corpo e me encantei com os seus seios e principalmente com sua pepequinha. Lembro de ter pensado que a minha também iria se abrir e parecer uma borboletinha quando tivesse mais idade.

Deitadas na cama começou a chupar minhas tetinhas e a pepequinha. Era uma sensação gostosa, diferente de tudo. Ela pediu para invertermos e passei a chupar os peitos dela. Ela me dizia para chupar e mordiscar levemente. Empurrando minha cabeça para baixo fui descendo até sua vagina. Fiquei com um pouco de nojo, mas ela foi me dizendo que era para fazer igual ao que ela tinha feito. Aos poucos fui me acostumando, obedecendo ao que ela dizia, lambendo, chupando, beijando. Podia ver sua pele se arrepiar em alguns momentos.

Logo ela levantou, foi à cozinha, voltou com duas bananas e me disse:

– Como você já sabe, os meninos não tem pepequinha, tem algo parecido com isso. Agora vou te ensinar algo que eles adoram… Se você aprender direitinho vão cair aos seus pés e fazer tudo o que você quiser…

Começou a me ensinar como deve ser feita uma chupetinha, me advertindo sempre para não encostar os dentes. Confesso que na época não vi muita graça nisso, mas depois descobri o valor de fazer bem feito.

Enfim, comemos a banana, rimos e ela falou que agora eu iria aprender o que era o sexo. Deitou-se sobre mim e passou a fazer os movimentos que um homem faria pra comer uma mulher. Eu sentia o calor que vinha da vagina dela e fui gostando daquilo. Trocamos de posição e ela me ensinou o que era cavalgar.
Depois me colocou de quatro me falando que estas eram posições básicas.

Em seguida, pediu que eu deitasse e abrisse as pernas. Levemente foi tocando na minha pepequinha e fazendo uma pequena pressão com seus dedos. Brincava na entradinha e eu sentia algo novo, gostoso. Pegou a minha mão e me ensinou a como me tocar enquanto ela se afastou, ficou em pé, e começou a se tocar também.

Vi que teve um momento em que ela ficou ofegante, gemeu e caiu deitada na cama. Perguntei o que tinha acontecido e ela me disse que havia gozado e que esta sensação, um dia, eu teria também, principalmente se tivesse um homem enfiando um pinto na minha pepequinha.

O fato é que depois desta experiência, sempre que podia, eu praticava com meus dedinhos. Fui me conhecendo. Lembro do dia em que gozei pela primeira vez e de ter contado para Letícia. Aliás, tornou-se minha confidente e me ensinou muita coisa sobre virgindade, prevenção de doenças, métodos para não engravidar, etc.

Quando completei quatorze anos, saí do interior de Santa Catarina e vim para São Paulo. Por ter um corpo e rosto bonito logo chamei a atenção na escola. Fiz amizades rapidamente, principalmente com Débora que tinha dezesseis anos e era uma espécie de líder das meninas.

Débora é uma pessoa carismática, não tem como não gostar dela. Brincalhona, amável, doce, segura de si, me ajudou muito na transição do interior para uma cidade grande. Na roda com amigas, brincando de jogo da verdade, eu disse que não era virgem e me pediram para contar como foi. Inventei uma história, mas parece que não foi muito convincente. Algumas meninas contestaram, mas Débora foi em meu socorro e disse que cada uma deveria contar como foi e com quem perdeu a virgindade.

Fiquei sabendo o “podre” de algumas meninas e o tamanho do pinto de alguns meninos da escola, inclusive o de Miguel, de quem eu estava interessada na época. Carla contou que era grande e não aguentou perder a virgindade para ele e que depois ele nunca mais foi o mesmo com ela, chegando até mesmo a ignorá-la. Ela disse:

– Eu não consegui dar para ele, doía muito e ele ficou puto.

Olhando para mim, porque sabiam que eu estava interessada nele e ele em mim, me advertiu dizendo que poderia acontecer o mesmo comigo. Falei que não aconteceria porque eu já não era virgem e se realmente viesse a namorar, só daria prazer a ele. A gargalhada foi geral.

Depois desta conversa fiquei curiosa e muitas perguntas vieram a minha cabeça. Será que o que Carla contou é realmente verdade? Será que ela ainda gosta de Miguel e quer me afastar? E se for verdade e tivermos um relacionamento sexual e eu não aguentar, terei o mesmo destino de Carla? Esta última pergunta é que mais me atormentava porque eu estava apaixonada pelo Miguel.

Ele tinha dezesseis anos na época, loiro, olhos claros, assim como eu. Era um verdadeiro gatinho. Não demorou para ele se aproximar e me pedir em namoro. Era meu primeiro namorado e lógico, não disse isso a ele.

Ainda me lembro do primeiro beijo e do primeiro amasso. Cheguei em casa com a calcinha molhada e tive que tocar uma siririca. Miguel era do tipo atrevidinho, suas mãos não paravam. Tinha que contê-lo, embora não quisesse, porque estávamos no pátio da escola, meio que escondidos, mas era possível alguém ver.

Depois de pouco mais de um mês de namoro, Débora me perguntou:

– Quando você menstruou?

– Terminou ontem. – respondi curiosa – Por quê?

– Ótimo. Daqui a duas semanas, meus pais vão sair e vou ficar sozinha no sábado. Durante o dia você e o Miguel podem ir lá. O Tiago também vai e vamos fazer da minha casa um motel. Você fica com o Miguel no meu quarto e eu e o Tiago ficamos no quarto da minha mãe. Vou falar para eles trazerem uma dúzia de camisinhas cada um. – disse Débora rindo.

Não sabia o que dizer a ela, apenas concordei. Minha cabeça estava rodando com tantas dúvidas. O que fazer? Não ir? O Miguel não iria gostar e não quero perdê-lo. Parar o namoro e voltar depois? E se o Miguel não quiser voltar? Não posso dizer que estou menstruada porque já contei a Débora. E se eu não aguentar dar para o Miguel, o que ele irá fazer? O medo, o pavor tomou conta de mim. Precisava fazer alguma coisa e rápido porque tinha poucos dias e o tempo estava correndo.

Estava numa enrascada e precisava perder a virgindade. Havia mentido e tudo o que eu não queria era ser a mentirosa da turma. Liguei para Letícia e contei o que estava acontecendo. Ela me disse para ir e enfrentar o problema, que conversasse com o Miguel e explicasse que era virgem, para ele ir devagar, enfim…

Não achei a ideia dela muito boa e foi aí que fiz algo pouco comum. Meus pais trabalhavam durante o dia e à tarde ficava com meu irmão Alex que, na época, tinha doze para treze anos. Eu o chamei, dizendo que queria conversar sobre algo e o fiz prometer que não contaria a ninguém. Fui simples e direta:

– Alex… Seu pintinho fica duro?

– Que é isso irmã? – perguntou ele.

– Perguntei se seu pintinho fica duro… Você sabe o que um homem faz com uma mulher quando estão sozinhos? – continuei

– Sei. – respondeu ele meio envergonhado.

– Então… Eu estava pensando se a gente não poderia fazer.

– Mas você é minha irmã…

– Sim, mas eu vou te ensinar umas coisas que você vai poder usar depois nas meninas.

Percebi que ele não estava concordando muito com a ideia e resolvi apelar. Tirei meu vestido, o sutiã e a calcinha ficando pelada na frente dele. Sem que ele tivesse muito tempo para pensar, fui em direção a ele, peguei sua mãozinha e coloquei sobre a minha pepequinha.

Ele estava paralisado. Puxei-o para mais perto e sua boca ficou próxima dos meus peitinhos que já estavam durinhos. Falei para ele sugar e começou a fazê-lo meio sem jeito. Baixei o shorts e a cueca dele. Seu pintinho estava mole e fiquei meio desapontada. Ajoelhei-me e comecei a fazer como eu fazia com a banana.

Senti seu pintinho crescendo e endurecendo na minha boca e minha esperança renasceu. Acho que não tinha dez centímetros quando ficou durinho. Falei para ele deitar que eu iria cavalgá-lo. Escolhi esta posição porque sabia que poderia ter total controle sobre a penetração. Se doesse muito eu pararia.

Posicionei-me, ajeitei o pintinho dele e comecei a sentar. Minha pepequinha estava úmida e louca para engolir aqueles poucos centímetros de pica. Como era fininho também, foi penetrando fácil e aos poucos. Em um determinado momento senti uma dorzinha. Algo parecia impedir que entrasse mais. Fui forçando, forçando e senti um ardor muito grande que me fez dar um grito.

Assustado, Alex me perguntou:

– O que foi?

– Nada… Está tudo bem… Você tirou meu cabaço. – respondi.

Saí de cima dele e escorria um pouquinho de sangue pelas minhas pernas. No pintinho dele também havia sangue e fomos para o banheiro tomar um banho. Eu estava aliviada por ter perdido a virgindade. Meu medo agora era Alex falar alguma coisa para os meus pais e então disse que se ficasse quieto, poderíamos fazer mais algumas vezes.

No dia seguinte não fizemos nada porque eu estava com medo, mas depois voltamos à carga. Repetimos vários dias porque eu queria me acostumar com um pinto dentro de mim.

Enfim chegou o sábado e por volta das dez horas da manhã eu toquei a campainha da casa de Débora. Ela abriu a porta, entrei e começamos a falar das nossas expectativas. Cerca de meia hora depois os meninos chegaram.

Ali, na sala, ficamos trocando beijos molhados e carícias até que Tiago sugeriu:

– Vamos tomar um banho juntos?

– Boa ideia… Vamos sim… – concordou Débora.

O tesão era tão grande que afastava a vergonha. Jamais eu teria imaginado que a minha primeira transa, não contando com a do meu irmão, fosse daquela maneira. Não que eu fosse dar para o Tiago, mas iria ver o pinto dele e o do Miguel.

Tiramos as roupas e fomos para o banheiro. Tiago era mais peludo do que Miguel. Com relação ao tamanho do pinto deles não eram muito diferentes. Calculo que tivessem uns quinze centímetros.

Cada mulher lavou seu homem, nos enxugamos e fomos cada casal para um quarto. Ajoelhei-me e comecei a chupar o pau de Miguel que estava completamente duro. Pela primeira vez iria por em prática, num pau considerável, tudo aquilo que aprendi com as bananas.

Comecei beijando toda a lateral e o saco. Miguel puxou a pele e a cabecinha apareceu, linda, rosada. Envolvi com os meus lábios e comecei a sugá-la. Podia sentir um saborzinho salgado, até gostoso e Miguel se contraindo de prazer. Alternava com chupadas fundas e rasas bem molhadas, lambidas, beijinhos… Até que senti seu pau começar a pulsar, ele segurou minha cabeça e gozou na minha boca. Consegui tirar a boca e ainda tomei uns jatos no rosto e no cabelo. Corri para o banheiro para me lavar e cuspir aquela coisa pegajosa que estava na minha boca, com um gosto não muito agradável.

Voltei e Miguel estava deitado na cama com seu pau meia bomba. Elogiando muito o que eu havia feito me disse que agora era a minha vez de gozar. Deitei ao lado dele e começou a me beijar. Sua boca começou a deslizar para o meu pescoço e orelha. Sentia minha xoxota se aquecer.

Aos poucos engoliu por completo um dos meus seios e começou a sugá-lo. Imediatamente levei minha mão ao encontro da minha xoxota e comecei a me masturbar. Era delicioso ele alternar e morder meus mamilos.

Sua boca veio descendo pela minha barriga e parou em frente a minha xoxotinha, enquanto que suas mãos vieram passando pelas minhas coxas. Podia sentir o calor da boca dele. Afastou meus dedos e colocou sua língua. Senti um arrepio na espinha. Ele chupava e empurrava aquela língua dentro de mim. Mordia a minha virilha e enfiava o dedo na minha xoxotinha. Não demorou muito e gozei gostoso.

Para não perder o momento fiquei alisando o pau dele que já estava durinho novamente. Pegou uma camisinha, colocou e veio por cima de mim. Olhei para ele e pedi para cavalgá-lo, assim poderia controlar a penetração.

Fui sentando lentamente naquele pinto e acho que ele percebeu minha hesitação. Sem dizer nenhuma palavra, me segurou pela cintura e foi me forçando a sentar, porém os meus joelhos estavam apoiados na cama e mesmo com o puxão que ele dava, quem controlava era eu.

Eu estava sentindo uma dorzinha, afinal o pinto do meu irmão comparado ao de Miguel era muito diferente. Ele me perguntou por que eu estava demorando em sentar e respondi que o atrito da camisinha me incomodava. Ele quis tirar a camisinha, mas não deixei.

Enfim, entrou tudo e senti um alívio. Não vou mentir, doía um pouco, mas me mantive firme. Comecei a rebolar e a sentir os pentelhos dele roçarem a minha bunda. Que sensação. Tudo estava dentro de mim. No rosto dele estava estampado um tesão enorme.

Suas mãos vieram ao encontro dos meus peitos que foram sendo acariciados. Meu tesão também começou a subir fazendo que eu me movimentasse para cima e para baixo. Fui ficando molhadinha e isto foi facilitando tudo. Quando percebi estava sentando com força, guiada pelas mãos firmes dele na minha cintura. Aquele barulho de pof, pof, pof era cadenciado e ele anunciou que iria gozar.

Caprichei aumentando a velocidade e rebolando. Miguel chegou ao ápice me dizendo que foi a melhor foda que ele havia tido. Fiquei feliz, principalmente quando saí de dentro dele. Minha pepequinha ardia, mas estava contente por ter feito um homem gozar.

Deitei ao seu lado, tirei a camisinha dele enquanto ele me beijava. Percebi que era gostoso tocar num pinto, mesmo mole. Ficamos ali, sem trocar nenhuma palavra, até que senti seu pau começar a crescer na minha mão. Colocou outra camisinha e me pegou de frango assado. Me comeu fortemente e isto me excitou. Era a primeira vez que eu não tinha o controle de nada.

Eu conseguia vê-lo tirar até a metade e enfiar tudo, sem dó. Não posso dizer que sentia dor porque o prazer era maior. Dizia que eu era muito gostosa, que queria me comer todos os dias e logo gozou novamente.

Descansamos um pouco e fomos ver o que estava acontecendo no quarto. A televisão estava ligado com filme de sexo. Débora estava de quatro enquanto Tiago a comia. Surpreendidos nos convidaram a dividir a cama. Chupei um pouco o pinto de Miguel que logo deu sinal de vida. Ele me quis de quatro.

Por trás de mim me penetrou enquanto eu olhava cheia de felicidade para Débora. Os dois meninos agora nos comiam. Parece que queriam mostrar quem dos dois era mais macho. Aumentaram a intensidade nos fazendo gemer e pela primeira vez cheguei ao gozo com um pinto dentro de mim. Vi estrelinhas.

O sábado passou rápido. Os meninos ainda quiseram comer nossa bundinha, mas nem eu nem a Débora quisemos dar. Tentaram também trocar os casais, mas nós também não quisemos. Só consentimos em trocar para uma punhetinha e uma chupadinha. Até fizemos uma aposta de quem faria o menino gozar primeiro. Nesta troca de casais, fiz Tiago gozar rapidinho com uma bela chupeta, afinal tenho bastante experiência em chupar bananas.

Foi um sábado inesquecível, mas até hoje me pergunto se fiz a coisa certa com meu irmão, que até hoje vive insistindo em me comer.

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5 Comentários

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  • Responder Alberto

    Gozei deliciosamente com onseu conto

  • Responder Rafaella

    Amiga.. agora que criou um machinho. é melhor dar de comer pra ele.. como o pinto dele é fino .. aproveita e dá o cuzinho pra ele.. Beijinhos

    • Edilson

      Rafa tem email tesao……

  • Responder Dudu Safado

    libera o cuzinho pro irmão.

    • Beto e filha

      Libera p ele seje feliz com seu irmao adorei