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Nicotina

05-09-18 Por 1 ★ 3.81

Meu nome é Judivam, tenho 46 anos, sou técnico em automação, e fumei dos 12 aos 34 anos de idade. Fui escravo do cigarro por 24 anos e só parei porque passei muito mal no trabalho, fui ao medico, e ele me disse, que se eu não parasse, eu morreria, então, eu parei. Mas não foi fácil, definitivamente, troquei um vicio pelo outro, e vocês entenderam o porque. Sou casado a 28 anos com a mesma mulher, temos uma relação muito boa na medida do possível, tenho 4 filhos: Samalo, Samara, Suzanne e Sarah. Somos uma família feliz, no entanto, com seus segredos, como outra qualquer. Eu decidi parar de fumar por causa da minha família, eu era o único que trabalhava na época, tinha meus filhos pra criar, não poderia morrer por indisciplina.

Meu filhos cresceram com o cheiro de cigarro dentro de casa, minha mulher, vivia reclamando, então, uni o útil ao agradável e em 2006, depois do meu piripaque, parei de fumar. No entanto, os 6 primeiros meses foram um inferno, eu sentia irritabilidade, ansiedade, tremores, fadiga, dores de cabeça terríveis, tosse, sensação de garganta seca, constipação intestinal, azia, coriza, bebia café feito um louco, me deu uma gastrite desgraçada, eu não dormia, tinha insonias de passar 2 ou 3 dias sem conseguir dormir. Minha mulher já estava implorando pra eu voltar a fumar, porque eu estava chato, sem paciência, brigava por tudo, brigava na rua, quase fui demitido do trabalho, enfim… Era um inferno!
Aos poucos fui controlando minha ansiedade fazendo exercício físico, fazendo coisas que eu gostava, milha família me apoiava, e as coisas foram entrando nos eixos aos poucos, mas a insonia continuava, era uma maldição!

Apos uns 8 meses, em uma tarde qualquer de sábado, eu estava sozinho em casa, e dormi, estava muito cansado, quando de repente a campainha toca, eu acordei assustado e fui ver quem era puto da vida, e era minha cunhada, dizendo que chegou do clube com as crianças, e que tinha combinado com a minha mulher de deixa-los la em casa para ela ajudar alguém fazer a mudança.

Enquanto eu conversava com minha cunhada no portão, minha filha, e meu sobrinho entraram em casa. Minha cunhada foi em bora, eu puto por ter que cuidar de mais uma criança no meu fim de semana, minha mulher não me avisou nada, era o dia que eu tinha pra dormir, descansar, mas não seria dessa vez…

Eu mal entrei dentro de casa e Sarah já foi dizendo que estava com fome, eu preparei um lanche rápido, dei pra eles, sentei no sofá, comecei a cochilar, e as crianças comeram no tapete entre eu e a televisão. Em um dado momento as crianças acabaram de comer e começaram a brincar de capoeira, parece que tinham aprendido algo numa gincana do clube onde estavam, estavam empolgados e davam piruetas, se se jogavam no chão, começaram a brincar de lutinha, fazendo uma bagunça, e eu puto da vida sentado no sofá tentando tirar meu tão sonhada sonéquinha…

Ate que meu sobrinho ficou em cima da Sarah!

O dois tinha acabado de chegar do clube, Sarah estava com um roupão rosa choque da Barbie, biquíni e descalça. Meu sobrinho estava sem blusa e com um short vermelho com branco do time do Internacional. O moleque montou em cima dela, ficou na posição “papai e mamãe” segurando as mãos dela a cima da cabeça, dominando minha filha. Sarah se debatia, se mexia e gargalhava tentando escapar, mas o garoto firmava o golpe.
Aquilo começou a me dar um tesão desgraçado!
Sarah olhava pra mim como se pedisse ajuda, toda risonha e eufórica… Meu sobrinho, me olhava de rabo de olho pra ver se eu falaria alguma coisa. Cada olhada desconfiada dele, despertava ainda mais o meu tesão. Sarah parecia inocente, esta levando na brincadeira, mas Nicolla (Meu Sobrinho), estava roçando na minha filha com maldade, malicia, luxuria. Eu fingia que não via, passei a fingir que estava cochilando, deixei rolar pra ver ate onde ia…

Os dois tinham quase a mesma idade, Nicollas tinha 12, e Sarah 10! Nicollas era mais gordinho, forte, e Sarah, era a caçulinha dos irmãos, sempre foi magrinha, franzina, de aspecto frágil, era fácil pra Nicollas exercer controle sobre Sarah e esfregar a rola nela com bastante malicia. Acho que por alguns instantes, ela se sentiu incomodada por esta sendo dominada pelo primo, creio eu, que ela tenha percebido que ele estava se aproveitando da situação, provavelmente, deve ter sentido o pintinho dele duro ou algo do tipo e ela estava constrangida por eu esta ali e, poder brigar… Porque por mais inocente que ela fosse, ela sabia que tinha algo de “errado” em fazer aquilo. Mas eu sentado no sofá estava, sentado eu continuei, fingindo que dormia, distraído, só espiava a sacanagem dos dois com o caralho cheio de tesão…

Nicollas segurava minha filha no chão, ela tentava escapar, se debatia, cruzava as pernas na cintura dele, tentava afasta-lo com os pés, a parte de cima do biquíni não tampava mais seus delicados brotinhos de peitos, murmurava, resmungava toda manhosa: “Ain não… me solta, Nicollas. Éh serio, ta me machucando… Para! Para! Para! Ainnnn, pai, me ajuda. O Nicollas ta me agarrando!” Eu sorria, e cheio de tesão respondia: “Num me mete na confusão de vocês não, me deixa descansar”. Sarah gemia, afegava, fazia manha como se fosse chorar, se mexia, e o moleque encaixava o quadril, e esfregava o pau nela com vontade, sem pudor ou disfarces. O moleque foi ousado: Estava roçando na garotinha com o pai dela bem ali na frente, mereceu minha admiração. Se ele fosse mais velho, teria fodido minha filha todinha na minha frente, e eu teria deixado, ia bater uma punheta bem gostosa assistindo! A ousadia de Nicollas me deixava ainda mais excitado… Em um dado momento, os dois se mexia, gargalhavam, e Sarah se cansou, e parou de repente, suspirando, pedindo pra que Nicollas a soltasse, mas o garoto não parou de se mexer, por um breve momento, ficou esfregando o pau na minha filha descaradamente, e o pior, ela começou a gostar da brincadeira: Arreganhou as perninhas, relaxou, apoiou os pés na batata da perna dele, os dois se olhavam e me espreitavam aflitos e desconfiados pra ver se eu “acordava”. Nicollas soltou os braços dela, os dois sorriam baixinho, Nicollas rebolava a bundinha eroticamente roçando o pinto na bucetinha infantil da minha filha. Sarah, de santa, não tinha nada, mexia o quadril deliberadamente pra sentir a deliciosa excitação do primo na sua bocetinha. Eu passei a roncar discretamente, pra parecer que estava dormindo, e deixa-los mais a vontade.

A primeira roncada que eu dei, eles se assustaram… Nicollas, afastou o quadril da Sarah rápido e ficou me olhando assustado, mas minha filha fez sinal de silencio com o dedo, e chamou ele de volta pra cima dela o puxando delicadamente pelo short, com as perninhas arreganhas e um sorriso bem safado no rosto. Nicollas ficou hesitante, com medo, apreensivo, mas minha garota, certa de que conhece o pai que tem, falou cochichando: “Relaxa, quando ele dorme assim, ele não acorda!” Nicollas de joelho entre as pernas da minha filha arreganhada, desafiou todas as expectativas, e me chamou pra ver se eu acordava: “Tio, Tio, Tio Judi!” Deitado eu estava, deitado eu continuei, nem me mexi! Sarah, pedia pra ele parar!

Ao ver que eu não “acordei” Nicollas deu um sorriso sacana, maldoso, cheio de segundas intenções, abaixou um poco o short e tirou o pau pra fora, Sarah se assustou um pouco, mas não de ver o caralho duro do primo, e sim, com a ousadia de Nicollas. O que sugeriu que aquela não foi a primeira vez que minha filha, de 10 anos, viu um pau na vida!

Ela me olhou assutada, e advertia Nicollas cochichando pra ele guardar, o moleque fazia sinal de “to nem ai” com os ombros, e chamava ela com as mãos para que Sarah o chupasse. A menina resistiu um pouco, mas fez: Nicollas de joelho na frente dela, Sarah se ajeitou sentando em cima de suas próprias pernas, se inclinou, começou a olhar o pau dele, tirou algumas coisas com as pontas dos dedos (acho que era cabelo), começou com uns beijinhos, lambida, e depois mamou, caiu de boca no primo. Não deu pra eu ver com clareza os movimentos que ela fazia com a boca, mas a cabecinha dela, fazia um movimento pro fando que sugeria uma habilidade precoce um chupar um pau. Nicollas se deleitava com a chupada da minha filha, na minha frente… Ela dava umas 5 chupadas, e dizia: “Pronto, chega!” Nicollas afoito, com um tom de suplica, respondia: “Não, não… Só mais um pouquinho!” Sarah sedia, voltava a mamar o primo e em 3 ou 4 chupadas ela repetia a mesma coisa, ate que ela foi irredutível, e cochichando com veemência, afirmou: “Pronto, chega!” Tirou seu peso de cima de suas pernas, ficou sorrindo pra Nicollas mexendo nos pés.

O moleque não tinha gozado, mas esse era o objetivo… Eu só pensava: “Vai caralho, agora que começou, termina!” Parecia que meu sobrinho estava com o mesmo tesão que eu, e se inclinou pra cima dela todo sorridente… Eu achei que eles se beijariam, mas não rolou! Talvez, minha filha soubesse chupar rola, mas ainda era BV, foi o que me ocorreu!

Sarah tentou desviar, porem, mais uma vez cedeu aos atrevimentos do primo, e o moleque ficou em cima dela de novo, e eles começaram a se esfregar deliciosamente. Minha garotinha arreganhou as pernas, as vezes apoiava os pés nas pernas dele ou deixava os pézinhos pra cima, segurava no ombro ou na cintura do Nicollas, e rebolavam freneticamente. Nicollas se contorcia tentando violar o paninho da calcinha com o pau para sentir o calor da bocetinha da minha menina,, que provavelmente, estava pelando, pegando fogo, porque pelo jeitinho que ela suspirava, rebolava, dava pra perceber que ela estava tão excitada quanto ele e, com toda certeza, estava todo melada de babinha profana.

Minha vontade era levantar, empurrar Nicollas, e cair de boca na bucetinha da minha filha, arreganhar ela inteirinha, passar a língua bem fundo pra provar aquele mel delicioso que escorria por aquele cabaço. Queria chupar cada centímetro do corpinho branco, magrelo, frágil, delicado, que eu vi nascer, crescer, sustentei, dei amor, educação, e tinha todo direito de faze-lo gozar. Queria estimular aquela bocetinha inchada, explorar o cuzinho rosado ate o cabaço derreter nos meus dedos. Queria martirizar aqueles projetinhos de peitos com tanta lambida, chupada, mordida, que sentira os mamilos crescendo dentro da minha boca. Queria provar aquele pézinho pequeno, delicado, aquelas solinhas macias, rosadas enquanto ela se contorce de cocegas ate chegar aos suspiros de prazer. Queria por meu pau na boquinha dela, sentir sua língua quete na cabeça da minha rola, faze-la babar e melar o pijaminha que eu dei de saliva quente escorrida do meu pau. Desejava ver minha filha se engasgar com minha grandeza, lacrimejando pedindo arrego ou piedade com meu pau latejando de tesão ocupando cada milimetro da boca dela. Queria foder aquela bocetinha melindrosa com carinho paterno e o desejo avassalador de um homem qualquer. Ia fode-la com vontade, meter com força, bem fundo, dando uma lição, ensinado a respeitar sua casa, seu pai, seu primo, sua família. Foderia bem gostoso, mandando ela me pedir desculpas por ter sido putinha do próprio primo dentro da minha casa.

Foderia fundo, molhado, objetivando catucar carinhosamente suas entranhas ate destilar todo o gozo da minha filha gotejando e alagando todo o meu pau com seu incestuoso mel. Olharia fundo nos seu olhos, e diria que ela é muito criança pra foder com o primo, que isso é coisa de adulto, que ela é muito novinha, que sua bocetinha é pequena, imatura, apertada, infantil, vulnerável, indefesa, não estava preparada pra ser fodida, penetrada, deflorada, mas que se ela se sentia preparada, se sua bocetinha é gulosa e clama desesperadamente em ser fodida, eu, como pai, deveria ajuda-la e meter meu pau bem fundo na raxinha dela para prepara-la pra vida. Queria vê-la gemendo, murmurando, agonizando, suspirando bem manhosa pedindo pra eu meter devagar, que aquilo era errado, que ela era minha filhinha caçula, que o mesmo pau que a concebeu não poderia fode-la daquela forma, que eu deveria fazer aquilo com a mãe dela, que ela não é a mamãe, que sua bocetinha poderia ser de qualquer um, menos minha, porque eu era o pai dela e, pai não come a própria filha, mas eu não daria a minima, ia continuar violando, deturpando, tirando a castidade da minha filha.

Essa era minha vontade…

Em um tom de brincadeira, Nicollas pediu pra Sarah virar, ela sorriu desconfiada, tirando o cabelo do rosto, tirou seu roupão e, só de biquíni virou-se lentamente dando gargalhadinhas indecentes e cochichadas, ficando de quatro só para satisfazer a vontade de Nicollas.

Nossa, que tesão, pqp! Que filhinha vagabunda essa que eu fui ter, muito safada, saliente, uma bela pirainha. Ela de quatro, empinadinha, rebolando pra esfregar o grelo no caralho do primo. Nicollas afastava a calcinha dela para o lado meio sem jeito, mas Sarah parecia não querer nenhum obstaculo pra sentir a deliciosa sensação da cabeça da rola do Nicollas latejando, se esfregando no seu cuzinho, na sua raxinha ávida por pirocada incestuosa, e Sarah em um ato de pura malicia e libertinagem abaixou a calcinha, deixando ela se apoiar no joelho, e Nicollas se esbaldou esfregando o pinto na xoxota peladinha da minha filha.

Depois, ela ficou por cima dele, nossa, eu tava pra explodir de tesão! Ela rebolava, se esfregava, fazia um movimento delicioso com o quadril, deitadinha no peito de Nicollas ela deve ter esfolado a bocetinha no caralho do primo, porque ela se esfregava, se balançava, se requebrava com um desejo jamais visto para um criança.

PQP, aquela cena me mata de tesão ate hoje!

As solinhas dos pesinhos dela, bem limpinhas, rosadinhas, apoiadas nas pernas do primo, a forma que minha menina se comportava totalmente sensual, sexualizada, libidinosa, devassa, o barulho que eles faziam, as mãos dele tentando achar um lugar pra se apoiar, o jeitinho inocente dos dois sentirem prazer, enfim… Tudo me exitava, fiquei maluco de tesão!

Sarah se bamboleava cavalgando deliciosamente no caralho de Nicollas, que por sinal, pela idade do moleque, já era de um tamanho considerava, quando minha mulher chegou, abrindo o portão, fazendo um barulho do caralho, eles se assustaram, se recompuseram rapidamente e fingiram que estavam assistindo televisão. Eu também me assustei, mas de pau duro, disfarcei o máximo possível e continuei fingindo que estava dormindo.

Eu fui ao banheiro e toquei uma punheta bem gostosa me relembrando da cena pra me aliviar, depois, bateu um remorso, porem, toda vez que via Sarah a imagem voltava na minha cabeça: A carinha de safada que ela fez, o quadril dos dois se mexendo, o pézinho dela saindo no chão e se apoiando nas pernas de Nicollas, as gargalhadinhas, a respiração ofegante, enfim… O tesão voltava dobrado! Aquele cena despertou em mim um sentimento incestuoso incontrolável, que junto com minha irritabilidade, ansiedade e falta de nicotina, tornou tudo mais nocivo, nefasto, toxico. Porem, assim como o cigarro, aquela sensação era incrivelmente boa, deliciosa, prazerosa, indomável. Eu nunca, em toda a minha vida, tinha tido esse tipo de sentimento em relação aos meus filhos, eu tive 3 meninas e 1 menino, e aquela tinha sido a primeira vez que tal sentimento me afligia. Minhas outras duas filhas, eram maiores, Samara tinha 12, Suzanne 14 ou 15, e Samalo tinha uns 17 anos na época.

Sentir atração sexual pelas minhas filhas, nuca tinha me ocorrido, e olha, que eu poderia ter tido, porque sempre fui um pai muito presente, ajudava em tudo, dava banho, trocava a roupa, vi todas elas nuas milhares de vezes, mesmo depois de grandes, nunca tivemos esses pudores em casa, era tudo conversado abertamente, sem maldade, malicia ou segundas intenções, tanto da minha parte, quando da minha mulher… Mas ver minha caçula se rendendo aos prazeres sexuais, me deixou com a imaginação fértil.

Se vocês soubessem o tormento que é para um pai sentir atração sexual pelas próprias filhas, é um mal que não desejo nem para meu pior inimigo. Porque é um tesão que não para, não tem como você fugir, evitar, desviar. É uma tentação continua, permanente, perseguidora, voraz. Imagina você ficar vendo as meninas de pijaminha, de shorts curtos,uniformes escolares, roupas despojadas de andar em casa, só de sutiã e calcinha, de toalha apos sair do banho, cheirosas, limpinhas, de cabelos molhados, desinibidas, a vontade no sofá fazendo as unhas, de pernas abertas, sem modos ou pudor, com aqueles corpos perfeitos de ninfetinhas virgens em faze de crescimento, cheios de hormônios e curiosidades adolescentes, sem pelancas, gorduras, marcas de expressão. A pele macia, aveludada como a pétala de uma rosa, peitinhos durinhos, com mamilos rosados marcando suas blusas, cintura fina, com uma lordose deliciosa deixando a bundinha ainda mais empinada e indecente. Pernas bem torneadas, firmes, sensuais. Pesinhos pequenos, delicados, harmônicos, com solinhas macias, rosadas, que provavelmente, se esfregam ou se contorcem nos lençóis enquanto elas se masturbam durante a noite discretamente descobrindo os prazeres que seu próprio corpo pode proporcionar; é impossível não notar, é impossível fugir, porque pra onde quer que você vá, lá esta a tentação pra te atormentar. Você como pai, é tocado, abraçado, beijado, acarinhado, mas tudo passa ser profano, sexual, cheio de volúpia e desejo. Seu pau fica duro, você fica louco de tesão, mas tem que disfarçar, fingir que não esta acontecendo nada, sua mulher não pode perceber, suas filhas, então, nem se fala. Enfim, é um verdadeiro suplício interminável.

Eu imaginava ela se masturbando, chupando o pau do Nicollas, tendo a bocetinha fodida por mim, pelo irmão, pelo vizinho. Imaginava os gemidos, múrmuros, os suspiros dengosos de prazer das minhas filhas. Passei a sentir um ciume devastador em relação a elas, não queria que saíssem ou arrumassem namorados, enfim… Aos poucos foi passando, mas com a ajuda da tecnologia, pude me aliviar assistindo um vídeo ou uma foto que eu fazia disfarçadamente quando tinha oportunidade. Atualmente meu tesão diminuiu muito, mas não acabou. Minhas filhas estão grandes, adultas, lindas, mulheres feitas, já devem ter feito muito marmanjo gozar por ai, porem, Sarah esta com 22 anos, e esta excepcionalmente gostosa, é impressionante… E ela é gostosa e sabe disso, gosta de provocar, principalmente no instagram. E eu confesso que bato muita punheta olhando o instagram da minha própria filha, e foda-se!

Nunca abusei de nenhuma delas! Se eu tive vontade ou oportunidade? Sim, tive… Por varias e varias vezes, mas nunca fiz. O máximo que eu fazia, era dar uma espiada, tirava uma fotinha, fazia um vídeo, as vezes rolava uma massagem no pézinho, um carinho reciproco, uma espreitada quando elas estavam com os namorados, enfim.. Durantes esses anos, tive o delicioso privilégio de ver algumas coisas, não muitas, porem o suficiente para manter minhas lembranças eróticas aquecidas por um bom tempo. Eu tenho certeza que na adolescência, Nicollas fodeu Sarah de verdade, com gosto, meteu fundo! O moleque é bonitão, inteligente, estudioso, atualmente é bem sucedido, eles sempre foram muito “amigos”, viviam juntos, saiam, viajavam, e por um tempo, eu peguei umas olhadas indiscretas dos dois, que me fazer crer que Sarah trepou com o priminho reforçando um dos maiores clichês da sexualidade humana. Eu daria tudo pra ter visto, espreitado, ouvido um gemido que seja de Sarah cavalgando no caralho de Nicollas, mas infelizmente, com ele, eu não tive essa sorte. Tenho motivos para acreditar também que, Nicollas fodeu Samara, porem, em relação a isso, não tenho tanta certeza, apenas suponho que sim.

Eu posso apostar que tem muito pai por ai que sente a mesma coisa que eu, e fica pagando de conservador. Não tem cabimento não se excitar com essas meninas de hoje em dia, elas estão sem o menor senso de limite, sem pudor, vergonha na cara, extremamente sexualizadas por conta da internet. São safadas, fazem questão de parecerem putas depravadas, rebolam a bundinha dançando funk, fazem carinha de atrevida; PQP, muito gostoso, eu fico maluco! Troquei a nicotina por novinhas profanas! Eu tenho certeza que tem muito pai por ai que goza horrores olhando o instaram de suas próprias filhas, imaginado fodendo elas inteiras, chupando, gozando loucamente. Fazer com elas o que os outras caras podem fazer, e nós, só ficamos na vontade.

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PéssimoRuimMédioBomExcelente
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1 comentário

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  1. kico

    eu empurrei na minha