Hermafrodita do Interior – Parte 4

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Como eu disse no meu conto anterior, eu fui morar em BH com minha tia, na verdade ela era amiga de infância da minha mãe, ela tinha um filho uns 8 anos mais velho que eu e tinha um namorado.
Chegando lá, quase não via seu filho pois ele trabalhava e estava terminando a faculdade.
Eu fui para uma ótima escola particular, que minha mãe iria pagar. Minha tia conseguiu meu registrar como aluna depois de falar meu caso com a diretora. Na compra de uniformes, a diretora avisou que eu teria que usar o traje especial (para eventos escolares) feminino, que uma das partes era uma saia preguiada. Eu olhei torto, mais ela disse que era poucas vezes ao ano.
Comecei as aulas na semana seguinte. Eu ficava no meu canto isolado. Mas as meninas começaram a conversar comigo depois que o professor de educação física dividia a turma em grupo de meninas e meninos.
Eu fiz amizade com algumas e cheguei a ser convidado para as festas delas.
Lara era minha melhor amiga. Ela foi criando uma certa intimidade comigo, ao pouco de eu vê-la completamente nua. Conversávamos várias segredos, e um dia eu contei o que eu era. Ela não entendeu muito.
Um dia, ela estava reclamando que tinha transando com um garoto do 3° ano e tinha sido ruim, porque só ele gozou.
Eu conversei com ela e ela disse que queria muito gozar, pois aquilo estava preso nela. Já que eu não via a Bia a mais de meses, eu disse que poderia fazer com ela. Como ela não tinha entendido, eu disse que tinha um pênis e uma vagina. Ela ficou entusiasmada e marcou para que eu fosse dormir na casa dela. Os pais delas não desconfiaram de nada.
Eu liguei para minha tia e o Henrique, meu primo, atendeu e eu disse que ia dormir com uma garota. Ele rio e ficou de piadinhas.
No final do dia, fui para casa com Lara. Ela não quis esperar um segundo, me puxou para o quarto dela, tirou minha calça e cueca junto e caiu a chupar meu pau ainda mole. Em pouco tempo, ele estava duro como um rocha.
Ela tirou a roupa toda e me deitou na sua cama. Sem cerimônias, colocou uma camisinha no meu pau e sentou sobre ele. Pude ver que ela estava realmente muito excitada, estava com sua buceta molhada demais.
Em vários minutos de vai e vem, gozamos. Ela disse que foi bom e que queria mais após o jantar.
Por curiosidade eu perguntei com quantos anos ela tinha perdido a virgindade. Ela disse que tinha sido com 11 anos com o irmão mais novo do seu pai. Eu fiz uma cara de surpresa e ela disse que fazia sexo com ele até ele se mudar para o exterior. Ela disse que nesse tempo, ela tinha transado com uns 20 caras e que não era exclusiva dele.
Eu fiquei pensando que ela tinha feito de tudo.
Depois do jantar, tomamos banho juntos e ela já estava chupando minha pica de novo. Ela acaricio por baixo das minhas bolas e encontrou minha vagina.
– Nossa!! Você tem uma buceta mesmo. É fechadinha. – disse ela
– Sim. Eu nunca pensei em sair com homens. – eu disse
– E se fosse um vibrador? – ela disse
Na hora eu lembrei que uma vez a Bia tentou me penetrar com um.
– Já tentei. Eu sinto muita dor. – Eu disse
– Ah sim. Eu entendo. Eu ainda lembro da dor que eu senti quando meu tio me penetrou da primeira vez. Minha bucetinha parecia que pegava fogo. – ela disse
Ela chupou a minha buceta.
Passamos um tempo fazendo as preliminares e ela disse:
– Você faz anal comigo?
Eu disse que sim, pensava que ela já tinha feito sexo anal antes.
Ela pegou um Óleo corporal e pediu para eu passar no meu pau sem camisinha e no cuzinho dela. Ela ficou de 4.
Eu fui colocando a cabeça do pau e ouvi ela dar um gemido de dor.
– O que foi? – eu disse
– Eu nunca fiz anal – ela respondeu
– então não precisa fazer. – eu disse
– Mas eu quero. Eu me sinto segura com você. Pode ir bem devagarinho? – ela disse
– Claro que sim.
Eu fiz como eu fiz na primeira vez com a Bia, penetrando o cuzinho bem devagar. Ela começou a masturbar a bucetinha. Eu parei quando meu pau já estava todo dentro do rabo dela.
– Já entrou tudo. Está bem? – eu disse
– Sim. Ahh… Seu pau é delicioso. Foi ótimo na minha vagina. Ahhh… pode continuar. Gozei dentro ok? – ela disse
– ok. – Eu respondi
Eu comecei a tirar e colocar devagar mas fui aumentando a velocidade das estocadas. Ela gemia enlouquecidamente. Eu coloquei a mão na boca dela com medo que os pais dela houvessem. Na última esticada, bati tão forte nela que cai encima dela com o pai enterrado no cu dela gozando. Ela nem precisava dizer que tinha gozado. Sua buceta parecia uma cachoeira. Nos vestimos e fomos dormir depois de estarmos exaustos.

Na próxima conto mais coisas.

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