Sara e um desconhecido

Minha história com sexo não foi sempre bem-resolvida.
Depois das duas vez que fiquei com o papai a primeira vcs sabe ,a segunda nem vale a pena contar ,ele tentou varias vez mais eu estava irredutível ,mais antes do meu aniversario ele prometeu que se eu desse mais uma vez para ele me dava o Smartfones.
Então me vendi por este Smartfone , mais disse pra ele que nunca mais ficaríamos ele concordou e nunca mais nem tocamos mais no assunto
Quando eu já tinha 14 anos,comecei a namorar com um garoto da mesma idade .
Transei com ele na primeira noite que tive oportunidde e ele me disse, semanas depois, que cogitou não me namorar por que eu contei que não era mais virgem . Lembro de ter respondido “gato, se você tivesse feito isso, eu que não te cogitaria como homem pra mim”. Bom, fingi todas as vezes em que transávamos. Acho que eu via o sexo como uma coisa para o outro, uma questão de performance.
Acabei com ele sem dar chance .
Entrei em um cursinho , com o tempo e as conversas com amigas , fui percebendo o crime que era fingir – um crime contra mim. Vi o quanto eu estava me privando do prazer de verdade. Eu não tinha o menor contato comigo mesma, não sabia identificar as sensações do meu corpo.
Uma vez, 3 anos atrás, um amiga safadinha falou uma frase que me marcou muito durante um papo sobre sexo com a galera: “você goza com a sua própria boceta”. Na época, não entendi o que ele quis dizer. A busca pelo meu orgasmo foi gradativa, não teve um marco.
Um dia eu estava em osasco com as amigas, num shopping que sempre vou para azarar.
minhas amigas queriam ir embora. Eu estava curtindo e queria continuar ali conversando. Resolvi ficar sozinha, dei uma andada para ver se encontrava alguém… não encontrei e pensei “que merda, devia ter ido também”.
Quando decidi ir para casa. Peguei um táxi na rua.
O motorista era um tiozão argentino. Uns 55 ou 60 anos, grisalho. Conversamos normal, foi me dando vontade! Eu estava numa fase de viver outras experiências… Eu vestia um micro-short nesse dia , com minha cara de menina safadinha, era a perfeita Lolita. Não me lembro muito bem como, mas comecei a me insinuar no meio do papo. Não foi uma coisa planejada, foi acontecendo. Quando ele parou em frente à casa dos meus pais, eu tava com a perna entre os dois bancos…
Ele colocou a mão na minha perna, depois dentro do meu short e foi indo.
A gente começou a se pegar e eu falei “vamos para algum lugar”.
Mas sabia que meus pais estavam do outro lado do muro. Aí a gente pode ir para um motel na Vital Brasil.
falei pra ele eu tenho só 14 anos não vão me deixar entrar .
Ele me disse tranquilo gatinha este motel eles vão deixar a gente entrar nem vão me parar sou conhecido ali .
Então concordei e seguimos pra lá .
Eu não me lembro nem o nome dele, não sabia se era casado ou tinha filhos. No caminho, perguntei se ele tinha camisinha e ele disse que não. Então o fiz parar numa farmácia ou não teria conversa.
Eu não queria nem que ele me beijasse… Eu queria um pinto e ele tinha um. Não queria me relacionar.
Ao chegar no motel ele simplesmente entro nem parou ,parecia dono do lugar .

-VAMOS!!!!

Ele me pegou no colo com as pernas abertas na sua cintura, começou a me beijar e apertava forte a minha bunda, enquanto eu puxava a sua nuca com cada vez mais vontade para perto de mim, beijei seu pescoço e sua orelha, mordi seu ombro e ele fazia o mesmo comigo ainda me segurando, até que me jogou na cama, e veio tirar a minha roupa. Tirou minha blusa e meu sutiã e grudou nos meus seios como criança com fome querendo leite, brincou muito , foi descendo pela minha barriga e começou a tirar a minha calça, não fez cerimonia e eu ainda de calcinha começou a lamber a minha buceta, só puxou a minha calcinha de lado e enfiou a língua com vontade no meu buraquinho, e me chupou com vontade, com gosto, desejo e luxuria, ele me chupava tão gostoso, eu segurava a sua cabeça tão forte entre as minhas pernas que até pensei que ele fosse reclamar que eu o estava machucando, mas ele não falou nada e continuou, até que eu não aguentando mais gozei, gozei muito, como nunca tinha feito antes. Meio mole ainda e ele com o meu mel escorrendo pela boca e pelo queixo me levantei e lambi tudo para sentir meu sabor na sua boca, o deitei na cama e agora era a minha vez de me divertir. Comecei tirando a sua camiseta e beijei aqueles ombros largos , aquele peito, e abdômen com pelos grisalhos imperfeitos mais . Abri a sua calça e como não era de se surpreender, veio aquela cueca boxer preta, maravilhosa, guardando o presente mais gostoso que eu iria provar. Não me fiz de rogada e cai de boca naquele caralho, era imenso, grande, grosso,rosado, do jeito que eu gosto, lisinho, cai de boca e chupei tudo, coloquei ele até o talo na boca e engasguei, mas não desisti de tentar enfiar ele todo (OBS.: Hoje eu amo fazer oral, aprendi a chupar gosto e me excita muito ver o cara revirar os olhos com a minha boca), chupei as suas bolas enquanto punhetava ele, e ele gemia, segurava meu cabelo e fazia a maior cara de safado do mundo, ele já não estava aguentando mais, levantou do nada, me virou na cama de 4 e já veio enfiando aquela rola em mim.

Enfiou de uma vez, tudo, foi a melhor sensação da minha vida, ele tirou e fez isso de novo, enfiou tudo de uma vez só e depois começou a bombar ritimadamente, foi bombando comigo de 4 e eu já estava ficando louca de novo, ele batia da minha bunda, me xingava de vagabunda, de puta e eu não estava aguentando mais, era muito bom aquela sensação. Ele do nada depois que me deu um tapa começou a brincar no meu cuzinho (eu nunca tinha dado o cu antes), enfiou um dedo enquanto continuava bombando e foi assim até que eu gozei de novo.

Ele não estava satisfeito, além de comer a minha buceta queria meu cu, depois que eu gozei ele continuou com o dedo em mim e ainda bombava na minha buceta, quando tirou o pau escorria mel pelas minhas pernas, ele aproveitou e melecou bastante o meu anelzinho, e foi forçando para poder entrar em mim, entrou a cabeça e eu comecei a reclamar de dor enquanto me masturbava (ele era enorme, eu sabia que iria doer , mas eu queria dar o cu para aquele cara), fui rebolando e ele continuava a parado, o pau dele estava todo melado pelo meu gozo e foi ajudando a lubrificar o meu cuzinho, foi entrando aos poucos até que entrou tudo, esperei um pouco até o cu se acostumar e eu mesma fui mexendo, tirando e colocando, a sensação era deliciosa, o pau dele era grande, me arrombou inteira, mas eu queria gozar de novo com ele atolado no meu cu, ele começou a bombar forte, ritimado, enquanto segurava firme na minha cintura, eu já estava ligada de novo e o gozo crescia em mim (é impressionante meu gozo é muito mais intenso no anal), era delicioso aquela sensação dele metendo no meu cuzinho, mas que queria dominar também, pedi pra ele deitar e falei que queria cavalgar com o cu no pau dele, ele atendeu meu pedido e eu montei, sentei gostoso e fui mexendo, ele já não se segurava mais, já tinha deixando ir, não queria mais segurar e eu muito menos. Falei que iria gozar de novo e ele falou que também iria, comecei a cavalgar mais rápido e ele pegou com força nos meus peitos até que gozou junto comigo. Caí morta em cima do peito dele, completamente exausta, ele beijou a minha cabeça e falou que aquela tinha sido a melhor transa casual da vida dele (não sei se é verdade, mas com toda a certeza a minha foi). Fomos tomar banho e lá rolou mais um oral e ele gozou na minha boca (o que eu fiz questão de engolir tudinho).

Saímos do motel.

Quando a gente estava na porta da minha casa, antes do motel, cheguei a dar 40 reais pela corrida. Aí, no final do sexo, eu perguntei quanto ele iria me pagar. Falei sério! Ele ficou chocado, acho que imaginou que tinha sido escolhido…
Ele disse que não era nada disso e eu pedi, pelo menos, meus 40 contos de volta. No mínimo, a gente sai no zero a zero.

Ele me levou para casa e ficava passando a mão no meu rosto, dizendo “ai, linda”… E eu tava tipo “sai, cara, não é isso”. Quando cheguei, estava meio apavorada, me achando uma louca e preocupada porque ele sabe onde eu moro. Eu falava pra ele “eu nunca fiz isso antes, foi a primeira vez, não me procura mais, isso nunca aconteceu”. Ele falou que tudo bem e jamais reapareceu. Passei várias semanas abrindo o portão de casa e com medo de ele estar ali. Acho que até hoje ele deve bater punheta pensando em mim.
Contei para a minha melhor amiga, meio com medo de me julgarem, e ela disse: “para de contar que eu tô ficando excitada”. Eu não me senti culpada nem que tivesse feito algo errado. Mas eu sentia que eu devia ter me sentido assim, entende?
Eu só penso que o corpo é meu e faço com ele o que me der vontade.

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