Quem nunca errou que jogue a primeira pedra

13-07-18 5 ★ 3.93

Meu nome é Alex, tenho 23 anos e uma história incrível para contar a vocês. Aconteceu quando eu tinha 17 anos. Foi num dia em que, chegando do colégio, entrei em casa, indo para meu quarto. Parei ao ouvir sons vindo do quarto de minha irmã Vanessa, uma deliciosa ninfeta de apenas 12 aninhos. Eram risadinhas e cochichos nervosos.

Curioso, grudei o ouvido na porta, tentando entender o que se passava. Logo identifiquei a voz de um menino da vizinhança, um pirralho de não mais do que 15 anos. Imaginando que o que se passava lá não eram inocentes brincadeiras, abri a porta bruscamente, flagrando minha irmã sem blusa, com a saia levantada e a calcinha na altura das coxas, exibindo para o garoto seus peitinhos durinhos e a xaninha quase sem pelinhos.

Ainda pude percebê-la tirando a mão do pau dele.
– Ah! Mamãe e papai vão adorar saber disso… – disse eu.
– Não, por favor, Alex, não conte nada… – implorou minha irmãzinha quase chorando.
Congelado de medo, o garoto permanecia imóvel, sequer recolocando seu calção, que estava quase em seus joelhos. Lancei um olhar fulminante pra ele, dizendo, ameaçador:
– E você, seu pirralho? O que espera para sumir daqui?
Ele não disse absolutamente nada e saiu correndo apavorado ainda recolocando o calção. Eu, então, voltei a atenção para a Vanessa. Para minha surpresa, minha irmãzinha exibia um sorriso cínico. Deitando-se de costas e apoiada nos cotovelos, tinha as pernas abertas.

– Se você não contar, posso ser boazinha com você… – ela disse, toda safadinha.
Não acreditei em ver minha própria irmã que, até pouco tempo antes brincava de bonecas, oferecendo-se a mim como uma vadia. Pensei em xingá-la, mas a visão de sua xoxotinha me fez hesitar.

Cheio de culpa, porém, muito excitado, abri o zíper da minha calça, expondo meu cacete duro, a agarrei pelos longos cabelos negros e a puxei para junto de mim, obrigando-a chupar minha pica. A habilidade de sua linguinha me fez delirar.
– Para quantos você já deu, sua putinha? – eu perguntei, louco de prazer.
Tirando meu pau da boca, ela respondeu com o mesmo sorriso cínico:
– Para todos os garotos da vizinhança… O que você acha?
– Ah, é? – devolvi no mesmo tom – Pois agora chegou a vez do seu irmão!

Puxando-a pelos cabelos, fiz a Vanessa ficar de quatro em sua cama. Meti a mão em sua bunda lisinha e acariciei seu cuzinho com os dedos.
– Não, Alex!!! Por trás não! Nunca fiz aí!!! – protestou ela.
– É o seu cuzinho ou papai e mamãe sabendo de você e aquele pirralho…

– Seu tarado desgraçado!!! – gritou ela, mas sem resistir. Não respondi, apenas coloquei meu pau na deliciosa bundinha da minha irmã e tentei enrabá-la. Porém, por mais força que eu fizesse, não conseguia meter em seu cuzinho ainda virgem.

Cheio de tesão, estiquei o braço e apanhei de cima da mesa de cabeceira um pote de creme para espinhas que a putinha da minha irmã usava. Abri o pote, peguei um pouco com os dedos e lambuzei minha pica com o creme. Limpei meus dedos entre as nádegas da Vanessa, ajustei meu pau em seu rabinho e forcei a cabeça da pica contra as preguinhas ásperas.

Não precisei mais do que duas estocadas para romper seu anelzinho apertadinho e engatar o pau na bundinha deliciosa dela.
– Seu filha da putaaaa!! Está me machucando!! – minha irmã gemeu de dor quando minha pica deslizou para dentro do seu cuzinho apertadinho. Eu podia sentir o ânus dela se abrindo aos poucos, cedendo espaço para a minha piroca gorda e dura.

A Vanessa gritou, se contorcendo de dor enquanto meu pau entrava todo em seu cú. Comecei então a bombar contra suas coxas. Não demorou muito e o que eram gritos de dor viraram gemidos de prazer. Minha irmãzinha começou a rebolar a bundinha, tomada pelo prazer do primeiro sexo anal de sua vida.

– Vanessaaaa!! Sua safadinhaaa!! Que cuzinho mais gostosoo!! – eu falava no ouvido dela, segurando firme sua cintura e deslizando meu pau pra dentro e pra fora do seu ânus quentinho e maravihoso.
– Meteeee, seu safadoo!! Fode o cuzinho da sua irmã, fodeee!! – ela gemia descontrolada.

Que delícia!! Aquela foda com a minha irmã estava gostosa demais. Dei mais umas cinco bombadas bem fortes e fundas e gozei como um louco, enchendo a bundinha dela de pôrra.
– Ahhhhhh!!! Que gostosoooo!! Você gozou dentro do meu rabinho, seu safado? – ela me perguntou, toda arrepiada, sentindo meu esperma quentinho dentro de seu ânus.

Eu nem queria saber. Meu pau ainda liberava um pouco de esperma quando deixei meu corpo cair em cima dela. Ela foi para a frente e ficamos deitados, eu em cima dela e ela toda meiga, respirando mais calmamente, com a minha pica ainda dura, dentro dela.

– Ohhhhh!!! Você é um tarado, Alex!! Esse pau não vai ficar mole não? – minha irmã perguntou quando percebeu minha pica pulsando novamente dentro de seu rabinho, que piscava gostoso, apertando minha rôla.
– Agora quero comer sua bocetinha!! E não quero ouvir um "não"! – falei retirando meu pau do cuzinho dela. Minha pica saiu toda lambuzada, brilhando da mistura do meu esperma com a lubrificação do rabinho dela.

Ela pareceu compreender que não tinha saída. De imediato ela se deitou de costas, abriu bem suas pernas e fechou os olhos, me dando um sinal de que ela era toda minha agora.
– Ahhhhhh!! Que pau gostosoooooooo, Alex!! – ela gemeu bem gostoso quando me deitei em cima dela e enfiei meu pau em sua bocetinha pequenina mas já acostumada a levar pica.

– Você gosta de dar essa bucetinha, não gosta? – falei com a boca colada no ouvido dela, enquanto metia bem fundo.
– Sim, Alex!! Eu gosto muito de dar minha bocetinha!! Pra todo mundoooo!! E agora ela é sua!! Mete! Fode bem gostoso sua irmãzinha.

Que loucura! Quando ela falou isso eu não aguentei mais e comecei a gozar totalmente sem controle. Ela se agarrou em mim com todas as forças, e seu corpo colou no meu, procurando uma penetração bem funda.
– Alex!! Estou gozando também!!! Meu deusssssss… – ela gemeu e percebi que ela estava gozando comigo, nós dois juntinhos.

Nossa safadeza estava completa. Depois que gozamos e caimos os dois na cama, exaustos, eu imaginei que ela ia me xingar, brigar e fazer todo o tipo de escândalo. Para minha surpresa, minha irmã, depois de alguns instantes se ergueu e me beijou na boca.
– Você foi incrível, Alex! – ela disse.

E daquele dia em diante nos tornamos amantes. Bastava nossos pais se ausentarem e lá estava a Vanessa no meu quarto com o pote de creme para espinhas…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,93 de 44 votos)

5 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos

  1. binho

    muito fake, sensacionalista demais.

  2. Kkk

    Cê acredita. Fantasia da zorra

  3. Anônimo

    mais pf

  4. Professor

    Sou professor de matemática e física no RJ procurando alunas para aulas particulares
    [email protected]
    Skype e email

  5. Picagostosa20

    Muito bom o conto espero mais histórias dessa delícia da sua irmã quero comer essa putinha Skype [email protected]