Saudades da rua do valão

23-06-18 8 ★ 4.17

Esse é um relato verídico e aconteceu na década de 80,quando eu tinha 14 anos.
Sou filho único e criado sem pai, por minha mãe e avó, q sempre me deram muito carinho e atenção.
Sempre fui muito estudioso e bem educado. Vivia de casa pra escola e vice versa, tinha poucos amigos , e ao contrário dos garotos da minha idade ,eu não me importava com as meninas e não gostava de futebol.
Eu era tímido e me sentia oprimido por ter um pintinho pequeno e fino ,além de uma bunda branca, lisa e muito volumosa, q me fazia ser alvo de chacotas entre os colegas de escola.
Tudo começou em 1983, quando comecei a fazer um curso de inglês, a noite.
O colégio, ficava a 25 minutos de caminhada, da minha casa. Esse trajeto poderia ser bem menor, se eu cortasse caminho pela rua do valão, mas como era tida como ,uma rua perigosa, minha mãe e avó me proibiam de passar por ali.
A famigerada rua do valão, era realmente sinistra, cheia de mato,media uns 150 metros,e era cortada ao meio em toda sua extensão por um córrego .
Além de não passar carros,era uma rua sem moradias, pois ficava atrás de uma empresa de ônibus e de um colégio . Diziam ser ocupada por mendigos , desocupados e viciados.
Logo na primeira semana do curso, fiz amizade com o Antenor, um senhor cinquentão, mulato, magro , muito simpático e cativante, q vendia doces, balas e biscoitos, numa carrocinha em frente o portão do colégio. O curso era das 19 as 21:30h, e eu sempre procurava chegar cedo pra ficar conversando com ele, q além de ser bom de papo, vivia me elogiando e me olhava de um jeito extranho e malicioso.
Confesso q mesmo tímido, passei a gostar daquele assédio, e passei a nutrir um sentimento de afeto pelo coroa. Certo dia, entre um papo e outro, reclamei com ele, por não poder passar pela rua do valão, q me economizaria, uns 10 minutos de caminhada.
Com um sorriso safado, ele respondeu:

— realmente não aconselho um garoto bonito e gostoso como vc , passar por ali sosinho, principalmente a noite, com certeza vão te agarrar.

— só tenho medo de assalto —respondi.

—ali rola muita sacanagem, mas não tem ladrão. Vou te esperar na saída e vou te mostrar.—disse, ele.

Quando terminou a aula, Antenor, já tinha guardado a carrocinha e me esperava no portão. Mesmo temeroso, segui com ele em direção a rua escura. Antes de entrar, dei uma empacada. Ele então, me segurou pela cintura, e roçando na minha bunda,disse no meu ouvido:

— confia em mim, não tem perigo!

Meu coração batia forte, eu não sabia se era de medo ou emoção, por estar sosinho com um homem, no meio do mato. Seguimos pela trilha escura,cercada de vegetação, a vista já tinha se acostumado com a penumbra quando vi encostados no muro, dois caras se beijando, estavam com as calças arriadas e cada um punhetava a pica do outro. Aquela visão me fez parar, excitado. Desta vez, Antenor roçou o pau duro na minha bunda,e murmurou no meu ouvido:

— gostou né safadinho!

Seguimos andando, e pouco mais a frente, sob uma pequena árvore, um cara agachado, chupava o pau do outro. Antenor , discaradamente, alisava minha bunda, pedindo pra eu seguir em frente. Mas ou menos no meio da rua, ele me levou pra trás de um monte de entulhos encostado no muro. Ali , pegou minha mão e colocou sobre sua pica. Apertei aquela coisa grossa e quente q pulsava na minha mão, ele então, me beijou a boca com ternura.
Naquele momento, o garoto tímido e reprimido, se entregou totalmente, nos braços daquele macho safado. Enquanto eu punhetavam o picão, Antenor, descia minha bermuda até os joelhos alisando minha bunda, deslizou o dedo no meu rego, até encontrar meu cuzinho virgem, q não parava de piscar.

—chupa meu pau!—ordenou, metendo a língua no meu ouvido.

Me inclinei, abocanhando o cabeção babado, sentindo o cheiro é o sabor de um macho, pela primeira vez.
Enquanto eu mamava , feito um bezerrinho faminto, o coroa socava o dedo, no meu cu. Logo meteu a mão no bolso e tirando um pote de vaselina, untou meu anelzinho, aproveitando pra empurrar o dedo bem fundo.

—vira a bundinha—pediu

Até aquele dia, meu cu só tinha recebido, meus dedos e o tubo de desodorante, q eu usava em minhas masturbacoes solitárias.
Meu tesão era indescritível. Me virei, empinando a bunda, e abrindo as nádegas com as duas mãos, murmurei:

—mete devagar!!!

Antenor, pincelou o cabeção na portinha e foi empurrando, aos poucos minhas preguinhas foram cedendo e dando espaço pro picão duro.
Logo a chapeleta deslizou inteira pra dentro.

–hummmm…isssss, aaiiiii meu cu— gemi alto, sentindo o cu arder.

— delícia de cuzinho apertado!!!!—exclamou ele, sem parar de bombar.

Embaixo da árvore,dava pra ver, o cara q antes chupava, agora tbm tomava no cu, gemendo e rebolando. Aquilo só fez aumentar meu tesão, me apoiando no muro, empurrei a bunda contra a pica e mexendo a bunda, senti ela deslizar inteira pra dentro .
Eu suspirava de prazer, quando olhei pro lado oposto, e vi a uns três metros, um barbudo maltrapilho, q assistia a tudo se masturbando.
Senti uma pontada de medo e constrangimento, mas Antenor, tbm vendo o cara, me tranquilizou.

—tudo bem, ele é gente boa,!

Tava bom de mais, aquela pica dura, socando no meu cu, virei o rosto, pra me concentrar melhor.
Logo Antenor encheu meu cu de porra, urrando de prazer. Assim q esvaziou o saco, tirou a pica , nos vestimos rápido e saímos às pressas dali, esbarrando por outros homens, na estreita e escura trilha.
Em casa, corri pro banheiro, onde expelir no vaso
Uma gosma avermelhada. Era porra misturada com sangue.
A partir daquele dia, sempre no final da aula, eu ia com Antenor, pra rua do valão. Antes dele me comer, eu percorria os dois lados da rua,só pra ver os caras metendo. Meu local preferido era entre umas manilhas enormes ,abandonadas dentro do matagal. Ali me viciei a dar o cu, com platéia, de dois ou mais homens assistindo.
Certo domingo, depois q sai do cinema, resolvi passar pela rua do valão, era a primeira vez q ia ali sosinho, mas o tesão superou o medo.
Assim q entrei na rua, fui direto pras manilhas, assim q parei, apareceu um cara, já de pau na mão. Balançou a pica e fez sinal pra mim. Rapidamente, me aproximei e sem nenhuma palavra fui logo patolando sua jeba. Depois de uma rápida mamada , ofereci a bunda pra ele meter, me debruçando sobre uma das manilhas deitadas. Enquanto o cara fúdia meu cu, apareceu outros dois. Um deles ,sem nenhuma cerimônia foi logo colocando a pica na minha boca. Fedia a mijo e sebo,mesmo assim, chupei com prazer.

— porra, de e onde veio esse novinho?

— sei lá, só sei q é gostoso pra caralho. !

— q bunda linda…goza logo, quero fuder tbm!

— Hummmm…o viadinho sabe mamar gostoso!

Todo aquele diálogo, me excitava ainda mais. Eu me sentia um cordeirinho, num covil de lobos e tudo aquilo, ao invez de medo , só me dava prazer. Sentia necessidade de satisfazer a todos aqueles homens desconhecidos, sem me importar, se eram pretos, brancos, velhos, novos ou pobres.

Logo o cara q me enrabava, gozou, mal tirou a pica, o outro ocupou seu lugar. Seu pau mais grosso, entrou fácil no meu cu arrombado e todo leitado. rebolei a bunda pra agasalhar a tora inteira, e senti a gosma quente inundar minha boca. Solvi todo o leite, sem desperdiçar uma só gota e o cara deu um tapinha no meu rosto em agradecimento. Virei o rosto pra trás e vi q quem tava socando a pica no meu cu era um quarentão branco e gordo. Sorri pra ele mexendo a bunda.

— isso viadinho…rebola na pica…toma no cu safado!

Ao virar o rosto, encostei uma enorme pica preta , enorme ,grossa e chapeletuda.

—mama aí, mulek!

Ouvi a voz grave do negão de quase dois metros.
A chapeleta mal cabia na minha boca . Enquanto chupava , tbm punhetavam a tora com as duas mãos.
Depois de uns minutos, o gordo tbm gozou.

—tudo valeu bb, — disse dando um tapinha na minha bunda e sumiu na escuridão.

Outro cara segurou minha cintura e já ia meter quando o negão falou:

— sai fora porra… É minha vez de fuder!

Olhei e vi, o mesmo mendigo da semana anterior. Ele se afastou, o negão passou um papel no meu cu , pra tirar o excesso de leite q escorria por minhas pernas. Só então encaixou a chapeleta na minha rosca, e empurrou..
Fui as nuvens quando o cogumelo entrou

—– aaiii meu cu… Hummmm, q piroca é essa!—gemi alto,

—para de frescura bichinha… Abre esse cu porra!

Se eu ainda tinha alguma prega intacta no cu, perdi naquele momento. Me sentindo totalmente preenchido arreganhei a bunda com as mãos, sentindo a cafetina, escorregar pra dentro a cada investida.
Logo o saco preto, estalava na minha bunda, com estocadas profundas. Dava pra sentir a chapeleta, socando meu estômago.
Quase desfalecendo, e sentindo enorme vontade de defecar, entre gritinhos e gemidos, pedi:

— Hummmm, aí…isssss, goza logo!!!

—toma porra viado…aahhhhh tô gozaannnddoooooo!!!

Senti as grossas veias pulsando enquanto jorrava porra no fundo do meu reto.
O negão ficou engatado na minha bunda resfolegava saciado até a trolha escapolir do meu cu. O leite voltou a escorrer por minhas pernas, enquanto ele, colocava a picona melada na minha boca, ordenando:

— chupa… Deixa meu pau bem limpinho.

Abocanhei a jeba melecado, sentindo o cheiro e sabor amargo do meu cu. Solvi tudo até deixar o picão preto limpinho. Antes de sair, ele apertou meu mamilo, e pediu:

—vem sexta feira a noite, quero fuder esse cuzinho novamente!

— tá bom— respondi com um sorriso de satisfação.

Depois q o negão saiu, tirei a cueca e limpei o excesso de gala q escorria do meu cu arregaçado. Olhei pro lado e vi o morador de rua, q se masturbava com olhos fixos na minha bunda. Generosamente sorri pra ele, virando a bunda pra ele meter tbm.
O coroa parecia q não fúdia a anos, me agarrando por trás, enfiou seu pau fino e sujo com força, no meu anel rasgado.senti seu hálito fétido, na minha nuca. Em menos de três minutos ele gozou. Ergui a bermuda e sai às pressas, deixando ele ali.
Cheguei em casa, minha mãe e avó, me aguardavam aflitas com minha demora. Menti, dizendo, ter conhecido uma guria no cinema e fui leva,-la em casa. Aliviadas sorriram orgulhosas, sem desconfiar q eu tinha acabado de satisfazer cinco machos, no meio do mato.
A enorme quantidade de sêmen despejadas no meu cu, tinha provocado diarréia. Corri pro banheiro e fiquei mais de dez minutos, cagando leite.
Frequentei a rua do valão por longos três anos. Ali, satisfiz o desejo de muitos homens, com minha bundinha lisa e carnuda. Infelizmente uma grande obra da prefeitura acabou com aquele maravilhoso reduto de pegação.
Hoje aos 49 anos, ainda sou viciado em banheiroes e sexo casual em locais públicos.
Se gostou,comentem deixando seu imail.
Tenho outras aventuras pra contar

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8 Comentários

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  1. Pirocão preto

    Como eu queria uma rua dessas na minha cidade ia comer e dar até não aguentar

  2. Casado

    27 anos? Não é novinho mas se quiser

  3. John Deere,Matador de Veados

    Né,veado velho,deve ter espalhado o bicho da goiaba pra um monte com essa sua veadagem,ou pegou o danado e espalhou por aí
    Cuidado,seu veadão velho,eu estou pelas ruas..
    Se cruzo com você,sua veadagem acaba,veado velho…

  4. Pachecao

    Comeria este cuzinho gostoso vou agora tomar um belo banho e tocar uma Gostosa Punheta pensando estar penetrando em você. Meu Ismail [email protected]

  5. Pachecao

    Foderia este seu cuzinho gostoso vou agora tomar um belo banho e tocar uma deliciosa Punheta me imaginando estar fudendo com você .. Continue…meu imail jorge Teixeira [email protected] ..

  6. Anônimo

    Foderia este seu cuzinho gostoso vou agora tomar um belo banho e tocar uma deliciosa Punheta me imaginando estar fudendo com você .. Continue…meu imail jorge Teixeira [email protected] ..

  7. Anônimo

    Que delícia de conto pqp iria adorar meter no seu cuzinho tbm

  8. Gostoso João

    Caracas que delícia de conto, sem duvida foi um dos melhores que já li aqui; conto muito bem resumido e detalhado, sem erros ortográficos do jeito que eu gosto. Você é sortudo demais cara, queria estar no seu lugar recebendo várias picas de macho no meu cuzinho hehehehehehe. Bati aquela punheta e gozei gostoso imaginando toda a cena! Parabéns mais uma vez pelo conto, eu Amei <3 Hoje você está com 49 anos certo? Você já completou 49 anos ou irá completar 50 anos esse ano? se tiver mais aventuras como essa por favor conte-nos.