Dando pra dois moradores de rua

Como gostaram do meu primeiro conto (minha primeira vez num banheirao), voltei pra relatar uma deliciosa aventura q tive aos 14 anos.
Naquela época eu cursava a oitava serie e sempre cortava caminho, indo e vindo da escola, pelo beco ao lado do prédio onde morava.
Naquela época,(2009), embora fosse bem discreto, ja era bem safadinho . Certa tarde, vindo da escola, flagrei um morador de rua mijando atrás de uma caçamba de entulhos. Era um negro alto, magro, barbado, q devia ter uns 40 anos e meus olhos se fixaram em sua enorme e grossa jeba preta em sua mão. Diminui os passos e cheguei a parar pra não perder a bela visão, quando me assustei, ao ouvi alguém atrás de mim, dizendo:
“A minha é mais bonita”
Olhei pra trás e me deparei com um outro morador de rua. Era bem branco, mais velho q o outro , usava apenas uma bermuda esfarrapada , e apertava a pica sob o tecido, me mostrando o volume.
“Aí moço, q susto”—exclamei, sorrindo sem tirar os olhos em direção ao seu pau , e segui andando.
Eu já havia visto os dois ali antes, dormiam sob uma lona, q estendiam sobre duas carrocinhas, na calçada, no centro do beco.
No dia seguinte(sábado), vi da janela q os dois estavam tirando entulho com suas carroças, no pátio do prédio onde eu morava, no terceiro andar.
Desci pra ir na padaria, e ao passar por eles ouvi o branco dizer pra o negro:
“Olha quem está aqui, Nestor”
Olhei pra eles sorrindo, então o negro se aproximou e disse:
“Passa lá no beco mais tarde, tenho uma coisa pra te mostrar”
Sorri entendo a insinuação, mas não respondi, e me afastei percebendo , os dois de olho na minha bunda.
Naquela noite, eu tinha ido a uma festa de niver, de um colega da escola, q morava num prédio próximo. Já passava da meia noite, quando peguei Carona com o pai de um outro colega, q me deixou em frente ao meu prédio.
Eu tinha tomado umas caipivodkas, e como minha mãe tinha saído com seu namorado e não voltaria tão cedo, resolvi dar uma passadinha pelo beco.
Assustado, mas excitado, entrei no beco escuro, guiado apenas pela fraca luz vindo de uma vela acesa, embaixo da lona na calçada.
Nestor e Isaías, jogavam cartas e bebiam cachaça . Ao me verem , os dois se levantaram
e como tarados me cercaram. Nestor , na minha frente, foi logo apertando meu mamilo, dizendo:
” Q bom q veio bebê”
Ao mesmo tempo, Isaías alisou minha bunda e roçou o pau duro na minha bunda. Senti seu hálito quente e fétido de cachaça, guando murmurou no meu ouvido:
“Delicia de bundinha carnuda”
Louco de tesão por ser objeto de desejo de dois machos, rocei a bunda no pau dele e fui logo patolando a pica do negão.
Logo me arrastaram pra debaixo da lona. Em um minuto eu já estava peladinhos entre os dois machos. Enquanto mamava a picona do Nestor, Isaías, lasseava meu cuzinho com língua e dedos, me levando às nuvens.
Depois de deixar minha rosquinha bem salivada, ele ordenou:
“Fica de quatro bebê, quero fuder esse cu!”
Obedeci , sem largar a jeba do negão, e logo senti a pica fina e comprida, penetrar devagar meu buraquinho.
Gemi , rebolando a bunda pra facilitar a penetração. Logo, Isaías, socava a trolha até o talo, fazendo seu saco estalar na minha bundinha:
“Delicia de cuzinho apertado….iissss, mexe a bundinha viado…toma pica, safadinho!”
A pica do negão,q fedia a sebo e mijo, já espuma a na minha boca, mas não sentia nojo, só prazer.
Quase gozando, Nestor pediu ao amigo:
“Goza ligo Isaías, tbm quero fuder”
Nunca tinha sentido tanto prazer, sendo disputado por dois homens. Logo Isaías urrou:
“Toma leite no cu bebê…tô gozaannnddoooooo!!!”
Senti a porra quente inundar meu reto, enquanto já engolia a gosma do pau de Nestor.
Saciado, Isaías tirou a pica do meu cu e Nestor rapidamente ocupou seu lugar.
Mesmo com o cu todo esporrado, quando o negão empurrou a chapeleta com força senti uma dor enorme.
“Aaiiiii meu cu, porra… Mete devagar, seu pau é muito grosso”
Como um sádico, o negão sorriu, murmurando:
“Isso viadinho, chora na pica do seu macho…toma no cu putinha!”
Isaías então sentou na minha frente, e colocou seu pau babado na minha boca. Solvi toda a gosma, sentindo o cheiro e o sabor amargo do meu cu enquanto ouvia o ploqt ploqt da pica do negão bombando inteira dentro do meu cu arrombado .
Meu tesão era enorme, eu delirava coisas desconexas , como:
“Isso, vai…arromba meu cuzinho, fode com força…mete gostoso”
Eu já estava quase desfalecido , quando Nestor, esvaziou todo o saco dentro do meu cu.
Assim q tirou a pica, a gala espessa e quente escorreu por minhas pernas, atravéz do meu cu aberto. Corri às pressas pra trás da caçamba, onde de cócoras, aos peidos , caguei toda a porra.
Durante toda a madrugada, com breves intervalos, falando sacanagens, os dois se revesavam com suas picas na minha boca e cu, me transformando num objeto de prazer bem submisso..
Já passava das 4 da madrugada, quando cheguei em casa. Meu cu dilacerado escorria gala pelas pernas, meus lábios colavam de tanta porra . Todo meu corpo fedia a cachaça, suor e saliva. Pelo espelho vi marcas de mordidas e chupões no meu peito, rosto e pescoço.
Meu pinto estava duro, sob o chuveiro me masturbei e só então gozei gostoso, lembrando da noite maravilhosa , na certeza de q voltaria outras vzs no beco, pra satisfazer meus dois machos.
Se gostaram, deixem seus comentários.
Prometo relatar uma deliciosa aventura q tive num acampamento , na praia , em pleno carnaval, com três pescadores.

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