Fogo e gasolina: realizei uma fantasia da adolescência enquanto ela dormia

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Tudo começou depois de uma de nossas noitadas… naquele dia, passamos a noite acordados, realizando as nossas loucuras. Ela estava cansada e acabou adormecendo num sono bem pesado e profundo. Eu, por outro lado, ainda estava excitado e cheio de energia, num êxtase total. Enquanto ela dormia, eu estava assistindo alguns vídeos porno. Ao olhar para a cama, deparei-me com a melhor imagem do mundo… ela estava deitada de lado, toda coberta da cintura para cima pelo edredom, deixando de fora apenas a sua bocetinha apertada pelas pernas que estavam entrelaçadas.
Ao ver essa imagem, não resisti, cheguei mais próximo, comecei a cheirar e a lamber delicadamente aquela bocetinha ainda úmida devido a nossa última transa. Como ela não esbouçou nenhuma reação, tirei meu pinto de lado da cueca, que estava ainda meia vida, e comecei introduzi-lo lentamente para dentro daquela linda bocetinha. Após algumas bombadas, notei que ela não iria acordar, o que me deixou com um tesão enorme, pois me lembrei de um conto de incesto que descrevia um filho se aproveitando da mesma oportunidade para transar com a mãe.
Isso me deixou tão excitado que o meu pau, de tão duro, doía. Nesse frenesi, tentei beijá-la, mas notei que ela realmente estava apagadíssima e que não acordaria. Nesse momento, não resisti, levantei, tirei a cueca completamente, chupei, mais uma vez, aquela bocetinha para deixá-la mais molhadinha, além disso, queria ter a plena certeza de que ela não acordaria.
Com um tesão enorme, comecei introduzir lentamente cada centímetro do meu pau para dentro daquela bocetinha gostosa. Comecei a bombar devagar, porque não queria acordá-la, ao mesmo tempo, lembrava-me de cada detalhe do conto que havia lido. Fiquei alucinado, afinal, qual adolescente, durante as suas descobertas sexuais, não fantasiou transar com a mãe, irmã ou qualquer mulher com quem convivesse. De repente, o meu tesão triplicou, pois, enquanto transava com ela, comei a imaginar que estivesse vivendo a mesma situação do conto: uma descoberta sexual proibida e completamente sigilosa. Para apimentar ainda mais a minha fantasia, isso tudo acontecia com uma mulher adormecida.
Possuído de tanto tesão por vivenciar a realidade de que ela estava realmente dormindo, comecei a bombar com mais força e profundidade. Foi quanto senti, no meu pau, que aquela bocetinha estava inteirinha encharcada. Eu não aguentei e gozei igual a um cavalo. Depois daquela foda alucinante, tirei lentamente o pau e coloquei a minha cueca entre pernas dela para que não escorresse, em nossa cama, toda aquela porra que havia colocado bem lá no fundo da minha bocetinha. Por fim, deite-me ao lado dela com se não houvesse acontecido nada.
Na manhã seguinte, ela acordou sem entender nada, estava toda gozada e com a minha cueca entre as suas pernas. Curiosa como é, começou a me questionar para saber toda a verdade. Apenas dei uma risadinha safada, deixando subentendido o que havia acontecido. Fui trabalhar sem dizer mais nada. Intencionalmente, queria que ela ficasse mais curiosa do que já estava e que pudesse fantasiar a noite mais inexplicável que ela já havia vivenciado.
Resultado: mais uma vez, ao fogo, fora adicionada a gasolina, pois, ao chegarmos em casa após um longo e cansativo dia de trabalho, ela me olhava como se quisesse me devorar. Com a intenção de apagar todo aquele fogo, contei o que havia acontecido. Ela ficou alucinada e quis realizar, mas bem acordada dessa vez, a fantasia de ser comida enquanto dormia.

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