A afilhada do casal

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Eu e meu esposo adoramos contos com a temática voltada para incesto, nos conhecemos a bastante tempo e estamos juntos a dois anos, e descobrimos isso um no outro a cerca de pouco mais de oito meses, o que nos fez firmar nossos laços e acelerar nossa inteção de sermos papais mais infelizmente ainda não aconteceu. Eu tenho uma prima de consideração (ela começou a trabalhar desde os 12 anos na casa dos meus avós, ninguém sabe quem é o pai dela e a mãe dela faleceu quando ela ainda era criancinha, veio de família muito humilde e foi induzida pela avó biológia a trabalhar de doméstica ainda criança). Nó fomos crescendo juntas e por conta da proximidade e do vínculo diário, consideramos ela parte da família. Ela hoje em dia tem uma filhinha, é mãe solteira de, a menininha é linda e eu e meu esposo, somos padrinhos da filha dela que atualmente tem 11 anos.
Nossa família sempre se reune pra uma festa de natal já tradicional, isso aconteceu em um sítio de um tio meu em outro estado, são cerca de 8 horas de estrada até lá, eu e meu esposo ficamos de levar ela e a filha dela, ele começou a dirigir e pegou boa parte da estrada, eu estava no banco do carona e minha prima e a filhinha dela no banco de trás, atrás do banco do passageiro e ao lado tinha algumas coisas que levamos pra viagem, porque o porta malas já estava cheio.
Depois muito tempo de estrada meu esposo pediu pra gente revezar porq ele já estava com sono de cansaço do trabalho porque foi só ele chegar do trabalho, pegamos logo a estrada, pra aproveitar mais dias por lá. Eu assumi a direção e pedi que Thaianne minha prima, sentasse no banco do passageiro pra ficar batendo papo comigo pra eu não ficar com sono. Então meu marido foi pro banco de trás com a filhinha da Thay e tentou dormir, mas logo a menina caiu no sono, ele riu e disse
“eita q essa aqui ta mais cansada do que eu rsrs” e Thay só falou “Já dormiu? Pois pronto! Essa daí tem sono pesado, ainda bem que já comeu e foi bem antes de sair, agora vai acordar só de manhã”
E seguimos estrada. Meu esposo falou pra Thay, vou colocar ela no meu colo pra esticar um pouquinho as penas e tirar um sono aqui, ela de imediato disse tem problema não, mas se vc quiser eu levo ela aqui, eu disse, “olha isso não é uma boa idéia porq esse período ta chovendo PRF pra todos os lados”.
Então ele se acomodou como pode no banco de trás com a pequena no colo, eu vi de relance uma certa movimentação atrás mas fiquei na minha, tentei fazer com que a Thay não notasse.
Depois meu marido me contou detalhes de como a viagem tinha sido proveitosa, a menina que já estava de sainha jeans que durante a viagem subiu totalmente, ele não teve muito trabalho, mas começou aos poucos acariciar ela superficialmente, dava leves toques na bucetinha da menina pra ver se ela acordava, e nada acontecia, e ele foi tomando mais coragem de seguir, começou a apertar a menina pra pressionar um pouco a bundinha dela q tava sentada praticamente deitada em cima do pau dele, depois foi esfregando a mão por cima da calcinha e logo puxou a calcinha pro lado e foi passando o dedo naquela bucetinha lisinha, mexendo a vontade enquanto eu e a mãe da menina conversava ou cantava comigo, e ele no banco de trás aproveitando a viagem, abriu o zíper e o botão da calça pra encostar ainda mais o pau na menina e a pequena ficava tranquila, ele tentou enfiar o dedo no cuzinho dela aí ela se mexeu, o que indica que ela estava acordada e não curtiu sentir no cuzinho, ele continuou mexendo só na bucetinha dela e esfregando e apertando o pau na bundinha dela, depois quando já estavámos perto de chegar eu vendo que estava rolando alguma festinha no banco de trás e fingindo que não percebia, só comentei, “ainda bem que já estamos pertinho de chegar”. Ele sentou ela ao lado e ainda pegou a mãozinha dela e colocou no pau dele segurou a mãozinha dela apertando e fez um rápido movimento de vai e vem e logo colocou o pau pra dentro e se recompos.
E foi só falar que chegamos a menina logo se espertou, nem fingiu dar trabalho pra acordar.
Foram quatro dias no sítio, e como tinha muitos parentes, todos já sabiam que não caberia todo mundo dentro da casa, muitos dormiram dentro dos carros, outros que vinham de mais longe, em redes e alguns em barracas, eu e meu esposo levamos um colchão inflável e uma barraca, cabia só nosso colchão lá dentro, a Thay levou rede, mas tinham muitos insetos por conta da região afastada e de muitas árvores e era muito frio, então me prontifiquei a deixar nossa afilhada, (filha da Thay) dormir com a gente.
Thay até nos agradeceu por isso, e dormiu em uma rede como a maioria estava fazendo.
Então depois do banho e jantar na madrugada, fomos dormir, deixamos a pequena bem no meio, e o lugar onde colocamos a barraca, ficava na parte onde não tinham árvores, ficava longe da galera das redes até porque quem chegou primeiro com barracas, colocaram pro lado das redes, fomos os ultimos a chegar, ficamos mais afastados, tava muito escuro e dentro da barraca eu só digitei um texto no celular pro meu marido “aproveite a noite, te amo” e ele respondeu falando “boa noite”, virei pra tentar ficar o mais longe possível da pequena e do meu marido, pra ela se sentir mais tranquila e se soltar mais. Não deu em outra! Passou boa parte do resto da madrugada de boca naquela bucetinha e batendo punheta, eu tava enlouquecendo de vontade com aquela situação, mas tinha que ficar quietinha até a menina se acostumar, dava pra perceber tudo q estava acontecendo mesmo sem olhar, ele pincelando a bucetinha dela, as vezes deitado ao lado dela e colocando a mão dela no pau dele e punhetando, e ela aproveitando a situação fingindo que estava dormindo, foi uma madrugada deliciosa, depois ele saiu da barraca e pegou os lenços humedecidos e limbou a bucetinha da nossa afilhadinha, ainda tivemos mais alguns dias de muita diversão até deixar elas em casa.

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