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Eu, Heitor e Mikaelly

1247 palavras | 3 |4.13
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Mirei e enfiei na boceta dela de uma vez! Ela gritou e meu filho assustou “pai, o que ela tem?”; “tá doendo, Heitor, pede pra o tio parar”…

Eu e meu filho de 10 anos fodemos a amiguinha dele, da mesma idade. Sou Oliveira, tenho 39 anos, meu filho se chama Heitor e há poucos dias uma amiguinha dele da outra escola veio passar um final de semana aqui em casa. Eles são amiguinhos desde bem pequenos, e fazia tempo que não se viam por conta da pandemia. Sempre foram muito unidos e já teve comentários na escola deles, na época, de que eram namoradinhos. O certo é que Mikaelly sempre foi bem vinda aqui em casa e eles sempre foram muito crianças. Acontece que nesse final de semana em que ela veio pra cá, as coisas mudaram.

A mãe de Heitor não mora mais conosco e não havia empregados na casa por conta da Pandemia. Na piscina, deixei os dois brincando, e estavam na piscina infantil enquanto eu enquanto cuidava das carnes na churrasqueira, mais distante, observando. Eis que noto ela em cima dele.

Heitor é um menino branco, de cabelos castanhos, bochechudo, lábios rosados, um pouco acima do peso. Mikaelly é morena, cabelos cacheados, castanhos escuros, magrinha, mas com indícios de que será uma mulher de corpo bonito.

Ele estava sentado na piscina, encostado na mureda que divide os pequenos dos adultos. Ela estava montada nele. Fiquei curioso e me aproximei pra ouvir o que diziam. Era uma conversa boba da idade deles, mas quando ela levantou de cima dele em direção ao banheiro, notei que meu filho estava com o pintinho duro, a ponto de rascar a sunga.

Ela foi ao banheiro e eu fui falar com ele. Resumindo, perguntei o que ele tava sentindo, e ele ficou calado, vermelho. Disse-lhe que tudo bem, ele tava crescendo, ela era uma amiga bonita, e que era normal. Antes que ela saísse do banheiro, levei-o até o banheiro e antes que ela saísse, fiz Heitor entrar, mas antes baixei a sunga dele: entrou de pintinho duro.

Ela assustou e riu e perguntou o que ele tava fazendo. Eu entrei no banheiro e disse a ela que, por ter montado nele, ele havia ficado daquele jeito e ela precisava amolecer o pinto dele, ou ia ficar doendo os ovinhos. Ela perguntou como e eu disse: “abaixa aqui e abre a boquinha”. Empurrei meu filho em direção a ela e fiz a menina pegar seu pinto e colocar na boca. “Chupe, minha linda.”

Me ajoelhei do lado deles e enquanto ela chupava Heitor, fui acariciando o bumbum dos dois. E meu pau foi ficando duro. Lambi bem meus dedos médios, coloquei a mão por dentro do biquini de Mikaelly e fui enfiando devagar meu dedo esquerdo no cuzinho dela; o dedo médio direito fui colocando no cuzinho de Heitor que foi fechando os olhinhos de excitação. Nesse momento, ela disse “oxe, tá ficando mais duro?” e tentou retirar a minha mão “ai, tio, doi”, mas como eu orientei meu filho, ele segurou a cabeça dela forçando seu pintinho na boca dela, enquanto eu ia beijando seu pescocinho e enterrando meu dedo no cuzinho dela.

Alguns minutos disso e eu estava já melado também. Levei os dois pra fora do banheiro, pra área do deck onde havia uma mesa grande de madeira. Mandei heitor subir e deitei ela na ponta. Organizei pra ela ficar abertinha pra mim e com a cabeça no meio das pernas dele. Ela chupava seu pinto e eu chupava o pipiu dela. Digo piupiu porque quando eu fui tirar seu biquine fora, e relutou, quando comecei a beijar sua barriguinha e na parte interna das coxas, ela disse “você vai mexer no meu piupiu, tio?” e eu disse que só um pouquinho. Caí de língua naquela bocedinha coladinha de virgem enquanto Heitor cavalgava na boquinha dela.

Mais uns minutos disso, inverti as posições, tentem imaginar. Fiquei em pé na cabeceira da mesa, coloquei ela de quatro com a boca no meu pau e a bundinha virada pra meu filho, que orientei colocar dentro do buraquinho dela. Ele bem que tentou, mas naõ surtia muito efeito. Do lado de cá, levantei meu pau e fiz ela chupar minhas bolas; meu filho suava “empurrando” o pinto dele na bocetinha dela. Passei a cabeça na boca dela, deixando-a melada e disse “abre a boca, minha linda”, e meti meu pau de 18cm dentro. Soquei ao ponto de ela engasgar toda babada.

Notei que meu filho não avançava muito e ficava mais curioso pelo que eu fazia do que interessado no que ele estava fazendo. Se fosse um adolescente, talvez tivesse mais interesse, naquela idade, ainda não. Decidi inverter até porque eu estava louco pra descabaçar aquela menina.

Mandei Heitor deitar na mesa. Virei ela de frente pra o pinto dele e de quatro pra mim. Dissse pra ela bater uma punheta nele e mostrei como fazer. Enquanto isso, lambi a bocetinha e o cuzinho dela até ficar bem molhadinhos e comecei a pincelar meu pau melado nela.

Mirei e enfiei na boceta dela de uma vez! Ela gritou e meu filho assustou “pai, o que ela tem?”; “tá doendo, Heitor, pede pra o tio parar”; “nada disso, Mika, aguenta um pouquinho e chupa o Heitor vai…” E fui metendo com força e ela reclamava enquanto tentava chupar e punhetar meu filho.

Gozei tudo dentro dela.

Tirei e mirei o cuzinho enquanto ainda estava duro. Ela gritou mais alto!

Chorando e pedindo pra parar, foi soluçando e suportando o que podia meu pau todo dentro do cuzinho dela, com minhas bolas encostando no seu piupiu, e o pinto do meu filho enterrado até às bolas na boquinha dela.

Heitor, sem saber das coisas, começou a tremer: ia gozar. Ao invés de fazer na boca dela, tirou da boca de Mikaelly e pela primeira vez ejaculou – no rostinho dela. (No mesmo instante, eu gozava pela segunda vez no cu da menina de 10 anos, que já tinha levado mais porra do que muita mulher que eu conheço.)

Assim que gozamos, meu filho, exausto, simplesmente desligou: adormeceu quase instantaneamente sobre a mesa. Ela, chorava porque estava toda dolorida e melada no rosto e nas partes – de porra e sangue.

Peguei-a no colo, deixei meu filho lá, e levei Mikaella pra meu quarto. Lá, dei-lhe um banho e no box fiz ela ajoelhar e chupar meu pau mais uma vez, agora, até que eu gozasse na boca dela com as bolas encostando no seu queixo.

Limpei a menina e levei ela pra minha cama. Ela estava mole, sonolenta. Em seguida, fui buscar Heitor pra levá-lo pra o quarto dele.

Ao arrumá-lo, voltei pra meu quarto e ela estava nuazinha, dormindo na minha cama, de bruços. Ajeitei um travesseiro debaixo dela, ela resmungou alguma coisa. Beijei-lhe vagarosamente o rostinho de menina, o corpinho magrinho, a bundinha… me posicionei e abri o cuzinho dela de novo com a língua. Relaxada, seu cuzinho piscava involuntário. Pincelei novamente e meti com tudo, deitado meu corpo de 1,80 por cima dela.

Ela gritou novamente e gritou pelo resto da noite.

De manhã, meu filho acordou e veio até meu quarto dizendo que havia sonhado com ela e que tinha acordado melado. Eu mesmo bati uma punhetinha pra ele até ele gozar no rostinho de Mikaelly que acordou do susto.

Depois de lhes fazer o café da manhã… mais pica na menina.

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3 Comentários

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  • Responder mikaela ID:8eez5vj742

    Ataliba, se retornar aqui, quero que saiba ….kkk Mas que falta de imaginação nem para bolar outro nome e usa o meu!!! kkk 18 cm no anus da garotinha kkkk voce não tem noção que isso pode danificar a garota? reflita antes de escrever um absurdo desses

    • Hirinho ID:830zqz2b0i

      vixi mika kskskks

  • Responder Papa ppkinha ID:gsuadkkm1

    Adoro uma menininha novinha e gosto de guardar as calcinhas usada delas